@gatacanhota
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💜 Coração, código e consciência. 📖 Deus é o Algoritmo 👩🏫 CEES — onde o futuro aprende a sonhar. ⚙️ Hackeando a realidade com propósito.
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Quando a extrema-direita descobre os direitos humanos Há algo profundamente revelador nas falas recentes de Michelle Bolsonaro e dos filhos de Jair Bolsonaro. De repente, o vocabulário mudou. Agora existem: • “condições desumanas” • “preocupação com a saúde” • “violação de direitos” • “tratamento injusto pelo Estado” O mesmo grupo político que passou anos ridicularizando direitos humanos agora os invoca como escudo. Isso não é contradição moral. É estratégia tardia. ⸻ O roteiro da vitimização é antigo — e previsível Quando líderes autoritários perdem o controle do poder institucional, recorrem ao mesmo movimento: 1. deslocam o foco do crime para o corpo 2. substituem responsabilidade por sofrimento 3. tentam transformar punição em perseguição Não se discute mais o que foi feito. Discute-se “como ele está sendo tratado”. É o velho truque: 👉 se o agressor vira vítima, o sistema vira vilão. ⸻ Direitos humanos não são plano de saúde individual Direitos humanos não existem para blindar projetos autoritários quando eles fracassam. Eles existem para proteger pessoas do abuso do poder, não para proteger o poder quando ele responde por seus atos. Jair Bolsonaro nunca defendeu: • presos comuns • pessoas doentes no sistema prisional • vítimas de tortura • populações vulneráveis Ao contrário: desprezou, debochou e incentivou a violência institucional. Invocar agora os direitos humanos não é conversão ética. É uso instrumental. ⸻ O corpo como último recurso político Quando não há mais narrativa, usa-se o corpo. Quando não há mais base, usa-se a doença. Quando não há mais legitimidade, usa-se a piedade. Esse movimento não fala sobre saúde. Fala sobre desespero político. Porque sistemas autoritários não sabem operar sem exceção. E quando a exceção acaba, eles chamam isso de perseguição. ⸻ Não é vingança. É consequência.
A mídia adora pintar o patrão de coitado. O “herói” que “arrisca tudo”, “investe seu próprio dinheiro” e “gera empregos”. Mas o que eles não contam é que quem produz a riqueza é o trabalhador. Quem carrega o sistema nas costas é quem tem carteira assinada, ou nem isso. O patrão lucra até quando a empresa tá “em crise”. E o trabalhador? Paga até quando falta. Agora querem empurrar goela abaixo o fim da folga semanal obrigatória. Querem legalizar que o trabalhador passe 7, 10, 15 dias sem folgar. Estão chamando isso de “flexibilização”. Mas sabemos o nome verdadeiro: escravidão disfarçada de modernidade. Enquanto isso, o pior Congresso da história negocia direitos como se fossem mercadoria. Gente que nunca suou em chão de fábrica decidindo que pobre pode trabalhar sem descanso. A escravidão foi abolida no papel. Mas no Brasil, ela volta a cada votação. Malcolm X já dizia: “A mídia é a entidade mais poderosa do planeta. Ela tem o poder de fazer o inocente parecer culpado e o culpado parecer inocente. E esse é o poder. Porque ela controla a mente das massas.” Eles te fazem acreditar que o patrão é o mocinho. Que o trabalhador é ingrato. E que o descanso é luxo. Mas a verdade é que, se você precisa de leis pra permitir descanso, é porque a exploração já virou regra. Não caia na narrativa. Quem sustenta o Brasil não é o patrão. É o povo.
Prejuízo não só para o trabalhador, para o patrão, para todo mundo. Patrão? Se prejuízo o patrão tem, a gente falta quem vai descontar da gente, não dele. O prejuízo é nosso, né?
Bolsonaro não explicou as acusações de Ciro Gomes. Então é verdade. Vendeu uma carteira R$ 3,3 Bi por R$ 300 Mi para o BTG. Vendeu a refinaria Landulpho pela metade do preço para o Emirados Árabes. Vendeu os gasodutos e oleodutos e entregou um contrato de aluguel. Aí tem. 🤫 Tem joias? Tem
Me acusam de ser corrupto, mas não dizem da onde foi tirado esse dinheiro para a corrupção. Agora digo o que eu estou dizendo. Bolsonaro, olha aqui para você. Você vendeu a carteira de crédito de 3 bilhões e 300 milhões de reais do Banco do Brasil por 300 e poucos milhões por BTG. Aí tem.
