@zaniamachado
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Nutricionista do Grupo NUTRIZAN-Controle de Qualidade- Especialista em atendimento em Bares e Restaurantes:Campinas, ABC, Osasco e SãoPaulo-SP
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RDC 216/2004 da Anvisa não especifica um método único e detalhado para a limpeza do chão, mas estabelece diretrizes gerais que devem ser seguidas, focando na higiene e na prevenção de contaminação em serviços de alimentação. O principal requisito é a criação e execução de Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) específicos para a tarefa. Diretrizes da RDC 216 para a Limpeza do Chão Pisos adequados: O piso deve ser de material liso, impermeável, lavável, estar em bom estado de conservação (sem trincas ou rachaduras) e ser compatível com as operações realizadas no local para facilitar a higienização. Procedimento Operacional Padronizado (POP): O estabelecimento deve ter um documento que descreva detalhadamente como a limpeza deve ser feita. O POP deve incluir, no mínimo: Natureza da superfície a ser higienizada (neste caso, o piso). Método de higienização (ex: varredura úmida, lavagem com água e detergente, etc.). Princípio ativo selecionado (tipo de produto de limpeza) e sua concentração de uso. Tempo de contato dos agentes químicos. Frequência de execu��ão (diária, semanal, ou conforme a necessidade). Responsáveis pela atividade (nome, cargo ou função). Produtos Saneantes Aprovados: Todos os produtos de limpeza e desinfecção utilizados devem ser registrados ou notificados na Anvisa e aprovados para uso em áreas de manipulação de alimentos. Prevenção de Contaminação Cruzada: Os materiais de limpeza (vassouras, rodos, panos) devem ser armazenados em local apropriado e separado dos alimentos e embalagens para evitar a contaminação cruzada. Método de Limpeza: A varredura a seco é proibida, pois dispersa poeira e microrganismos. Deve-se utilizar a varredura úmida (com mop ou pano úmido). Ordem da Limpeza: A limpeza do chão (corredores e áreas de trânsito) deve ser realizada, preferencialmente, após a limpeza de todas as outras superfícies (bancadas, equipamentos). #anvisa #controledequalidade #nutrizan #baressp #zaniamachado #restaurante #vigilanciasanitaria #bares #uan #nutrição #Limpapiso #chao #piso
RDC 216/2004 proíbe o uso de ventiladores em áreas de manipulação de alimentos. A norma exige que o fluxo de ar não incida diretamente sobre os alimentos para evitar a contaminação. A legislação determina que a ventilação deve garantir a renovação do ar e a manutenção de um ambiente livre de fungos, gases, fumaça, pós, partículas em suspensão e condensação de vapores. O uso de ventiladores é proibido porque eles espalham o ar, e junto com ele, microrganismos e partículas de poeira e sujeira pelo ambiente, o que aumenta o risco de contaminação dos alimentos. Para garantir o conforto térmico dos colaboradores sem comprometer a segurança dos alimentos, a alternativa recomendada é a instalação de sistemas de climatização adequados, como o ar-condicionado, desde que sejam mantidos limpos e passem por manutenção regular, ou um sistema de exaustão eficiente que promova a renovação do ar sem direcionar o fluxo diretamente para os alimentos. #ventilador #anvisa #controledequalidade #nutrizan #baressp #zaniamachado #restaurante #vigilanciasanitaria #bares #uan #nutrição #baressaopaulo #uan #
Sim, a Portaria SMS nº 2619/11 do município de São Paulo proíbe o uso de esponja de aço (Bombril) em restaurantes e cozinhas profissionais, pois pode contaminar os alimentos com resíduos metálicos e bactérias, causando riscos à saúde dos consumidores. A norma exige que os procedimentos de limpeza garantam a não contaminação dos alimentos, e as esponjas de aço não atendem a esse requisito. Por que o Bombril é proibido? Contaminação de alimentos: A palha de aço libera partículas metálicas que podem se misturar aos alimentos, representando um risco de contaminação física. Acúmulo de bactérias: O material da esponja de aço favorece a proliferação de bactérias, tornando-a um foco de contaminação em um ambiente onde a higiene é crucial. Não atende às exigências sanitárias: A portaria de 2011 estabelece que os métodos de limpeza devem garantir a integridade dos alimentos, o que não é o caso do uso de esponja de aço. Alternativas seguras para a limpeza Para a limpeza de panelas, talheres e outras superfícies em restaurantes, a legislação e os especialistas recomendam alternativas como: Esponjas sintéticas. Scrapers (espátulas) de plástico. A secagem dos utensílios deve, sempre que possível, ser natural. #bombril #lãdeaço #palhadeaco#anvisa #controledequalidade #baressp #nutrizan #restaurante #vigilanciasanitaria #zaniamachado #uan #malhadeaco #assola #
