@barbaraquercetti
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Conduzo Empresas Familiares a crescer e manter seu Legado. De herdeira a CEO que LIDERA VIDAS na @huskgroup Saia da crise com um manual prático👇🏻
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Quando eu entrei na empresa, eu não entrei como CEO. Entrei como filha preocupada. Meu pai havia cancelado o próprio plano de saúde, a empresa estava afundada em dívidas. Era um rastro de frustração e descrença. Na primeira planilha que me entregaram, não havia estratégia, só desordem. Cinco contas bancárias, fornecedores sem pagamento, impostos atrasados, contratos parados. O saldo da empresa era 12 milhões em dívidas. O meu pessoal, 7 mil reais negativos. A minha primeira decisão foi pedir ajuda. Chamei um advogado para entender onde eu estava pisando e um consultor financeiro para fazer o básico que ninguém ali fazia, olhar para os números. Eu não estava tentando crescer. Eu só queria entender como não quebrar no dia seguinte. O processo foi brutal. Tive que cortar 60% dos custos, sentar com fornecedor por fornecedor e pedir que confiassem em mim, muitos sem nem me conhecer. Abri nova conta em banco, redirecionei todos os recebíveis, e comecei do zero. Sozinha, com um filho pequeno em casa e um pai em negação. Hoje, a gente saiu de 3,8 milhões em faturamento para mais de 47 milhões. Digo com orgulho porque sei o que foi necessário para chegar aqui. Não foi sorte. Foi decisão, foi renúncia, foi coragem. O maior aprendizado? Sucessão não é sobre herdar, é sobre sustentar. Não é sobre tomar o lugar, é sobre construir respeito onde antes havia apenas vínculo. E isso só se faz encarando a verdade, mesmo quando ela dói. E se você é herdeiro, sucessor ou gestor de uma empresa familiar, comenta o seu maior desafio que aqui eu te ajudo a superar ele com clareza, mesmo no caos.
A empresa estava há mais de 30 anos no mercado, mas não tinha fluxo de caixa, gestão de estoque e processos estabelecidos. Tinha 12 milhões em dívida, contas estouradas em cinco bancos diferentes, e uma estrutura inteira baseada em intuição e informalidade. Meu pai, o fundador, já estava exausto e decepcionado. E eu? Sem preparo técnico, com um filho pequeno, 7 mil reais negativos na conta e uma intuição gritando que eu precisava entrar. Entrei, pedi ajuda, tomei porrada, chorei escondida e voltei pro jogo. Fiz o que precisava ser feito porque não podia deixar o legado que meu pai construiu acabar assim. De 3 milhões de faturamento em 2019, fomos pra 20 milhões em 2021. E pra mais de 40 em 2025. Não porque a empresa ficou perfeita, mas porque a gente teve clareza, foco na gestão e no desenvolvimento e muita, mas muita conversa difícil. A sucessão não foi só um cargo que trocou de nome. Foi um renascimento inteiro da empresa, da cultura e da liderança. Foi ali que a HUSK virou legado. E eu CEO, não por escolha, mas por necessidade.
A empresa estava há mais de 30 anos no mercado, mas não tinha fluxo de caixa, gestão de estoque e processos estabelecidos. Tinha 12 milhões em dívida, contas estouradas em cinco bancos diferentes, e uma estrutura inteira baseada em intuição e informalidade. Meu pai, o fundador, já estava exausto e decepcionado. E eu? Sem preparo técnico, com um filho pequeno, 7 mil reais negativos na conta e uma intuição gritando que eu precisava entrar. Entrei, pedi ajuda, tomei porrada, chorei escondida e voltei pro jogo. Fiz o que precisava ser feito porque não podia deixar o legado que meu pai construiu acabar assim. De 3 milhões de faturamento em 2019, fomos pra 20 milhões em 2021. E pra mais de 40 em 2025. Não porque a empresa ficou perfeita, mas porque a gente teve clareza, foco na gestão e no desenvolvimento e muita, mas muita conversa difícil. A sucessão não foi só um cargo que trocou de nome. Foi um renascimento inteiro da empresa, da cultura e da liderança. Foi ali que a HUSK virou legado. E eu CEO, não por escolha, mas por necessidade.
