@fernandateles
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👩⚕️Psicóloga: oriento famílias nos desafios da infância e adolescência 🎤Palestrante: educação e saúde emocional 🌟CEO @seminariodemaes Contato:👇🏻
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Que imagem forte! Que artista incrível!💖💖💖 Não encontrei o nome do artista para dar os créditos!!! Quem souber, me escreve aqui nos comentários!!!🌟
Um pedido de perdão não apaga o que foi dito ou feito. Mas pode ser o começo de uma cura. 💔✨ O bullying deixa marcas que muitas vezes acompanham por toda a vida — e não estamos falando apenas de apelidos ou “brincadeiras” na escola. Estamos falando de exclusão, humilhação, medo e insegurança que moldam a forma como uma criança ou adolescente enxerga a si mesmo. Como pais e mães, nosso papel é ensinar muito antes que isso aconteça: – Que palavras têm peso. – Que empatia é escolha diária. – Que pedir perdão é importante, mas não machucar é ainda mais. E também é estar atentos aos sinais de que nossos filhos podem estar sofrendo… ou praticando bullying. A conversa em casa é a primeira e mais importante proteção. Se você sente que precisa de ajuda para lidar com essas questões no maternar, me chama no WhatsApp pelo link da bio. Vamos conversar. Ib: @israelmagnanioficial @_projetoschool_
O presente que eu quero te dar pra você, sai do seu lugar e vem pedir perdão pra ela.
E você? Está preparado para educar seu filho nesse CAOS DIGITAL que estamos vivendo? Conta comigo!!! Quer aprender soluções e estratégias valiosas para educar filhos mais conscientes e protegidos nesse mundo virtual tão complexo? Comenta EU QUERO e vamos juntos, vou te ajudar!!! #maternidade
Um pouquinho dos bastidores do Seminário de Mães que aconteceu esse ano! Preparamos tudo com muito carinho para receber as mais de mil mães que encontramos no dia. O Seminário de Mães de 2026 já tem data marcada, dia 25.04.2026 em SP, e já estamos no segundo lote! Para saber mais é só clicar no link da bio.
Existe uma diferença enorme entre permitir que nossos filhos se frustrem e frustrá-los. Permitir a frustração — em um espaço seguro, com acolhimento, presença, limites claros — é fundamental. É assim que eles aprendem paciência, empatia, convivência, resiliência, repertório emocional. Agora… frustrar uma criança é outra coisa. É quando o adulto é quem machuca: é apelido, é comparações, é humilhação, é “que burro”, “que lerdo”, “você não sabe fazer nada direito”, “só pensa em dormir”, “só pensa em jogar”… Essa frustração não educa. Essa fere. Essa adoece. E o mais louco é que estamos vivendo justamente o contrário do que seria saudável: Pais que não permitem NENHUMA frustração natural — qualquer coisinha já correm para a escola, brigam com o professor, com o pai do amiguinho, com todo mundo — mas, ao mesmo tempo, estão frustrando emocionalmente os próprios filhos todos os dias, através de palavras, raivas e reações que deixam marcas. Ou seja: não deixam que a vida frustre, mas frustram eles o tempo inteiro. E não pode ser assim. Os limites precisam existir, sim. Mas precisam vir do lugar certo: do amor, da segurança, da orientação, da firmeza gentil. Permitir que a frustração apareça num ambiente seguro é um presente. Gerar frustração por descontrole emocional é uma ferida. A educação que funciona é aquela que ensina, que direciona, que cuida. Não a que machuca. Vídeo reportado do perfil maravilhoso @tudo.por.nossos.filhos !
Que imagem forte! Que artista incrível!💖💖💖 Não encontrei o nome do artista para dar os créditos!!! Quem souber, me escreve aqui nos comentários!!!🌟
Um pedido de perdão não apaga o que foi dito ou feito. Mas pode ser o começo de uma cura. 💔✨ O bullying deixa marcas que muitas vezes acompanham por toda a vida — e não estamos falando apenas de apelidos ou “brincadeiras” na escola. Estamos falando de exclusão, humilhação, medo e insegurança que moldam a forma como uma criança ou adolescente enxerga a si mesmo. Como pais e mães, nosso papel é ensinar muito antes que isso aconteça: – Que palavras têm peso. – Que empatia é escolha diária. – Que pedir perdão é importante, mas não machucar é ainda mais. E também é estar atentos aos sinais de que nossos filhos podem estar sofrendo… ou praticando bullying. A conversa em casa é a primeira e mais importante proteção. Se você sente que precisa de ajuda para lidar com essas questões no maternar, me chama no WhatsApp pelo link da bio. Vamos conversar. Ib: @israelmagnanioficial @_projetoschool_
O presente que eu quero te dar pra você, sai do seu lugar e vem pedir perdão pra ela.
E você? Está preparado para educar seu filho nesse CAOS DIGITAL que estamos vivendo? Conta comigo!!! Quer aprender soluções e estratégias valiosas para educar filhos mais conscientes e protegidos nesse mundo virtual tão complexo? Comenta EU QUERO e vamos juntos, vou te ajudar!!! #maternidade
Um pouquinho dos bastidores do Seminário de Mães que aconteceu esse ano! Preparamos tudo com muito carinho para receber as mais de mil mães que encontramos no dia. O Seminário de Mães de 2026 já tem data marcada, dia 25.04.2026 em SP, e já estamos no segundo lote! Para saber mais é só clicar no link da bio.
Existe uma diferença enorme entre permitir que nossos filhos se frustrem e frustrá-los. Permitir a frustração — em um espaço seguro, com acolhimento, presença, limites claros — é fundamental. É assim que eles aprendem paciência, empatia, convivência, resiliência, repertório emocional. Agora… frustrar uma criança é outra coisa. É quando o adulto é quem machuca: é apelido, é comparações, é humilhação, é “que burro”, “que lerdo”, “você não sabe fazer nada direito”, “só pensa em dormir”, “só pensa em jogar”… Essa frustração não educa. Essa fere. Essa adoece. E o mais louco é que estamos vivendo justamente o contrário do que seria saudável: Pais que não permitem NENHUMA frustração natural — qualquer coisinha já correm para a escola, brigam com o professor, com o pai do amiguinho, com todo mundo — mas, ao mesmo tempo, estão frustrando emocionalmente os próprios filhos todos os dias, através de palavras, raivas e reações que deixam marcas. Ou seja: não deixam que a vida frustre, mas frustram eles o tempo inteiro. E não pode ser assim. Os limites precisam existir, sim. Mas precisam vir do lugar certo: do amor, da segurança, da orientação, da firmeza gentil. Permitir que a frustração apareça num ambiente seguro é um presente. Gerar frustração por descontrole emocional é uma ferida. A educação que funciona é aquela que ensina, que direciona, que cuida. Não a que machuca. Vídeo reportado do perfil maravilhoso @tudo.por.nossos.filhos !
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