Em uma entrevista exclusiva a Luciano Huck o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, deixou um recado para o povo brasileiro - e, por tabela, um golpe certeiro na política externa de Lula. Zelensky afirmou: “O que Lula pensa, o Brasil vai engolir esses três países? O Brasil vai engolir esses três aliados ou eles vão engolir o Brasil? É melhor não conhecer o resultado desta minha pergunta. É melhor para o povo brasileiro, na minha opinião.” Zelensky expôs o óbvio, um tapa na cara do lulismo: Lula não é neutro. Ele anda de mãos dadas com ditadores - China, Rússia, Irã e Coreia do Norte. Chama isso de diplomacia, mas na prática é submissão. O Brasil, em vez de liderar, arrisca-se a ser engolido pelos mesmos regimes que Lula trata como “parceiros estratégicos”. Zelensky ainda ironizou o nostálgico da União Soviética: “Lula olha para a Rússia como se ainda fosse a União Soviética”. Preso a um romantismo ideológico retrogrado e letal, o petista prefere viver com os fantasmas do passado a encarar a realidade brutal do presente. Enquanto a Ucrânia sangra sob bombas e milhares de inocentes morrem, Lula age não como mediador de paz, mas como cúmplice moral de quem mantém a guerra acesa. Não é coincidência que a grande parte da mídia brasileira não deu ênfase a parte mais dura da fala, ocultando justamente o ponto em que Zelensky avisa que o Brasil pode ser devorado pelos ditadores que Lula corteja. Mais uma vez, o filtro jornalístico protege o Planalto e esconde a gravidade do recado. Zelensky não falou apenas à Ucrânia. Ele falou ao povo brasileiro, alertando que o futuro do país está em jogo. Lula pode posar de “líder global”, mas na prática escolheu se alinhar com regimes que perseguem, censuram e escravizam seus próprios cidadãos. A mensagem de Zelensky é clara: se o Brasil seguir esse caminho, não será protagonista - será presa fácil. E, como disse Zelensky, talvez seja melhor que o povo brasileiro jamais experimente o desfecho dessa escolha…
A advogada Verônica Abdalla Sterman tomou posse como ministra do Superior Tribunal Militar (STM), nesta terça-feira, 30 de setembro, tornando-se apenas a segunda mulher a integrar a Corte em mais de dois séculos de existência. Não é juíza, não é militar e nunca seguiu carreira na magistratura. O que a credencia é a sua proximidade com o núcleo político do regime Lula: Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Geraldo Alckmin, todos clientes de sua banca. Sterman, que sequer concluiu seu mestrado em Direito Processual Penal na USP, agora veste a toga de ministra. Sua chegada ao tribunal transformou a Justiça Militar em palco da guerra ideológica do lulismo. O contexto torna a nomeação ainda mais grave - o STM julgará oficiais acusados de conivência no suposto “golpe de 8 de janeiro”. Ou seja, generais e coronéis, já alvos da narrativa oficial de Lula, agora estarão nas mãos de uma advogada escolhida a dedo por ele. Esse movimento segue a linha de um projeto maior: primeiro o STF, depois o TSE, a PGR, a AGU — e agora o STM. O regime avança passo a passo, aparelhando cada instância de poder para garantir a impunidade dos aliados e a perseguição dos opositores. As instituições foram sequestradas e transformadas em braço armado do regime. Se o regime controla a narrativa do 8 de janeiro, controla também o julgamento. Se controla o julgamento, subjuga os militares e cala qualquer possibilidade de resistência futura. É a velha tática revolucionária - usar a lei e as instituições para esmagar adversários, travestindo perseguição de “justiça”. O Brasil vê, a olho nu, um tribunal travestido de militar, mas comandado pela política. O espaço destinado à proteção da hierarquia virou arma da guerra ideológica de Lula. E os militares, ao aceitarem isso passivamente por décadas, tornaram-se cúmplices da própria humilhação. O regime domina todas as instituições e capturou também o último reduto - a Justiça Militar, assumindo sua hegemonia. A nomeação de Verônica Sterman não é uma escolha aleatória para cumprir cotas femininas; é um recado claro do que virá adiante e de quem realmente dita as ordens - ilegais.
