@renatamachadooficial
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🧑🧒🧒 Mãe, Psicóloga Clínica e Parental há 16 anos 👩💻 Atendimento a adolescentes e adultos 👇🏻Formulário Mentoria de Volta pra Mim👇🏻
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Se você é mãe, leia isso. É por isso que você sente no corpo quando algo acontece com seu filho.⬇️ Winnicott dizia que, no começo da vida, mãe e bebê vivem uma conexão tão profunda que a mãe percebe a dor do filho como se fosse dela. E o 🧠cérebro confirma: ele realmente reage como se o seu próprio corpo estivesse em perigo. Por isso nos primeiros anos de vida do seu filho você não desliga. Por isso seu coração dispara. Por isso você vira essa mãe leoa que não pensa duas vezes antes de proteger. Lembro de uma paciente que atendi que em uma situação onde o pai teria sido agressivo com o filho deles e ela disse: “Você é o pai… mas o filho é meu.” Obviamente a educação de uma criança deve ser um consenso entre os dois e os dois tem direitos e deveres iguais sobre ela… mas o que quero trazer aqui é justamente esse lugar instintivo de proteção, de conexão, de amor em estado bruto. A leoa do vídeo entende. Você entende. Marque aqui uma mãe leoa que sentiria a mesma coisa, e que vai se identificar ao ver ver esse vídeo. 🦁 Aproveita e segue➡️ @renatamachadooficial pra mais conteúdos sobre maternidade consciente. 🧡
Sim, somos pais e DEVEMOS ESTIMULAR que nossos filhos compartilhem. Devemos mostrar que quando fazem isso, todos saem ganhando, pois tanto o amigo quanto ele, passam a ter mais opções pra brincar, compartilhar é maravilhoso. 🤷🏻♀️Mas será que é forçando que fazemos esse aprendizado acontecer? 🤷🏻♂️Será que ele tem que emprestar TUDO que é dele senão ele estará sendo egoísta? 💭Vamos refletir juntos(as)? Se um amigo(a) chega na sua casa e te pede uma blusa/camisa emprestado, você iria ESCOLHER uma delas para emprestar, certo? Certamente você iria escolher aquela que você se sente à vontade pra compartilhar, mas isso não quer dizer que você emprestaria qualquer uma delas. Talvez tenha ali uma blusa nova que você ainda nem usou, ou uma que você já usou mas gosta muito, e não se sente à vontade pra compartilhar… será que isso faz se você egoísta? Claro que não! Nós temos o direito de escolher aquilo que nos sentimos à vontade e o que não nos sentimos.. nós não nos sentimos à vontade para compartilhar tudo o que é nosso. Mas nós EXIGIMOS isso das crianças. Exigimos que compartilhem sempre que a outra criança quer, mesmo que essa criança seja uma desconhecida que ela acabou de se aproximar no parquinho. Exigimos que compartilhe senão vai embora, senão vai ter o brinquedo guardado, senão vai apanhar ou ficar de castigo. Aquele mesmo comportamento que é visto como natural para um adulto, ciatuma sinônimo de imposição /punição para uma criança. Temos formas mais respeitosas para ajudar ao nosso filho a desenvolver essa consciência. Isso tem relação com o amadurecimento cerebral dele, com os modelos que ele tem, com o quanto ele se sente respeitado e seguro pra fazer isso. O que para nós é “apenas” um brinquedo, para a criança pode ser algo de um significado muito maior. . . Me conta, essa reflexão faz sentido pra você? Se sim, compartilha ➡️ essa mensagem! Vamos ajudar a outras famílias a construírem uma relação mais respeitosa com os seus filhos! Forte abraço, Renata ❤️ @renatamachadooficial
A mãe se atrasa e quando a filha vê a mãe, se emociona.♥️ Crianças pequenas não se apresentam para o público, elas se apresentam para as pessoas que verdadeiramente importam pra elas. Nossa presença é alimento, é nutrição emocional para os nossos filhos. A nossa presença e a nossa entrega é o que de fato comunica que são importantes, especiais e amados. Quanto mais amada uma criança se sente na infância, mais ela passa a se amar e ter maior percepção do seu valor. Esse é um dos pilares da autoestima. E esse vídeo? Lindo, não?🥰 Compartilha ➡️ pra que a gente possa inspirar mais mães e pais a serem presentes na vida dos seus filhos. Forte abraço, Renata ♥️ @renatamachadooficial 📽️@alertadelencinho
Eu fico feliz quando vejo esse entendimento vindo de um adulto: as palmadas não eram utilizadas porque era o melhor, elas eram utilizadas porque era O QUE SE TINHA. Palmadas, ameaças, castigos e punições eram vistas como uma forma válida de educar porque não se tinha as informações que temos hoje. Os pais de antes não eram ruins, eles fizeram o que puderam, eles amaram e educaram da forma como conseguiram. O que ocorre é que como pais dessa geração, podemos ter o benefício do conhecimento, das pesquisas, de ferramentas que visam educar sem comprometer o emocional dos nossos filhos. Sim, é possível. Eu ouço relatos todos os dias dos meus alunos do Programa Pais Conscientes. Você também se identifica colma fala da Simone? ➡️Compartilha esse vídeo pra que mais pessoas possam refletir a educação tradicional. Um forte abraço, Renata🧡 . . @renatamachadooficial #filhos #paisefilhos #crianças #mãe #pai #maedemenina #maedemenino #mae
