@milleniuminstituto
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Um think tank para acelerar o progresso do Brasil por meio da liberdade.
Ao invés de focar apenas nos eventuais problemas gerados pelo desenvolvimento humano, as escolas deveriam celebrar mais as inovações, contar os dois lados da moeda. Foi uma aula online do filho, durante a pandemia, que motivou o jornalista Leandro Narloch a escrever seu novo livro, o Guia Politicamente Incorreto do Meio Ambiente. Confira o vídeo completo em nosso canal no Youtube. O link está na bio!
Eu comecei a me interessar por esse tema em 2020, né? Era pandemia, meu filho tava lá tendo aula online, meu filho tava com 10, 11 anos, e eu ficava só escutando a aula dele, né? E era só culpa. A aula não era de conhecimento, a aula é de transmissão de culpa. Então, parece que a escola colocava uma lente pra o aluno enxergar o mundo de forma problematizadora, né? Um raio problematizador.
O governo voltou a fazer o que sabe fazer melhor: inflar a máquina pública. De janeiro de 2023 até agora, já foram 20,4 mil novos cargos criados, entre servidores, comissionados e funções gratificadas. Não se trata de fortalecer serviços essenciais, mas de expandir estruturas administrativas e cargos de livre nomeação (aqueles usados para acomodar aliados políticos). Só os cargos comissionados cresceram quase 10%, com salários que já chegam a quase R$ 25 mil e que vão ultrapassar R$ 31 mil em 2026. Tudo isso enquanto o cidadão não vê melhora concreta em saúde, segurança ou educação. E o apetite não para aí. O próprio Orçamento de 2026 prevê mais 81 mil vagas no Executivo federal, empurrando o gasto com funcionalismo para perto de R$ 490 bilhões — um aumento de 33% desde 2022. É o Estado crescendo para dentro, para sustentar a própria engrenagem, enquanto cobra mais impostos de quem produz. A pergunta (retórica) que fica é: se a máquina só aumenta, mas os serviços não melhoram, a quem esse inchaço realmente serve?
Se você fosse dono de uma grande indústria, saindo da China, iria preferir se instalar num país com mais ou com menos impostos para indústrias? Pergunta retórica. Veja a explicação de Marcos Troyjo no Fórum da Liberdade deste ano.
A África é pobre por culpa do colonialismo ou de alguma maldição? Não. A África é pobre porque está presa a ideias ruins. Neste vídeo, a empreendedora senegalesa e ativista da prosperidade na África, @magattew explica como é difícil gerar riqueza no continente. Parece com um certo país latino-americano?
You have been lied to about Africa. I'm Magat Wade, and I was born in Senegal. Here's the truth. Africa is not poor because of colonialism. Africa is poor because we have made it impossible for our people to create wealth. Just take the example of opening a bakery. If an African entrepreneur wants to open a bakery, she needs 12 permits, different
Nenhum brasileiro em sã consciência acredita que a educação pública em nosso país é um sucesso. Prova disso é que todos que têm alguma possibilidade (e até quem não tem acaba fazendo um esforço extra) acabam colocando seus filhos na rede particular. Por que então é tão polêmico discutir alternativas à educação pública no Brasil? Este foi um dos questionamentos de @wagner.lenhart , CEO do Instituto Millenium, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta terça. Para conferir a íntegra de sua fala, acesse nosso canal do YouTube. O link está na bio.
Ao invés de focar apenas nos eventuais problemas gerados pelo desenvolvimento humano, as escolas deveriam celebrar mais as inovações, contar os dois lados da moeda. Foi uma aula online do filho, durante a pandemia, que motivou o jornalista Leandro Narloch a escrever seu novo livro, o Guia Politicamente Incorreto do Meio Ambiente. Confira o vídeo completo em nosso canal no Youtube. O link está na bio!
Eu comecei a me interessar por esse tema em 2020, né? Era pandemia, meu filho tava lá tendo aula online, meu filho tava com 10, 11 anos, e eu ficava só escutando a aula dele, né? E era só culpa. A aula não era de conhecimento, a aula é de transmissão de culpa. Então, parece que a escola colocava uma lente pra o aluno enxergar o mundo de forma problematizadora, né? Um raio problematizador.
O governo voltou a fazer o que sabe fazer melhor: inflar a máquina pública. De janeiro de 2023 até agora, já foram 20,4 mil novos cargos criados, entre servidores, comissionados e funções gratificadas. Não se trata de fortalecer serviços essenciais, mas de expandir estruturas administrativas e cargos de livre nomeação (aqueles usados para acomodar aliados políticos). Só os cargos comissionados cresceram quase 10%, com salários que já chegam a quase R$ 25 mil e que vão ultrapassar R$ 31 mil em 2026. Tudo isso enquanto o cidadão não vê melhora concreta em saúde, segurança ou educação. E o apetite não para aí. O próprio Orçamento de 2026 prevê mais 81 mil vagas no Executivo federal, empurrando o gasto com funcionalismo para perto de R$ 490 bilhões — um aumento de 33% desde 2022. É o Estado crescendo para dentro, para sustentar a própria engrenagem, enquanto cobra mais impostos de quem produz. A pergunta (retórica) que fica é: se a máquina só aumenta, mas os serviços não melhoram, a quem esse inchaço realmente serve?
Se você fosse dono de uma grande indústria, saindo da China, iria preferir se instalar num país com mais ou com menos impostos para indústrias? Pergunta retórica. Veja a explicação de Marcos Troyjo no Fórum da Liberdade deste ano.
A África é pobre por culpa do colonialismo ou de alguma maldição? Não. A África é pobre porque está presa a ideias ruins. Neste vídeo, a empreendedora senegalesa e ativista da prosperidade na África, @magattew explica como é difícil gerar riqueza no continente. Parece com um certo país latino-americano?
You have been lied to about Africa. I'm Magat Wade, and I was born in Senegal. Here's the truth. Africa is not poor because of colonialism. Africa is poor because we have made it impossible for our people to create wealth. Just take the example of opening a bakery. If an African entrepreneur wants to open a bakery, she needs 12 permits, different
Nenhum brasileiro em sã consciência acredita que a educação pública em nosso país é um sucesso. Prova disso é que todos que têm alguma possibilidade (e até quem não tem acaba fazendo um esforço extra) acabam colocando seus filhos na rede particular. Por que então é tão polêmico discutir alternativas à educação pública no Brasil? Este foi um dos questionamentos de @wagner.lenhart , CEO do Instituto Millenium, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta terça. Para conferir a íntegra de sua fala, acesse nosso canal do YouTube. O link está na bio.
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