@sciencewithcoffe
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Descomplicando a ciência por Talita Aguiar: Cientista no Texas Children’s Hospital - Baylor College of Medicine 🇺🇸
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Essa é a minha cara toda vez que alguém fala de enema de café 🤮😵💫🤣 . . Vamos à explicação: O enema de café, “prática alternativa” que envolve a introdução de café no reto para suposta desintoxicação, apresenta riscos significativos ‼️ . Pode causar infecções, desequilíbrio eletrolítico, lesões intestinais, toxicidade por cafeína, interferência com medicamentos, desidratação e risco de perfuração intestinal . Além disso, sua eficácia não é comprovada cientificamente, sendo baseada em relatos anedóticos . Por isso, é essencial consultar um profissional de saúde antes de considerar essa prática, optando por métodos seguros e comprovados da medicina baseada em evidências 🤡 que como diz o @felipemagalhaes_medicina que é igual a só medicina 🤣 . Vídeo @meuparenteoficial
#repost @sinapselabdigital . A vacinação é cientificamente reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para prevenir doenças graves e reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade. A hesitação vacinal é um termo que caracteriza o atraso ou a recusa em aceitar as vacinas recomendadas. É um fenômeno que varia no tempo e com o contexto histórico, social e político. Trata-se de uma errônea alta percepção de risco das vacinas e baixa percepção da gravidade de doenças que podem ser prevenidas por elas. Porém, esse comportamento compromete a cobertura vacinal e favorece o reaparecimento de doenças previamente controladas ou erradicadas pela vacinação. Isso resulta em aumento de risco para infecções e disseminação de doenças imunopreveníveis. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a hesitação vacinal é uma das 10 principais ameaças à saúde global. Por isso, é importante que a mídia e os serviços de saúde e de educação atuem juntos para escutar com atenção as preocupações da população e disseminar informações claras e seguras. E você? Tem alguma dúvida sobre vacinas? #pracegover #pratodosverem #prageralver #descrevipravocê O vídeo mostra dois gatos sentados em um sofá. O gato da esquerda vocaliza repetidas vezes, como se tagarelasse. Sobre ele existe a legenda: “vacinas causam autismo, vacinas matam, microchip chinês, faz mal, altera o DNA.” Enquanto isso, o gatinho da direita olha para ele com os olhos cerrados e, depois de alguns segundos, dá um tapinha com a patinha no gato da esquerda. Sobre o gato da direita está a legenda escrito “ciência” em caixa alta. #ciencia #divulgaçãocientífica #vacina
#repost @psiconceito . Na ciência, entender causalidade é fundamental. Causalidade significa que uma coisa causa a outra, não só que estão relacionadas. Mas o cérebro humano adora fazer ligações rápidas: se “A” aconteceu antes de “B”, então “A causou B”. Nem sempre. Esse é um dos erros mais comuns no raciocínio científico: confundir correlação com causa. Só porque duas coisas acontecem juntas, não significa que uma provocou a outra. Um exemplo? O ilusionismo. Quando o mágico passa a mão sobre o chapéu e plim! surge uma pomba, o cérebro infere que o movimento da mão causou o aparecimento. Mas tudo foi manipulado para parecer assim. O ilusionista não mente com palavras, ele mente com causas falsas. E seu cérebro, programado para buscar sentido, completa as lacunas sem perceber. Na ciência, é por isso que usamos métodos rigorosos: para garantir que o que parece causal, de fato seja. É o que diferencia um estudo científico de uma boa história ou uma coincidência convincente. Exemplos do dia a dia: “Depois que comecei a tomar X, meu humor melhorou”, mas será que foi o X? . Quer mais variáveis: “Toda vez que uso essa caneta, passo na prova”. Será que é a caneta… ou você estudou mais? “Vi no Instagram que tal alimento ‘reduz a ansiedade’ Ele foi testado? Ou só pareceu milagroso? A causalidade precisa ser provada, não assumida. Porque entre o que acreditamos e o que é real, existe um abismo que só a ciência consegue atravessar com método, dúvida e evidência.
