@julirachid
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Pregadora Católica | 18 anos Evangelizando Te ensino a viver a fé para que você seja uma mulher segundo o Coração de Deus. 🌹 Vem rezar comigo ↓
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A BENÇÃO E A MALDIÇÃO ESTÃO NOS SEUS LÁBIOS. O que você profetiza hoje? Reclamar do marido, trata-lo friamente, ser dura mas palavras não é a postura de uma mulher que edifica o seu lar. Por hoje, ABENÇOE seu marido! Ele merece essa benção e vocês merecem ser felizes! Se você deseja ser uma mulher sábia que edifica o lar, participe da Masterclass no dia 08.04.24 às 21h (horário de SP) o link para inscrição está na BIO.
O MEU DIAGNÓSTICO DE ESTRESSE Recentemente eu comentei nos meus stories sobre meu diagnóstico de estresse. Em abril de 2024 eu disse “chega”. Eu amava a Deus, servia, orava… mas meu corpo não estava acompanhando minha alma. Vivia no piloto automático, cansada, irritada, sem fôlego para as graças que eu mesma pedia. Doeu admitir: não era só falta de força de vontade — era falta de cuidado. Nesse ano, fui entendendo na pele: hormônios e vitaminas conversam com as nossas emoções. Às vezes aquela irritabilidade que estoura na mãe não é “gênio difícil”… é testosterona baixa. A insônia que vira angústia pode ter nome: falta de progesterona. O desânimo que te faz sentir “fracassada” muitas vezes é anemia, vitamina D ou ferro em baixa. Não é sobre estética. É sobre ser funcional para o propósito de Deus. Seu corpo é templo do Espírito Santo — e templo precisa estar de pé para sustentar o altar. Se isso te toca, dá um passo: exames em dia, sono organizado, alimento de verdade, movimento diário e oração que alinha a rota. Não é vaidade, é responsabilidade espiritual. Se você já cuida da alma, faça o corpo alcançar o mesmo nível. Porque a missão pede presença inteira. 💛 Comenta “vou cuidar do templo” se essa virada também é pra você — e envia pra uma amiga que precisa desse abraço firme.
QUANDO O FARDO PESA, NÃO É FALTA DE TEMPO, É FALTA QUE VOCÊ PERMITA QUEDEUS CAMINHE COM VOCÊ Talvez não seja “rotina agitada demais”. Talvez seja saudade de Deus no seu dia. Você está de um lado do jugo… e do outro não há ninguém.Por isso tudo pesa: casamento, filhos, contas, expectativas, silêncio. Tempo com Deus não é o que sobra; é o que se oferece. Quando Ele entra, não apaga a luta… reparte o peso, acerta o passo, dá direção. O cansaço continua real, mas deixa de ser solidão. Hoje, permita-se um gesto simples e verdadeiro: feche os olhos por um minuto, entregue pelo nome aquilo que dói e diga baixinho: “Jesus, fica comigo.” Com vontade ou sem vontade. Com palavras ou só lágrimas. Ele sabe a língua do seu coração. Você não fracassou… só ficou sozinha por tempo demais. Deixe Jesus ocupar o outro lado do jugo, o fardo fica leve. A alma, aquecida.
Como eu faço para falar com Deus em uma rotina tão agitada? A minha primeira pergunta é, por que a rotina está tão agitada? Por que tanta agitação? Esse é o ponto. Muita gente diz assim, "Ju, eu não consigo falar com Deus porque eu não tenho tempo". E eu gosto de responder, para Deus você faz o tempo. Não é o tempo que te sobra, é o tempo que você faz para Ele.
NÃO FAÇA ACAMPAMENTO. (Se você for campista melhor nem compartilhar, pode ser que alguém queira conhecer esse tal de Acampamento!) @carmelitas.servas @alvaroedaniel @irmazelia @santateresinhanm @alisson_perboni @pefernando_cr @pe._pedro_paulo @padremariosartori @padremarcioalmeida @santoflowpodcast @gutoazevedooficial
Uma dica de amiga, não faça o acampamento. Você corre o sério risco de se apaixonar por Jesus. É possível que indo para o acampamento você volte mais alegre, mais entusiasmado, mais feliz, meio fora da casinha, sabe? Podem dizer inclusive que você virou beato, crente e que não é mais o mesmo.