ANVISA e legislações sanitárias proíbem o uso de celular em áreas de manipulação de alimentos devido ao alto risco de contaminação cruzada, pois o aparelho acumula inúmeras bactérias e fungos, que podem ser transferidos para os alimentos, colocando a saúde dos consumidores em risco, sendo essencial guardá-los em armários longe da cozinha e implementar políticas internas claras sobre o uso para garantir a segurança alimentar. Por que é proibido? Foco de Contaminação: Celulares ficam em contato com diversas superfícies (bolsos, banheiros, mãos) e podem abrigar mais bactérias que um vaso sanitário, transferindo germes como E. coli e Salmonella para os alimentos. Risco à Saúde: A contaminação pode causar doenças graves transmitidas por alimentos (DTAs). Distração e Acidentes: Distrações com o celular aumentam o risco de acidentes de trabalho (cortes, queimaduras). O que diz a regulamentação? Embora não haja um artigo único com a palavra “celular”, a RDC 216 da ANVISA e outras normas de Boas Práticas de Manipulação (BPM) estabelecem que objetos pessoais não devem ficar em áreas de manipulação. As empresas devem formalizar a proibição em seus Regulamentos Internos (RIT), definindo exceções (emergências, demandas específicas) e penalidades para o descumprimento. Principais Estudos e Descobertas de contaminação por celulares: Universidade do Arizona (EUA): Descobriu que celulares carregam 10 vezes mais bactérias que assentos sanitários, com mais de 17.000 cópias de genes bacterianos em aparelhos de estudantes. Pesquisa no Reino Unido: Um estudo encomendado por uma empresa de limpeza encontrou smartphones com o dobro de germes de um vaso sanitário, com alguns aparelhos tendo 558% mais contaminação. #anvisa #controledequalidade #nutrizan #baressp #zaniamachado #restaurante #vigilanciasanitaria #bares #celular #cozinha #cozinhaprofissional
A NutriZan é especialista em vigilância sanitária RDC 216/2005 da ANVISA estabelece os procedimentos para Boas Práticas para serviços de alimentação, focando na higiene e segurança dos alimentos. #anvisa #controledequalidade #baressp #baressp #nutrizan #bares #vigilanciasanitaria #restaurante #zaniamachado #uan #detergente #boaspraticasdefabricação #boaspraticasdemanipulaçãodosalimentos
RDC 216/2004 da Anvisa não especifica um método único e detalhado para a limpeza do chão, mas estabelece diretrizes gerais que devem ser seguidas, focando na higiene e na prevenção de contaminação em serviços de alimentação. O principal requisito é a criação e execução de Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) específicos para a tarefa. Diretrizes da RDC 216 para a Limpeza do Chão Pisos adequados: O piso deve ser de material liso, impermeável, lavável, estar em bom estado de conservação (sem trincas ou rachaduras) e ser compatível com as operações realizadas no local para facilitar a higienização. Procedimento Operacional Padronizado (POP): O estabelecimento deve ter um documento que descreva detalhadamente como a limpeza deve ser feita. O POP deve incluir, no mínimo: Natureza da superfície a ser higienizada (neste caso, o piso). Método de higienização (ex: varredura úmida, lavagem com água e detergente, etc.). Princípio ativo selecionado (tipo de produto de limpeza) e sua concentração de uso. Tempo de contato dos agentes químicos. Frequência de execu��ão (diária, semanal, ou conforme a necessidade). Responsáveis pela atividade (nome, cargo ou função). Produtos Saneantes Aprovados: Todos os produtos de limpeza e desinfecção utilizados devem ser registrados ou notificados na Anvisa e aprovados para uso em áreas de manipulação de alimentos. Prevenção de Contaminação Cruzada: Os materiais de limpeza (vassouras, rodos, panos) devem ser armazenados em local apropriado e separado dos alimentos e embalagens para evitar a contaminação cruzada. Método de Limpeza: A varredura a seco é proibida, pois dispersa poeira e microrganismos. Deve-se utilizar a varredura úmida (com mop ou pano úmido). Ordem da Limpeza: A limpeza do chão (corredores e áreas de trânsito) deve ser realizada, preferencialmente, após a limpeza de todas as outras superfícies (bancadas, equipamentos). #anvisa #controledequalidade #nutrizan #baressp #zaniamachado #restaurante #vigilanciasanitaria #bares #uan #nutrição #Limpapiso #chao #piso
