@tiagobarbosa
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. Jornalista. Articulista. Escrevo sobre política, sociedade, mídia e TV. . Sócio da Cognos Comunicação.
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A desumanização de pessoas diferentes - seja pela origem, raça, sexualidade, crença - é a alma de movimentos extremistas e xenófobos. É o verniz social usado para dar respaldo a regimes eugenistas e legitimar o extermínio alheio sob convicção ideológica e sem remorso. A percepção do outro enquanto ser inferior e brutalizado impede a identificação, a conexão, destitui de humanidade e autoriza violências. É racismo e xenofobia puros sustentados por ideias falsas de superioridades formuladas para expropriar, explorar, segregar e oprimir. O que o chanceler alemão fez, com o comentário preconceituoso sobre o Brasil, é simplesmente dar vazão a esse esgoto típico de nazis. Revela quem somos - brasileiros, povos do Sul Global, palestinos, africanos - para parte do mundo rico, branco e falsamente ‘evoluído’. Aqueles, de fato, culpados pela selvageria de genocídios, colonizações e arrogâncias assassinas - crueldades perpetradas à base de cinismo e, claro, arrogância.
Não é possível que ninguém, nem a polícia nem o governo, consiga interromper essa caçada brutal ao deputado Renato Freitas, símbolo de coragem e dignidade, perpetrada pela extrema-direita. Todo dia tem violência, agressão, intimidação. Todo dia tem censura, ataque psicológico, cerceamento parlamentar. Todo dia o deputado precisa vencer o racismo para ter o direito de existir e se manifestar, falar, expressar a voz. Até quando vão suportar essa barbárie contra um homem negro, inteligente, representante do povo? É proibido existir? Vão esperar matar?
Relembre essa fala do Tarcísio no ano passado quando o tarifaço tava comendo solto. 👉🏽 Segue a gente aqui! @romulobdias_ @lazarorosa @boraconversarpolitica @tiagobarbosa @laisgouveiaa @brasilprafrenteoficial #viral
A “ditadura” que estamos vivendo. Segue a gente aqui: @romulobdias_ @tiagobarbosa @pedroronchi2 #viral
A selvageria excretada sob o fascismo bolsonarista faz do Brasil um campo permanente de extermínio onde a morte é a lei do Estado e a crueldade policial, o protocolo de ação. Bandidos fardados viradam instrumento para violentar vulneráveis, negros e pobres e, outro dia, massacraram de forma brutal 22 pessoas na Vila Cruzeiro. É a mesma verve assassina predominante entre esses policiais do vídeo ao transformar uma viatura em câmara de gás para matar um homem negro. Expediente desumano, repulsivo e asqueroso de asfixia fartamente conhecido pelo uso por nazistas contra judeus no holocausto da 2a guerra. A similaridade não é casual sob o governo de um cretino genocida capaz de debochar de mais de 650 mil mortos na pandemia e encorajar - entre covardes e alienados - o armamento e a violência como linguagem do dia a dia. É inadmissível e inaceitável o desprezo pela vida humana. Esse crime contra o cidadão, o povo brasileiro, já tão açoitado e maltratado, não pode cair na vala da normalidade de tantas violências toleradas e esquecidas. Ou isso muda ou se libera de vez o revide popular. Passou da hora de enfrentar essa corja fardada. Reagir. Do jeito que for. Por qualquer meio. A briga pela sobrevivência é um direito de qualquer cidadão. Nenhum povo é obrigado a se manter pacífico enquanto é abatido por um Estado chefiado por uma gangue cercada de milicianos.
A desumanização de pessoas diferentes - seja pela origem, raça, sexualidade, crença - é a alma de movimentos extremistas e xenófobos. É o verniz social usado para dar respaldo a regimes eugenistas e legitimar o extermínio alheio sob convicção ideológica e sem remorso. A percepção do outro enquanto ser inferior e brutalizado impede a identificação, a conexão, destitui de humanidade e autoriza violências. É racismo e xenofobia puros sustentados por ideias falsas de superioridades formuladas para expropriar, explorar, segregar e oprimir. O que o chanceler alemão fez, com o comentário preconceituoso sobre o Brasil, é simplesmente dar vazão a esse esgoto típico de nazis. Revela quem somos - brasileiros, povos do Sul Global, palestinos, africanos - para parte do mundo rico, branco e falsamente ‘evoluído’. Aqueles, de fato, culpados pela selvageria de genocídios, colonizações e arrogâncias assassinas - crueldades perpetradas à base de cinismo e, claro, arrogância.
Não é possível que ninguém, nem a polícia nem o governo, consiga interromper essa caçada brutal ao deputado Renato Freitas, símbolo de coragem e dignidade, perpetrada pela extrema-direita. Todo dia tem violência, agressão, intimidação. Todo dia tem censura, ataque psicológico, cerceamento parlamentar. Todo dia o deputado precisa vencer o racismo para ter o direito de existir e se manifestar, falar, expressar a voz. Até quando vão suportar essa barbárie contra um homem negro, inteligente, representante do povo? É proibido existir? Vão esperar matar?
Relembre essa fala do Tarcísio no ano passado quando o tarifaço tava comendo solto. 👉🏽 Segue a gente aqui! @romulobdias_ @lazarorosa @boraconversarpolitica @tiagobarbosa @laisgouveiaa @brasilprafrenteoficial #viral
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A selvageria excretada sob o fascismo bolsonarista faz do Brasil um campo permanente de extermínio onde a morte é a lei do Estado e a crueldade policial, o protocolo de ação. Bandidos fardados viradam instrumento para violentar vulneráveis, negros e pobres e, outro dia, massacraram de forma brutal 22 pessoas na Vila Cruzeiro. É a mesma verve assassina predominante entre esses policiais do vídeo ao transformar uma viatura em câmara de gás para matar um homem negro. Expediente desumano, repulsivo e asqueroso de asfixia fartamente conhecido pelo uso por nazistas contra judeus no holocausto da 2a guerra. A similaridade não é casual sob o governo de um cretino genocida capaz de debochar de mais de 650 mil mortos na pandemia e encorajar - entre covardes e alienados - o armamento e a violência como linguagem do dia a dia. É inadmissível e inaceitável o desprezo pela vida humana. Esse crime contra o cidadão, o povo brasileiro, já tão açoitado e maltratado, não pode cair na vala da normalidade de tantas violências toleradas e esquecidas. Ou isso muda ou se libera de vez o revide popular. Passou da hora de enfrentar essa corja fardada. Reagir. Do jeito que for. Por qualquer meio. A briga pela sobrevivência é um direito de qualquer cidadão. Nenhum povo é obrigado a se manter pacífico enquanto é abatido por um Estado chefiado por uma gangue cercada de milicianos.
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