@superdotados_sorocaba_psi
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Avaliação Neuropsicológica Psicóloga adolescentes e adultos Superdotada, mãe de AHSD esposa de AHSD Whats+55 15 99642-0927
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Existe um traço muito comum entre pessoas superdotadas que, muitas vezes, passa despercebido por quem observa de fora: o desejo quase instintivo de buscar conversas com pessoas mais velhas. Isso não acontece por acaso, nem por um simples “gostar de adulto”. É uma necessidade emocional, intelectual e até existencial. O desenvolvimento cognitivo acelerado faz com que crianças e adultos superdotados sintam, desde muito cedo, que seus interesses, reflexões e questionamentos não costumam encontrar eco entre os pares da mesma idade. Segundo a neuropsicologia, o cérebro superdotado possui uma capacidade ampliada de abstração, processamento rápido de informações, pensamento complexo e raciocínio lógico. Isso faz com que temas mais rasos, comuns na infância e adolescência, pareçam desinteressantes, desconectados ou até desconfortáveis. Além disso, não é só uma questão de “intelecto”. A superdotação carrega também a intensidade emocional, conceito trazido pela teoria das sobre-excitabilidades, de Kazimierz Dabrowski. Isso significa sentir tudo em uma profundidade rara. A busca por conversas com pessoas mais velhas, muitas vezes, é uma tentativa inconsciente de encontrar acolhimento, compreensão e conexão afetiva em níveis mais seguros e maduros. Enquanto outras crianças falavam de brinquedos, talvez você estivesse querendo entender o infinito, a origem do universo, as emoções humanas, a razão da existência ou o porquê das coisas serem como são. E, quase sempre, só os adultos pareciam ter alguma paciência , ainda que nem sempre as respostas. Esse traço não é sinal de arrogância, de “querer ser melhor”, nem de isolamento por escolha. É apenas o reflexo de um mundo interno que pulsa forte demais, pensa rápido demais e precisa encontrar alguém que o acompanhe , nem que seja só um pouco , nesse caminho cheio de perguntas que nunca param. Se você se reconhece aqui, saiba: não há nada de errado com você. Isso é apenas uma das belezas e desafios de ter uma mente que enxerga mais, sente mais e, muitas vezes, amadurece antes do tempo. Gosta de conteúdo informativo? Segue aqui para mais 😍 @evelyntupan #autistas #tdah #superdotados #epilepsia #neurociência
De forma bem direta e simples👇🏻 Pessoas com dupla excepcionalidade (DE) são aquelas que apresentam altas habilidades/superdotação (AH/SD)concomitantemente a uma deficiência/transtorno, e suas características e habilidades excepcionais estão entrelaçadas às suas deficiências. Ou seja, altas habilidades e deficiências como autismo e tdah coexistindo no mesmo cérebro. O cérebro tem capacidade acima da média mas precisa lidar com obstáculos, como por exemplo: os hiperfocos, inflexibilidade de pensamento entre outros. E na realidade o que mais pesa é a consciência de que você é capaz, tão capaz, que chega a ser dolorido de várias maneiras o fato de você não conseguir executar determinadas atividades. E justamente por saber que tem potencial, se coloca em situações onde o fim é de frustração total. A auto cobrança então faz parte diária da vida da pessoa que possui dupla excepcionalidade, e sem terapia/medicamento/intervenção até viver pode ficar inviável, se tornando de fato, um verdadeiro caos. Muitas capacidades e muitos déficits se chocando o tempo todo, não, não é nada saudável. O diagnóstico salva vidas, nunca esqueça e isso, e quanto mais cedo descobrir mais chances de ter uma vida com qualidade💚 Se leu até aqui, deixa um emoji verde para mim💚🦖🧩 @evelyntupan .
