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A inteligência artificial já mudou o jogo para empresas no mundo todo — e a segurança cibernética é um pilar essencial do seu uso nos negócios. Enquanto ataques ficam mais rápidos e eficientes com a própria IA, a defesa precisa evoluir com a mesma tecnologia, governança e estratégia. Esse é o foco da estreia da série “Vamos habilitar o próximo novo? — Conversas”, apresenta por Claro empresas, e veiculada pelo Valor Econômico. Conduzido por Silvio Meira e Ronaldo Lemos, o episódio reúne Rony Vainzof, advogado especializado em direito digital e sócio da VLK Advogados, e Mario Rachid, diretor-executivo da Claro empresas. Veja a íntegra da conversa no YouTube do Valor: youtube.com/valoreconomico
Segurança é estratégia de ataque ou de defesa? Como foi que segurança digital se tornou um diferencial estratégico e competitivo? Acho que com a inteligência artificial se tornou estratégico, como você disse, principalmente pelo aspecto da rapidez e da agilidade que a gente tem. Isso serve para quem está se defendendo e serve também para quem está atacando.
Em portos, minas, indústrias, hospitais e também nos serviços de mobilidade e no setor financeiro, a aliança entre conectividade e a inteligência artificial (IA) já começa a entregar grandes benefícios. Mas ainda há muito a ser explorado, como ficou claro no terceiro e último episódio dessa temporada da série “Vamos habilitar o próximo novo? - Conversas”, apresentada pela Claro empresas, desenvolvida em conjunto com a Editora Globo e veiculada pelo Valor Econômico. Silvio Meira, cientista chefe da TDS Company, e Ronaldo Lemos, advogado, professor e diretor científico do ITS Rio, recebem Lisandro Granville, diretor geral da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e professor de ciência da computação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e Maria Teresa Lima, diretora executiva para Governo da Claro empresas. Ao longo do episódio, os participantes concordam que a hiperconectividade se apoia em disponibilidade de banda e em baixa latência, mas também na segurança de dados e na capacidade de levar inteligência para a borda, com o edge computing. Veja a íntegra da conversa no YouTube do Valor: youtube.com/valoreconomico
A gente está vivendo um novo processo de convergência. Anos atrás, a gente falava da convergência trazida por causa da internet. Agora, com a inteligência artificial, tem um monte de coisa convergindo para o universo da IA. A IA vai ajudar nos call centers, na saúde, na advocacia, na programação.
Automatizar tarefas, escalar processos e agilizar a tomada de decisões em milissegundos são funções bem conhecidas da IA. Mas, junto com todo o poder que ela traz aos negócios, cresce a necessidade de governar seu uso. O que significa falar de governança em IA em ambientes hiper conectados? Como equilibrar eficiência e ética? Como proteger dados, reduzir vieses e respeitar os direitos das pessoas e empresas? Quando é que a governança transpassa a ideia de compliance e se torna estratégica? No segundo episódio da série “Vamos habilitar o próximo novo? – Conversas”, @silvio_meira e @lemos_ronaldo debatem respostas aprofundadas para essas perguntas ao lado de Carolina Sevciuc, diretora da Transformação Digital e Inovação da PepsiCo, e Rodrigo Assad, diretor do beOn, o hub de inovação da Claro. Na produção, apresentada pela Claro empresas, desenvolvida em conjunto com a Editora Globo e veiculada pelo Valor Econômico, os especialistas conversam sobre o papel estratégico da governança para apoiar e acelerar a inovação, com segurança e ética. Veja a íntegra da conversa no YouTube do Valor: youtube.com/valoreconomico
Como é que a gente pode ter uma governança habilitadora para que as pessoas se sintam empoderadas por ela e não limitadas por ela? Acho que a primeira coisa é você entender a estratégia da empresa. Entender que AI faz parte da estratégia. Ela não é mais um check list de IT. Estou usando ou não estou usando.
Petrobras, BNDES e Finep lançaram um fundo de até R$ 500 milhões para investir em startups e micro, pequenas e médias empresas com soluções tecnológicas voltadas à transição energética e à descarbonização. Rodrigo Leão, executivo da empresa, destaca o caráter inovador do fundo, ao voltar atenção para empresas que em geral estão distantes das grandes corporações. Saiba mais em https://valor.globo.com/conteudo-de-marca/petrobras/energia-em-transicao/noticia/2025/12/29/fundo-de-investimento-formado-por-petrobras-bndes-e-finep-abre-novos-caminhos-para-a-transicao-energetica.ghtml
O conceito da transição energética justa é muito amplo e acho que tem várias interpretações. A Petrobras tem trabalhado com o conceito de que a gente está tratando aqui de um equilíbrio de diferentes esferas. A transição precisa ter um equilíbrio econômico, social, ambiental, isso tudo tem que estar sendo considerado
O planejamento sucessório é essencial para garantir a continuidade dos negócios e proteger o patrimônio familiar. Falta de planejamento, conflitos, impostos e falta de liquidez podem comprometer décadas de trabalho. No episódio de estreia da websérie “Educação financeira é proteção pra a vida”, apresentada pela Prudential do Brasil, especialistas discutem como o seguro de vida pode ser uma ferramenta estratégica para uma sucessão mais inteligente @melinalobodantas @gustavodrumondoficial @leo_chreem_koifman
A inteligência artificial já mudou o jogo para empresas no mundo todo — e a segurança cibernética é um pilar essencial do seu uso nos negócios. Enquanto ataques ficam mais rápidos e eficientes com a própria IA, a defesa precisa evoluir com a mesma tecnologia, governança e estratégia. Esse é o foco da estreia da série “Vamos habilitar o próximo novo? — Conversas”, apresenta por Claro empresas, e veiculada pelo Valor Econômico. Conduzido por Silvio Meira e Ronaldo Lemos, o episódio reúne Rony Vainzof, advogado especializado em direito digital e sócio da VLK Advogados, e Mario Rachid, diretor-executivo da Claro empresas. Veja a íntegra da conversa no YouTube do Valor: youtube.com/valoreconomico
Segurança é estratégia de ataque ou de defesa? Como foi que segurança digital se tornou um diferencial estratégico e competitivo? Acho que com a inteligência artificial se tornou estratégico, como você disse, principalmente pelo aspecto da rapidez e da agilidade que a gente tem. Isso serve para quem está se defendendo e serve também para quem está atacando.