A IDENTIDADE DOS NOSSOS FILHOS NÃO NASCE PRONTA. Ela vai sendo construída, pouco a pouco, a partir das vozes que ela escuta, das experiências que vive e, principalmente, da forma como é vista por quem a ama. Por isso, na infância, um comentário pode pesar mais do que imaginamos. Uma crítica precipitada, mesmo na melhor das intenções, pode fazer uma criança esconder aquilo que ela estava orgulhosa de mostrar. E é exatamente assim que, aos poucos, muitos vão deixando de confiar no próprio gosto, na própria coragem, na própria alegria. A formação da identidade acontece nesse lugar sensível entre a liberdade de ser e o olhar que confirma. A criança não precisa de um mundo perfeito para crescer segura. Ela precisa de adultos que a acolham enquanto ela ainda está descobrindo quem é. Ela precisa ter a chance de experimentar, errar, exagerar um pouco, rir de si mesma e, acima de tudo, ser guiada com delicadeza — não moldada à força. Como pais, temos a missão de oferecer limites, sim, mas também de preservar a essência. E isso exige atenção, escuta e intenção. Quando a criança mostra algo que ela escolheu, algo que ela criou, algo que ela acredita ser bonito, não está apenas mostrando um laço no cabelo. Ela está mostrando um pedacinho de si. Se toda vez que ela oferece esse pedacinho, ele é rejeitado, corrigido ou ridicularizado, ela aprende a esconder sua espontaneidade. Mas se, ao contrário, ela encontra acolhimento, orientação e respeito, ela aprende a sustentar quem é, mesmo quando o mundo disser o contrário. A identidade se forma assim: No olhar que diz “eu vejo você”. Na palavra que confirma “você pode tentar”. No gesto que transmite “eu estou ao seu lado”. Nossos filhos estão aprendendo a se ver pelos nossos olhos. E é por isso que precisamos ensiná-los a terem coragem de ser quem Deus os criou para ser.
Teve um dia que a minha filha, a gente ia pra igreja, nós íamos a missa, e ela resolveu colocar todos os laços na cabeça. Todos. Ela ficou parecendo... Vocês lembram do Castelo Atimbú, de Akelete Valdo? O princípio que tiram dois coques aqui, todo cheio de laço, né? E aí, ela foi com todos aqueles laços e eu falei assim, filha, não tá muito assim? Não, mãe, eu tô gostando. Tá bem bonito. Eu falei, olha...
A BENÇÃO E A MALDIÇÃO ESTÃO NOS SEUS LÁBIOS. O que você profetiza hoje? Reclamar do marido, trata-lo friamente, ser dura mas palavras não é a postura de uma mulher que edifica o seu lar. Por hoje, ABENÇOE seu marido! Ele merece essa benção e vocês merecem ser felizes! Se você deseja ser uma mulher sábia que edifica o lar, participe da Masterclass no dia 08.04.24 às 21h (horário de SP) o link para inscrição está na BIO.
O MEU DIAGNÓSTICO DE ESTRESSE Recentemente eu comentei nos meus stories sobre meu diagnóstico de estresse. Em abril de 2024 eu disse “chega”. Eu amava a Deus, servia, orava… mas meu corpo não estava acompanhando minha alma. Vivia no piloto automático, cansada, irritada, sem fôlego para as graças que eu mesma pedia. Doeu admitir: não era só falta de força de vontade — era falta de cuidado. Nesse ano, fui entendendo na pele: hormônios e vitaminas conversam com as nossas emoções. Às vezes aquela irritabilidade que estoura na mãe não é “gênio difícil”… é testosterona baixa. A insônia que vira angústia pode ter nome: falta de progesterona. O desânimo que te faz sentir “fracassada” muitas vezes é anemia, vitamina D ou ferro em baixa. Não é sobre estética. É sobre ser funcional para o propósito de Deus. Seu corpo é templo do Espírito Santo — e templo precisa estar de pé para sustentar o altar. Se isso te toca, dá um passo: exames em dia, sono organizado, alimento de verdade, movimento diário e oração que alinha a rota. Não é vaidade, é responsabilidade espiritual. Se você já cuida da alma, faça o corpo alcançar o mesmo nível. Porque a missão pede presença inteira. 💛 Comenta “vou cuidar do templo” se essa virada também é pra você — e envia pra uma amiga que precisa desse abraço firme.
