@sara_lovison
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Psicopedagoga Clínica e Institucional e Arteterapeuta . Em formação em Psicanálise Clínica. Psicopedagoga da Escola do Reino
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O IDAH não precisa ser uma barreira, ele pode ser um impulso! O TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) não deve ser visto como um obstáculo intransponível, mas sim como uma característica que exige autoconhecimento, estratégias e, muitas vezes, apoio profissional. Quem convive com o transtorno pode ter dificuldades em manter o foco, organizar tarefas ou controlar impulsos, mas isso não significa que seus objetivos sejam inalcançáveis. Ao contrário: muitas pessoas com TDAH são extremamente criativas, sensíveis, determinadas e apaixonadas por aquilo que fazem. Com estrutura, rotina, compreensão e respeito ao próprio ritmo, é totalmente possível conquistar espaço, realizar sonhos e alcançar metas. Ter TDAH não significa ser incapaz — significa apenas caminhar de um jeito diferente. Não há vergonha em precisar de um tempo a mais, de repetir etapas ou de buscar ajuda. A jornada de cada um é única, e avançar, mesmo com tropeços, é sinal de força. Enquanto uns correm, outros caminham… o importante é não parar. E se às vezes a mente acelera, que seja para imaginar novas possibilidades, para criar com intensidade e para viver com coragem. O TDAH pode até trazer desafios, mas também pode ser uma trilha cheia de potência, desde que o respeito, a paciência e o cuidado estejam presentes no processo. . Parabéns à @cocogauff pela conquista brilhante! @tennischannel @disneyplusbr @espnbrasil
Esse caso, embora revoltante, infelizmente não é isolado. A história da mulher de 19 anos que deixou sua filha de 3 anos sozinha para ir a um baile funk em Santo André é apenas mais um retrato doloroso de uma realidade silenciosa: o abandono infantil vem acontecendo com frequência assustadora, muitas vezes camuflado pela omissão social e pelo medo de se “complicar” ao denunciar. A imagem de uma criança, com fralda e descalça, perambulando sozinha pelas ruas enquanto chora pela mãe é mais que chocante — é desumana. Não há justificativa que sustente o abandono de uma criança tão pequena, frágil e completamente dependente de cuidado e proteção. A mãe admitiu ter saído enquanto a filha dormia. Mas e se a criança não tivesse acordado? E se ninguém a visse? E se algo pior tivesse acontecido? O que mais assusta é perceber que situações assim têm se repetido. Por trás de muitos sorrisos em redes sociais, há crianças que são deixadas trancadas em casa, dormindo sem saber que estão sozinhas, expostas a todos os riscos. Em muitos bairros, vizinhos sabem, mas se calam — por medo, por descrença no sistema, ou por pura negligência coletiva. É preciso falar sobre isso. É preciso romper o silêncio. A maternidade não é só instinto — é escolha, é responsabilidade, é renúncia. E não, não é para qualquer um. Requer maturidade emocional, apoio social e políticas públicas que amparem essas mães, principalmente as mais jovens, para que não deixem seus filhos vulneráveis. Mas também requer limites e responsabilidade legal, para proteger quem ainda não tem voz: as crianças. Enquanto tratarmos casos assim como “tristes exceções” e não como sintomas de um problema social maior — que envolve abandono, negligência, falta de suporte familiar, e também irresponsabilidade consciente — vamos continuar vendo crianças clamando por amor e cuidado no meio da rua. A infância precisa ser prioridade. E não podemos mais nos calar diante da barbárie. Denunciar é um dever. Silenciar, nesse caso, é também participar do abandono. Sára lovison
O tapinha de brincadeira” Aquele tapinha de brincadeira… você riu, achou engraçado, relevou. Mas o que pode parecer um gesto sem importância carrega mensagens silenciosas que ficam guardadas na mente da criança. Para o adulto, foi só um momento leve; para o filho, pode ter sido o aprendizado de que a violência é aceitável, talvez até divertida. É assim que, sem perceber, ensinamos que bater, empurrar ou reagir com agressividade é uma forma normal de expressar sentimentos. Colocar limites não é o mesmo que reprimir — é ensinar com clareza e amor o que é respeito, cuidado e autocontrole. Quando os pais têm dificuldade em impor limites, muitas vezes isso tem raízes profundas: medo de repetir modelos rígidos do passado, culpa, exaustão, ou a crença de que amar é permitir tudo. Mas o verdadeiro amor educa, orienta e sustenta. Ele não se omite, não ri da agressividade, não transforma o desrespeito em brincadeira. Entender de onde vem a nossa dificuldade em dizer “não” é o primeiro passo para mudar essa dinâmica — e criar um ambiente onde o afeto não machuca e o limite protege. Educar é ensinar que amor e respeito andam juntos — e que nenhuma forma de violência, por menor que pareça, é brincadeira.
