@neurologiaeneurociencias
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Ph.D e Pós Doutorado em Neurologia e Neurociências Escola Paulista de Medicina Prof° H. Albert Einstein Cientista e Escritor Vice Presidente IBRACE
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O que leva alguém a se identificar como um animal não humano? Seria uma questão de espiritualidade, psicologia ou algo mais profundo na neurobiologia do self? Como o cérebro constrói nossa identidade? A experiência therian é uma escolha consciente ou um reflexo de algo que não controlamos? Seriam redes neurais específicas, como a de modo padrão, envolvidas nessa percepção? O que acontece no cérebro de alguém que se sente como outro ser? E onde traçamos a linha entre identidade e transtorno? A literatura sobre o tema ainda é escassa, mas estudos sobre identidade e neurodiversidade sugerem que essa vivência pode estar associada a alterações na rede de modo padrão (Default Mode Network) e em áreas do cérebro responsáveis pela propriocepção e representação do "eu", como o córtex pré-frontal medial, ínsula e córtex parietal. Quer saber mais sobre esse assunto? Deixe nos comentários aos posso detalhar em novas publicações. Até a próxima!
Secções transversais da cabeça para compreender a anatomia radiológica. #neurologia #neurociência #neurocientista #curiosodades #cerebro #cérebro #areasdasaude #medicina #filosofia #fonoaudiologia #psiquiatria #psicologia #neuropsicologia #terapeuta #terapiaocupacional #enfermagem #tecnodeenfermagem #neuro #fisiologia #neurofisiologia #anatomia #Neuroanatomia #anatomiahumana #fisioterapia
O opistótono é um padrão anormal de postura corporal caracterizado por uma curvatura exagerada da coluna vertebral (hiperextensão) em forma de arco, com a cabeça e os calcanhares frequentemente projetados para trás. Este fenômeno resulta de espasmos musculares generalizados, particularmente envolvendo músculos extensores do dorso e do pescoço, e está associado a uma disfunção significativa do sistema nervoso central. Essa condição ocorre, em geral, devido à irritação ou lesão no tronco encefálico, frequentemente envolvendo estruturas como a ponte e o mesencéfalo, que regulam o tônus muscular e a postura. O opistótono é frequentemente observado em contextos clínicos graves, como tétano, meningite bacteriana (especialmente em crianças), encefalites, traumas cranianos severos e envenenamentos por toxinas (como o ácido domoico ou estricnina). Fisiologicamente, o opistótono reflete uma desregulação dos circuitos motores espinhais e supraespinhais, levando a uma hiperexcitabilidade dos neurônios motores. Essa hiperexcitabilidade pode ser modulada por uma redução na inibição descendente proveniente do córtex motor e do cerebelo, ou ainda pela ação direta de toxinas ou infecções sobre os interneurônios inibitórios da medula espinal. Do ponto de vista clínico, o opistótono é um sinal de alarme, indicando possível envolvimento do sistema nervoso parte central em uma condição de risco à vida. O tratamento depende da etiologia subjacente, mas frequentemente requer manejo intensivo, com suporte ventilatório em casos graves, uso de relaxantes musculares, antibióticos ou antitoxinas (como imunoglobulina antitetânica) e, em alguns casos, intervenções neurocirúrgicas para descompressão. A identificação precoce e o tratamento da causa subjacente são essenciais para minimizar o risco de sequelas neurológicas. Você sabia dessa condição? Deixe nos comentários.
E Assim Nascem Nossos Afetos e Desafetos, Nossos Confortos e Desconfortos, nossos hábitos e nossas escolhas. Cada conexão que o neurônio faz é mais um percurso em direção à nossas memórias, desejos, decisões e reações emocionais. É ali, nessas minúsculas sinapses, que o cérebro esculpe quem somos e como sentimos o mundo. Somos feitos de encontros invisíveis que moldam toda a nossa história. O cérebro é isso, cultura e biologia juntas.
O opistótono é um padrão anormal de postura corporal caracterizado por uma curvatura exagerada da coluna vertebral (hiperextensão) em forma de arco, com a cabeça e os calcanhares frequentemente projetados para trás. Este fenômeno resulta de espasmos musculares generalizados, particularmente envolvendo músculos extensores do dorso e do pescoço, e está associado a uma disfunção significativa do sistema nervoso central. Essa condição ocorre, em geral, devido à irritação ou lesão no tronco encefálico, frequentemente envolvendo estruturas como a ponte e o mesencéfalo, que regulam o tônus muscular e a postura. O opistótono é frequentemente observado em contextos clínicos graves, como tétano, meningite bacteriana (especialmente em crianças), encefalites, traumas cranianos severos e envenenamentos por toxinas (como o ácido domoico ou estricnina). Fisiologicamente, o opistótono reflete uma desregulação dos circuitos motores espinhais e supraespinhais, levando a uma hiperexcitabilidade dos neurônios motores. Essa hiperexcitabilidade pode ser modulada por uma redução na inibição descendente proveniente do córtex motor e do cerebelo, ou ainda pela ação direta de toxinas ou infecções sobre os interneurônios inibitórios da medula espinal. Do ponto de vista clínico, o opistótono é um sinal de alarme, indicando possível envolvimento do sistema nervoso parte central em uma condição de risco à vida. O tratamento depende da etiologia subjacente, mas frequentemente requer manejo intensivo, com suporte ventilatório em casos graves, uso de relaxantes musculares, antibióticos ou antitoxinas (como imunoglobulina antitetânica) e, em alguns casos, intervenções neurocirúrgicas para descompressão. A identificação precoce e o tratamento da causa subjacente são essenciais para minimizar o risco de sequelas neurológicas. Você sabia dessa condição? Deixe nos comentários.
