@lyotomachidafw
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🏆 Ex-Campeão do UFC 👊 Tudo é treino. Treino é tudo 👉🏻 @darcsportathletics 🕒 Desintox de Dopamina 👇🏻
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Quando eu era moleque, eu ficava doido pra bater makiwara. Eu via os adultos batendo, via o som da madeira, via o soco ficando mais forte. Mas meu pai dizia que ainda não era o meu tempo. Eu precisava esperar meu corpo amadurecer, os ossos ficarem prontos. Quando chegou a hora, eu comecei a bater e nunca mais parei. Foram anos repetindo o mesmo gesto, todos os dias. Porque não adianta fazer uma vez e achar que vai ter resultado. O que faz diferença é a repetição. É a constância que transforma o simples em forte, o fraco em sólido, o treino em resultado. Hoje, quando eu bato makiwara, não é pra provar nada pra ninguém. É pra lembrar que treinar é hábito, é disciplina. E que o resultado vem de quem não desiste, de quem aparece todos os dias, de quem faz o que tem que ser feito mesmo quando ninguém vê.
A tecnologia aproxima o mundo, mas pode afastar quem está dentro da sua própria casa. O meu pai fala que o celular virou parte do dia a dia, mas quando ocupa o lugar da conversa, do olhar e da presença, ele mina a base mais importante: a família. Comunicação é vida em comum. Quando cada um está preso na tela, os vínculos se enfraquecem, e pouco a pouco a convivência perde sentido. É por isso que precisamos de regras claras: momentos sem celular, momentos de estar de verdade com quem amamos. Família se fortalece no olho no olho, no diálogo e no tempo de qualidade. O aparelho pode esperar, o que não pode esperar é a chance de viver e compartilhar o presente com quem está ao seu lado.
Tá certo, tá falando aqui que celular às vezes a gente não... Acaba com a família, né? Acaba a família. Por que acaba a família, que você acha? Toda hora tá no celular. Porque não tem comunicação. Acabou. Aí significa, significa, aqui também, aqui também é mais importante.
Quando essa família se reúne o que você imagina que acontece ? #reuniaodefamilia #reuniaomachida
A mente de um atleta que leva um nocaute muitas vezes muda sem que ele perceba. Aquele momento fica registrado. A imagem, a sensação, o impacto. O cérebro grava. Depois disso, ele segue treinando, se preparando, vivendo, mas algo ali dentro já não é igual. Quando não existe consciência do que foi marcado, aquilo não some, fica abafado em um lugar escondido. Na luta seguinte, o que ficou escondido começa a aparecer em forma de medo, ansiedade, tristeza e autocrítica. Comportamentos que ele não entende e, muitas vezes, não consegue relacionar com a luta anterior. E isso não é diferente da vida. Situações marcam a gente: quedas , perdas, rejeições. O cérebro registra aquilo como parte da nossa história. Então começam os pensamentos repetitivos sem você percebê-los na maioria das vezes . Eu sou um perdedor, eu vou cair de novo, isso vai acontecer outra vez. O pensamento nasce silencioso e quando você acredita nele, ele vira emoção. A emoção muda o seu estado interno, muda como você entra no treino, como você entra na luta, como você entra na vida. E, a partir desse estado, a realidade começa a se desenhar. Não porque o mundo conspira, mas porque você passa a enxergar, sentir e reagir a tudo a partir desse lugar. Quando o pensamento é medo, a emoção é tensão. Quando a emoção é tensão, o corpo não flui, a mente não enxerga e a queda acontece antes mesmo do golpe. Não é falta de capacidade, não é falta de treino, é falta de consciência. O que você não percebe dentro de você começa a comandar o que acontece fora. E aquilo que você repete por dentro, um dia vira realidade. A mente cria caminhos para isso.
No fim das contas, o compromisso mais importante que você tem é com você mesmo. Foi isso que aprendi: você pode ter apoio no caminho, mas não pode depender dele. Se marcou um objetivo, cumpra mesmo que ninguém esteja olhando. Essa mentalidade de responsabilidade fortalece e constrói o caráter. Quando você entende que é você quem abre o caminho, deixa de esperar pelo outro e passa a agir de forma decisiva. Na vida, no trabalho ou na família, a regra é a mesma: não transfira sua responsabilidade. Assuma seu papel com seriedade, porque quando você traz a decisão para si, é aí que você se torna forte de verdade.
