@dralumascarenhas
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Como Ensinar a Criança a Comer Bem Sem Forçar A alimentação infantil pode ser um desafio para muitas famílias. Porém, é fundamental entender que comer não deve ser uma batalha, mas uma experiência de descoberta, prazer e conexão. Forçar a criança a comer costuma gerar rejeição e ansiedade. Em vez disso, é possível ensinar bons hábitos de forma leve e respeitosa. 1. Dê o exemplo Crianças imitam os adultos. Se elas veem os pais comendo frutas, saladas e legumes com naturalidade, a chance de aceitarem aumenta muito. 2. Ofereça variedade e repetição Nem sempre a criança aceita um alimento de primeira. Apresente novamente em outros dias, de formas diferentes, sem pressão. A repetição ensina o paladar. 3. Respeite a saciedade Deixe que a criança decida a quantidade. Forçar “só mais uma colherada” quebra a autorregulação natural da fome e da saciedade. 4. Transforme em experiência positiva Permita que a criança participe do preparo: lavar legumes, misturar ingredientes ou até escolher uma fruta no mercado. O envolvimento gera curiosidade e aceitação. 5. Ambiente tranquilo é essencial A refeição deve ser um momento de presença, em família, sem brigas nem chantagens. 6. Apresente os alimentos de forma lúdica Brinque com cores e formatos no prato, conte histórias ou use cortadores divertidos. Isso ajuda a tornar a refeição mais atrativa. Ensinar a criança a comer bem não é impor, mas guiar com paciência, exemplo e amor. Quando a refeição é vivida como um momento leve, a criança aprende a confiar nos próprios sinais e a construir uma relação saudável com a comida para toda a vida. Créditos: tanyaclose.dpt Referências: Savage JS, Fisher JO, Birch LL. Parental influence on eating behavior. J Law Med Ethics. 2007;35(1):22-34. PMID: 17341215 Daniels LA. Feeding practices and parenting. Ann Nutr Metab. 2019;74(Suppl 2):29-42. PMID: 30974057 Yee AZ, Lwin MO, Ho SS. Parental influences on children’s eating behavior. Appetite. 2017;123:146-155. PMID: 28919212 #crianca #alimentaçãosaudavel #mae #saude #naturopatia
Link na Bio. Usando CUPOMDRALU você ganha 10% de desconto! Parasitas intestinais: o fator oculto por trás de vários sintomas Você desparasita seu pet, mas quase nunca investiga a si mesmo. Infecções por parasitas intestinais ainda são altamente prevalentes e costumam gerar sintomas inespecíficos: cansaço persistente, distensão abdominal, gases frequentes, ferritina baixa, compulsão por doces, irritabilidade e queda de cabelo. Esses organismos competem por nutrientes e lesionam a mucosa intestinal, prejudicando a absorção de ferro e vitaminas, além de favorecer inflamação crônica de baixo grau. Estudos demonstram associação entre vermese parasitas, anemia e prejuízo nutricional, especialmente em quadros crônicos não diagnosticados. Quando há fadiga resistente, anemia sem causa clara e sintomas intestinais recorrentes, investigar parasitas pode ser um passo estratégico dentro de uma abordagem integrativa. Na naturopatia, tratamos a raiz do problema. Se você suspeita de desequilíbrio intestinal, conheça nosso protocolo com Kit de Desparasitação Natural e faça esse processo de forma orientada e segura. Link na Bio. Usando CUPOMDRALU você ganha 10% de desconto! Referências científicas: Jourdan PM et al. Soil-transmitted helminth infections. Lancet Gastroenterol Hepatol. 2018;3(9):701–711. Pullan RL, Brooker SJ. The global limits and population at risk of soil-transmitted helminth infections. Parasit Vectors. 2012;5:81. #parasitas #verme #desparasitação #saude #medicina
As salsichas causam câncer. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio de sua Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), classificou as carnes processadas, incluindo a salsicha, no Grupo 1 de substâncias carcinogênicas para humanos, o mesmo grupo do tabaco e do amianto. (estudos ao final). Ademais, ao cozinhar salsichas, é comum ver pequenas estruturas se movendo na água ou na gordura quente, parecendo “larvinhas” ou vermes e, ainda que não sejam, as consequências são parecidas. A carne usada em salsichas pode vir de animais cujos músculos abrigavam parasitas antes do abate, como larvas de Trichinella spiralis. O processamento térmico destrói esses parasitas vivos, mas fragmentos do tecido muscular e resíduos celulares permanecem na massa da salsicha. Mesmo mortos, esses tecidos apresentam problemas para a saúde: -Proteínas degradadas e produtos de oxidação: aumentam estresse oxidativo, inflamação e risco de doenças crônicas. -Resíduos celulares de inflamação: estimulam respostas inflamatórias, favorecendo doenças cardiovasculares, metabólicas e digestivas. -Risco microbiológico inicial: antes do cozimento, tecidos podem abrigar bactérias e fungos e o ultraprocessamento e armazenamento inadequado aumentam a contaminação residual. Além disso, o risco das salsichas vem de outros fatores da composição: 1. Carne de baixa qualidade: aparas e recortes de animais infectados podem carregar proteínas degradadas e marcadores inflamatórios. 