@theincorrupt_
579posts
7.2Kfollowers
558following
Somos um portal de notícias independente. Notícias em tempo real dos maiores acontecimentos do Brasil e do Mundo! MTB 0098788/SP
This account appears as recommended in the profiles of these creators:
🚨🔥🇧🇷 Davi Alcolumbre ANULA voto remoto de Eduardo Bolsonaro, confirmando assim, a existência de uma perseguição política. Regimento interno foi criado após a saída de Alexandre Ramagem do Brasil, e agora IMPEDE que parlamentares que estão no exterior, votem virtualmente. A recente decisão que anulou o voto remoto de Eduardo Bolsonaro reacendeu dúvidas sobre como funciona, afinal, o sistema de votação à distância na Câmara dos Deputados. Até pouco tempo, qualquer parlamentar podia votar virtualmente pelo aplicativo oficial, inclusive estando fora do Brasil, porque essa modalidade nasceu em 2020 para manter o Congresso funcionando durante a pandemia. O problema é que esse sistema nunca deixou totalmente claro se votar do exterior era permitido ou apenas tolerado pela prática. A reviravolta começou quando o deputado Alexandre Ramagem, investigado e temendo ser preso, foi para os EUA e votou de lá. A Mesa Diretora pediu então um parecer à Secretaria-Geral da Mesa, setor técnico que interpreta o regimento interno. A SGM afirmou que o voto remoto fora do país só seria válido se o deputado estivesse em missão oficial autorizada. Com isso, o presidente da Câmara, Hugo Motta, acolheu o parecer e transformou essa interpretação em regra. Não precisou de votação em plenário: esse tipo de decisão é administrativa e faz parte das atribuições do presidente da Casa. Essa mudança imediata atingiu Eduardo Bolsonaro, que também votou dos EUA. Seu voto foi anulado com base na nova interpretação. A decisão é CLARAMENTE uma perseguição política, que não é assumida. Óbvio. As práticas contra Jair Bolsonaro e sua família, são nítidas, pois a corda SEMPRE arrebentou para o lado deles. Porém, querendo ou não, a decisão é considerada legal porque o regimento permite que a Mesa estabeleça normas de funcionamento e presença. Assim, mesmo sendo deputado em pleno exercício, Eduardo não pode votar do exterior sem autorizaç��o formal. A polêmica segue porque a regra só ficou explícita depois de casos envolvendo parlamentares ligados ao bolsonarismo. O BRASIL TÁ L4SCAD0! (🎥 UOL)
As redes sociais escancararam aquilo que a velha mídia tenta esconder: quando o povo tem voz, o monopólio da “verdade oficial” desmorona. Os números não mentem, e é justamente por isso que tentam calar. Projetos como o ECA Digital, a Lei Felca e a reinterpretação do Marco Civil não surgem por acaso: são respostas diretas ao fato de que a direita finalmente fala sem pedir permissão. A Constituição garante a liberdade de expressão, a pirâmide jurídica é clara e, mesmo assim, insistem em atropelar tudo para preservar o controle. Por isso sempre repito: pesquise, cheque a fonte, questione. Não aceite a narrativa pronta. A verdade não pertence a um grupo, a um partido ou a um apresentador de telejornal. A verdade pertence ao povo e a internet devolveu isso a vocês. Assim como a internet é contra a prisão do Bolsonaro, assim é nossa liberdade em ter essa voz e falar. Anistia Já! Desistir não é uma opção.
🚨🔥🇧🇷 Davi Alcolumbre ANULA voto remoto de Eduardo Bolsonaro, confirmando assim, a existência de uma perseguição política. Regimento interno foi criado após a saída de Alexandre Ramagem do Brasil, e agora IMPEDE que parlamentares que estão no exterior, votem virtualmente. A recente decisão que anulou o voto remoto de Eduardo Bolsonaro reacendeu dúvidas sobre como funciona, afinal, o sistema de votação à distância na Câmara dos Deputados. Até pouco tempo, qualquer parlamentar podia votar virtualmente pelo aplicativo oficial, inclusive estando fora do Brasil, porque essa modalidade nasceu em 2020 para manter o Congresso funcionando durante a pandemia. O problema é que esse sistema nunca deixou totalmente claro se votar do exterior era permitido ou apenas tolerado pela prática. A reviravolta começou quando o deputado Alexandre Ramagem, investigado e temendo ser preso, foi para os EUA e votou de lá. A Mesa Diretora pediu então um parecer à Secretaria-Geral da Mesa, setor técnico que interpreta o regimento interno. A SGM afirmou que o voto remoto fora do país só seria válido se o deputado estivesse em missão oficial autorizada. Com isso, o presidente da Câmara, Hugo Motta, acolheu o parecer e transformou essa interpretação em regra. Não precisou de votação em plenário: esse tipo de decisão é administrativa e faz parte das atribuições do presidente da Casa. Essa mudança imediata atingiu Eduardo Bolsonaro, que também votou dos EUA. Seu voto foi anulado com base na nova interpretação. A decisão é CLARAMENTE uma perseguição política, que não é assumida. Óbvio. As práticas contra Jair Bolsonaro e sua família, são nítidas, pois a corda SEMPRE arrebentou para o lado deles. Porém, querendo ou não, a decisão é considerada legal porque o regimento permite que a Mesa estabeleça normas de funcionamento e presença. Assim, mesmo sendo deputado em pleno exercício, Eduardo não pode votar do exterior sem autorizaç��o formal. A polêmica segue porque a regra só ficou explícita depois de casos envolvendo parlamentares ligados ao bolsonarismo. O BRASIL TÁ L4SCAD0! (🎥 UOL)
As redes sociais escancararam aquilo que a velha mídia tenta esconder: quando o povo tem voz, o monopólio da “verdade oficial” desmorona. Os números não mentem, e é justamente por isso que tentam calar. Projetos como o ECA Digital, a Lei Felca e a reinterpretação do Marco Civil não surgem por acaso: são respostas diretas ao fato de que a direita finalmente fala sem pedir permissão. A Constituição garante a liberdade de expressão, a pirâmide jurídica é clara e, mesmo assim, insistem em atropelar tudo para preservar o controle. Por isso sempre repito: pesquise, cheque a fonte, questione. Não aceite a narrativa pronta. A verdade não pertence a um grupo, a um partido ou a um apresentador de telejornal. A verdade pertence ao povo e a internet devolveu isso a vocês. Assim como a internet é contra a prisão do Bolsonaro, assim é nossa liberdade em ter essa voz e falar. Anistia Já! Desistir não é uma opção.