A empresa estava há mais de 30 anos no mercado, mas não tinha fluxo de caixa, gestão de estoque e processos estabelecidos. Tinha 12 milhões em dívida, contas estouradas em cinco bancos diferentes, e uma estrutura inteira baseada em intuição e informalidade. Meu pai, o fundador, já estava exausto e decepcionado. E eu? Sem preparo técnico, com um filho pequeno, 7 mil reais negativos na conta e uma intuição gritando que eu precisava entrar. Entrei, pedi ajuda, tomei porrada, chorei escondida e voltei pro jogo. Fiz o que precisava ser feito porque não podia deixar o legado que meu pai construiu acabar assim. De 3 milhões de faturamento em 2019, fomos pra 20 milhões em 2021. E pra mais de 40 em 2025. Não porque a empresa ficou perfeita, mas porque a gente teve clareza, foco na gestão e no desenvolvimento e muita, mas muita conversa difícil. A sucessão não foi só um cargo que trocou de nome. Foi um renascimento inteiro da empresa, da cultura e da liderança. Foi ali que a HUSK virou legado. E eu CEO, não por escolha, mas por necessidade.
Meu pai sempre foi a alma da fábrica. Conhecia cada parafuso, cada fornecedor, cada funcionário pelo nome. Quando eu assumi, com a empresa endividada, sem margem, sem perspectiva, precisei fazer escolhas duras. Uma delas foi expandir pra um mercado que ele nunca quis tocar. Ele dizia que a empresa não foi criada pra isso. Mesmo assim, eu insisti. Porque ali não era mais sobre escolher o ideal, era sobre escolher o necessário. Pegamos um projeto ousado, completamente fora do radar da empresa. Investimos em estrutura, contratamos pessoas novas, aprendemos novos processos. E quando meu pai entrou e viu tudo aquilo, sentou no chão da fábrica e chorou. Chorou de dor, de frustração. Talvez ele tenha achado que eu tinha acabado com tudo. No fundo, eu estava salvando do jeito que podia. Foi nesse dia que eu entendi de verdade o quanto a sucessão é delicada. Não é só uma transição de cargo, é uma transição de identidade. Pro fundador, é como entregar um filho. E ver esse filho ser reconfigurado dói. Não porque ele não confia em você, mas porque é difícil aceitar que o tempo dele passou. E eu entendi, inovar sem destruir a tradição exige uma habilidade rara, a de honrar o passado enquanto constrói o futuro. Foi o que eu fiz. Segui com respeito, mas sem estagnação. Porque legado que não se adapta, morre. Se você está vivendo essa tensão entre passado e futuro, tradição e inovação, saiba que não tem fórmula. Mas tem caminho. E eu posso te mostrar, porque eu vivi cada etapa dele. Me acompanha aqui, porque aqui só ensino o que eu vivi e continuo vivendo.
Quando eu entrei na empresa, eu não entrei como CEO. Entrei como filha preocupada. Meu pai havia cancelado o próprio plano de saúde, a empresa estava afundada em dívidas. Era um rastro de frustração e descrença. Na primeira planilha que me entregaram, não havia estratégia, só desordem. Cinco contas bancárias, fornecedores sem pagamento, impostos atrasados, contratos parados. O saldo da empresa era 12 milhões em dívidas. O meu pessoal, 7 mil reais negativos. A minha primeira decisão foi pedir ajuda. Chamei um advogado para entender onde eu estava pisando e um consultor financeiro para fazer o básico que ninguém ali fazia, olhar para os números. Eu não estava tentando crescer. Eu só queria entender como não quebrar no dia seguinte. O processo foi brutal. Tive que cortar 60% dos custos, sentar com fornecedor por fornecedor e pedir que confiassem em mim, muitos sem nem me conhecer. Abri nova conta em banco, redirecionei todos os recebíveis, e comecei do zero. Sozinha, com um filho pequeno em casa e um pai em negação. Hoje, a gente saiu de 3,8 milhões em faturamento para mais de 47 milhões. Digo com orgulho porque sei o que foi necessário para chegar aqui. Não foi sorte. Foi decisão, foi renúncia, foi coragem. O maior aprendizado? Sucessão não é sobre herdar, é sobre sustentar. Não é sobre tomar o lugar, é sobre construir respeito onde antes havia apenas vínculo. E isso só se faz encarando a verdade, mesmo quando ela dói. E se você é herdeiro, sucessor ou gestor de uma empresa familiar, comenta o seu maior desafio que aqui eu te ajudo a superar ele com clareza, mesmo no caos.