2. Aditivos químicos: nitritos e nitratos podem formar N‑nitrosaminas, compostos carcinogênicos. 3. Processamento industrial: ultraprocessamento e mistura de resíduos aumentam inflamação, desregulação metabólica e risco de câncer colorretal. Salsichas são, literalmente, "comida lixo". Referências: - PMC3108955 - PMID: 26514947 - PMID: 31694233 - PMID: 37984839 #salsicha #alimento #ultraprocessados #comidalixo #comidaindustrializada #inflamação #saude #medicina #saúde #naturopatia
Esse vídeo salvará vidas! Compartilhe! Os perigos da chupeta: risco de engasgo em bebês Muita gente não imagina, mas até a chupeta, vista por muitos pais como um acessório inofensivo, pode representar um risco sério para o bebê. O maior perigo é o engasgo, que pode acontecer quando a chupeta não tem o tamanho adequado ou quando sua base é pequena demais. Por segurança, toda chupeta deve ter um escudo (a parte externa) maior do que a boca do bebê, pois sso impedirá que ela seja sugada por inteiro e fique presa na cavidade oral, o que poderia causar sufocamento. Além disso, o material deve ser resistente e livre de rachaduras, já que pedaços soltos também oferecem risco de asfixia. Por isso, a recomendação é sempre escolher chupetas que sigam normas de segurança como as determinadas pelo Inmetro e pela Anvisa no Brasil ou pela European Safety Standard (EN 1400) na Europa. A chupeta pode até acalmar, mas quando usada sem os cuidados certos, pode se transformar em um perigo silencioso! Créditos: @guia_maemoderna #bebes #chupeta #cuidado #maes #saude #pediatria #medicina
CLORO GERADO A PARTIR DO SAL: ALTERNATIVA MUITO MAIS SAUDÁVEL! 1.O que acontece na cloração salina? O sistema usa sal (cloreto de sódio) dissolvido na água e um gerador de cloro que, por eletrólise, transforma o sal em hipoclorito de sódio, que age como desinfetante, mantendo uma água sempre limpa e livre de algas e micro-organismos. Após atuar na desinfecção, o cloro se reconverte em sal, criando um ciclo contínuo dentro do sistema. 2. Diferença: o cloro tradicional contém estabilizadores e subprodutos que podem ser mais irritantes, já a cloração salina gera um cloro mais suave, com menos compostos secundários, reduzido o risco de perigo. 3. Benefícios: - Mais seguro para pele, olhos e cabelo: a água tratada com cloração salina tem um efeito mais suave na pele e nos olhos, além de reduzir a sensação de ressecamento na pele e ainda evita o desbotamento dos cabelos tingidos. - Menos cheiro e gosto de cloro: o cloro produzido por eletrólise libera menos cloraminas e a água da piscina fica sem aquele cheiro químico intenso e sem sabor perturbador. - Conforto e experiência mais agradável: a concentração de sal é baixa, semelhante à de uma lágrima, tornando a água mais, sem ressecamento típico do cloro convencional. - Menos necessidade de manutenção: o sistema gera cloro automaticamente conforme necessário, evitando a necessidade de adição regular de produtos químicos. - Sustentabilidade e economia: usar o sal, que é um recurso natural e acessível, reduz a dependência de produtos químicos e, a longo prazo, pode reduzir custos com a compra de cloro, pois o sal é super barato e o sistema gera o desinfetante continuamente. - Redução de subprodutos relevantes: minimiza a formação de cloraminas, que são compostos que podem causar efeitos respiratórios e alergias. *As informações aqui apresentadas são baseadas em estudos, mas não substituem a orientação de um profissional de saúde, bem como não devem ser utilizadas por gestantes, lactantes, crianças, alérgicos ou se forem contraindicados no seu caso pessoal. #naturopatia #medicinanatural #nutricao #saude #cloro #alergia #problemasrespiratórios #asma #rinite #bronquite