QUANDO O FARDO PESA, NÃO É FALTA DE TEMPO, É FALTA QUE VOCÊ PERMITA QUEDEUS CAMINHE COM VOCÊ Talvez não seja “rotina agitada demais”. Talvez seja saudade de Deus no seu dia. Você está de um lado do jugo… e do outro não há ninguém.Por isso tudo pesa: casamento, filhos, contas, expectativas, silêncio. Tempo com Deus não é o que sobra; é o que se oferece. Quando Ele entra, não apaga a luta… reparte o peso, acerta o passo, dá direção. O cansaço continua real, mas deixa de ser solidão. Hoje, permita-se um gesto simples e verdadeiro: feche os olhos por um minuto, entregue pelo nome aquilo que dói e diga baixinho: “Jesus, fica comigo.” Com vontade ou sem vontade. Com palavras ou só lágrimas. Ele sabe a língua do seu coração. Você não fracassou… só ficou sozinha por tempo demais. Deixe Jesus ocupar o outro lado do jugo, o fardo fica leve. A alma, aquecida.
Como eu faço para falar com Deus em uma rotina tão agitada? A minha primeira pergunta é, por que a rotina está tão agitada? Por que tanta agitação? Esse é o ponto. Muita gente diz assim, "Ju, eu não consigo falar com Deus porque eu não tenho tempo". E eu gosto de responder, para Deus você faz o tempo. Não é o tempo que te sobra, é o tempo que você faz para Ele.
NÃO FAÇA ACAMPAMENTO. (Se você for campista melhor nem compartilhar, pode ser que alguém queira conhecer esse tal de Acampamento!) @carmelitas.servas @alvaroedaniel @irmazelia @santateresinhanm @alisson_perboni @pefernando_cr @pe._pedro_paulo @padremariosartori @padremarcioalmeida @santoflowpodcast @gutoazevedooficial
Uma dica de amiga, não faça o acampamento. Você corre o sério risco de se apaixonar por Jesus. É possível que indo para o acampamento você volte mais alegre, mais entusiasmado, mais feliz, meio fora da casinha, sabe? Podem dizer inclusive que você virou beato, crente e que não é mais o mesmo.
A IDENTIDADE DOS NOSSOS FILHOS NÃO NASCE PRONTA. Ela vai sendo construída, pouco a pouco, a partir das vozes que ela escuta, das experiências que vive e, principalmente, da forma como é vista por quem a ama. Por isso, na infância, um comentário pode pesar mais do que imaginamos. Uma crítica precipitada, mesmo na melhor das intenções, pode fazer uma criança esconder aquilo que ela estava orgulhosa de mostrar. E é exatamente assim que, aos poucos, muitos vão deixando de confiar no próprio gosto, na própria coragem, na própria alegria. A formação da identidade acontece nesse lugar sensível entre a liberdade de ser e o olhar que confirma. A criança não precisa de um mundo perfeito para crescer segura. Ela precisa de adultos que a acolham enquanto ela ainda está descobrindo quem é. Ela precisa ter a chance de experimentar, errar, exagerar um pouco, rir de si mesma e, acima de tudo, ser guiada com delicadeza — não moldada à força. Como pais, temos a missão de oferecer limites, sim, mas também de preservar a essência. E isso exige atenção, escuta e intenção. Quando a criança mostra algo que ela escolheu, algo que ela criou, algo que ela acredita ser bonito, não está apenas mostrando um laço no cabelo. Ela está mostrando um pedacinho de si. Se toda vez que ela oferece esse pedacinho, ele é rejeitado, corrigido ou ridicularizado, ela aprende a esconder sua espontaneidade. Mas se, ao contrário, ela encontra acolhimento, orientação e respeito, ela aprende a sustentar quem é, mesmo quando o mundo disser o contrário. A identidade se forma assim: No olhar que diz “eu vejo você”. Na palavra que confirma “você pode tentar”. No gesto que transmite “eu estou ao seu lado”. Nossos filhos estão aprendendo a se ver pelos nossos olhos. E é por isso que precisamos ensiná-los a terem coragem de ser quem Deus os criou para ser.
Teve um dia que a minha filha, a gente ia pra igreja, nós íamos a missa, e ela resolveu colocar todos os laços na cabeça. Todos. Ela ficou parecendo... Vocês lembram do Castelo Atimbú, de Akelete Valdo? O princípio que tiram dois coques aqui, todo cheio de laço, né? E aí, ela foi com todos aqueles laços e eu falei assim, filha, não tá muito assim? Não, mãe, eu tô gostando. Tá bem bonito. Eu falei, olha...
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