@psiallinesilva
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🎯 Mentora de Psicólogos | + de 2 mil alunos 🎯 Sou psicóloga e ensino a captar novos pacientes e ganhar mais de 10k com atendimentos. Quer aprender? 👇🏻
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Eu não negocio o preço da minha sessão. O valor da minha sessão é o que sustenta a minha empresa e garante a minha renda — e é essa renda que sustenta a minha casa. Eu não deixo de dar desconto por ser má ou mercenária. É porque o meu trabalho não tem prazo de validade: ele não é perecível. Logo, não existe nenhuma lógica que justifique um desconto. Pelo contrário: a cada dia eu me aprimoro, adquiro mais experiência e meus horários se tornam mais disputados e escassos. E o que é mais escasso, se torna mais valioso. Não existe desconto. Desconto de quê, Jesus? Viu como não faz sentido dar desconto?
🤡 A “psicóloga boazinha” é a que todo mundo acha simpática… mas ninguém confia de verdade Ser referência exige ATITUDE e POSICIONAMENTO . Se você quer ser respeitada (e bem paga), pare de normalizar isso aqui 👇🏻 1️⃣ Conversar longamente pelo WhatsApp Disponibilidade excessiva não é cuidado, nem atenção. É falta de limite. Você treina o paciente a não respeitar o seu tempo. 2️⃣ Dar desconto sem critério O paciente pede, você cede por medo de perder. Você passa a mensagem de que seu valor era negociável porque seu preço não é sólido. 3️⃣ Aceitar atrasos constantes Paciente se atrasa frequentemente e você estende o horário. Você se pune e recompensa quem não valoriza seu tempo. 4️⃣ Não cobrar sessões desmarcadas em cima da hora: O contrato existe para proteger seu negócio. Abrir exceção sempre é sinal de insegurança. 5️⃣ Ficar clinicamente “em cima do muro”: você precisa ter clareza da sua abordagem e desenvolver um raciocínio clínico cirúrgico. Quem não tem esse domínio, não se conecta com ninguém. Sem isso, você vira “só conversa”. 6️⃣ Deixar o paciente conduzir o tratamento Ele decide quando vem, quando paga e como funciona. Quem estudou anos foi você. Assuma direção. 7️⃣ Ter medo de falar de dinheiro Tratar pagamento como tabu enfraquece sua posição. Dinheiro faz parte do vínculo, do combinado e da realidade de todas as pessoas. 8️⃣ Usar diminutivos (fatal): “sessaõzinha”, “precinho”, “só um pouquinho” Isso infantiliza sua prática e derruba a percepção de valor. Palavra é posicionamento. 9️⃣ Não aprender a fazer sua captação: Viver de indicação é contar com a sorte. A boazinha espera; a Psicóloga profissional aprende a se divulgar ativamente (Google/Site) 🔥 Se você se reconheceu em 2 ou mais itens, não é “jeito fofinho”, é padrão de insegurança travestido de empatia. 📌 Salva pra revisar seus limites. ✈️ E manda pra aquela amiga psi que precisa desse choque de realidade.
🍀 Sua agenda está vazia, e você acha que é agenda é sorte ou falta de “popularidade”. Quer a verdade? Você está presa em um ciclo de captação que não é confiável e não funciona. Veja por quê: 1⃣ Dependência das redes sociais: postar todo dia não é sinônimo de pacientes entrando. Isso só gera desgaste. 2⃣ Medo de cobrar o justo: preço social para todo mundo drena sua energia e dinheiro, sem retorno real. 3⃣ Síndrome da impostora: você se sabota acreditando que não merece pacientes de qualidade. 4⃣ Não usar o Google: quem procura psicólogo está no Google, não no feed do Instagram. 5⃣ Focar em conteúdo para captar, e não no posicionamento: marketing de conteúdo só ajuda se for para reforçar sua autoridade, não para trazer novos pacientes em escala. 6⃣ Aceitar convênios que pagam pouco: isso mantém sua renda lá embaixo e sua agenda instável. 7⃣ Não ter sistema sustentável de captação. Depender de indicação ou sorte cria aquela montanha-russa da agenda cheia e vazia. 8⃣ Cansaço e burnout: exaustão das redes sociais tira seu foco da clínica. Atender mil pessoal por dia ganhando pouco também! Quer sair dessa montanha-russa? Comece a usar o Google para ser encontrado por quem já quer ajuda AGORA. Isso não exige postar todo dia e é sustentável. Quer aprender como garantir uma agenda constante e justa? Me siga e ative as notificações para receber mais dicas que realmente funcionam!
