@janleonardi
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📚 Doutor em Psicologia Clínica (USP) 🎓 Fundador e diretor do @instituto.pbe ✍🏻 Colunista do @iqciencia 🏆 Finalista do Prêmio Jabuti 2025
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A MUDANÇA que propomos é um chamado que ecoa por toda a categoria. E hoje, temos a honra de receber o apoio do psicólogo e professor Jan Leonardi (CRP 06/97994). Com 15 anos de experiência, vivendo o cotidiano da clínica e da sala de aula, o professor @janleonardi entende a nossa luta. Como ele bem disse, “não dá mais para aceitar um conselho distante, que não ouve, que não tem ações concretas”. Chega de um CFP que seja apenas um “emissor de notas de repúdio”. A fala dele representa o sentimento de milhares de psicólogas que, assim como nós, acreditam que a mudança é URGENTE. Precisamos de um Conselho que apoie quem vive o dia a dia da profissão. Agradecemos imensamente, Jan, pela confiança! De 23 a 27 de agosto, vamos juntos fazer essa mudança acontecer. Vote 24! Vote Chapa 24 – Muda Psicologia 📅 De 23 a 27 de agosto 🗳 www.eleicoespsicologia.org.br #chapa24 #mudapsicologia #eleiçõescfp2025
Jan Luiz Leonardi possui graduação em Psicologia pela PUC-SP, especialização em Terapia Comportamental pelo Núcleo Paradigma, formação em Terapia Comportamental Dialética pelo Behavioral Tech, mestrado em Psicologia Experimental pela PUC-SP e doutorado em Psicologia Clínica pela USP. Atua há 15 anos como terapeuta, supervisor clínico e mentor de psicólogos. Jan foi reconhecido pelo seu trabalho de excelência diversas vezes, incluindo prêmio de melhor iniciação cientffica na PUC-SP e de melhor monografia de especialização no Núcleo Paradigma. Além disso, sua tese de doutorado, realizada no Instituto de Psicologia da USP, foi aprovada com distinção e louvor. Ao longo de sua trajetória acadêmica, Jan realizou mais de 115 formações complementares e orientou mais de 30 trabalhos científicos, entre trabalhos de conclusão de curso, monografias de especialização, dissertações de mestrado e pós-doutorados. Além disso, Jan é autor de quatro livros e de dezenas de trabalhos científicos Jan também ocupou posições de liderança em associações científicas, sendo vice-presidente da Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental (ABPMC) em 2015-2016 e presidente da Associação Brasileira de Psicologia Baseada em Evidências (ABPBE) em 2022-2023. Além disso, atuou como palestrante em mais de 130 eventos nacionais e internacionais e participou de mais de 40 programas na mídia, incluindo os podcasts Inteligência Ltda, Flow, Os Sócios, Lutz, entre outros. É sócio e diretor acadêmico-científico do InPBE (Instituto de Psicologia Baseada em Evidências), onde é responsável pelo projeto pedagógico da Especialização em Prática Baseada em Evidências em Psicologia Clínica. Além disso, Jan é host do podcast Saúde Mental em Evidência, que tem por objetivo levar ao grande público informações cientificamente embasadas sobre o universo da psicologia da psiquiatria.
