@marctawil
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⚔️ Keynote Speaker & Estrategista de Comunicação 🎤 7x TEDx & WebSummit Lisbon 🧑🏽💻 Educador com 250k alunos 🥇 N° 1 LinkedIn Top Voices & Instructor
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“Bastardos Inglórios”, de Quentin Tarantino, conta a saga de um grupo de judeus americanos que espalham o terror entre o Terceiro Reich na França ocupada durante a Segunda Guerra Mundial. Está entre os meus três filmes favoritos. Gosto tanto, que tenho duas tatuagens no corpo. Com 16 anos de vida, Bastardos Inglórios continua sendo (e sempre será) uma aula de comunicação. Na cena em que o coronel Hans Landa (o genial Christoph Waltz) encontra Aldo Raine (Brad Pitt) e seus homens, tudo é sobre leitura de contexto. Apesar do uniforme e a sala coalhada de naz3stas, Landa domina o jogo não pela força, mas pela linguagem: ele observa, escuta, manipula e vence pela palavra. Curiosidade: Tarantino quase desistiu do papel porque achava o personagem “impossível de interpretar”… até Waltz aparecer e transformar o “Caçador de Judeus” em um dos vilões mais carismáticos do cinema, vencendo Oscar inclusive. O sotaque propositalmente ruim de Pitt em italiano e o humor tenso da cena mostram algo essencial: falar não é o mesmo que comunicar. Deixo aqui 3 aprendizados que essa cena deixa pra quem quer comunicar melhor: 1. Comunicação é poder e quem domina o contexto, domina a conversa. 2. O silêncio também fala. Pausas criam tensão, respeito e autoridade. 3. Ironia e humor, quando bem dosados, desarmam até o mais temido adversário. Uma cena inesquecível, de um filme inesquecível, que comprova que palavras certas, usadas no tom certo, mudam o jogo. 🎥 @knowme.edits (No Copyright infringement Intended, Kindly Dm for Credits and Removal. We don’t own the video. The credits goes to the respective owners.) This content made for only educational & entertainment purposes. #comunicação #marctawil #gorlami #ingloriousbasterds #tarantino #bradpitt #bearjew
Existe um estudo fascinante conduzido por Boris Groysberg e Linda-Eling Lee, da Harvard Business School, que analisou por que certas organizações fracassam mesmo contando com os melhores talentos do mercado. A resposta, em sua simplicidade, é brutal: “equipes de estrelas” tendem a implodir como tempo. Motivo? Cada integrante acredita ser “o protagonista da história”. Sabe aquele jogador de futebol incrível, mas que nunca passa a bola? Essa descoberta contraria frontalmente a mitologia meritocrática que domina nosso tempo, que reza que qualificação técnica é o Santo Graal organizacional. A verdade (inconveniente) é que escolher os leais, em vez dos mais qualificados, é estratégia de sobrevivência. Quando Steve Jobs retornou à Apple, em 1997, se cercou de pessoas que comprariam sua visão mesmo quando esta pareceria alienada. Essa simples distinção de público parceiro determinou o destino da empresa, da indústria e, por que não, do mundo. A História, inclusive, reserva seus maiores prêmios aos mais leais: generais vitoriosos preferem soldados confiáveis a mercenários autocentrados; movimentos revolucionários são construídos por militantes dedicados, não por intelectuais que mudam de lado conforme sopram os ventos. Lembre-se: nas empresas, profissionais entram pela competência, mas ficam pela confiança. Por isso, chamamos de “cargo de confiança”, e não de “competência”. 🎥 @carlosair_escritor ❤️ @deuzadesaoficial, obrigado pelo vídeo #lealdade #b2b #comunicação #time #gestao #marctawil
Piranha Snack. Eu trouxe uma piranha autêntica da Amazônia como recordação. Banhada no formol, pintada de vermelho carmim, com olhos arregalados e brilhosos e dentes afiados que fazem qualquer um tremer. “Uma verdadeira predadora dos rios, agora decorando minha estante como lembrança épica”, pensei ao carrega-la de Manaus com todo cuidado, em mãos, por horas. Mas aí chegou o Woody e decidiu que aquela piranha temida, que sobreviveu às águas perigosas do Amazonas e ao processo de conservação, seria o petisco perfeito para sua tarde fria de segunda. Esperei o Woody sobreviver pra postar e ele está melhor do que nunca. Quem for à Manaus e lembrar dele, pode trazer mais umas quatro, por favor? #diadospais #woody #filhos #dogs #marctawil #familiatawil