Na abertura da Expointer, em Esteio, o protesto não foi feito apenas com tratores e cartazes. Foram 23 coroas fúnebres colocadas na entrada do evento, em memória de agricultores que, segundo o agricultor Fabio Eckert, se suicidaram esmagados por dívidas e pela ausência de soluções do governo. A cena chocou visitantes e traduziu em símbolos o que já se tornou uma das faces mais cruéis da crise no campo gaúcho. O drama não é novo. Em audiência na Câmara dos Deputados, realizada em maio, o deputado Luciano Zucco (PL-RS) já havia denunciado pelo menos 16 suicídios de produtores no estado. As entidades rurais alertam que esse número pode ser ainda maior, já que muitos casos ficam invisíveis, soterrados pela dor das famílias e pela burocracia que se recusa a olhar para o problema. Diante dessa tragédia humana, o governo federal anunciou uma Medida Provisória de R$ 12 bilhões para renegociação de dívidas rurais. Mas, no Rio Grande do Sul, onde a estiagem prolongada e a maior enchente da história deixaram o setor devastado, o passivo supera os R$ 27 bilhões. A conta é simples: o valor prometido não cobre nem a metade da ferida aberta, é como oferecer um copo d’água para apagar um incêndio. Enquanto a propaganda oficial do regime fala em alívio, na vida real famílias estão sendo destruídas. Agricultores relatam humilhações em bancos, renegociações que não chegam, prazos que não existem. O que se vê é um governo que aparece para fotografias e discursos, mas não para salvar vidas. O resultado está nas cruzes erguidas simbolicamente na Expointer e nas estatísticas cruéis; o Rio Grande do Sul lidera o ranking nacional de suicídios, com 1.548 mortes registradas em 2023, segundo a Secretaria de Saúde. O campo gaúcho grita por socorro, mas o poder público responde com migalhas e marketing. O drama dos produtores não é apenas econômico - é existencial. Cada vida perdida é uma denúncia, a omissão custa sangue. E o tempo está se esgotando para que Brasília trate o agricultor não como número em planilha, mas como ser humano que alimenta o país e agora pede apenas para sobreviver.
Em coletiva de imprensa em frente ao presídio de Rebibbia, em Roma, após duas horas de encontro com a deputada Carla Zambelli, os senadores Flávio Bolsonaro, Eduardo Girão, Magno Malta e Damares Alves, visivelmente emocionados, comentaram sobre a visita. A senadora Damares Alves foi contundente: “Estamos diante de uma parlamentar brasileira, mãe, enferma e cidadã italiana, mantida atrás das grades por acusações fabricadas, em condições que violam tratados internacionais de direitos humanos.” O senador Eduardo Girão reforçou a denúncia, afirmando que Zambelli “não teve direito a um julgamento justo, nem a recurso em segunda instância”, classificando sua prisão como “justiçamento político conduzido por Alexandre de Moraes, já reconhecido fora do Brasil como violador de direitos humanos e sancionado pela Lei Magnitsky”. O senador Flávio Bolsonaro direcionou seu apelo ao ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio, pedindo que Zambelli não seja extraditada ao Brasil. Ele relembrou o precedente de Cesare Battisti: “Se o Brasil devolveu um terrorista condenado, pedimos agora reciprocidade. Zambelli não pode voltar para um país onde será alvo de vingança política.” A comitiva também acusou o governo Lula de gastar mais de um milhão de dólares em escritórios de advocacia no exterior para perseguir opositores, enquanto facções criminosas como PCC e Comando Vermelho atuam livremente. “Carla é hoje uma presa política. O que se vive no Brasil é uma ditadura de toga exportada para além das nossas fronteiras.” Damares ainda transmitiu um recado de Carla ao seu filho João: “Fique firme, João. O Brasil inteiro está de joelhos orando pela sua mãe. Ela vai sair dessa cadeia de cabeça erguida. E não descansaremos até que o mundo reconheça essa injustiça.” Os senadores enfatizaram que não utilizaram verba pública e custearam a visita com recursos próprios, para levar a Carla um abraço afetuoso e a certeza de que ela não está sozinha.
A Havaianas resolveu começar o Ano Novo tropeçando - ironizando a expressão popular “entrar com o pé direito” em uma campanha que parece mais preocupada em sinalizar virtude ideológica do que em conversar com o Brasil real. A Havaianas sempre foi uma marca transversal, democrática, afetiva. Cabia no pé de todo mundo - do trabalhador ao executivo, da praia ao quintal. Ao adotar a pedagogia ideológica disfarçada de publicidade, abre mão desse capital simbólico e se afasta justamente de quem a sustenta. O consumidor está exausto de marcas que sequestram datas festivas para fazer pregação ideológica. Ninguém quer lição de moral vinda de um chinelo. O que as pessoas querem é identificação, leveza - e sobretudo respeito. Quem foi o gênio do marketing que achou que ridicularizar uma expressão cultural ajudaria a marca? Quem decidiu que o brasileiro precisava de correção ideológica na virada do ano? Quando publicidade vira guerra ideológica, o público responde do único jeito possível: ignora, desliga, troca ou joga fora.
