@desavexe
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🖋 Escritor e tarólogo | Autor de Desavexe, dê nome às coisas ✨Afeto, autoconhecimento e presença 📍 RJ | 📩 [email protected] 📚 Compre meu livro ↓
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Trecho do meu livro “Desavexe, dê nome às coisas”. Perder admiração é o final das relações. Até porque, não tem como você manter uma relação com alguém que minimamente você admire, seja amigos ou namoro. Você só ama quem você admira; você não ama somente porque o outro te trata bem. Amor sem admiração é expectativa desalinhada. O amor mora na admiração.
Você aprendeu que falar sobre seus sentimentos não vai fazer o outro se afastar, nada que valha a pena, você perde. Aprendeu que estabelecer seus limites é importante para viver uma relação onde você não se perde ao entrar no infinito do outro. Entendeu que uma comunicação aberta e responsável é a chave das trocas e agora não aceita menos do que você entende como bom. O seu novo eu não permite mais que você se encolha ou expanda para estar com o outro. Quanto mais você se conhece, mais sozinho você fica, mas talvez estar só seja uma condição de ser adulto consciente, né? Um sábio disse: “antes só do que mal acompanhado”. Se você gostou e ouviu até o final, deixe um coração (♥️) e envie para alguém que precisa ouvir isso.
Que eu nunca deixe de acreditar que o que sonho já é uma possibilidade. Que eu não desista de sonhar, sabendo que o início já é o próprio sonho, e cada passo é realidade em construção. Que eu guarde em mim uma coragem indomável para seguir em busca do que me faz sentido. Sou eu quem não pode desistir do que pulsa em mim.
Aqui está a correção: “Nunca fui adepto da frase ‘tratar ficante como ficante’. Não sei ser de outra forma se não for assim, porque, na verdade, verdade, todo mundo é mutável e está em processo de melhoria (se quiser). O que basicamente ensinam é que as relações casuais não são dignas de cuidado, quando, na verdade, toda construção tem como base o afeto. Olhe para si com carinho e não confunda (como alguém disse aqui no Desavexe uma vez): DESCOMPROMISSADO NÃO É SINÔNIMO DE DESINTERESSADO . Mas, claro, tudo com responsabilidade afetiva. Se você se acostuma com a falta de afeto, isso diz muito sobre as formas como você vem construindo e permitindo que o outro te acesse. O que seria ser emotivo demais? Preocupar-se com o bem-estar? Tornar os pequenos momentos agradáveis de se viver? Demonstrando carinho e cuidado nos atos cotidianos? Às vezes, essas nomenclaturas fazem parecer que desconheço meus próprios sentimentos, quando, sem dúvida, não é o caso. Se buscar ser a minha melhor versão para aqueles que me encontram é viver ou sentir em excesso, não me preocupo com rótulos, pois sou senhor dos exageros. Preste atenção! Para não parecer desapegado, quando, na verdade, está sendo anti-afeto.”
Trecho do meu livro “Desavexe, dê nome às coisas”. Perder admiração é o final das relações. Até porque, não tem como você manter uma relação com alguém que minimamente você admire, seja amigos ou namoro. Você só ama quem você admira; você não ama somente porque o outro te trata bem. Amor sem admiração é expectativa desalinhada. O amor mora na admiração.
Você aprendeu que falar sobre seus sentimentos não vai fazer o outro se afastar, nada que valha a pena, você perde. Aprendeu que estabelecer seus limites é importante para viver uma relação onde você não se perde ao entrar no infinito do outro. Entendeu que uma comunicação aberta e responsável é a chave das trocas e agora não aceita menos do que você entende como bom. O seu novo eu não permite mais que você se encolha ou expanda para estar com o outro. Quanto mais você se conhece, mais sozinho você fica, mas talvez estar só seja uma condição de ser adulto consciente, né? Um sábio disse: “antes só do que mal acompanhado”. Se você gostou e ouviu até o final, deixe um coração (♥️) e envie para alguém que precisa ouvir isso.
Que eu nunca deixe de acreditar que o que sonho já é uma possibilidade. Que eu não desista de sonhar, sabendo que o início já é o próprio sonho, e cada passo é realidade em construção. Que eu guarde em mim uma coragem indomável para seguir em busca do que me faz sentido. Sou eu quem não pode desistir do que pulsa em mim.
Aqui está a correção: “Nunca fui adepto da frase ‘tratar ficante como ficante’. Não sei ser de outra forma se não for assim, porque, na verdade, verdade, todo mundo é mutável e está em processo de melhoria (se quiser). O que basicamente ensinam é que as relações casuais não são dignas de cuidado, quando, na verdade, toda construção tem como base o afeto. Olhe para si com carinho e não confunda (como alguém disse aqui no Desavexe uma vez): DESCOMPROMISSADO NÃO É SINÔNIMO DE DESINTERESSADO . Mas, claro, tudo com responsabilidade afetiva. Se você se acostuma com a falta de afeto, isso diz muito sobre as formas como você vem construindo e permitindo que o outro te acesse. O que seria ser emotivo demais? Preocupar-se com o bem-estar? Tornar os pequenos momentos agradáveis de se viver? Demonstrando carinho e cuidado nos atos cotidianos? Às vezes, essas nomenclaturas fazem parecer que desconheço meus próprios sentimentos, quando, sem dúvida, não é o caso. Se buscar ser a minha melhor versão para aqueles que me encontram é viver ou sentir em excesso, não me preocupo com rótulos, pois sou senhor dos exageros. Preste atenção! Para não parecer desapegado, quando, na verdade, está sendo anti-afeto.”
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