A caneta está em nossas mãos. Literalmente. Mas será que sabemos o que fazer com ela? #comunicação #escrita #marctawil #posicionamento #estrategia
A Havaianas, uma das marcas mais icônicas do País, presente na vida dos brasileiros desde 1962 e item de cesta básica nos anos 1980, arrumou uma enorme dor de cabeça em pleno domingo. Ao escalar Fernanda Torres, estrela do cinema nacional e figura “totalmente associada” ao progressismo, e colocar na boca dela a frase “desculpa, mas eu não quero que você comece 2026 com o pé direito”, a marca ignorou um elemento básico da comunicação contemporânea: a hipersensibilidade aos símbolos. O erro obviamente não está na escolha de Fernanda, uma atriz que reúne relevância, carisma, reconhecimento internacional, prêmios e lastro simbólico. Oscar nominee. Nem no trocadilho em si, a cara da marca. O erro está na combinação. Não há “território neutro”, “é só publicidade” ou “metáfora inocente” quando o País está emocionalmente armado. Marcas e influenciadores, assim como jornalistas, artistas e até esportistas, não têm mais direito ao silêncio simbólico. “Não comece com o pé direito”, na boca de Fernanda Torres? Em dezembro de 2025? Às vésperas do Natal? Para uns, absolutamente nada. Para outros, um crime. Para mim, uma crise absolutamente evitável, afinal, o problema não estava no conceito. Estava no contexto. Explico: a audiência não consome hoje apenas o texto. Ela cruza quem fala, quando fala, em que clima social fala, para quem fala e quem se sente incluído ou provocado por aquilo. A mesma frase, dita por milhões, seria irrelevante. Dita por Fernanda Torres, neste momento, vira um convite ao conflito. Não porque “ela disse” algo errado. Mas porque o ambiente decidiu ler assim. A Havaianas vai sobreviver. Mas com arranhões e, por um tempo considerável, sob uma lupa gigante em tudo que fizer. A marca não errou por “escolher um lado”. Errou por permitir parecer tê-lo escolhido. #marctawil #analise #havaianas #fernandatorres
“Bastardos Inglórios”, de Quentin Tarantino, conta a saga de um grupo de judeus americanos que espalham o terror entre o Terceiro Reich na França ocupada durante a Segunda Guerra Mundial. Está entre os meus três filmes favoritos. Gosto tanto, que tenho duas tatuagens no corpo. Com 16 anos de vida, Bastardos Inglórios continua sendo (e sempre será) uma aula de comunicação. Na cena em que o coronel Hans Landa (o genial Christoph Waltz) encontra Aldo Raine (Brad Pitt) e seus homens, tudo é sobre leitura de contexto. Apesar do uniforme e a sala coalhada de naz3stas, Landa domina o jogo não pela força, mas pela linguagem: ele observa, escuta, manipula e vence pela palavra. Curiosidade: Tarantino quase desistiu do papel porque achava o personagem “impossível de interpretar”… até Waltz aparecer e transformar o “Caçador de Judeus” em um dos vilões mais carismáticos do cinema, vencendo Oscar inclusive. O sotaque propositalmente ruim de Pitt em italiano e o humor tenso da cena mostram algo essencial: falar não é o mesmo que comunicar. Deixo aqui 3 aprendizados que essa cena deixa pra quem quer comunicar melhor: 1. Comunicação é poder e quem domina o contexto, domina a conversa. 2. O silêncio também fala. Pausas criam tensão, respeito e autoridade. 3. Ironia e humor, quando bem dosados, desarmam até o mais temido adversário. Uma cena inesquecível, de um filme inesquecível, que comprova que palavras certas, usadas no tom certo, mudam o jogo. 🎥 @knowme.edits (No Copyright infringement Intended, Kindly Dm for Credits and Removal. We don’t own the video. The credits goes to the respective owners.) This content made for only educational & entertainment purposes. #comunicação #marctawil #gorlami #ingloriousbasterds #tarantino #bradpitt #bearjew
