@eumayduchini
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Formando Mulheres fortes. Autora do livro Geração que não Sofre Meu Seminário, Livro e Cursos ↓
Não é curioso como a gente deseja ser para o mundo exatamente aquilo que nos faltou? Como, sem perceber, da nossa própria dor brota uma promessa silenciosa de fazer diferente? De evitar no outro aquilo que um dia doeu em nós? Quando alguém me pergunta por que entrei na faculdade depois de já ter uma vida confortável, estabilidade financeira, dois filhos pequenos, casa, rotina intensa e quase nenhuma rede de apoio… eu geralmente respondo com algo leve, superficial. Mas dentro de mim, a resposta arde com clareza. Eu entrei porque prometi àquela menina de 10 anos que ficava sentada no corredor, esperando a psicóloga chamá-la, que outras pessoas seriam verdadeiramente olhadas um dia. Prometi à May adolescente — que teve que parar de estudar aos 16 para trabalhar, que concluiu o ensino médio anos depois, mas que sempre amou passar horas mergulhada nos livros — que ela retomaria aquele sonho com honra. Prometi à May de 21 anos — que teve seu primeiro filho e precisou se mudar para a Inglaterra em busca de uma vida digna — que eu lhe devolveria o que lhe era próprio: dignidade intelectual, amor pelo saber, e tempo para florescer. Eu amadureci cedo. Aos 16, já fazia escolhas que não deveriam estar nos ombros de uma adolescente. Casei, tive filhos, construí uma comunidade, alcancei estabilidade… e depois de anos nadando contra correntezas invisíveis, de braçadas fortes e solitárias, eu decidi: agora é hora de contemplar o mar. Talvez você que está lendo isso ainda esteja na fase da travessia — nadando com esforço, ajustando o fôlego, abrindo espaço na vida a golpes de escolha. E está tudo bem. Há momentos em que correr atrás da vida é o ato mais maduro que podemos fazer. Tempo, descanso e liberdade emocional são privilégios construídos, não direitos imediatos. Mas quando chegar o dia de se sentar no deck… não se esqueça das promessas que você fez àquela versão sua que só precisava de alguém que dissesse: “agora é você.” Não se traia no momento em que finalmente pode se cumprir.
Até quando você vai continuar passando adiante os traumas que te feriram? Até quando vai repetir padrões como se fosse obrigação herdar a dor? Até quando vai agir como a sua mãe ferida, o seu pai ausente, ou como quem um dia te machucou? Até quando vai se esconder atrás da versão imatura de si mesma, presa na idade em que tudo aconteceu? Você não é mais aquela criança. Você já sabe o que doeu. Já reconhece o que falta. Já entendeu o que te paralisou. Agora falta só uma coisa: Escolher não perpetuar. Romper com a cadeia é escolha de gente grande. E a cura não começa quando dói menos — começa quando você decide parar de doer nos outros o que ainda não curou em si. Quebre o ciclo.