Nem todo pai nasceu sabendo amar… Mas todo pai pode aprender. Não é falta de amor. Muitas vezes, ele apenas foi ensinado a não demonstrar. Na infância, muitos homens ouviram: “Homem não chora.” “Sentir é fraqueza.” Cresceram assim. Hoje, como pais, carregam o peso de prover, proteger, corrigir, cobrar… Mas, dentro de cada um deles, existe também o desejo de abraçar, de ouvir, de dizer “eu te amo” — mesmo que às vezes não saibam como. Neste Dia dos Pais, celebro não só aqueles que já sabem amar com gestos e palavras, mas também os que estão aprendendo a amar de forma nova, quebrando padrões antigos e se permitindo sentir. Feliz Dia dos Pais Sára Lovison Psicopedagoga Clínica e Arteterapeuta
Créditos @carlosbezerrajr THERIANS: depois dos bebês reborn, a nova febre é de pessoas que se identificam como animais... #therians #animais #bebereborn #reborn #gato #cachorro
O IDAH não precisa ser uma barreira, ele pode ser um impulso! O TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) não deve ser visto como um obstáculo intransponível, mas sim como uma característica que exige autoconhecimento, estratégias e, muitas vezes, apoio profissional. Quem convive com o transtorno pode ter dificuldades em manter o foco, organizar tarefas ou controlar impulsos, mas isso não significa que seus objetivos sejam inalcançáveis. Ao contrário: muitas pessoas com TDAH são extremamente criativas, sensíveis, determinadas e apaixonadas por aquilo que fazem. Com estrutura, rotina, compreensão e respeito ao próprio ritmo, é totalmente possível conquistar espaço, realizar sonhos e alcançar metas. Ter TDAH não significa ser incapaz — significa apenas caminhar de um jeito diferente. Não há vergonha em precisar de um tempo a mais, de repetir etapas ou de buscar ajuda. A jornada de cada um é única, e avançar, mesmo com tropeços, é sinal de força. Enquanto uns correm, outros caminham… o importante é não parar. E se às vezes a mente acelera, que seja para imaginar novas possibilidades, para criar com intensidade e para viver com coragem. O TDAH pode até trazer desafios, mas também pode ser uma trilha cheia de potência, desde que o respeito, a paciência e o cuidado estejam presentes no processo. . Parabéns à @cocogauff pela conquista brilhante! @tennischannel @disneyplusbr @espnbrasil
Esse caso, embora revoltante, infelizmente não é isolado. A história da mulher de 19 anos que deixou sua filha de 3 anos sozinha para ir a um baile funk em Santo André é apenas mais um retrato doloroso de uma realidade silenciosa: o abandono infantil vem acontecendo com frequência assustadora, muitas vezes camuflado pela omissão social e pelo medo de se “complicar” ao denunciar. A imagem de uma criança, com fralda e descalça, perambulando sozinha pelas ruas enquanto chora pela mãe é mais que chocante — é desumana. Não há justificativa que sustente o abandono de uma criança tão pequena, frágil e completamente dependente de cuidado e proteção. A mãe admitiu ter saído enquanto a filha dormia. Mas e se a criança não tivesse acordado? E se ninguém a visse? E se algo pior tivesse acontecido? O que mais assusta é perceber que situações assim têm se repetido. Por trás de muitos sorrisos em redes sociais, há crianças que são deixadas trancadas em casa, dormindo sem saber que estão sozinhas, expostas a todos os riscos. Em muitos bairros, vizinhos sabem, mas se calam — por medo, por descrença no sistema, ou por pura negligência coletiva. É preciso falar sobre isso. É preciso romper o silêncio. A maternidade não é só instinto — é escolha, é responsabilidade, é renúncia. E não, não é para qualquer um. Requer maturidade emocional, apoio social e políticas públicas que amparem essas mães, principalmente as mais jovens, para que não deixem seus filhos vulneráveis. Mas também requer limites e responsabilidade legal, para proteger quem ainda não tem voz: as crianças. Enquanto tratarmos casos assim como “tristes exceções” e não como sintomas de um problema social maior — que envolve abandono, negligência, falta de suporte familiar, e também irresponsabilidade consciente — vamos continuar vendo crianças clamando por amor e cuidado no meio da rua. A infância precisa ser prioridade. E não podemos mais nos calar diante da barbárie. Denunciar é um dever. Silenciar, nesse caso, é também participar do abandono. Sára lovison
O tapinha de brincadeira” Aquele tapinha de brincadeira… você riu, achou engraçado, relevou. Mas o que pode parecer um gesto sem importância carrega mensagens silenciosas que ficam guardadas na mente da criança. Para o adulto, foi só um momento leve; para o filho, pode ter sido o aprendizado de que a violência é aceitável, talvez até divertida. É assim que, sem perceber, ensinamos que bater, empurrar ou reagir com agressividade é uma forma normal de expressar sentimentos. Colocar limites não é o mesmo que reprimir — é ensinar com clareza e amor o que é respeito, cuidado e autocontrole. Quando os pais têm dificuldade em impor limites, muitas vezes isso tem raízes profundas: medo de repetir modelos rígidos do passado, culpa, exaustão, ou a crença de que amar é permitir tudo. Mas o verdadeiro amor educa, orienta e sustenta. Ele não se omite, não ri da agressividade, não transforma o desrespeito em brincadeira. Entender de onde vem a nossa dificuldade em dizer “não” é o primeiro passo para mudar essa dinâmica — e criar um ambiente onde o afeto não machuca e o limite protege. Educar é ensinar que amor e respeito andam juntos — e que nenhuma forma de violência, por menor que pareça, é brincadeira.
Nem todo pai nasceu sabendo amar… Mas todo pai pode aprender. Não é falta de amor. Muitas vezes, ele apenas foi ensinado a não demonstrar. Na infância, muitos homens ouviram: “Homem não chora.” “Sentir é fraqueza.” Cresceram assim. Hoje, como pais, carregam o peso de prover, proteger, corrigir, cobrar… Mas, dentro de cada um deles, existe também o desejo de abraçar, de ouvir, de dizer “eu te amo” — mesmo que às vezes não saibam como. Neste Dia dos Pais, celebro não só aqueles que já sabem amar com gestos e palavras, mas também os que estão aprendendo a amar de forma nova, quebrando padrões antigos e se permitindo sentir. Feliz Dia dos Pais Sára Lovison Psicopedagoga Clínica e Arteterapeuta
Créditos @carlosbezerrajr THERIANS: depois dos bebês reborn, a nova febre é de pessoas que se identificam como animais... #therians #animais #bebereborn #reborn #gato #cachorro
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