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Durante o julgamento do caso da boate kiss, o Advogado Dr Jean Severo disse “tiro dado, bugio deitado”, no final das perguntas que fez à depoente Jéssica Montardo Rosado, na manhã do segundo dia de trabalho. O documento que o advogado afirma era um que constava que 204 pessoas afirmaram que a boate fazia show pirotécnico. Jessica, que afirmou não conhecer o documento, assistiu ao início do fogo na boate e conseguiu sair quase ilesa. Só uma costela foi fraturada na queda, dentro da danceteria. A expressão “tiro dado, bugio deitado” é uma frase popular de origem gaúcha, bastante usada no sul do Brasil, especialmente em contextos rurais. Ela carrega um tom de afirmação e conclusão, como quem diz: “o que tinha que ser feito, foi feito”, ou “missão cumprida, agora é só esperar o resultado”. No contexto do julgamento o advogado pode dar a entender que já havia feito todas as perguntas necessárias, que o que precisava ser dito foi dito. Acertou em cheio na pergunta. Siga @judiciariodocaos para mais conteúdos!
Em 1994, O.J. Simpson, ex-jogador de futebol americano e ator, foi acusado do ass4ssin4to de sua ex-esposa, Nicole Brown Simpson, e do amigo dela, Ronald Goldman. Os corpos de ambos foram encontrados na casa de Nicole em Los Angeles, brutalmente esf4qu3ados. A suspeita rapidamente recaiu sobre Simpson devido ao histórico de vi0lência doméstica contra Nicole. A perseguição policial envolvendo Simpson em um Ford Bronco branco foi transmitida ao vivo para todo o país, aumentando o frenesi da mídia. O julgamento, que começou em 1995, ficou conhecido como “O Julgamento do Século”. A defesa de Simpson, composta por advogados famosos como Johnnie Cochran e Robert Shapiro, argumentou que as provas haviam sido adulteradas pela polícia, alegando r4cism0 e má conduta dos investigadores. O momento mais famoso foi quando Simpson tentou colocar uma das luvas ensanguentadas, com a defesa argumentando: “Se não couber, devem absolver”. Em 3 de outubro de 1995, O.J. Simpson foi absolvido das acusações de h*micídi0, uma decisão que dividiu a sociedade americana, com discussões acaloradas sobre questões raciais e o sistema de justiça criminal. Siga @judiciariodocaos para mais conteúdos.
A tragédia que envolveu Adrianna Hutto e sua mãe, Amanda Lewis, é um caso profundamente comovente e trágico. Em 8 de agosto de 2007, em Esto, Flórida, Amanda Lewis fez uma chamada para o serviço de emergência, relatando que encontrara sua filha, Adrianna, de 7 anos, inconsciente na piscina da família. Adrianna foi rapidamente levada ao hospital, mas, infelizmente, foi declarada morta cerca de uma hora depois. Inicialmente tratada como um acidente, a morte logo teve novas revelações quando o meio-irmão de Adrianna, A.J., de 6 anos, contou à polícia que testemunhara sua mãe “afundando” Adrianna na piscina como forma de punição. A.J. relatou que Adrianna havia sido punida por sua mãe depois de borrifar limpa-vidros na TV da sala. Ele descreveu como Amanda arrastou Adrianna até a piscina e segurou sua cabeça debaixo d’água até que ela parasse de se debater. Em 2008, A.J. testemunhou contra sua mãe, resultando na condenação de Amanda Lewis por assassinato de primeiro grau e abuso infantil agravado. Ela recebeu uma sentença de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Amanda Lewis rejeitou um acordo de confissão que teria reduzido sua sentença para 10 anos por homicídio culposo, optando por enfrentar o julgamento. Durante o processo, a defesa argumentou que A.J. não era uma testemunha confiável, citando mudanças em seu relato durante os interrogatórios. No entanto, a acusação apresentou evidências de múltiplas contusões na testa de Adrianna, consistentes com o testemunho de A.J. Apesar das tentativas de apelação, Amanda Lewis não conseguiu reverter sua condenação. Ela permanece detida no Anexo do C.I. de Lowell, no Condado de Marion, Flórida. O caso recebeu ampla atenção nacional e foi destaque em programas de televisão como “True Crime with Aphrodite Jones” na Investigation Discovery e “Killer Women with Piers Morgan”. Siga @judiciariodocaos para mais conteúdos!
Um vídeo que voltou a circular nas redes sociais mostra um homem sendo transportado em um veículo policial enquanto canta, em voz alta, a música “I Feel Good”, de James Brown. Nas imagens, o policial que dirige o carro questiona o motivo da animação do passageiro. Em resposta, o homem afirma que a situação representaria uma espécie de “férias” longe da esposa, o que provoca surpresa e risos no agente. 😅 Siga @judiciariodocaos para mais conteúdos!
A policial precisava de provas que ele estava bêbado para apresentar ao juiz e escolheu algo que ninguém esperava: mandou ele dançar. Nas imagens, o homem aparece visivelmente descoordenado, perdendo o equilíbrio e demonstrando dificuldade motora, e o que era para ser apenas um procedimento policial, vira a cena perfeita! O QUE ACHARAM? 😂 Siga @judiciariodocaos para mais conteúdos!
I want you to step, bump, step, bump, bump, step, bump, step, bump, bump, five, six, seven, eight, step, bump, step, bump, bump, step, bump, step, bump, bump, pot of beret, kick ball change, step, clap. Okay. Five, six, seven, eight.
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