Troque o moralismo e essa busca por perfeição, pelo fortalecimento das suas VERDADES e CONVICÇÕES. Trecho da aula #001 O Rito de Passagem - do Seminário Ordem & Vontade! ⚜️ Comente SOV e entre para essa mesa de profundidade e convicção!👇
Algumas mulheres precisaram amadurecer antes do tempo. Foram forjadas na dor, na falta, nos traumas que ninguém viu. Tiveram que aprender sozinhas o que outras tiveram quem ensinasse. E é por isso que hoje carregam a marca da força. Porque no lugar onde poderia ter nascido vitimismo… nasceu convicção. Se você se vê como essa mulher diferente. E sabe que é hora de ter ainda mais clareza e força pra quebrar o ciclo… Comente SOV e entre nessa nova era.⚜️ Créditos @diariasdogui
Estamos começando uma nova era de mulheres que quebram ciclos, sustentam convicções e formam uma nova geração com clareza, direção e propósito.⚜️ A live de abertura do Seminário Ordem & Vontade acontece no dia 30 de junho, às 07h10 da manhã. Comente Aguardada para se inscrever gratuitamente ou toque no Link na bio!🔥
Não é curioso como a gente deseja ser para o mundo exatamente aquilo que nos faltou? Como, sem perceber, da nossa própria dor brota uma promessa silenciosa de fazer diferente? De evitar no outro aquilo que um dia doeu em nós? Quando alguém me pergunta por que entrei na faculdade depois de já ter uma vida confortável, estabilidade financeira, dois filhos pequenos, casa, rotina intensa e quase nenhuma rede de apoio… eu geralmente respondo com algo leve, superficial. Mas dentro de mim, a resposta arde com clareza. Eu entrei porque prometi àquela menina de 10 anos que ficava sentada no corredor, esperando a psicóloga chamá-la, que outras pessoas seriam verdadeiramente olhadas um dia. Prometi à May adolescente — que teve que parar de estudar aos 16 para trabalhar, que concluiu o ensino médio anos depois, mas que sempre amou passar horas mergulhada nos livros — que ela retomaria aquele sonho com honra. Prometi à May de 21 anos — que teve seu primeiro filho e precisou se mudar para a Inglaterra em busca de uma vida digna — que eu lhe devolveria o que lhe era próprio: dignidade intelectual, amor pelo saber, e tempo para florescer. Eu amadureci cedo. Aos 16, já fazia escolhas que não deveriam estar nos ombros de uma adolescente. Casei, tive filhos, construí uma comunidade, alcancei estabilidade… e depois de anos nadando contra correntezas invisíveis, de braçadas fortes e solitárias, eu decidi: agora é hora de contemplar o mar. Talvez você que está lendo isso ainda esteja na fase da travessia — nadando com esforço, ajustando o fôlego, abrindo espaço na vida a golpes de escolha. E está tudo bem. Há momentos em que correr atrás da vida é o ato mais maduro que podemos fazer. Tempo, descanso e liberdade emocional são privilégios construídos, não direitos imediatos. Mas quando chegar o dia de se sentar no deck… não se esqueça das promessas que você fez àquela versão sua que só precisava de alguém que dissesse: “agora é você.” Não se traia no momento em que finalmente pode se cumprir.
Até quando você vai continuar passando adiante os traumas que te feriram? Até quando vai repetir padrões como se fosse obrigação herdar a dor? Até quando vai agir como a sua mãe ferida, o seu pai ausente, ou como quem um dia te machucou? Até quando vai se esconder atrás da versão imatura de si mesma, presa na idade em que tudo aconteceu? Você não é mais aquela criança. Você já sabe o que doeu. Já reconhece o que falta. Já entendeu o que te paralisou. Agora falta só uma coisa: Escolher não perpetuar. Romper com a cadeia é escolha de gente grande. E a cura não começa quando dói menos — começa quando você decide parar de doer nos outros o que ainda não curou em si. Quebre o ciclo.
Troque o moralismo e essa busca por perfeição, pelo fortalecimento das suas VERDADES e CONVICÇÕES. Trecho da aula #001 O Rito de Passagem - do Seminário Ordem & Vontade! ⚜️ Comente SOV e entre para essa mesa de profundidade e convicção!👇
Algumas mulheres precisaram amadurecer antes do tempo. Foram forjadas na dor, na falta, nos traumas que ninguém viu. Tiveram que aprender sozinhas o que outras tiveram quem ensinasse. E é por isso que hoje carregam a marca da força. Porque no lugar onde poderia ter nascido vitimismo… nasceu convicção. Se você se vê como essa mulher diferente. E sabe que é hora de ter ainda mais clareza e força pra quebrar o ciclo… Comente SOV e entre nessa nova era.⚜️ Créditos @diariasdogui
Estamos começando uma nova era de mulheres que quebram ciclos, sustentam convicções e formam uma nova geração com clareza, direção e propósito.⚜️ A live de abertura do Seminário Ordem & Vontade acontece no dia 30 de junho, às 07h10 da manhã. Comente Aguardada para se inscrever gratuitamente ou toque no Link na bio!🔥
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