@dra.paulaperes
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✨Método PEV✨ MÉDICO: aprenda a se posicionar, entregar e vender! 🚨MedVision Day - Presencial - 27 e 28/03 na minha clínica em SP ⤵️ Quero participar!
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Depois de anos estudando, plantando, virando noites e segurando o caos… às vezes o verdadeiro sonho da médica é só ter paz, rotina e tempo pra respirar. Mas calma — não é sobre desistir da medicina. É sobre desejar uma vida onde ela não precise te engolir. Porque o verdadeiro troféu é ter liberdade pra escolher como viver sua profissão!
Enquanto o mundo sai pra viajar, treinar ou resolver a vida, o médico entra em modo hibernação terapêutica. Porque quando você passa a semana inteira cuidando dos outros, no seu único dia livre… o autocuidado é simplesmente dormir. Dormir pra esquecer os plantões, os prontuários, as mensagens de paciente fora de hora e o barulho da rotina hospitalar. Dormir pra tentar recuperar um pouco da energia que o sistema te rouba, todos os dias. E o mais engraçado é que quem vê de fora acha que o médico é incansável. Mas só quem vive sabe: existem dias em que o maior luxo da medicina é conseguir desligar o despertador sem culpa. Porque às vezes, o descanso é o único remédio que a gente consegue receitar pra nós mesmos. 💤
A arte da medicina também inclui esse superpoder: atender com calma quem já chegou distribuindo caos na recepção. Por dentro? A gente ensaia a voadora imaginária. Por fora? Entrega acolhimento, técnica e serenidade digna de fada. Só quem vive sabe esse nível de autocontrole. Marque uma médica que também merecia um prêmio por isso. 🪄
Aquele momento clássico do plantão: você já mentalmente fora do hospital às 17h45… mas o paciente chega com o exame na mão e o olhar de “doutor, é rapidinho”. E nesse instante, todo o seu corpo entra em modo sobrevivência — um misto de culpa, cansaço e instinto de fuga. Porque o plantão pode até acabar às 18h no papel, mas na prática… ele só termina quando o último “é só uma dúvida” vai embora.
Acordar cedo todos os dias, deixar o conforto da cama e vestir a armadura de “médica forte e independente”. Foi o que ensinaram pra gente, né? Que ser médica é aguentar tudo calada, se doar até o limite e ainda sorrir no final do dia. Mas a verdade é que essa não é a única forma de viver a medicina. Eu acredito em uma medicina diferente onde o sucesso não vem à custa da sua saúde, do seu tempo ou da sua paz. Uma medicina em que você pode ter liberdade, propósito e qualidade de vida. Porque ser médica de verdade não é sobreviver… é construir uma carreira que te faz viver.
Depois de anos estudando, plantando, virando noites e segurando o caos… às vezes o verdadeiro sonho da médica é só ter paz, rotina e tempo pra respirar. Mas calma — não é sobre desistir da medicina. É sobre desejar uma vida onde ela não precise te engolir. Porque o verdadeiro troféu é ter liberdade pra escolher como viver sua profissão!
Enquanto o mundo sai pra viajar, treinar ou resolver a vida, o médico entra em modo hibernação terapêutica. Porque quando você passa a semana inteira cuidando dos outros, no seu único dia livre… o autocuidado é simplesmente dormir. Dormir pra esquecer os plantões, os prontuários, as mensagens de paciente fora de hora e o barulho da rotina hospitalar. Dormir pra tentar recuperar um pouco da energia que o sistema te rouba, todos os dias. E o mais engraçado é que quem vê de fora acha que o médico é incansável. Mas só quem vive sabe: existem dias em que o maior luxo da medicina é conseguir desligar o despertador sem culpa. Porque às vezes, o descanso é o único remédio que a gente consegue receitar pra nós mesmos. 💤
A arte da medicina também inclui esse superpoder: atender com calma quem já chegou distribuindo caos na recepção. Por dentro? A gente ensaia a voadora imaginária. Por fora? Entrega acolhimento, técnica e serenidade digna de fada. Só quem vive sabe esse nível de autocontrole. Marque uma médica que também merecia um prêmio por isso. 🪄
Aquele momento clássico do plantão: você já mentalmente fora do hospital às 17h45… mas o paciente chega com o exame na mão e o olhar de “doutor, é rapidinho”. E nesse instante, todo o seu corpo entra em modo sobrevivência — um misto de culpa, cansaço e instinto de fuga. Porque o plantão pode até acabar às 18h no papel, mas na prática… ele só termina quando o último “é só uma dúvida” vai embora.
Acordar cedo todos os dias, deixar o conforto da cama e vestir a armadura de “médica forte e independente”. Foi o que ensinaram pra gente, né? Que ser médica é aguentar tudo calada, se doar até o limite e ainda sorrir no final do dia. Mas a verdade é que essa não é a única forma de viver a medicina. Eu acredito em uma medicina diferente onde o sucesso não vem à custa da sua saúde, do seu tempo ou da sua paz. Uma medicina em que você pode ter liberdade, propósito e qualidade de vida. Porque ser médica de verdade não é sobreviver… é construir uma carreira que te faz viver.
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