Lembro que uma das coisas que mais me arrependi em relação a maternidade foi ter doado rapidamente a cadeira de amamentação quando deixei de amamentar a minha segunda filha. Morava em um apartamento pequeno, com duas crianças, cachorro, brinquedos espalhados, e aquela cadeira de amamentação parecia sem “serventia” uma vez que eu não estava amamentado mais. Mas me arrependi. Nos momentos de choro, nos momentos de birra (desregulação emocional), eu senti muita falta daquela poltrona. Por vezes, coloquei minha filha no colo sentada de frente pra mim, sentei na pontinha da cama e fiquei balançando, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás… corpos juntinhos, pele a pele, segurança, calma. Ah, como eu queria a cadeira de amamentação de volta pra poder ficar balançando o tempo que fosse preciso… Ninguém pede o que não precisa, e assim é com a criança que pede colo. Existem muitas crenças que nos limitam: 💭 “Não precisa porque já está crescidinho(a)!” “Não precisa pra não ficar mimado!” “Cuidado pra não estragar a sua criança, hein?” É natural que a criança busque o adulto pra se acalmar, uma vez que ela não consegue fazer isso sozinha. A área do cérebro responsável pela regulação emocional está imatura antes dos 4 anos, então ela NECESSITA de um adulto que acolha as suas emoções e lhes ofereça o tão necessário colo. O colo acalma, o colo conforta, o colo reassegura, o colo comunica amor e a mensagem: “Filho(a), você pode contar comigo!” Mimo é dar a criança que ela deseja mas não necessita. Colo é necessidade, e é livre demanda. A propósito, quando você e eu deixamos de precisar de colo?🤷🏻♀️ Quantas vezes você precisou de um abraço apertado pra se sentir melhor, pra se sentir seguro(a)? E se alguém lhe negasse um abraço pra você não ficar mimado(a), como você se sentiria? 📍Não tenha medo de dar colo ao seu filho quando assim ele solicitar. Tenha medo de lhe negar isso e ele aprender que não pode contar com você. Isso sim é ruim. Se essa mensagem fez sentido pra você, compartilhe pra que outras mães e pais tenham acesso.😊➡️ Forte abraço, Renata ❤️ . . @renatamachadooficial Vídeo: @cantomaternar
Se você é mãe, leia isso. É por isso que você sente no corpo quando algo acontece com seu filho.⬇️ Winnicott dizia que, no começo da vida, mãe e bebê vivem uma conexão tão profunda que a mãe percebe a dor do filho como se fosse dela. E o 🧠cérebro confirma: ele realmente reage como se o seu próprio corpo estivesse em perigo. Por isso nos primeiros anos de vida do seu filho você não desliga. Por isso seu coração dispara. Por isso você vira essa mãe leoa que não pensa duas vezes antes de proteger. Lembro de uma paciente que atendi que em uma situação onde o pai teria sido agressivo com o filho deles e ela disse: “Você é o pai… mas o filho é meu.” Obviamente a educação de uma criança deve ser um consenso entre os dois e os dois tem direitos e deveres iguais sobre ela… mas o que quero trazer aqui é justamente esse lugar instintivo de proteção, de conexão, de amor em estado bruto. A leoa do vídeo entende. Você entende. Marque aqui uma mãe leoa que sentiria a mesma coisa, e que vai se identificar ao ver ver esse vídeo. 🦁 Aproveita e segue➡️ @renatamachadooficial pra mais conteúdos sobre maternidade consciente. 🧡
Sim, somos pais e DEVEMOS ESTIMULAR que nossos filhos compartilhem. Devemos mostrar que quando fazem isso, todos saem ganhando, pois tanto o amigo quanto ele, passam a ter mais opções pra brincar, compartilhar é maravilhoso. 🤷🏻♀️Mas será que é forçando que fazemos esse aprendizado acontecer? 🤷🏻♂️Será que ele tem que emprestar TUDO que é dele senão ele estará sendo egoísta? 💭Vamos refletir juntos(as)? Se um amigo(a) chega na sua casa e te pede uma blusa/camisa emprestado, você iria ESCOLHER uma delas para emprestar, certo? Certamente você iria escolher aquela que você se sente à vontade pra compartilhar, mas isso não quer dizer que você emprestaria qualquer uma delas. Talvez tenha ali uma blusa nova que você ainda nem usou, ou uma que você já usou mas gosta muito, e não se sente à vontade pra compartilhar… será que isso faz se você egoísta? Claro que não! Nós temos o direito de escolher aquilo que nos sentimos à vontade e o que não nos sentimos.. nós não nos sentimos à vontade para compartilhar tudo o que é nosso. Mas nós EXIGIMOS isso das crianças. Exigimos que compartilhem sempre que a outra criança quer, mesmo que