Existe um estudo fascinante conduzido por Boris Groysberg e Linda-Eling Lee, da Harvard Business School, que analisou por que certas organizações fracassam mesmo contando com os melhores talentos do mercado. A resposta, em sua simplicidade, é brutal: “equipes de estrelas” tendem a implodir como tempo. Motivo? Cada integrante acredita ser “o protagonista da história”. Sabe aquele jogador de futebol incrível, mas que nunca passa a bola? Essa descoberta contraria frontalmente a mitologia meritocrática que domina nosso tempo, que reza que qualificação técnica é o Santo Graal organizacional. A verdade (inconveniente) é que escolher os leais, em vez dos mais qualificados, é estratégia de sobrevivência. Quando Steve Jobs retornou à Apple, em 1997, se cercou de pessoas que comprariam sua visão mesmo quando esta pareceria alienada. Essa simples distinção de público parceiro determinou o destino da empresa, da indústria e, por que não, do mundo. A História, inclusive, reserva seus maiores prêmios aos mais leais: generais vitoriosos preferem soldados confiáveis a mercenários autocentrados; movimentos revolucionários são construídos por militantes dedicados, não por intelectuais que mudam de lado conforme sopram os ventos. Lembre-se: nas empresas, profissionais entram pela competência, mas ficam pela confiança. Por isso, chamamos de “cargo de confiança”, e não de “competência”. 🎥 @carlosair_escritor ❤️ @deuzadesaoficial, obrigado pelo vídeo #lealdade #b2b #comunicação #time #gestao #marctawil
Piranha Snack. Eu trouxe uma piranha autêntica da Amazônia como recordação. Banhada no formol, pintada de vermelho carmim, com olhos arregalados e brilhosos e dentes afiados que fazem qualquer um tremer. “Uma verdadeira predadora dos rios, agora decorando minha estante como lembrança épica”, pensei ao carrega-la de Manaus com todo cuidado, em mãos, por horas. Mas aí chegou o Woody e decidiu que aquela piranha temida, que sobreviveu às águas perigosas do Amazonas e ao processo de conservação, seria o petisco perfeito para sua tarde fria de segunda. Esperei o Woody sobreviver pra postar e ele está melhor do que nunca. Quem for à Manaus e lembrar dele, pode trazer mais umas quatro, por favor? #diadospais #woody #filhos #dogs #marctawil #familiatawil
A caneta está em nossas mãos. Literalmente. Mas será que sabemos o que fazer com ela? #comunicação #escrita #marctawil #posicionamento #estrategia
A Havaianas, uma das marcas mais icônicas do País, presente na vida dos brasileiros desde 1962 e item de cesta básica nos anos 1980, arrumou uma enorme dor de cabeça em pleno domingo. Ao escalar Fernanda Torres, estrela do cinema nacional e figura “totalmente associada” ao progressismo, e colocar na boca dela a frase “desculpa, mas eu não quero que você comece 2026 com o pé direito”, a marca ignorou um elemento básico da comunicação contemporânea: a hipersensibilidade aos símbolos. O erro obviamente não está na escolha de Fernanda, uma atriz que reúne relevância, carisma, reconhecimento internacional, prêmios e lastro simbólico. Oscar nominee. Nem no trocadilho em si, a cara da marca. O erro está na combinação. Não há “território neutro”, “é só publicidade” ou “metáfora inocente” quando o País está emocionalmente armado. Marcas e influenciadores, assim como jornalistas, artistas e até esportistas, não têm mais direito ao silêncio simbólico. “Não comece com o pé direito”, na boca de Fernanda Torres? Em dezembro de 2025? Às vésperas do Natal? Para uns, absolutamente nada. Para outros, um crime. Para mim, uma crise absolutamente evitável, afinal, o problema não estava no conceito. Estava no contexto. Explico: a audiência não consome hoje apenas o texto. Ela cruza quem fala, quando fala, em que clima social fala, para quem fala e quem se sente incluído ou provocado por aquilo. A mesma frase, dita por milhões, seria irrelevante. Dita por Fernanda Torres, neste momento, vira um convite ao conflito. Não porque “ela disse” algo errado. Mas porque o ambiente decidiu ler assim. A Havaianas vai sobreviver. Mas com arranhões e, por um tempo considerável, sob uma lupa gigante em tudo que fizer. A marca não errou por “escolher um lado”. Errou por permitir parecer tê-lo escolhido. #marctawil #analise #havaianas #fernandatorres
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