🚨 O combinado não sai caro. Já o mal combinado sai caríssimo. A maioria dos calotes, faltas e abandonos não começa “do nada”. Começa num contrato frouxo, com regras vagas e exceções demais. Consultório sólido precisa de combinados claros (e por escrito): 1⃣ Pontualidade e duração sem regra Sem cláusula de horário, o paciente chega atrasado e espera “compensação”. Você estende, atrasa a próxima sessão e perde produtividade. ✅ Deixe claro: horário é reservado, atrasos não são repostos e a sessão termina no horário combinado. 2⃣ Reposição infinita “Não fui hoje, reponho depois.” Resultado: agenda vira caos e você trabalha dobrado. Reposição tem limite: somente na mesma semana (ou em janela específica) e apenas se houver vaga. Sem vaga, não repõe. 3⃣ Pagamento pós-sessão Cobrar depois abre a porta da inadimplência e das desculpas. O ideal é pagamento antecipado (mensalidade/pacote) ou, no mínimo, até um horário fixo antes da sessão. Isso organiza compromisso e reduz calote. 4⃣ Reajuste anual esquecido Passar anos sem reajuste é perder dinheiro em silêncio. A inflação sobe, seus custos sobem, seu valor cai. ✅ Coloque cláusula de reajuste anual e avise com antecedência. 5⃣ Sigilo e gravação mal definidos Sessão online não pode ser gravada pelo paciente sem autorização expressa. Isso protege o setting, o sigilo e evita uso indevido. ✅ Deixe claro no contrato. 6⃣ Contato fora da sessão sem regra Sem limites, o paciente “invade” sua vida: áudio de 10 minutos no sábado à noite, pedido de orientação imediata, desabafo por mensagem. ✅ Defina: canal, horário, finalidade e o que é urgência. 7⃣ Cancelamento frouxo “Avise com 24h” não resolve se a pessoa avisa em cima da hora. Vai cobrar ou não? Se a regra é vaga, o prejuízo é sempre seu. ✅ Seja objetiva: prazo, cobrança, exceções raras e critérios. 🔥 Quer profissionalizar sua relação com os pacientes e parar de perder dinheiro por brechas? Salve este post e revise seu contrato hoje.
Cobrar pouco não é humildade, é um tiro no próprio pé. Aqui estão 9 crenças que sabotam sua precificação e te mantêm no “preço social”. 1. “Cobrar caro é ser gananciosa” Preço justo não é sobre ganância, é sobre compromisso. Quem paga assume responsabilidade com o processo. 2. “Pacientes não vão aceitar meu valor” Quem quer ajuda de verdade paga pelo profissional que resolve o problema, não pelo mais barato. 3. “Tenho que atender todo mundo” Seu tempo e sua energia são limitados. Selecionar não é arrogância, é maturidade profissional. 4. “Preço social é obrigação” Você não é ONG pra viver sem fim lucrativo. Preço social só enche agenda de faltosos, desistentes e pessoas que não valorizam. 5. “Se eu cobrar mais, vou perder pacientes” Vai perder sim, e isso é evolução. Perder quem não se compromete abre espaço para quem leva a terapia a sério. 6. “Vender é forçar” Vender é ajudar. Se você não oferece seu serviço, você esconde o que sabe e impede alguém de melhorar. 7. “Não sou autoridade suficiente” Se precisa melhorar, estude, treine, refine seus atendimentos. Autoridade é construída, não entregue pronta. 8. “Preciso ser popular para cobrar bem” Popularidade é para influenciador. Psicóloga boa não precisa ser famosa, precisa ser encontrada. 9. “Síndrome da impostora” Essa crença te sabota. Você sabe coisas que podem mudar a vida de alguém, mas se cobra barato passa a mensagem errada. Pensa comigo: Autoridade se constrói com posicionamento e qualidade de atendimento. Popularidade serve para likes. Valor serve para agenda cheia. Quer aprender a precificar com confiança, filtrar sua agenda e atender pessoas que realmente valorizam seu trabalho? O meu método PAR ensina psicólogas a cobrar certo, sem medo e sem depender do Instagram. Me siga para dicas práticas e realistas.
Eu não negocio o preço da minha sessão. O valor da minha sessão é o que sustenta a minha empresa e garante a minha renda — e é essa renda que sustenta a minha casa. Eu não deixo de dar desconto por ser má ou mercenária. É porque o meu trabalho não tem prazo de validade: ele não é perecível. Logo, não existe nenhuma lógica que justifique um desconto. Pelo contrário: a cada dia eu me aprimoro, adquiro mais experiência e meus horários se tornam mais disputados e escassos. E o que é mais escasso, se torna mais valioso. Não existe desconto. Desconto de quê, Jesus? Viu como não faz sentido dar desconto?