Em portos, minas, indústrias, hospitais e também nos serviços de mobilidade e no setor financeiro, a aliança entre conectividade e a inteligência artificial (IA) já começa a entregar grandes benefícios. Mas ainda há muito a ser explorado, como ficou claro no terceiro e último episódio dessa temporada da série “Vamos habilitar o próximo novo? - Conversas”, apresentada pela Claro empresas, desenvolvida em conjunto com a Editora Globo e veiculada pelo Valor Econômico. Silvio Meira, cientista chefe da TDS Company, e Ronaldo Lemos, advogado, professor e diretor científico do ITS Rio, recebem Lisandro Granville, diretor geral da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e professor de ciência da computação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e Maria Teresa Lima, diretora executiva para Governo da Claro empresas. Ao longo do episódio, os participantes concordam que a hiperconectividade se apoia em disponibilidade de banda e em baixa latência, mas também na segurança de dados e na capacidade de levar inteligência para a borda, com o edge computing. Veja a íntegra da conversa no YouTube do Valor: youtube.com/valoreconomico
A gente está vivendo um novo processo de convergência. Anos atrás, a gente falava da convergência trazida por causa da internet. Agora, com a inteligência artificial, tem um monte de coisa convergindo para o universo da IA. A IA vai ajudar nos call centers, na saúde, na advocacia, na programação.
Automatizar tarefas, escalar processos e agilizar a tomada de decisões em milissegundos são funções bem conhecidas da IA. Mas, junto com todo o poder que ela traz aos negócios, cresce a necessidade de governar seu uso. O que significa falar de governança em IA em ambientes hiper conectados? Como equilibrar eficiência e ética? Como proteger dados, reduzir vieses e respeitar os direitos das pessoas e empresas? Quando é que a governança transpassa a ideia de compliance e se torna estratégica? No segundo episódio da série “Vamos habilitar o próximo novo? – Conversas”, @silvio_meira e @lemos_ronaldo debatem respostas aprofundadas para essas perguntas ao lado de Carolina Sevciuc, diretora da Transformação Digital e Inovação da PepsiCo, e Rodrigo Assad, diretor do beOn, o hub de inovação da Claro. Na produção, apresentada pela Claro empresas, desenvolvida em conjunto com a Editora Globo e veiculada pelo Valor Econômico, os especialistas conversam sobre o papel estratégico da governança para apoiar e acelerar a inovação, com segurança e ética. Veja a íntegra da conversa no YouTube do Valor: youtube.com/valoreconomico
Como é que a gente pode ter uma governança habilitadora para que as pessoas se sintam empoderadas por ela e não limitadas por ela? Acho que a primeira coisa é você entender a estratégia da empresa. Entender que AI faz parte da estratégia. Ela não é mais um check list de IT. Estou usando ou não estou usando.
Petrobras, BNDES e Finep lançaram um fundo de até R$ 500 milhões para investir em startups e micro, pequenas e médias empresas com soluções tecnológicas voltadas à transição energética e à descarbonização. Rodrigo Leão, executivo da empresa, destaca o caráter inovador do fundo, ao voltar atenção para empresas que em geral estão distantes das grandes corporações. Saiba mais em https://valor.globo.com/conteudo-de-marca/petrobras/energia-em-transicao/noticia/2025/12/29/fundo-de-investimento-formado-por-petrobras-bndes-e-finep-abre-novos-caminhos-para-a-transicao-energetica.ghtml
O conceito da transição energética justa é muito amplo e acho que tem várias interpretações. A Petrobras tem trabalhado com o conceito de que a gente está tratando aqui de um equilíbrio de diferentes esferas. A transição precisa ter um equilíbrio econômico, social, ambiental, isso tudo tem que estar sendo considerado
O planejamento sucessório é essencial para garantir a continuidade dos negócios e proteger o patrimônio familiar. Falta de planejamento, conflitos, impostos e falta de liquidez podem comprometer décadas de trabalho. No episódio de estreia da websérie “Educação financeira é proteção pra a vida”, apresentada pela Prudential do Brasil, especialistas discutem como o seguro de vida pode ser uma ferramenta estratégica para uma sucessão mais inteligente @melinalobodantas @gustavodrumondoficial @leo_chreem_koifman
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