BIOLÓGICAMENTE SOMO HOMO Gênero é uma construção social que se refere aos papéis, comportamentos, expressões que a religião, cultura ou sociedade associam a cada indivíduo NA REALIDADE: - Além dos cariótipos XX (feminino) e XY (masculino), existem diversas variações cromossômicas que podem ocorrer, resultando em diferentes padrões genéticos e fenótipos. Essas variações estão associadas a síndromes cromossômicas e condições de diferenciação sexual. Principais variações genéticas além de XX e XY - Síndrome de Turner (X0): Indivíduos têm apenas um cromossomo X, sem o segundo cromossomo sexual. Apresentam características femininas, mas com desenvolvimento incompleto dos órgãos reprodutivos e outras alterações. - Síndrome de Klinefelter (XXY): Ocorre em homens com um cromossomo X extra. É a mais comum entre as variações, com cerca de 80%-90% dos casos sendo XXY. Pode causar infertilidade, desenvolvimento de mamas e alterações hormonais. - Síndrome XYY: Homens com um cromossomo Y extra (47,XYY). Geralmente não apresentam sintomas evidentes, mas podem ter altura acima da média e, em alguns casos, dificuldades de aprendizagem. - Síndrome do triplo X (XXX): Mulheres com três cromossomos X. Podem ter desenvolvimento normal, mas em alguns casos há atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor e infertilidade. - Quimerismo (46,XX/46,XY): Indivíduos com células de dois genótipos diferentes no mesmo corpo — algumas são XX e outras são XY. Pode resultar em características sexuais ambiguas. - Síndrome de insensibilidade aos andrógenos (46,XY): Indivíduos geneticamente masculinos (XY) que não respondem à testosterona, desenvolvendo fenótipo feminino, com ovários ou testículos internos, mas sem útero funcional. - Síndrome de la Chapelle (46,XX com SRY): Mulheres com cariótipo XX que desenvolvem características masculinas (pênis, testículos) devido à presença do gene SRY em um cromossomo X, por erro de translocação. - Outras combinações raras: XXXX, XXXY, XXYY, XYYY, XXXXX, XXXXY, XXXYY, XXYYY, XYYYY ... variações de aneuploidia com múltiplos cromossomos X e/ou Y, muitas vezes associadas a atrasos no desenvolvimento e problemas de saúde. 👇🏽 Continua
Essa é a minha cara toda vez que alguém fala de enema de café 🤮😵💫🤣 . . Vamos à explicação: O enema de café, “prática alternativa” que envolve a introdução de café no reto para suposta desintoxicação, apresenta riscos significativos ‼️ . Pode causar infecções, desequilíbrio eletrolítico, lesões intestinais, toxicidade por cafeína, interferência com medicamentos, desidratação e risco de perfuração intestinal . Além disso, sua eficácia não é comprovada cientificamente, sendo baseada em relatos anedóticos . Por isso, é essencial consultar um profissional de saúde antes de considerar essa prática, optando por métodos seguros e comprovados da medicina baseada em evidências 🤡 que como diz o @felipemagalhaes_medicina que é igual a só medicina 🤣 . Vídeo @meuparenteoficial
#repost @sinapselabdigital . A vacinação é cientificamente reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para prevenir doenças graves e reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade. A hesitação vacinal é um termo que caracteriza o atraso ou a recusa em aceitar as vacinas recomendadas. É um fenômeno que varia no tempo e com o contexto histórico, social e político. Trata-se de uma errônea alta percepção de risco das vacinas e baixa percepção da gravidade de doenças que podem ser prevenidas por elas. Porém, esse comportamento compromete a cobertura vacinal e favorece o reaparecimento de doenças previamente controladas ou erradicadas pela vacinação. Isso resulta em aumento de risco para infecções e disseminação de doenças imunopreveníveis. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a hesitação vacinal é uma das 10 principais ameaças à saúde global. Por isso, é importante que a mídia e os serviços de saúde e de educação atuem juntos para escutar com atenção as preocupações da população e disseminar informações claras e seguras. E você? Tem alguma dúvida sobre vacinas? #pracegover #pratodosverem #prageralver #descrevipravocê O vídeo mostra dois gatos sentados em um sofá. O gato da esquerda vocaliza repetidas vezes, como se tagarelasse. Sobre ele existe a legenda: “vacinas causam autismo, vacinas matam, microchip chinês, faz mal, altera o DNA.” Enquanto isso, o gatinho da direita olha para ele com os olhos cerrados e, depois de alguns segundos, dá um tapinha com a patinha no gato da esquerda. Sobre o gato da direita está a legenda escrito “ciência” em caixa alta. #ciencia #divulgaçãocientífica #vacina