Se uma pessoa, em sua vida privada, decide apostar em um tratamento sem comprovação científica, por acreditar nele com base na fé ou em experiências pessoais, essa é uma escolha individual — questionável, talvez, mas legítima no âmbito da autonomia pessoal. Mas quando o assunto é saúde pública, a conversa muda completamente. Dinheiro público não é infinito. Cada real gasto com uma intervenção ineficaz é um real a menos para ações que realmente poderiam salvar vidas, reduzir sofrimento e melhorar a qualidade de vida de milhares de pessoas. Quando o Estado financia tratamentos sem respaldo científico, ele não está apenas desperdiçando recursos — está fazendo uma escolha ética grave: priorizar a crença sobre a evidência, a tradição sobre a eficácia, a ideologia sobre a saúde da população. Saúde pública não pode funcionar na base do “eu acho que funciona” ou do “comigo deu certo”. Ela precisa ser orientada por evidências sólidas, produzidas por métodos confiáveis, que nos permitam saber — com o menor risco de erro possível — o que de fato funciona, para quem funciona, e em que condições funciona. Você já parou para pensar nas consequências de ignorar isso? Quando um gestor público escolhe bancar práticas sem comprovação, ele não está só errando tecnicamente — ele está colocando em risco o cuidado de quem mais precisa. Está validando uma política de saúde baseada em opinião, em vez de evidência. E isso, em um país com filas no SUS, carência de profissionais e subfinanciamento crônico, não é apenas irresponsável. É injusto. Saúde não é lugar para achismo. É lugar para compromisso com aquilo que, comprovadamente, melhora vidas.
Se é legalizado, então tá tudo bem? Em lugares como os Estados Unidos, a liberação das apostas fez o número de apostadores crescer quase dez vezes. E os dados mais recentes mostram que o Brasil está seguindo o mesmo caminho, sem freio. É verdade que a legalização facilita a arrecadação de impostos. Mas a que preço? Estamos trocando receita por dívidas impagáveis, famílias em frangalhos e gente pensando em acabar com a própria vida. Não é só sobre perder dinheiro. É sobre ver o tecido da sociedade se desfazendo, com o aval de quem deveria cuidar dele.
Há formas claras e estruturadas de mensurar fenômenos psicológicos. É possível avaliar níveis de perfeccionismo, impulsividade, medo de engordar, intensidade de ansiedade, padrões de evitação, entre muitos outros processos psicológicos. Isso permite avaliar progresso, ajustar intervenções e tomar decisões clínicas com mais segurança e precisão.
um mito na psicologia que é assim, não, mas como a psicologia lida com a subjetividade não é mensurável. Isso não é besteira, porque toda área do conhecimento na saúde depende de mensurar coisas subjetivas. Por exemplo, a fisioterapia, quase tudo na fisioterapia gira em torno de mensurar dor. E ninguém observa a dor, dor é subjetivo, o paciente relata a dor.
A MUDANÇA que propomos é um chamado que ecoa por toda a categoria. E hoje, temos a honra de receber o apoio do psicólogo e professor Jan Leonardi (CRP 06/97994). Com 15 anos de experiência, vivendo o cotidiano da clínica e da sala de aula, o professor @janleonardi entende a nossa luta. Como ele bem disse, “não dá mais para aceitar um conselho distante, que não ouve, que não tem ações concretas”. Chega de um CFP que seja apenas um “emissor de notas de repúdio”. A fala dele representa o sentimento de milhares de psicólogas que, assim como nós, acreditam que a mudança é URGENTE. Precisamos de um Conselho que apoie quem vive o dia a dia da profissão. Agradecemos imensamente, Jan, pela confiança! De 23 a 27 de agosto, vamos juntos fazer essa mudança acontecer. Vote 24! Vote Chapa 24 – Muda Psicologia 📅 De 23 a 27 de agosto 🗳 www.eleicoespsicologia.org.br #chapa24 #mudapsicologia #eleiçõescfp2025
Jan Luiz Leonardi possui graduação em Psicologia pela PUC-SP, especialização em Terapia Comportamental pelo Núcleo Paradigma, formação em Terapia Comportamental Dialética pelo Behavioral Tech, mestrado em Psicologia Experimental pela PUC-SP e doutorado em Psicologia Clínica pela USP. Atua há 15 anos como terapeuta, supervisor clínico e mentor de psicólogos. Jan foi reconhecido pelo seu trabalho de excelência diversas vezes, incluindo prêmio de melhor iniciação cientffica na PUC-SP e de melhor monografia de especialização no Núcleo Paradigma. Além disso, sua tese de doutorado, realizada no Instituto de Psicologia da USP, foi aprovada com distinção e louvor. Ao longo de sua trajetória acadêmica, Jan realizou mais de 115 formações complementares e orientou mais de 30 trabalhos científicos, entre trabalhos de conclusão de curso, monografias de especialização, dissertações de mestrado e pós-doutorados. Além disso, Jan é autor de quatro livros e de dezenas de trabalhos científicos Jan também ocupou posições de liderança em associações científicas, sendo vice-presidente da Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental (ABPMC) em 2015-2016 e presidente da Associação Brasileira de Psicologia Baseada em Evidências (ABPBE) em 2022-2023. Além disso, atuou como palestrante em mais de 130 eventos nacionais e internacionais e participou de mais de 40 programas na mídia, incluindo os podcasts Inteligência Ltda, Flow, Os Sócios, Lutz, entre outros. É sócio e diretor acadêmico-científico do InPBE (Instituto de Psicologia Baseada em Evidências), onde é responsável pelo projeto pedagógico da Especialização em Prática Baseada em Evidências em Psicologia Clínica. Além disso, Jan é host do podcast Saúde Mental em Evidência, que tem por objetivo levar ao grande público informações cientificamente embasadas sobre o universo da psicologia da psiquiatria.