Em uma entrevista exclusiva a Luciano Huck o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, deixou um recado para o povo brasileiro - e, por tabela, um golpe certeiro na política externa de Lula. Zelensky afirmou: “O que Lula pensa, o Brasil vai engolir esses três países? O Brasil vai engolir esses três aliados ou eles vão engolir o Brasil? É melhor não conhecer o resultado desta minha pergunta. É melhor para o povo brasileiro, na minha opinião.” Zelensky expôs o óbvio, um tapa na cara do lulismo: Lula não é neutro. Ele anda de mãos dadas com ditadores - China, Rússia, Irã e Coreia do Norte. Chama isso de diplomacia, mas na prática é submissão. O Brasil, em vez de liderar, arrisca-se a ser engolido pelos mesmos regimes que Lula trata como “parceiros estratégicos”. Zelensky ainda ironizou o nostálgico da União Soviética: “Lula olha para a Rússia como se ainda fosse a União Soviética”. Preso a um romantismo ideológico retrogrado e letal, o petista prefere viver com os fantasmas do passado a encarar a realidade brutal do presente. Enquanto a Ucrânia sangra sob bombas e milhares de inocentes morrem, Lula age não como mediador de paz, mas como cúmplice moral de quem mantém a guerra acesa. Não é coincidência que a grande parte da mídia brasileira não deu ênfase a parte mais dura da fala, ocultando justamente o ponto em que Zelensky avisa que o Brasil pode ser devorado pelos ditadores que Lula corteja. Mais uma vez, o filtro jornalístico protege o Planalto e esconde a gravidade do recado. Zelensky não falou apenas à Ucrânia. Ele falou ao povo brasileiro, alertando que o futuro do país está em jogo. Lula pode posar de “líder global”, mas na prática escolheu se alinhar com regimes que perseguem, censuram e escravizam seus próprios cidadãos. A mensagem de Zelensky é clara: se o Brasil seguir esse caminho, não será protagonista - será presa fácil. E, como disse Zelensky, talvez seja melhor que o povo brasileiro jamais experimente o desfecho dessa escolha…
A advogada Verônica Abdalla Sterman tomou posse como ministra do Superior Tribunal Militar (STM), nesta terça-feira, 30 de setembro, tornando-se apenas a segunda mulher a integrar a Corte em mais de dois séculos de existência. Não é juíza, não é militar e nunca seguiu carreira na magistratura. O que a credencia é a sua proximidade com o núcleo político do regime Lula: Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Geraldo Alckmin, todos clientes de sua banca. Sterman, que sequer concluiu seu mestrado em Direito Processual Penal na USP, agora veste a toga de ministra. Sua chegada ao tribunal transformou a Justiça Militar em palco da guerra ideológica do lulismo. O contexto torna a nomeação ainda mais grave - o STM julgará oficiais acusados de conivência no suposto “golpe de 8 de janeiro”. Ou seja, generais e coronéis, já alvos da narrativa oficial de Lula, agora estarão nas mãos de uma advogada escolhida a dedo por ele. Esse movimento segue a linha de um projeto maior: primeiro o STF, depois o TSE, a PGR, a AGU — e agora o STM. O regime avança passo a passo, aparelhando cada instância de poder para garantir a impunidade dos aliados e a perseguição dos opositores. As instituições foram sequestradas e transformadas em braço armado do regime. Se o regime controla a narrativa do 8 de janeiro, controla também o julgamento. Se controla o julgamento, subjuga os militares e cala qualquer possibilidade de resistência futura. É a velha tática revolucionária - usar a lei e as instituições para esmagar adversários, travestindo perseguição de “justiça”. O Brasil vê, a olho nu, um tribunal travestido de militar, mas comandado pela política. O espaço destinado à proteção da hierarquia virou arma da guerra ideológica de Lula. E os militares, ao aceitarem isso passivamente por décadas, tornaram-se cúmplices da própria humilhação. O regime domina todas as instituições e capturou também o último reduto - a Justiça Militar, assumindo sua hegemonia. A nomeação de Verônica Sterman não é uma escolha aleatória para cumprir cotas femininas; é um recado claro do que virá adiante e de quem realmente dita as ordens - ilegais.