Para pessoas com superdotação, a experiência emocional não é apenas “intensa”. Ela é neurologicamente mais rápida, mais profunda e mais interconectada. O que para outros pode soar como um comentário trivial, para nós pode perfurar com a nitidez de uma lâmina, ecoando em mil associações internas simultâneas. (Dabrowski, 1964; Silverman, 2013) E mesmo assim, sorrimos. Nos controlamos. Respondemos com gentileza. Trabalhamos mais do que devíamos. Camuflamos a dor. Essa camuflagem tem alto custo psíquico. Ela exige esforço contínuo de adaptação, um monitoramento constante de nossas reações para não parecermos “demais”, “exagerados”, “intensos”, “cansativos” ou “arrogantes”. Quando convivemos com ambientes que não reconhecem essa complexidade — seja na escola, no trabalho ou dentro de casa —, a tendência é internalizarmos a culpa. Culpa por sermos sensíveis. Culpa por precisarmos de silêncio. Culpa por termos sido agredidos e, ainda assim, nos perguntarmos se deveríamos ter reagido de outra forma. Culpa por não suportarmos interrupções, sons repetitivos, cheiros fortes, ou olhares críticos. Culpa por dizer “não consigo” quando o mundo exige que sejamos excepcionais o tempo todo. Culpa por parar. Por quebrar. Por precisar de pausa. 🧠 O nome disso é sobrecarga sensorial e emocional crônica. E ela adoece o superdotado. Em muitos casos, o adoecimento não é visível no início. Ele se disfarça de “fadiga”, “falhas de atenção”, “irritabilidade”, “apatia” ou hiperprodutividade mascarada. Mais adiante, pode vir como depressão atípica, crises de ansiedade, burnout funcional — e, em casos extremos, dissociação ou pensamentos suicidas. (Daniels & Piechowski, 2009; Webb et al., 2005; Lovecky, 1993) #superdotação #ahsd #altashabilidades #superdotados #altashabilidadessuperdotação
Nós existimos e somos muitos, passamos a vida nos escondendo e nos sentindo sozinhos. Precisamos sair da invisibilidade, nós existimos e somos muitos! Não somos unicórnios, estamos aqui e expressamos a superdotação em sua multiplicidade e não só no estereótipo engessado. Passamos tanto da vida fingindo que passamos a acreditar que somos menos, conseguimos menos e merecemos menos. #fabianacarla #superdotação #ahsd #superdotados #altashabilidadessuperdotação #superdotação #MensaBrasil
Existe um traço muito comum entre pessoas superdotadas que, muitas vezes, passa despercebido por quem observa de fora: o desejo quase instintivo de buscar conversas com pessoas mais velhas. Isso não acontece por acaso, nem por um simples “gostar de adulto”. É uma necessidade emocional, intelectual e até existencial. O desenvolvimento cognitivo acelerado faz com que crianças e adultos superdotados sintam, desde muito cedo, que seus interesses, reflexões e questionamentos não costumam encontrar eco entre os pares da mesma idade. Segundo a neuropsicologia, o cérebro superdotado possui uma capacidade ampliada de abstração, processamento rápido de informações, pensamento complexo e raciocínio lógico. Isso faz com que temas mais rasos, comuns na infância e adolescência, pareçam desinteressantes, desconectados ou até desconfortáveis. Além disso, não é só uma questão de “intelecto”. A superdotação carrega também a intensidade emocional, conceito trazido pela teoria das sobre-excitabilidades, de Kazimierz Dabrowski. Isso significa sentir tudo em uma profundidade rara. A busca por conversas com pessoas mais velhas, muitas vezes, é uma tentativa inconsciente de encontrar acolhimento, compreensão e conexão afetiva em níveis mais seguros e maduros. Enquanto outras crianças falavam de brinquedos, talvez você estivesse querendo entender o infinito, a origem do universo, as emoções humanas, a razão da existência ou o porquê das coisas serem como são. E, quase sempre, só os adultos pareciam ter alguma paciência , ainda que nem sempre as respostas. Esse traço não é sinal de arrogância, de “querer ser melhor”, nem de isolamento por escolha. É apenas o reflexo de um mundo interno que pulsa forte demais, pensa rápido demais e precisa encontrar alguém que o acompanhe , nem que seja só um pouco , nesse caminho cheio de perguntas que nunca param. Se você se reconhece aqui, saiba: não há nada de errado com você. Isso é apenas uma das belezas e desafios de ter uma mente que enxerga mais, sente mais e, muitas vezes, amadurece antes do tempo. Gosta de conteúdo informativo? Segue aqui para mais 😍 @evelyntupan #autistas #tdah #superdotados #epilepsia #neurociência