Se uma pessoa, em sua vida privada, decide apostar em um tratamento sem comprovação científica, por acreditar nele com base na fé ou em experiências pessoais, essa é uma escolha individual — questionável, talvez, mas legítima no âmbito da autonomia pessoal. Mas quando o assunto é saúde pública, a conversa muda completamente. Dinheiro público não é infinito. Cada real gasto com uma intervenção ineficaz é um real a menos para ações que realmente poderiam salvar vidas, reduzir sofrimento e melhorar a qualidade de vida de milhares de pessoas. Quando o Estado financia tratamentos sem respaldo científico, ele não está apenas desperdiçando recursos — está fazendo uma escolha ética grave: priorizar a crença sobre a evidência, a tradição sobre a eficácia, a ideologia sobre a saúde da população. Saúde pública não pode funcionar na base do “eu acho que funciona” ou do “comigo deu certo”. Ela precisa ser orientada por evidências sólidas, produzidas por métodos confiáveis, que nos permitam saber — com o menor risco de erro possível — o que de fato funciona, para quem funciona, e em que condições funciona. Você já parou para pensar nas consequências de ignorar isso? Quando um gestor público escolhe bancar práticas sem comprovação, ele não está só errando tecnicamente — ele está colocando em risco o cuidado de quem mais precisa. Está validando uma política de saúde baseada em opinião, em vez de evidência. E isso, em um país com filas no SUS, carência de profissionais e subfinanciamento crônico, não é apenas irresponsável. É injusto. Saúde não é lugar para achismo. É lugar para compromisso com aquilo que, comprovadamente, melhora vidas.
Se é legalizado, então tá tudo bem? Em lugares como os Estados Unidos, a liberação das apostas fez o número de apostadores crescer quase dez vezes. E os dados mais recentes mostram que o Brasil está seguindo o mesmo caminho, sem freio. É verdade que a legalização facilita a arrecadação de impostos. Mas a que preço? Estamos trocando receita por dívidas impagáveis, famílias em frangalhos e gente pensando em acabar com a própria vida. Não é só sobre perder dinheiro. É sobre ver o tecido da sociedade se desfazendo, com o aval de quem deveria cuidar dele.
Há formas claras e estruturadas de mensurar fenômenos psicológicos. É possível avaliar níveis de perfeccionismo, impulsividade, medo de engordar, intensidade de ansiedade, padrões de evitação, entre muitos outros processos psicológicos. Isso permite avaliar progresso, ajustar intervenções e tomar decisões clínicas com mais segurança e precisão.
um mito na psicologia que é assim, não, mas como a psicologia lida com a subjetividade não é mensurável. Isso não é besteira, porque toda área do conhecimento na saúde depende de mensurar coisas subjetivas. Por exemplo, a fisioterapia, quase tudo na fisioterapia gira em torno de mensurar dor. E ninguém observa a dor, dor é subjetivo, o paciente relata a dor.
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