Quando eu era moleque, eu ficava doido pra bater makiwara. Eu via os adultos batendo, via o som da madeira, via o soco ficando mais forte. Mas meu pai dizia que ainda não era o meu tempo. Eu precisava esperar meu corpo amadurecer, os ossos ficarem prontos. Quando chegou a hora, eu comecei a bater e nunca mais parei. Foram anos repetindo o mesmo gesto, todos os dias. Porque não adianta fazer uma vez e achar que vai ter resultado. O que faz diferença é a repetição. É a constância que transforma o simples em forte, o fraco em sólido, o treino em resultado. Hoje, quando eu bato makiwara, não é pra provar nada pra ninguém. É pra lembrar que treinar é hábito, é disciplina. E que o resultado vem de quem não desiste, de quem aparece todos os dias, de quem faz o que tem que ser feito mesmo quando ninguém vê.
A tecnologia aproxima o mundo, mas pode afastar quem está dentro da sua própria casa. O meu pai fala que o celular virou parte do dia a dia, mas quando ocupa o lugar da conversa, do olhar e da presença, ele mina a base mais importante: a família. Comunicação é vida em comum. Quando cada um está preso na tela, os vínculos se enfraquecem, e pouco a pouco a convivência perde sentido. É por isso que precisamos de regras claras: momentos sem celular, momentos de estar de verdade com quem amamos. Família se fortalece no olho no olho, no diálogo e no tempo de qualidade. O aparelho pode esperar, o que não pode esperar é a chance de viver e compartilhar o presente com quem está ao seu lado.
Tá certo, tá falando aqui que celular às vezes a gente não... Acaba com a família, né? Acaba a família. Por que acaba a família, que você acha? Toda hora tá no celular. Porque não tem comunicação. Acabou. Aí significa, significa, aqui também, aqui também é mais importante.
Quando essa família se reúne o que você imagina que acontece ? #reuniaodefamilia #reuniaomachida
A mente de um atleta que leva um nocaute muitas vezes muda sem que ele perceba. Aquele momento fica registrado. A imagem, a sensação, o impacto. O cérebro grava. Depois disso, ele segue treinando, se preparando, vivendo, mas algo ali dentro já não é igual. Quando não existe consciência do que foi marcado, aquilo não some, fica abafado em um lugar escondido. Na luta seguinte, o que ficou escondido começa a aparecer em forma de medo, ansiedade, tristeza e autocrítica. Comportamentos que ele não entende e, muitas vezes, não consegue relacionar com a luta anterior. E isso não é diferente da vida. Situações marcam a gente: quedas , perdas, rejeições. O cérebro registra aquilo como parte da nossa história. Então começam os pensamentos repetitivos sem você percebê-los na maioria das vezes . Eu sou um perdedor, eu vou cair de novo, isso vai acontecer outra vez. O pensamento nasce silencioso e quando você acredita nele, ele vira emoção. A emoção muda o seu estado interno, muda como você entra no treino, como você entra na luta, como você entra na vida. E, a partir desse estado, a realidade começa a se desenhar. Não porque o mundo conspira, mas porque você passa a enxergar, sentir e reagir a tudo a partir desse lugar. Quando o pensamento é medo, a emoção é tensão. Quando a emoção é tensão, o corpo não flui, a mente não enxerga e a queda acontece antes mesmo do golpe. Não é falta de capacidade, não é falta de treino, é falta de consciência. O que você não percebe dentro de você começa a comandar o que acontece fora. E aquilo que você repete por dentro, um dia vira realidade. A mente cria caminhos para isso.
No fim das contas, o compromisso mais importante que você tem é com você mesmo. Foi isso que aprendi: você pode ter apoio no caminho, mas não pode depender dele. Se marcou um objetivo, cumpra mesmo que ninguém esteja olhando. Essa mentalidade de responsabilidade fortalece e constrói o caráter. Quando você entende que é você quem abre o caminho, deixa de esperar pelo outro e passa a agir de forma decisiva. Na vida, no trabalho ou na família, a regra é a mesma: não transfira sua responsabilidade. Assuma seu papel com seriedade, porque quando você traz a decisão para si, é aí que você se torna forte de verdade.
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