De forma bem direta e simples👇🏻 Pessoas com dupla excepcionalidade (DE) são aquelas que apresentam altas habilidades/superdotação (AH/SD)concomitantemente a uma deficiência/transtorno, e suas características e habilidades excepcionais estão entrelaçadas às suas deficiências. Ou seja, altas habilidades e deficiências como autismo e tdah coexistindo no mesmo cérebro. O cérebro tem capacidade acima da média mas precisa lidar com obstáculos, como por exemplo: os hiperfocos, inflexibilidade de pensamento entre outros. E na realidade o que mais pesa é a consciência de que você é capaz, tão capaz, que chega a ser dolorido de várias maneiras o fato de você não conseguir executar determinadas atividades. E justamente por saber que tem potencial, se coloca em situações onde o fim é de frustração total. A auto cobrança então faz parte diária da vida da pessoa que possui dupla excepcionalidade, e sem terapia/medicamento/intervenção até viver pode ficar inviável, se tornando de fato, um verdadeiro caos. Muitas capacidades e muitos déficits se chocando o tempo todo, não, não é nada saudável. O diagnóstico salva vidas, nunca esqueça e isso, e quanto mais cedo descobrir mais chances de ter uma vida com qualidade💚 Se leu até aqui, deixa um emoji verde para mim💚🦖🧩 @evelyntupan .
Para pessoas com superdotação, a experiência emocional não é apenas “intensa”. Ela é neurologicamente mais rápida, mais profunda e mais interconectada. O que para outros pode soar como um comentário trivial, para nós pode perfurar com a nitidez de uma lâmina, ecoando em mil associações internas simultâneas. (Dabrowski, 1964; Silverman, 2013) E mesmo assim, sorrimos. Nos controlamos. Respondemos com gentileza. Trabalhamos mais do que devíamos. Camuflamos a dor. Essa camuflagem tem alto custo psíquico. Ela exige esforço contínuo de adaptação, um monitoramento constante de nossas reações para não parecermos “demais”, “exagerados”, “intensos”, “cansativos” ou “arrogantes”. Quando convivemos com ambientes que não reconhecem essa complexidade — seja na escola, no trabalho ou dentro de casa —, a tendência é internalizarmos a culpa. Culpa por sermos sensíveis. Culpa por precisarmos de silêncio. Culpa por termos sido agredidos e, ainda assim, nos perguntarmos se deveríamos ter reagido de outra forma. Culpa por não suportarmos interrupções, sons repetitivos, cheiros fortes, ou olhares críticos. Culpa por dizer “não consigo” quando o mundo exige que sejamos excepcionais o tempo todo. Culpa por parar. Por quebrar. Por precisar de pausa. 🧠 O nome disso é sobrecarga sensorial e emocional crônica. E ela adoece o superdotado. Em muitos casos, o adoecimento não é visível no início. Ele se disfarça de “fadiga”, “falhas de atenção”, “irritabilidade”, “apatia” ou hiperprodutividade mascarada. Mais adiante, pode vir como depressão atípica, crises de ansiedade, burnout funcional — e, em casos extremos, dissociação ou pensamentos suicidas. (Daniels & Piechowski, 2009; Webb et al., 2005; Lovecky, 1993) #superdotação #ahsd #altashabilidades #superdotados #altashabilidadessuperdotação
Nós existimos e somos muitos, passamos a vida nos escondendo e nos sentindo sozinhos. Precisamos sair da invisibilidade, nós existimos e somos muitos! Não somos unicórnios, estamos aqui e expressamos a superdotação em sua multiplicidade e não só no estereótipo engessado. Passamos tanto da vida fingindo que passamos a acreditar que somos menos, conseguimos menos e merecemos menos. #fabianacarla #superdotação #ahsd #superdotados #altashabilidadessuperdotação #superdotação #MensaBrasil
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