🤡 A “psicóloga boazinha” é a que todo mundo acha simpática… mas ninguém confia de verdade Ser referência exige ATITUDE e POSICIONAMENTO . Se você quer ser respeitada (e bem paga), pare de normalizar isso aqui 👇🏻 1️⃣ Conversar longamente pelo WhatsApp Disponibilidade excessiva não é cuidado, nem atenção. É falta de limite. Você treina o paciente a não respeitar o seu tempo. 2️⃣ Dar desconto sem critério O paciente pede, você cede por medo de perder. Você passa a mensagem de que seu valor era negociável porque seu preço não é sólido. 3️⃣ Aceitar atrasos constantes Paciente se atrasa frequentemente e você estende o horário. Você se pune e recompensa quem não valoriza seu tempo. 4️⃣ Não cobrar sessões desmarcadas em cima da hora: O contrato existe para proteger seu negócio. Abrir exceção sempre é sinal de insegurança. 5️⃣ Ficar clinicamente “em cima do muro”: você precisa ter clareza da sua abordagem e desenvolver um raciocínio clínico cirúrgico. Quem não tem esse domínio, não se conecta com ninguém. Sem isso, você vira “só conversa”. 6️⃣ Deixar o paciente conduzir o tratamento Ele decide quando vem, quando paga e como funciona. Quem estudou anos foi você. Assuma direção. 7️⃣ Ter medo de falar de dinheiro Tratar pagamento como tabu enfraquece sua posição. Dinheiro faz parte do vínculo, do combinado e da realidade de todas as pessoas. 8️⃣ Usar diminutivos (fatal): “sessaõzinha”, “precinho”, “só um pouquinho” Isso infantiliza sua prática e derruba a percepção de valor. Palavra é posicionamento. 9️⃣ Não aprender a fazer sua captação: Viver de indicação é contar com a sorte. A boazinha espera; a Psicóloga profissional aprende a se divulgar ativamente (Google/Site) 🔥 Se você se reconheceu em 2 ou mais itens, não é “jeito fofinho”, é padrão de insegurança travestido de empatia. 📌 Salva pra revisar seus limites. ✈️ E manda pra aquela amiga psi que precisa desse choque de realidade.
🍀 Sua agenda está vazia, e você acha que é agenda é sorte ou falta de “popularidade”. Quer a verdade? Você está presa em um ciclo de captação que não é confiável e não funciona. Veja por quê: 1⃣ Dependência das redes sociais: postar todo dia não é sinônimo de pacientes entrando. Isso só gera desgaste. 2⃣ Medo de cobrar o justo: preço social para todo mundo drena sua energia e dinheiro, sem retorno real. 3⃣ Síndrome da impostora: você se sabota acreditando que não merece pacientes de qualidade. 4⃣ Não usar o Google: quem procura psicólogo está no Google, não no feed do Instagram. 5⃣ Focar em conteúdo para captar, e não no posicionamento: marketing de conteúdo só ajuda se for para reforçar sua autoridade, não para trazer novos pacientes em escala. 6⃣ Aceitar convênios que pagam pouco: isso mantém sua renda lá embaixo e sua agenda instável. 7⃣ Não ter sistema sustentável de captação. Depender de indicação ou sorte cria aquela montanha-russa da agenda cheia e vazia. 8⃣ Cansaço e burnout: exaustão das redes sociais tira seu foco da clínica. Atender mil pessoal por dia ganhando pouco também! Quer sair dessa montanha-russa? Comece a usar o Google para ser encontrado por quem já quer ajuda AGORA. Isso não exige postar todo dia e é sustentável. Quer aprender como garantir uma agenda constante e justa? Me siga e ative as notificações para receber mais dicas que realmente funcionam!
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Cobrar pouco não é humildade, é um tiro no próprio pé. Aqui estão 9 crenças que sabotam sua precificação e te mantêm no “preço social”. 1. “Cobrar caro é ser gananciosa” Preço justo não é sobre ganância, é sobre compromisso. Quem paga assume responsabilidade com o processo. 2. “Pacientes não vão aceitar meu valor” Quem quer ajuda de verdade paga pelo profissional que resolve o problema, não pelo mais barato. 3. “Tenho que atender todo mundo” Seu tempo e sua energia são limitados. Selecionar não é arrogância, é maturidade profissional. 4. “Preço social é obrigação” Você não é ONG pra viver sem fim lucrativo. Preço social só enche agenda de faltosos, desistentes e pessoas que não valorizam. 5. “Se eu cobrar mais, vou perder pacientes” Vai perder sim, e isso é evolução. Perder quem não se compromete abre espaço para quem leva a terapia a sério. 6. “Vender é forçar” Vender é ajudar. Se você não oferece seu serviço, você esconde o que sabe e impede alguém de melhorar. 7. “Não sou autoridade suficiente” Se precisa melhorar, estude, treine, refine seus atendimentos. Autoridade é construída, não entregue pronta. 8. “Preciso ser popular para cobrar bem” Popularidade é para influenciador. Psicóloga boa não precisa ser famosa, precisa ser encontrada. 9. “Síndrome da impostora” Essa crença te sabota. Você sabe coisas que podem mudar a vida de alguém, mas se cobra barato passa a mensagem errada. Pensa comigo: Autoridade se constrói com posicionamento e qualidade de atendimento. Popularidade serve para likes. Valor serve para agenda cheia. Quer aprender a precificar com confiança, filtrar sua agenda e atender pessoas que realmente valorizam seu trabalho? O meu método PAR ensina psicólogas a cobrar certo, sem medo e sem depender do Instagram. Me siga para dicas práticas e realistas.
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