essa criança seja uma desconhecida que ela acabou de se aproximar no parquinho. Exigimos que compartilhe senão vai embora, senão vai ter o brinquedo guardado, senão vai apanhar ou ficar de castigo. Aquele mesmo comportamento que é visto como natural para um adulto, ciatuma sinônimo de imposição /punição para uma criança. Temos formas mais respeitosas para ajudar ao nosso filho a desenvolver essa consciência. Isso tem relação com o amadurecimento cerebral dele, com os modelos que ele tem, com o quanto ele se sente respeitado e seguro pra fazer isso. O que para nós é “apenas” um brinquedo, para a criança pode ser algo de um significado muito maior. . . Me conta, essa reflexão faz sentido pra você? Se sim, compartilha ➡️ essa mensagem! Vamos ajudar a outras famílias a construírem uma relação mais respeitosa com os seus filhos! Forte abraço, Renata ❤️ @renatamachadooficial
A mãe se atrasa e quando a filha vê a mãe, se emociona.♥️ Crianças pequenas não se apresentam para o público, elas se apresentam para as pessoas que verdadeiramente importam pra elas. Nossa presença é alimento, é nutrição emocional para os nossos filhos. A nossa presença e a nossa entrega é o que de fato comunica que são importantes, especiais e amados. Quanto mais amada uma criança se sente na infância, mais ela passa a se amar e ter maior percepção do seu valor. Esse é um dos pilares da autoestima. E esse vídeo? Lindo, não?🥰 Compartilha ➡️ pra que a gente possa inspirar mais mães e pais a serem presentes na vida dos seus filhos. Forte abraço, Renata ♥️ @renatamachadooficial 📽️@alertadelencinho
Eu fico feliz quando vejo esse entendimento vindo de um adulto: as palmadas não eram utilizadas porque era o melhor, elas eram utilizadas porque era O QUE SE TINHA. Palmadas, ameaças, castigos e punições eram vistas como uma forma válida de educar porque não se tinha as informações que temos hoje. Os pais de antes não eram ruins, eles fizeram o que puderam, eles amaram e educaram da forma como conseguiram. O que ocorre é que como pais dessa geração, podemos ter o benefício do conhecimento, das pesquisas, de ferramentas que visam educar sem comprometer o emocional dos nossos filhos. Sim, é possível. Eu ouço relatos todos os dias dos meus alunos do Programa Pais Conscientes. Você também se identifica colma fala da Simone? ➡️Compartilha esse vídeo pra que mais pessoas possam refletir a educação tradicional. Um forte abraço, Renata🧡 . . @renatamachadooficial #filhos #paisefilhos #crianças #mãe #pai #maedemenina #maedemenino #mae
Lembro que uma das coisas que mais me arrependi em relação a maternidade foi ter doado rapidamente a cadeira de amamentação quando deixei de amamentar a minha segunda filha. Morava em um apartamento pequeno, com duas crianças, cachorro, brinquedos espalhados, e aquela cadeira de amamentação parecia sem “serventia” uma vez que eu não estava amamentado mais. Mas me arrependi. Nos momentos de choro, nos momentos de birra (desregulação emocional), eu senti muita falta daquela poltrona. Por vezes, coloquei minha filha no colo sentada de frente pra mim, sentei na pontinha da cama e fiquei balançando, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás… corpos juntinhos, pele a pele, segurança, calma. Ah, como eu queria a cadeira de amamentação de volta pra poder ficar balançando o tempo que fosse preciso… Ninguém pede o que não precisa, e assim é com a criança que pede colo. Existem muitas crenças que nos limitam: 💭 “Não precisa porque já está crescidinho(a)!” “Não precisa pra não ficar mimado!” “Cuidado pra não estragar a sua criança, hein?” É natural que a criança busque o adulto pra se acalmar, uma vez que ela não consegue fazer isso sozinha. A área do cérebro responsável pela regulação emocional está imatura antes dos 4 anos, então ela NECESSITA de um adulto que acolha as suas emoções e lhes ofereça o tão necessário colo. O colo acalma, o colo conforta, o colo reassegura, o colo comunica amor e a mensagem: “Filho(a), você pode contar comigo!” Mimo é dar a criança que ela deseja mas não necessita. Colo é necessidade, e é livre demanda. A propósito, quando você e eu deixamos de precisar de colo?🤷🏻♀️ Quantas vezes você precisou de um abraço apertado pra se sentir melhor, pra se sentir seguro(a)? E se alguém lhe negasse um abraço pra você não ficar mimado(a), como você se sentiria? 📍Não tenha medo de dar colo ao seu filho quando assim ele solicitar. Tenha medo de lhe negar isso e ele aprender que não pode contar com você. Isso sim é ruim. Se essa mensagem fez sentido pra você, compartilhe pra que outras mães e pais tenham acesso.😊➡️ Forte abraço, Renata ❤️ . . @renatamachadooficial Vídeo: @cantomaternar
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