@taiguara.fernandes
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Coragem! Deus está conosco. #catolicismo #catolicos #cristã #cristão #fultonsheen #padrepio
Se há uma verdade que o cotidiano costuma nos fazer esquecer é a de que nada de ruim nos acontece que não possa servir para um bom propósito. As frustrações, as dores, as decepções, os sofrimentos… tudo pode — e deve — servir de alimento para a inteligência e o espírito. Nós só precisamos aprender como absorver aquelas informações que, de imediato, podem parecer negativas e utilizá-las como combustível para o nosso caráter. É como diz a sentença de José Ortega y Gasset: “A reabsorção da circunstância é o destino concreto do homem”. As nossas adversidades não são o ponto final de um caminho tortuoso, mas apenas obstáculos que precisam ser superados numa jornada que ruma à eternidade.
Há um mito a respeito do rei Mitrídates VI do Ponto segundo o qual ele teria assumido o trono após seu pai morrer envenenado. A tragédia teria sido tão traumática que acabou levando o jovem a iniciar uma experiência inusitada. Para não sofrer o mesmo destino de seu pai, ele tomaria todos os dias doses crescentes de veneno até chegar em doses quase letais. Semana após semana, os perigosos venenos faziam Mitrídates se tornar cada vez mais resistente. E parece que ele conseguiu o que buscava. Em certo ponto de sua vida, ele perdeu uma sequência e batalhas e , sem esperança de vitória, decidiu tentar suicídio por envenamento. Mas não contava com uma coisa: ele realmente havia se tornado imune! Da sua história, real ou não, nós conseguimos retirar um mapa de como ganhar força e nos tornar resistentes nas adversidades da vida. Não, nós não precisamos sair ingerindo venenos. Basta que não nos conformemos com o conforto, não nos deixemos engolir e enfraquecer por ele. Nós precisamos aproveitar todas situações difíceis como novas informações, que precisam ser absorvidas e integradas à nossa personalidade, tornando-nos mais fortes. Afinal, pequenas doses de dificuldades diárias acabam nos tornando imunes a doses cada vez maiores. Assim, de forma semelhante ao próprio Mitrídates, todos os obstáculos que poderiam, um dia, nos paralisar ou enfraquecer tornam-se agora combustível para a nossa força. Como diz o ditado, o que não nos destrói, nos fortalece.
A verdade não é relativa. Ela existe, é uma, e é reconhecida em Jesus Cristo.
"Se somos imortais, temos de sê-lo em essência e não por acidente. A imortalidade é então a nossa verdadeira condição e o plano de realidade no qual efetivamente existimos. Nesse caso, a presente vida corporal não é senão uma fração diminuta da nossa realidade, uma aparência momentânea que encobre a nossa verdadeira substância. Em conseqüência, todo o conhecimento que podemos adquirir dentro dos limites da existência corporal é apenas uma aparência dentro de uma aparência. Ainda que apreenda porções genuínas da realidade, não pode ter em si seu próprio fundamento, mas tem de buscá-lo na esfera da imortalidade. [...] Se temos uma vida que transcende toda duração, essa vida transcende, e portanto abrange, em vez de excluir, a sua fatia imersa em duração. Se somos imortais, temos de sê-lo agora, desde a vida presente, em vez de sermos, por assim dizer, imortalizados pela morte. A morte não pode imortalizar o mortal: só pode tornar manifesta a imortalidade preexistente e impugnar, no mesmo ato, a ilusão de moralidade." — OLAVO DE CARVALHO, em “A imortalidade como premissa do método filosófico". Eu sei que ele desejaria que vivêssemos o dia de hoje tendo consciência plena disso. Porque ele foi assim. Ele foi exatamente assim. Hoje é só a coroação disso.
Coragem! Deus está conosco. #catolicismo #catolicos #cristã #cristão #fultonsheen #padrepio
Se há uma verdade que o cotidiano costuma nos fazer esquecer é a de que nada de ruim nos acontece que não possa servir para um bom propósito. As frustrações, as dores, as decepções, os sofrimentos… tudo pode — e deve — servir de alimento para a inteligência e o espírito. Nós só precisamos aprender como absorver aquelas informações que, de imediato, podem parecer negativas e utilizá-las como combustível para o nosso caráter. É como diz a sentença de José Ortega y Gasset: “A reabsorção da circunstância é o destino concreto do homem”. As nossas adversidades não são o ponto final de um caminho tortuoso, mas apenas obstáculos que precisam ser superados numa jornada que ruma à eternidade.
Há um mito a respeito do rei Mitrídates VI do Ponto segundo o qual ele teria assumido o trono após seu pai morrer envenenado. A tragédia teria sido tão traumática que acabou levando o jovem a iniciar uma experiência inusitada. Para não sofrer o mesmo destino de seu pai, ele tomaria todos os dias doses crescentes de veneno até chegar em doses quase letais. Semana após semana, os perigosos venenos faziam Mitrídates se tornar cada vez mais resistente. E parece que ele conseguiu o que buscava. Em certo ponto de sua vida, ele perdeu uma sequência e batalhas e , sem esperança de vitória, decidiu tentar suicídio por envenamento. Mas não contava com uma coisa: ele realmente havia se tornado imune! Da sua história, real ou não, nós conseguimos retirar um mapa de como ganhar força e nos tornar resistentes nas adversidades da vida. Não, nós não precisamos sair ingerindo venenos. Basta que não nos conformemos com o conforto, não nos deixemos engolir e enfraquecer por ele. Nós precisamos aproveitar todas situações difíceis como novas informações, que precisam ser absorvidas e integradas à nossa personalidade, tornando-nos mais fortes. Afinal, pequenas doses de dificuldades diárias acabam nos tornando imunes a doses cada vez maiores. Assim, de forma semelhante ao próprio Mitrídates, todos os obstáculos que poderiam, um dia, nos paralisar ou enfraquecer tornam-se agora combustível para a nossa força. Como diz o ditado, o que não nos destrói, nos fortalece.
A verdade não é relativa. Ela existe, é uma, e é reconhecida em Jesus Cristo.
"Se somos imortais, temos de sê-lo em essência e não por acidente. A imortalidade é então a nossa verdadeira condição e o plano de realidade no qual efetivamente existimos. Nesse caso, a presente vida corporal não é senão uma fração diminuta da nossa realidade, uma aparência momentânea que encobre a nossa verdadeira substância. Em conseqüência, todo o conhecimento que podemos adquirir dentro dos limites da existência corporal é apenas uma aparência dentro de uma aparência. Ainda que apreenda porções genuínas da realidade, não pode ter em si seu próprio fundamento, mas tem de buscá-lo na esfera da imortalidade. [...] Se temos uma vida que transcende toda duração, essa vida transcende, e portanto abrange, em vez de excluir, a sua fatia imersa em duração. Se somos imortais, temos de sê-lo agora, desde a vida presente, em vez de sermos, por assim dizer, imortalizados pela morte. A morte não pode imortalizar o mortal: só pode tornar manifesta a imortalidade preexistente e impugnar, no mesmo ato, a ilusão de moralidade." — OLAVO DE CARVALHO, em “A imortalidade como premissa do método filosófico". Eu sei que ele desejaria que vivêssemos o dia de hoje tendo consciência plena disso. Porque ele foi assim. Ele foi exatamente assim. Hoje é só a coroação disso.
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