Coloca o sal na piscina, isso mesmo, é possível gerar cloro através do sal e tratar a piscina de forma saudável. Esse processo é chamado de cloração salina, para isso sua piscina precisa ter um gerador de cloro por eletróleo, o cloro
Como Ensinar a Criança a Comer Bem Sem Forçar A alimentação infantil pode ser um desafio para muitas famílias. Porém, é fundamental entender que comer não deve ser uma batalha, mas uma experiência de descoberta, prazer e conexão. Forçar a criança a comer costuma gerar rejeição e ansiedade. Em vez disso, é possível ensinar bons hábitos de forma leve e respeitosa. 1. Dê o exemplo Crianças imitam os adultos. Se elas veem os pais comendo frutas, saladas e legumes com naturalidade, a chance de aceitarem aumenta muito. 2. Ofereça variedade e repetição Nem sempre a criança aceita um alimento de primeira. Apresente novamente em outros dias, de formas diferentes, sem pressão. A repetição ensina o paladar. 3. Respeite a saciedade Deixe que a criança decida a quantidade. Forçar “só mais uma colherada” quebra a autorregulação natural da fome e da saciedade. 4. Transforme em experiência positiva Permita que a criança participe do preparo: lavar legumes, misturar ingredientes ou até escolher uma fruta no mercado. O envolvimento gera curiosidade e aceitação. 5. Ambiente tranquilo é essencial A refeição deve ser um momento de presença, em família, sem brigas nem chantagens. 6. Apresente os alimentos de forma lúdica Brinque com cores e formatos no prato, conte histórias ou use cortadores divertidos. Isso ajuda a tornar a refeição mais atrativa. Ensinar a criança a comer bem não é impor, mas guiar com paciência, exemplo e amor. Quando a refeição é vivida como um momento leve, a criança aprende a confiar nos próprios sinais e a construir uma relação saudável com a comida para toda a vida. Créditos: tanyaclose.dpt Referências: Savage JS, Fisher JO, Birch LL. Parental influence on eating behavior. J Law Med Ethics. 2007;35(1):22-34. PMID: 17341215 Daniels LA. Feeding practices and parenting. Ann Nutr Metab. 2019;74(Suppl 2):29-42. PMID: 30974057 Yee AZ, Lwin MO, Ho SS. Parental influences on children’s eating behavior. Appetite. 2017;123:146-155. PMID: 28919212 #crianca #alimentaçãosaudavel #mae #saude #naturopatia
Link na Bio. Usando CUPOMDRALU você ganha 10% de desconto! Parasitas intestinais: o fator oculto por trás de vários sintomas Você desparasita seu pet, mas quase nunca investiga a si mesmo. Infecções por parasitas intestinais ainda são altamente prevalentes e costumam gerar sintomas inespecíficos: cansaço persistente, distensão abdominal, gases frequentes, ferritina baixa, compulsão por doces, irritabilidade e queda de cabelo. Esses organismos competem por nutrientes e lesionam a mucosa intestinal, prejudicando a absorção de ferro e vitaminas, além de favorecer inflamação crônica de baixo grau. Estudos demonstram associação entre vermese parasitas, anemia e prejuízo nutricional, especialmente em quadros crônicos não diagnosticados. Quando há fadiga resistente, anemia sem causa clara e sintomas intestinais recorrentes, investigar parasitas pode ser um passo estratégico dentro de uma abordagem integrativa. Na naturopatia, tratamos a raiz do problema. Se você suspeita de desequilíbrio intestinal, conheça nosso protocolo com Kit de Desparasitação Natural e faça esse processo de forma orientada e segura. Link na Bio. Usando CUPOMDRALU você ganha 10% de desconto! Referências científicas: Jourdan PM et al. Soil-transmitted helminth infections. Lancet Gastroenterol Hepatol. 2018;3(9):701–711. Pullan RL, Brooker SJ. The global limits and population at risk of soil-transmitted helminth infections. Parasit Vectors. 2012;5:81. #parasitas #verme #desparasitação #saude #medicina
As salsichas causam câncer. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio de sua Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), classificou as carnes processadas, incluindo a salsicha, no Grupo 1 de substâncias carcinogênicas para humanos, o mesmo grupo do tabaco e do amianto. (estudos ao final). Ademais, ao cozinhar salsichas, é comum ver pequenas estruturas se movendo na água ou na gordura quente, parecendo “larvinhas” ou vermes e, ainda que não sejam, as consequências são parecidas. A carne usada em salsichas pode vir de animais cujos músculos abrigavam parasitas antes do abate, como larvas de Trichinella spiralis. O processamento térmico destrói esses parasitas vivos, mas fragmentos do tecido muscular e resíduos celulares permanecem na massa da salsicha. Mesmo mortos, esses