#repost @psiconceito . Na ciência, entender causalidade é fundamental. Causalidade significa que uma coisa causa a outra, não só que estão relacionadas. Mas o cérebro humano adora fazer ligações rápidas: se “A” aconteceu antes de “B”, então “A causou B”. Nem sempre. Esse é um dos erros mais comuns no raciocínio científico: confundir correlação com causa. Só porque duas coisas acontecem juntas, não significa que uma provocou a outra. Um exemplo? O ilusionismo. Quando o mágico passa a mão sobre o chapéu e plim! surge uma pomba, o cérebro infere que o movimento da mão causou o aparecimento. Mas tudo foi manipulado para parecer assim. O ilusionista não mente com palavras, ele mente com causas falsas. E seu cérebro, programado para buscar sentido, completa as lacunas sem perceber. Na ciência, é por isso que usamos métodos rigorosos: para garantir que o que parece causal, de fato seja. É o que diferencia um estudo científico de uma boa história ou uma coincidência convincente. Exemplos do dia a dia: “Depois que comecei a tomar X, meu humor melhorou”, mas será que foi o X? . Quer mais variáveis: “Toda vez que uso essa caneta, passo na prova”. Será que é a caneta… ou você estudou mais? “Vi no Instagram que tal alimento ‘reduz a ansiedade’ Ele foi testado? Ou só pareceu milagroso? A causalidade precisa ser provada, não assumida. Porque entre o que acreditamos e o que é real, existe um abismo que só a ciência consegue atravessar com método, dúvida e evidência.
BIOLÓGICAMENTE SOMO HOMO Gênero é uma construção social que se refere aos papéis, comportamentos, expressões que a religião, cultura ou sociedade associam a cada indivíduo NA REALIDADE: - Além dos cariótipos XX (feminino) e XY (masculino), existem diversas variações cromossômicas que podem ocorrer, resultando em diferentes padrões genéticos e fenótipos. Essas variações estão associadas a síndromes cromossômicas e condições de diferenciação sexual. Principais variações genéticas além de XX e XY - Síndrome de Turner (X0): Indivíduos têm apenas um cromossomo X, sem o segundo cromossomo sexual. Apresentam características femininas, mas com desenvolvimento incompleto dos órgãos reprodutivos e outras alterações. - Síndrome de Klinefelter (XXY): Ocorre em homens com um cromossomo X extra. É a mais comum entre as variações, com cerca de 80%-90% dos casos sendo XXY. Pode causar infertilidade, desenvolvimento de mamas e alterações hormonais. - Síndrome XYY: Homens com um cromossomo Y extra (47,XYY). Geralmente não apresentam sintomas evidentes, mas podem ter altura acima da média e, em alguns casos, dificuldades de aprendizagem. - Síndrome do triplo X (XXX): Mulheres com três cromossomos X. Podem ter desenvolvimento normal, mas em alguns casos há atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor e infertilidade. - Quimerismo (46,XX/46,XY): Indivíduos com células de dois genótipos diferentes no mesmo corpo — algumas são XX e outras são XY. Pode resultar em características sexuais ambiguas. - Síndrome de insensibilidade aos andrógenos (46,XY): Indivíduos geneticamente masculinos (XY) que não respondem à testosterona, desenvolvendo fenótipo feminino, com ovários ou testículos internos, mas sem útero funcional. - Síndrome de la Chapelle (46,XX com SRY): Mulheres com cariótipo XX que desenvolvem características masculinas (pênis, testículos) devido à presença do gene SRY em um cromossomo X, por erro de translocação. - Outras combinações raras: XXXX, XXXY, XXYY, XYYY, XXXXX, XXXXY, XXXYY, XXYYY, XYYYY ... variações de aneuploidia com múltiplos cromossomos X e/ou Y, muitas vezes associadas a atrasos no desenvolvimento e problemas de saúde. 👇🏽 Continua
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