RDC 216/2004 proíbe o uso de ventiladores em áreas de manipulação de alimentos. A norma exige que o fluxo de ar não incida diretamente sobre os alimentos para evitar a contaminação. A legislação determina que a ventilação deve garantir a renovação do ar e a manutenção de um ambiente livre de fungos, gases, fumaça, pós, partículas em suspensão e condensação de vapores. O uso de ventiladores é proibido porque eles espalham o ar, e junto com ele, microrganismos e partículas de poeira e sujeira pelo ambiente, o que aumenta o risco de contaminação dos alimentos. Para garantir o conforto térmico dos colaboradores sem comprometer a segurança dos alimentos, a alternativa recomendada é a instalação de sistemas de climatização adequados, como o ar-condicionado, desde que sejam mantidos limpos e passem por manutenção regular, ou um sistema de exaustão eficiente que promova a renovação do ar sem direcionar o fluxo diretamente para os alimentos. #ventilador #anvisa #controledequalidade #nutrizan #baressp #zaniamachado #restaurante #vigilanciasanitaria #bares #uan #nutrição #baressaopaulo #uan #
Sim, a Portaria SMS nº 2619/11 do município de São Paulo proíbe o uso de esponja de aço (Bombril) em restaurantes e cozinhas profissionais, pois pode contaminar os alimentos com resíduos metálicos e bactérias, causando riscos à saúde dos consumidores. A norma exige que os procedimentos de limpeza garantam a não contaminação dos alimentos, e as esponjas de aço não atendem a esse requisito. Por que o Bombril é proibido? Contaminação de alimentos: A palha de aço libera partículas metálicas que podem se misturar aos alimentos, representando um risco de contaminação física. Acúmulo de bactérias: O material da esponja de aço favorece a proliferação de bactérias, tornando-a um foco de contaminação em um ambiente onde a higiene é crucial. Não atende às exigências sanitárias: A portaria de 2011 estabelece que os métodos de limpeza devem garantir a integridade dos alimentos, o que não é o caso do uso de esponja de aço. Alternativas seguras para a limpeza Para a limpeza de panelas, talheres e outras superfícies em restaurantes, a legislação e os especialistas recomendam alternativas como: Esponjas sintéticas. Scrapers (espátulas) de plástico. A secagem dos utensílios deve, sempre que possível, ser natural. #bombril #lãdeaço #palhadeaco#anvisa #controledequalidade #baressp #nutrizan #restaurante #vigilanciasanitaria #zaniamachado #uan #malhadeaco #assola #
ANVISA e legislações sanitárias proíbem o uso de celular em áreas de manipulação de alimentos devido ao alto risco de contaminação cruzada, pois o aparelho acumula inúmeras bactérias e fungos, que podem ser transferidos para os alimentos, colocando a saúde dos consumidores em risco, sendo essencial guardá-los em armários longe da cozinha e implementar políticas internas claras sobre o uso para garantir a segurança alimentar. Por que é proibido? Foco de Contaminação: Celulares ficam em contato com diversas superfícies (bolsos, banheiros, mãos) e podem abrigar mais bactérias que um vaso sanitário, transferindo germes como E. coli e Salmonella para os alimentos. Risco à Saúde: A contaminação pode causar doenças graves transmitidas por alimentos (DTAs). Distração e Acidentes: Distrações com o celular aumentam o risco de acidentes de trabalho (cortes, queimaduras). O que diz a regulamentação? Embora não haja um artigo único com a palavra “celular”, a RDC 216 da ANVISA e outras normas de Boas Práticas de Manipulação (BPM) estabelecem que objetos pessoais não devem ficar em áreas de manipulação. As empresas devem formalizar a proibição em seus Regulamentos Internos (RIT), definindo exceções (emergências, demandas específicas) e penalidades para o descumprimento. Principais Estudos e Descobertas de contaminação por celulares: Universidade do Arizona (EUA): Descobriu que celulares carregam 10 vezes mais bactérias que assentos sanitários, com mais de 17.000 cópias de genes bacterianos em aparelhos de estudantes. Pesquisa no Reino Unido: Um estudo encomendado por uma empresa de limpeza encontrou smartphones com o dobro de germes de um vaso sanitário, com alguns aparelhos tendo 558% mais contaminação. #anvisa #controledequalidade #nutrizan #baressp #zaniamachado #restaurante #vigilanciasanitaria #bares #celular #cozinha #cozinhaprofissional
A NutriZan é especialista em vigilância sanitária RDC 216/2005 da ANVISA estabelece os procedimentos para Boas Práticas para serviços de alimentação, focando na higiene e segurança dos alimentos. #anvisa #controledequalidade #baressp #baressp #nutrizan #bares #vigilanciasanitaria #restaurante #zaniamachado #uan #detergente #boaspraticasdefabricação #boaspraticasdemanipulaçãodosalimentos
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