@a_renataribeiro_
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Jornalista especialista em economia, repórter especial da TV Globo, apresentadora do podcast “O Último Plano” . Desinfluencer.
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COMIDA MAIS CARA 🍽️| Os problemas climáticos e a disparada do dólar foram os principais responsáveis pela alta dos preços dos alimentos. "Café, óleo, arroz tiveram um preço absurdo nos últimos tempos. De um mês para cá, você vai no mercado, uma compra que fazia no mês, quando chega no outro, está o dobro”, diz a atendente Bruna Souza de Andrade. A conta da alta dos alimentos sai mais cara para algumas famílias, como explica Alexandre Chaia, professor de economia do Insper: "Todo mundo consome alimento para sobreviver, só que a variação desse peso em uma cesta onde só 5%, 10% da minha renda eu gasto com alimento tem um impacto menor para mim do que uma pessoa que gasta 30%, 40% em alimentação, vai ter um impacto maior. Quando você tem uma cesta de bens mais de classes menores, com menos capacidade financeira, os alimentos acabam pesando." 📈O aumento da comida descolou do índice geral de inflação nos últimos meses. Enquanto o IPCA em um ano subiu 4,87%, o avanço dos preços de alimentos e bebidas supera os 7%. 💸Como o Brasil é um grande exportador, o preço dos produtos é cotado em dólar. 📺 Saiba mais em g1.com.br/jn #jornalismo #notícias #dólar #ipca #preço #alimentos
BRASIL X EUA 📦🇧🇷 | Os Estados Unidos são o destino de quase metade das exportações brasileiras de aço. Nesta segunda-feira (10), Donald Trump assinou uma ordem executiva que impõe tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio importados pelo país. 💰 O Brasil é o segundo maior fornecedor de ferro e aço para os Estados Unidos, atrás só do Canadá. Em 2024, as exportações brasileiras de ferro e aço somaram quase US$ 13 bilhões. Os Estados Unidos foram responsáveis por 45% dessas compras, seguidos pela China e pela Holanda. Já as exportações de alumínio renderam US$ 1,2 bilhão. Os americanos foram o segundo maior comprador do Brasil, atrás apenas dos japoneses. 📉 Os economistas dizem que as quedas das vendas e do número de contratos de exportação devem forçar a uma queda de produção das empresas brasileiras. A saída é pelo oceano, dizem os economistas. A Índia passará a ser um mercado disputado, não só pelo Brasil, mas por todos os grandes produtores de aço. ➡️ Saiba mais em g1.com.br/jn #jornalismo #notícias #jornalnacional #trump #estadosunidos #eua #aço #alumínio #comércio #exportação
COMETA DO SÉCULO ☄️🔭| O Tsuchinshan – ATLAS, conhecido como “Cometa do Século”, está se aproximando da Terra, e a expectativa é que o fenômeno possa ser visto a olho nu neste fim de semana. O #JN vai te explicar por que ele é chamado assim e te contar qual é o momento ideal para tentar observá-lo. ➡️Mais detalhes com @renataribeiroreporter no #JornalNacional, às 20h40, e também no @globoplay
MERCADO FINANCEIRO 💵| Os gastos dos governos e as dívidas que eles acumulam afetam a confiança que as pessoas e as empresas precisam ter na saúde da economia. O aumento da cotação do dólar mostra que essa confiança diminuiu. A moeda americana abriu o dia testando o limite dos R$ 6,15. Pelo quarto pregão seguido, o Banco Central do Brasil entrou no mercado. Com o primeiro leilão às 9h36, e a moeda desacelerou, mas por pouco tempo. Ao meio-dia, passava de R$ 6,20, quando veio o segundo leilão. No total, mais de R$ 3 bilhões vendidos nesta terça-feira (17). O dólar só passou a cair às 15h, com a fala do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, de que iria começar a votação do pacote de corte de gastos do governo. A moeda americana fechou a R$ 6,09 - novo recorde. Outro reflexo é que a projeção das taxas de juros não para de subir desde a última reunião do Comitê de Política Monetária, na semana passada. Na ata divulgada nesta terça, o Banco Central explicou por que decidiu elevar a taxa básica de juros de 11,25% para 12,25% ao ano. Entre os motivos, está a noção de que o mercado acredita que as últimas medidas anunciadas pelo governo têm sido insuficientes para controlar seus gastos, o que gera efeitos bem negativos. 📺 Saiba mais em g1.com.br/jn #jornalismo #notícias #dólar #cotação #bancocentral #mercadofinanceiro