tecidos apresentam problemas para a saúde: -Proteínas degradadas e produtos de oxidação: aumentam estresse oxidativo, inflamação e risco de doenças crônicas. -Resíduos celulares de inflamação: estimulam respostas inflamatórias, favorecendo doenças cardiovasculares, metabólicas e digestivas. -Risco microbiológico inicial: antes do cozimento, tecidos podem abrigar bactérias e fungos e o ultraprocessamento e armazenamento inadequado aumentam a contaminação residual. Além disso, o risco das salsichas vem de outros fatores da composição: 1. Carne de baixa qualidade: aparas e recortes de animais infectados podem carregar proteínas degradadas e marcadores inflamatórios. 2. Aditivos químicos: nitritos e nitratos podem formar N‑nitrosaminas, compostos carcinogênicos. 3. Processamento industrial: ultraprocessamento e mistura de resíduos aumentam inflamação, desregulação metabólica e risco de câncer colorretal. Salsichas são, literalmente, "comida lixo". Referências: - PMC3108955 - PMID: 26514947 - PMID: 31694233 - PMID: 37984839 #salsicha #alimento #ultraprocessados #comidalixo #comidaindustrializada #inflamação #saude #medicina #saúde #naturopatia
Esse vídeo salvará vidas! Compartilhe! Os perigos da chupeta: risco de engasgo em bebês Muita gente não imagina, mas até a chupeta, vista por muitos pais como um acessório inofensivo, pode representar um risco sério para o bebê. O maior perigo é o engasgo, que pode acontecer quando a chupeta não tem o tamanho adequado ou quando sua base é pequena demais. Por segurança, toda chupeta deve ter um escudo (a parte externa) maior do que a boca do bebê, pois sso impedirá que ela seja sugada por inteiro e fique presa na cavidade oral, o que poderia causar sufocamento. Além disso, o material deve ser resistente e livre de rachaduras, já que pedaços soltos também oferecem risco de asfixia. Por isso, a recomendação é sempre escolher chupetas que sigam normas de segurança como as determinadas pelo Inmetro e pela Anvisa no Brasil ou pela European Safety Standard (EN 1400) na Europa. A chupeta pode até acalmar, mas quando usada sem os cuidados certos, pode se transformar em um perigo silencioso! Créditos: @guia_maemoderna #bebes #chupeta #cuidado #maes #saude #pediatria #medicina
CLORO GERADO A PARTIR DO SAL: ALTERNATIVA MUITO MAIS SAUDÁVEL! 1.O que acontece na cloração salina? O sistema usa sal (cloreto de sódio) dissolvido na água e um gerador de cloro que, por eletrólise, transforma o sal em hipoclorito de sódio, que age como desinfetante, mantendo uma água sempre limpa e livre de algas e micro-organismos. Após atuar na desinfecção, o cloro se reconverte em sal, criando um ciclo contínuo dentro do sistema. 2. Diferença: o cloro tradicional contém estabilizadores e subprodutos que podem ser mais irritantes, já a cloração salina gera um cloro mais suave, com menos compostos secundários, reduzido o risco de perigo. 3. Benefícios: - Mais seguro para pele, olhos e cabelo: a água tratada com cloração salina tem um efeito mais suave na pele e nos olhos, além de reduzir a sensação de ressecamento na pele e ainda evita o desbotamento dos cabelos tingidos. - Menos cheiro e gosto de cloro: o cloro produzido por eletrólise libera menos cloraminas e a água da piscina fica sem aquele cheiro químico intenso e sem sabor perturbador. - Conforto e experiência mais agradável: a concentração de sal é baixa, semelhante à de uma lágrima, tornando a água mais, sem ressecamento típico do cloro convencional. - Menos necessidade de manutenção: o sistema gera cloro automaticamente conforme necessário, evitando a necessidade de adição regular de produtos químicos. - Sustentabilidade e economia: usar o sal, que é um recurso natural e acessível, reduz a dependência de produtos químicos e, a longo prazo, pode reduzir custos com a compra de cloro, pois o sal é super barato e o sistema gera o desinfetante continuamente. - Redução de subprodutos relevantes: minimiza a formação de cloraminas, que são compostos que podem causar efeitos respiratórios e alergias. *As informações aqui apresentadas são baseadas em estudos, mas não substituem a orientação de um profissional de saúde, bem como não devem ser utilizadas por gestantes, lactantes, crianças, alérgicos ou se forem contraindicados no seu caso pessoal. #naturopatia #medicinanatural #nutricao #saude #cloro #alergia #problemasrespiratórios #asma #rinite #bronquite
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