DIVIRTAM-SE! 👉🏽 Segue a gente aqui! @romulobdias_ @lazarorosa @gatacanhota @kriskacarvalho @boraconversarpolitica #viral
Vocês acham que o meu chefe, o presidente Trump, né, eu tô me colocando no lugar da autoridade americana, que nosso aliado, ele é muito forte, o Trump não vai regoar a decisão das tarifas que foi do presidente Trump, com o nosso total e integral apoio, após ela ter sido decidida por ele, e nós continuaremos apoiado e são. O Trump tá colocando um remédio à arma, mas é o único remédio capaz de revertir
Agora, em ano eleitoral e pré-candidato, diz que é da igreja e que Carnaval é coisa do “Demo”. 🤣
Olha quem tá aqui em frente aonde eu estou na sapuca aí galera, Flávio Rachadinha, defensor da moral dos bons costumes só pra trouxa acreditar porque gosta muito de um vapeira lá ó, ninguém sabe o que tem dentro desse vapeiro né, gosta muito aí curtindo samba da grangueira
Quando a extrema-direita descobre os direitos humanos Há algo profundamente revelador nas falas recentes de Michelle Bolsonaro e dos filhos de Jair Bolsonaro. De repente, o vocabulário mudou. Agora existem: • “condições desumanas” • “preocupação com a saúde” • “violação de direitos” • “tratamento injusto pelo Estado” O mesmo grupo político que passou anos ridicularizando direitos humanos agora os invoca como escudo. Isso não é contradição moral. É estratégia tardia. ⸻ O roteiro da vitimização é antigo — e previsível Quando líderes autoritários perdem o controle do poder institucional, recorrem ao mesmo movimento: 1. deslocam o foco do crime para o corpo 2. substituem responsabilidade por sofrimento 3. tentam transformar punição em perseguição Não se discute mais o que foi feito. Discute-se “como ele está sendo tratado”. É o velho truque: 👉 se o agressor vira vítima, o sistema vira vilão. ⸻ Direitos humanos não são plano de saúde individual Direitos humanos não existem para blindar projetos autoritários quando eles fracassam. Eles existem para proteger pessoas do abuso do poder, não para proteger o poder quando ele responde por seus atos. Jair Bolsonaro nunca defendeu: • presos comuns • pessoas doentes no sistema prisional • vítimas de tortura • populações vulneráveis Ao contrário: desprezou, debochou e incentivou a violência institucional. Invocar agora os direitos humanos não é conversão ética. É uso instrumental. ⸻ O corpo como último recurso político Quando não há mais narrativa, usa-se o corpo. Quando não há mais base, usa-se a doença. Quando não há mais legitimidade, usa-se a piedade. Esse movimento não fala sobre saúde. Fala sobre desespero político. Porque sistemas autoritários não sabem operar sem exceção. E quando a exceção acaba, eles chamam isso de perseguição. ⸻ Não é vingança. É consequência.
A mídia adora pintar o patrão de coitado. O “herói” que “arrisca tudo”, “investe seu próprio dinheiro” e “gera empregos”. Mas o que eles não contam é que quem produz a riqueza é o trabalhador. Quem carrega o sistema nas costas é quem tem carteira assinada, ou nem isso. O patrão lucra até quando a empresa tá “em crise”. E o trabalhador? Paga até quando falta. Agora querem empurrar goela abaixo o fim da folga semanal obrigatória. Querem legalizar que o trabalhador passe 7, 10, 15 dias sem folgar. Estão chamando isso de “flexibilização”. Mas sabemos o nome verdadeiro: escravidão disfarçada de modernidade. Enquanto isso, o pior Congresso da história negocia direitos como se fossem mercadoria. Gente que nunca suou em chão de fábrica decidindo que pobre pode trabalhar sem descanso. A escravidão foi abolida no papel. Mas no Brasil, ela volta a cada votação. Malcolm X já dizia: “A mídia é a entidade mais poderosa do planeta. Ela tem o poder de fazer o inocente parecer culpado e o culpado parecer inocente. E esse é o poder. Porque ela controla a mente das massas.” Eles te fazem acreditar que o patrão é o mocinho. Que o trabalhador é ingrato. E que o descanso é luxo. Mas a verdade é que, se você precisa de leis pra permitir descanso, é porque a exploração já virou regra. Não caia na narrativa. Quem sustenta o Brasil não é o patrão. É o povo.
Prejuízo não só para o trabalhador, para o patrão, para todo mundo. Patrão? Se prejuízo o patrão tem, a gente falta quem vai descontar da gente, não dele. O prejuízo é nosso, né?
Bolsonaro não explicou as acusações de Ciro Gomes. Então é verdade. Vendeu uma carteira R$ 3,3 Bi por R$ 300 Mi para o BTG. Vendeu a refinaria Landulpho pela metade do preço para o Emirados Árabes. Vendeu os gasodutos e oleodutos e entregou um contrato de aluguel. Aí tem. 🤫 Tem joias? Tem
Me acusam de ser corrupto, mas não dizem da onde foi tirado esse dinheiro para a corrupção. Agora digo o que eu estou dizendo. Bolsonaro, olha aqui para você. Você vendeu a carteira de crédito de 3 bilhões e 300 milhões de reais do Banco do Brasil por 300 e poucos milhões por BTG. Aí tem.
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Vocês acham que o meu chefe, o presidente Trump, né, eu tô me colocando no lugar da autoridade americana, que nosso aliado, ele é muito forte, o Trump não vai regoar a decisão das tarifas que foi do presidente Trump, com o nosso total e integral apoio, após ela ter sido decidida por ele, e nós continuaremos apoiado e são. O Trump tá colocando um remédio à arma, mas é o único remédio capaz de revertir
Agora, em ano eleitoral e pré-candidato, diz que é da igreja e que Carnaval é coisa do “Demo”. 🤣
Olha quem tá aqui em frente aonde eu estou na sapuca aí galera, Flávio Rachadinha, defensor da moral dos bons costumes só pra trouxa acreditar porque gosta muito de um vapeira lá ó, ninguém sabe o que tem dentro desse vapeiro né, gosta muito aí curtindo samba da grangueira
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