DÓLAR 💸📈| No mercado financeiro, as reações ao pacote fiscal fizeram a cotação do dólar atingir a máxima histórica. Às 13h, o dólar valia mais de R$ 6 e não fechou muito abaixo disso: R$ 5,98 - o maior valor para um fechamento desde o início do Plano Real. Especialistas ouvidos pelo JN analisam a alta do câmbio. No mercado de ações, o principal índice da Bolsa de Valores brasileira caiu mais de 2%. Parecia um dia de ressaca nos pregões que esperavam mais do pacote do governo. 🌡️O dólar é tido como um termômetro de confiança na condução da economia e um dos lugares onde o mercado financeiro se encontra com todos os outros setores. Dólar caro pressiona a inflação e os juros e esfria a produção das empresas e o emprego. Por isso, a análise do pacote de medidas não ficou restrita às rodas de investidores. A Confederação Nacional do Comércio diz que o pacote é insuficiente para enfrentar o problema fiscal e pede que o governo e Congresso priorizem medidas que promovam não apenas o equilíbrio fiscal imediato, mas também o crescimento econômico e a competitividade do Brasil no longo prazo. O economista-chefe da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Igor Rocha, pondera que ainda falta fazer uma lição de casa maior na questão fiscal: 💬"É importante destacar que o Brasil está crescendo. O desemprego em 6,4%. Temos uma economia que está aquecida. Falta a gente fazer um pouco aí dessa lição de casa que é da questão fiscal que a gente precisa endereçar de uma forma melhor para tranquilizar aí e ajudar a fomentar o investimento produtivo", diz Igor Rocha, economista-chefe da Fiesp. 📺 Saiba mais em g1.com.br/jn #jornalismo #notícias #jornalnacional #pacotefiscal #dólar #cotação #ibovespa
COMIDA MAIS CARA 🍽️| Os problemas climáticos e a disparada do dólar foram os principais responsáveis pela alta dos preços dos alimentos. "Café, óleo, arroz tiveram um preço absurdo nos últimos tempos. De um mês para cá, você vai no mercado, uma compra que fazia no mês, quando chega no outro, está o dobro”, diz a atendente Bruna Souza de Andrade. A conta da alta dos alimentos sai mais cara para algumas famílias, como explica Alexandre Chaia, professor de economia do Insper: "Todo mundo consome alimento para sobreviver, só que a variação desse peso em uma cesta onde só 5%, 10% da minha renda eu gasto com alimento tem um impacto menor para mim do que uma pessoa que gasta 30%, 40% em alimentação, vai ter um impacto maior. Quando você tem uma cesta de bens mais de classes menores, com menos capacidade financeira, os alimentos acabam pesando." 📈O aumento da comida descolou do índice geral de inflação nos últimos meses. Enquanto o IPCA em um ano subiu 4,87%, o avanço dos preços de alimentos e bebidas supera os 7%. 💸Como o Brasil é um grande exportador, o preço dos produtos é cotado em dólar. 📺 Saiba mais em g1.com.br/jn #jornalismo #notícias #dólar #ipca #preço #alimentos
BRASIL X EUA 📦🇧🇷 | Os Estados Unidos são o destino de quase metade das exportações brasileiras de aço. Nesta segunda-feira (10), Donald Trump assinou uma ordem executiva que impõe tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio importados pelo país. 💰 O Brasil é o segundo maior fornecedor de ferro e aço para os Estados Unidos, atrás só do Canadá. Em 2024, as exportações brasileiras de ferro e aço somaram quase US$ 13 bilhões. Os Estados Unidos foram responsáveis por 45% dessas compras, seguidos pela China e pela Holanda. Já as exportações de alumínio renderam US$ 1,2 bilhão. Os americanos foram o segundo maior comprador do Brasil, atrás apenas dos japoneses. 📉 Os economistas dizem que as quedas das vendas e do número de contratos de exportação devem forçar a uma queda de produção das empresas brasileiras. A saída é pelo oceano, dizem os economistas. A Índia passará a ser um mercado disputado, não só pelo Brasil, mas por todos os grandes produtores de aço. ➡️ Saiba mais em g1.com.br/jn #jornalismo #notícias #jornalnacional #trump #estadosunidos #eua #aço #alumínio #comércio #exportação