A empresa estava há mais de 30 anos no mercado, mas não tinha fluxo de caixa, gestão de estoque e processos estabelecidos. Tinha 12 milhões em dívida, contas estouradas em cinco bancos diferentes, e uma estrutura inteira baseada em intuição e informalidade. Meu pai, o fundador, já estava exausto e decepcionado. E eu? Sem preparo técnico, com um filho pequeno, 7 mil reais negativos na conta e uma intuição gritando que eu precisava entrar. Entrei, pedi ajuda, tomei porrada, chorei escondida e voltei pro jogo. Fiz o que precisava ser feito porque não podia deixar o legado que meu pai construiu acabar assim. De 3 milhões de faturamento em 2019, fomos pra 20 milhões em 2021. E pra mais de 40 em 2025. Não porque a empresa ficou perfeita, mas porque a gente teve clareza, foco na gestão e no desenvolvimento e muita, mas muita conversa difícil. A sucessão não foi só um cargo que trocou de nome. Foi um renascimento inteiro da empresa, da cultura e da liderança. Foi ali que a HUSK virou legado. E eu CEO, não por escolha, mas por necessidade.
A empresa estava há mais de 30 anos no mercado, mas não tinha fluxo de caixa, gestão de estoque e processos estabelecidos. Tinha 12 milhões em dívida, contas estouradas em cinco bancos diferentes, e uma estrutura inteira baseada em intuição e informalidade. Meu pai, o fundador, já estava exausto e decepcionado. E eu? Sem preparo técnico, com um filho pequeno, 7 mil reais negativos na conta e uma intuição gritando que eu precisava entrar. Entrei, pedi ajuda, tomei porrada, chorei escondida e voltei pro jogo. Fiz o que precisava ser feito porque não podia deixar o legado que meu pai construiu acabar assim. De 3 milhões de faturamento em 2019, fomos pra 20 milhões em 2021. E pra mais de 40 em 2025. Não porque a empresa ficou perfeita, mas porque a gente teve clareza, foco na gestão e no desenvolvimento e muita, mas muita conversa difícil. A sucessão não foi só um cargo que trocou de nome. Foi um renascimento inteiro da empresa, da cultura e da liderança. Foi ali que a HUSK virou legado. E eu CEO, não por escolha, mas por necessidade.
A empresa estava há mais de 30 anos no mercado, mas não tinha fluxo de caixa, gestão de estoque e processos estabelecidos. Tinha 12 milhões em dívida, contas estouradas em cinco bancos diferentes, e uma estrutura inteira baseada em intuição e informalidade. Meu pai, o fundador, já estava exausto e decepcionado. E eu? Sem preparo técnico, com um filho pequeno, 7 mil reais negativos na conta e uma intuição gritando que eu precisava entrar. Entrei, pedi ajuda, tomei porrada, chorei escondida e voltei pro jogo. Fiz o que precisava ser feito porque não podia deixar o legado que meu pai construiu acabar assim. De 3 milhões de faturamento em 2019, fomos pra 20 milhões em 2021. E pra mais de 40 em 2025. Não porque a empresa ficou perfeita, mas porque a gente teve clareza, foco na gestão e no desenvolvimento e muita, mas muita conversa difícil. A sucessão não foi só um cargo que trocou de nome. Foi um renascimento inteiro da empresa, da cultura e da liderança. Foi ali que a HUSK virou legado. E eu CEO, não por escolha, mas por necessidade.
Meu pai sempre foi a alma da fábrica. Conhecia cada parafuso, cada fornecedor, cada funcionário pelo nome. Quando eu assumi, com a empresa endividada, sem margem, sem perspectiva, precisei fazer escolhas duras. Uma delas foi expandir pra um mercado que ele nunca quis tocar. Ele dizia que a empresa não foi criada pra isso. Mesmo assim, eu insisti. Porque ali não era mais sobre escolher o ideal, era sobre escolher o necessário. Pegamos um projeto ousado, completamente fora do radar da empresa. Investimos em estrutura, contratamos pessoas novas, aprendemos novos processos. E quando meu pai entrou e viu tudo aquilo, sentou no chão da fábrica e chorou. Chorou de dor, de frustração. Talvez ele tenha achado que eu tinha acabado com tudo. No fundo, eu estava salvando do jeito que podia. Foi nesse dia que eu entendi de verdade o quanto a sucessão é delicada. Não é só uma transição de cargo, é uma transição de identidade. Pro fundador, é como entregar um filho. E ver esse filho ser reconfigurado dói. Não porque ele não confia em você, mas porque é difícil aceitar que o tempo dele passou. E eu entendi, inovar sem destruir a tradição exige uma habilidade rara, a de honrar o passado enquanto constrói o futuro. Foi o que eu fiz. Segui com respeito, mas sem estagnação. Porque legado que não se adapta, morre. Se você está vivendo essa tensão entre passado e futuro, tradição e inovação, saiba que não tem fórmula. Mas tem caminho. E eu posso te mostrar, porque eu vivi cada etapa dele. Me acompanha aqui, porque aqui só ensino o que eu vivi e continuo vivendo.
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