Na abertura da Expointer, em Esteio, o protesto não foi feito apenas com tratores e cartazes. Foram 23 coroas fúnebres colocadas na entrada do evento, em memória de agricultores que, segundo o agricultor Fabio Eckert, se suicidaram esmagados por dívidas e pela ausência de soluções do governo. A cena chocou visitantes e traduziu em símbolos o que já se tornou uma das faces mais cruéis da crise no campo gaúcho. O drama não é novo. Em audiência na Câmara dos Deputados, realizada em maio, o deputado Luciano Zucco (PL-RS) já havia denunciado pelo menos 16 suicídios de produtores no estado. As entidades rurais alertam que esse número pode ser ainda maior, já que muitos casos ficam invisíveis, soterrados pela dor das famílias e pela burocracia que se recusa a olhar para o problema. Diante dessa tragédia humana, o governo federal anunciou uma Medida Provisória de R$ 12 bilhões para renegociação de dívidas rurais. Mas, no Rio Grande do Sul, onde a estiagem prolongada e a maior enchente da história deixaram o setor devastado, o passivo supera os R$ 27 bilhões. A conta é simples: o valor prometido não cobre nem a metade da ferida aberta, é como oferecer um copo d’água para apagar um incêndio. Enquanto a propaganda oficial do regime fala em alívio, na vida real famílias estão sendo destruídas. Agricultores relatam humilhações em bancos, renegociações que não chegam, prazos que não existem. O que se vê é um governo que aparece para fotografias e discursos, mas não para salvar vidas. O resultado está nas cruzes erguidas simbolicamente na Expointer e nas estatísticas cruéis; o Rio Grande do Sul lidera o ranking nacional de suicídios, com 1.548 mortes registradas em 2023, segundo a Secretaria de Saúde. O campo gaúcho grita por socorro, mas o poder público responde com migalhas e marketing. O drama dos produtores não é apenas econômico - é existencial. Cada vida perdida é uma denúncia, a omissão custa sangue. E o tempo está se esgotando para que Brasília trate o agricultor não como número em planilha, mas como ser humano que alimenta o país e agora pede apenas para sobreviver.
Em coletiva de imprensa em frente ao presídio de Rebibbia, em Roma, após duas horas de encontro com a deputada Carla Zambelli, os senadores Flávio Bolsonaro, Eduardo Girão, Magno Malta e Damares Alves, visivelmente emocionados, comentaram sobre a visita. A senadora Damares Alves foi contundente: “Estamos diante de uma parlamentar brasileira, mãe, enferma e cidadã italiana, mantida atrás das grades por acusações fabricadas, em condições que violam tratados internacionais de direitos humanos.” O senador Eduardo Girão reforçou a denúncia, afirmando que Zambelli “não teve direito a um julgamento justo, nem a recurso em segunda instância”, classificando sua prisão como “justiçamento político conduzido por Alexandre de Moraes, já reconhecido fora do Brasil como violador de direitos humanos e sancionado pela Lei Magnitsky”. O senador Flávio Bolsonaro direcionou seu apelo ao ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio, pedindo que Zambelli não seja extraditada ao Brasil. Ele relembrou o precedente de Cesare Battisti: “Se o Brasil devolveu um terrorista condenado, pedimos agora reciprocidade. Zambelli não pode voltar para um país onde será alvo de vingança política.” A comitiva também acusou o governo Lula de gastar mais de um milhão de dólares em escritórios de advocacia no exterior para perseguir opositores, enquanto facções criminosas como PCC e Comando Vermelho atuam livremente. “Carla é hoje uma presa política. O que se vive no Brasil é uma ditadura de toga exportada para além das nossas fronteiras.” Damares ainda transmitiu um recado de Carla ao seu filho João: “Fique firme, João. O Brasil inteiro está de joelhos orando pela sua mãe. Ela vai sair dessa cadeia de cabeça erguida. E não descansaremos até que o mundo reconheça essa injustiça.” Os senadores enfatizaram que não utilizaram verba pública e custearam a visita com recursos próprios, para levar a Carla um abraço afetuoso e a certeza de que ela não está sozinha.
A Havaianas resolveu começar o Ano Novo tropeçando - ironizando a expressão popular “entrar com o pé direito” em uma campanha que parece mais preocupada em sinalizar virtude ideológica do que em conversar com o Brasil real. A Havaianas sempre foi uma marca transversal, democrática, afetiva. Cabia no pé de todo mundo - do trabalhador ao executivo, da praia ao quintal. Ao adotar a pedagogia ideológica disfarçada de publicidade, abre mão desse capital simbólico e se afasta justamente de quem a sustenta. O consumidor está exausto de marcas que sequestram datas festivas para fazer pregação ideológica. Ninguém quer lição de moral vinda de um chinelo. O que as pessoas querem é identificação, leveza - e sobretudo respeito. Quem foi o gênio do marketing que achou que ridicularizar uma expressão cultural ajudaria a marca? Quem decidiu que o brasileiro precisava de correção ideológica na virada do ano? Quando publicidade vira guerra ideológica, o público responde do único jeito possível: ignora, desliga, troca ou joga fora.
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