O que leva alguém a se identificar como um animal não humano? Seria uma questão de espiritualidade, psicologia ou algo mais profundo na neurobiologia do self? Como o cérebro constrói nossa identidade? A experiência therian é uma escolha consciente ou um reflexo de algo que não controlamos? Seriam redes neurais específicas, como a de modo padrão, envolvidas nessa percepção? O que acontece no cérebro de alguém que se sente como outro ser? E onde traçamos a linha entre identidade e transtorno? A literatura sobre o tema ainda é escassa, mas estudos sobre identidade e neurodiversidade sugerem que essa vivência pode estar associada a alterações na rede de modo padrão (Default Mode Network) e em áreas do cérebro responsáveis pela propriocepção e representação do "eu", como o córtex pré-frontal medial, ínsula e córtex parietal. Quer saber mais sobre esse assunto? Deixe nos comentários aos posso detalhar em novas publicações. Até a próxima!
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O opistótono é um padrão anormal de postura corporal caracterizado por uma curvatura exagerada da coluna vertebral (hiperextensão) em forma de arco, com a cabeça e os calcanhares frequentemente projetados para trás. Este fenômeno resulta de espasmos musculares generalizados, particularmente envolvendo músculos extensores do dorso e do pescoço, e está associado a uma disfunção significativa do sistema nervoso central. Essa condição ocorre, em geral, devido à irritação ou lesão no tronco encefálico, frequentemente envolvendo estruturas como a ponte e o mesencéfalo, que regulam o tônus muscular e a postura. O opistótono é frequentemente observado em contextos clínicos graves, como tétano, meningite bacteriana (especialmente em crianças), encefalites, traumas cranianos severos e envenenamentos por toxinas (como o ácido domoico ou estricnina). Fisiologicamente, o opistótono reflete uma desregulação dos circuitos motores espinhais e supraespinhais, levando a uma hiperexcitabilidade dos neurônios motores. Essa hiperexcitabilidade pode ser modulada por uma redução na inibição descendente proveniente do córtex motor e do cerebelo, ou ainda pela ação direta de toxinas ou infecções sobre os interneurônios inibitórios da medula espinal. Do ponto de vista clínico, o opistótono é um sinal de alarme, indicando possível envolvimento do sistema nervoso parte central em uma condição de risco à vida. O tratamento depende da etiologia subjacente, mas frequentemente requer manejo intensivo, com suporte ventilatório em casos graves, uso de relaxantes musculares, antibióticos ou antitoxinas (como imunoglobulina antitetânica) e, em alguns casos, intervenções neurocirúrgicas para descompressão. A identificação precoce e o tratamento da causa subjacente são essenciais para minimizar o risco de sequelas neurológicas. Você sabia dessa condição? Deixe nos comentários.
E Assim Nascem Nossos Afetos e Desafetos, Nossos Confortos e Desconfortos, nossos hábitos e nossas escolhas. Cada conexão que o neurônio faz é mais um percurso em direção à nossas memórias, desejos, decisões e reações emocionais. É ali, nessas minúsculas sinapses, que o cérebro esculpe quem somos e como sentimos o mundo. Somos feitos de encontros invisíveis que moldam toda a nossa história. O cérebro é isso, cultura e biologia juntas.
O opistótono é um padrão anormal de postura corporal caracterizado por uma curvatura exagerada da coluna vertebral (hiperextensão) em forma de arco, com a cabeça e os calcanhares frequentemente projetados para trás. Este fenômeno resulta de espasmos musculares generalizados, particularmente envolvendo músculos extensores do dorso e do pescoço, e está associado a uma disfunção significativa do sistema nervoso central. Essa condição ocorre, em geral, devido à irritação ou lesão no tronco encefálico, frequentemente envolvendo estruturas como a ponte e o mesencéfalo, que regulam o tônus muscular e a postura. O opistótono é frequentemente observado em contextos clínicos graves, como tétano, meningite bacteriana (especialmente em crianças), encefalites, traumas cranianos severos e envenenamentos por toxinas (como o ácido domoico ou estricnina). Fisiologicamente, o opistótono reflete uma desregulação dos circuitos motores espinhais e supraespinhais, levando a uma hiperexcitabilidade dos neurônios motores. Essa hiperexcitabilidade pode ser modulada por uma redução na inibição descendente proveniente do córtex motor e do cerebelo, ou ainda pela ação direta de toxinas ou infecções sobre os interneurônios inibitórios da medula espinal. Do ponto de vista clínico, o opistótono é um sinal de alarme, indicando possível envolvimento do sistema nervoso parte central em uma condição de risco à vida. O tratamento depende da etiologia subjacente, mas frequentemente requer manejo intensivo, com suporte ventilatório em casos graves, uso de relaxantes musculares, antibióticos ou antitoxinas (como imunoglobulina antitetânica) e, em alguns casos, intervenções neurocirúrgicas para descompressão. A identificação precoce e o tratamento da causa subjacente são essenciais para minimizar o risco de sequelas neurológicas. Você sabia dessa condição? Deixe nos comentários.
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