COMETA DO SÉCULO ☄️🔭| O Tsuchinshan – ATLAS, conhecido como “Cometa do Século”, está se aproximando da Terra, e a expectativa é que o fenômeno possa ser visto a olho nu neste fim de semana. O #JN vai te explicar por que ele é chamado assim e te contar qual é o momento ideal para tentar observá-lo. ➡️Mais detalhes com @renataribeiroreporter no #JornalNacional, às 20h40, e também no @globoplay
MERCADO FINANCEIRO 💵| Os gastos dos governos e as dívidas que eles acumulam afetam a confiança que as pessoas e as empresas precisam ter na saúde da economia. O aumento da cotação do dólar mostra que essa confiança diminuiu. A moeda americana abriu o dia testando o limite dos R$ 6,15. Pelo quarto pregão seguido, o Banco Central do Brasil entrou no mercado. Com o primeiro leilão às 9h36, e a moeda desacelerou, mas por pouco tempo. Ao meio-dia, passava de R$ 6,20, quando veio o segundo leilão. No total, mais de R$ 3 bilhões vendidos nesta terça-feira (17). O dólar só passou a cair às 15h, com a fala do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, de que iria começar a votação do pacote de corte de gastos do governo. A moeda americana fechou a R$ 6,09 - novo recorde. Outro reflexo é que a projeção das taxas de juros não para de subir desde a última reunião do Comitê de Política Monetária, na semana passada. Na ata divulgada nesta terça, o Banco Central explicou por que decidiu elevar a taxa básica de juros de 11,25% para 12,25% ao ano. Entre os motivos, está a noção de que o mercado acredita que as últimas medidas anunciadas pelo governo têm sido insuficientes para controlar seus gastos, o que gera efeitos bem negativos. 📺 Saiba mais em g1.com.br/jn #jornalismo #notícias #dólar #cotação #bancocentral #mercadofinanceiro
DÓLAR 💸📈| No mercado financeiro, as reações ao pacote fiscal fizeram a cotação do dólar atingir a máxima histórica. Às 13h, o dólar valia mais de R$ 6 e não fechou muito abaixo disso: R$ 5,98 - o maior valor para um fechamento desde o início do Plano Real. Especialistas ouvidos pelo JN analisam a alta do câmbio. No mercado de ações, o principal índice da Bolsa de Valores brasileira caiu mais de 2%. Parecia um dia de ressaca nos pregões que esperavam mais do pacote do governo. 🌡️O dólar é tido como um termômetro de confiança na condução da economia e um dos lugares onde o mercado financeiro se encontra com todos os outros setores. Dólar caro pressiona a inflação e os juros e esfria a produção das empresas e o emprego. Por isso, a análise do pacote de medidas não ficou restrita às rodas de investidores. A Confederação Nacional do Comércio diz que o pacote é insuficiente para enfrentar o problema fiscal e pede que o governo e Congresso priorizem medidas que promovam não apenas o equilíbrio fiscal imediato, mas também o crescimento econômico e a competitividade do Brasil no longo prazo. O economista-chefe da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Igor Rocha, pondera que ainda falta fazer uma lição de casa maior na questão fiscal: 💬"É importante destacar que o Brasil está crescendo. O desemprego em 6,4%. Temos uma economia que está aquecida. Falta a gente fazer um pouco aí dessa lição de casa que é da questão fiscal que a gente precisa endereçar de uma forma melhor para tranquilizar aí e ajudar a fomentar o investimento produtivo", diz Igor Rocha, economista-chefe da Fiesp. 📺 Saiba mais em g1.com.br/jn #jornalismo #notícias #jornalnacional #pacotefiscal #dólar #cotação #ibovespa
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