@rosana_petreca
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🏅 Melhor do Ano(23, 24, 25) 💥 Misofonia & Ansiedade: minha especialidade 💬 Terapia pra quem precisa de mudança de verdade 🌍Atendo Brasil e mundo
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Nosso inconsciente, muitas vezes, tece uma teia de obstáculos invisíveis em nossas vidas, baseados em medos, traumas e crenças arraigadas. Esses obstáculos podem se manifestar como autossabotagem, ansiedade, procrastinação ou até mesmo como barreiras emocionais que nos impedem de avançar em direção aos nossos objetivos. Reconhecer e trabalhar esses padrões é essencial para desfazer essas amarras invisíveis e alcançar nosso potencial pleno. Na terapia você pode se livrar de todos estes obstáculos. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em ansiedade. @ahmedkarim.official #ansiedadegeneralizada
[Risos] [Risos] [Risos]
A misofonia é uma condição caracterizada por uma forte reação emocional negativa, como raiva, irritação ou ansiedade, desencadeada por sons específicos. Esses sons, chamados de "gatilhos", são geralmente comuns no ambiente cotidiano, como mastigar, respirar, digitar, ou até sons de canetas clicando. Para pessoas com misofonia, esses ruídos são extremamente incômodos, mesmo quando não são percebidos da mesma forma por outras pessoas. Fatores como estresse, ansiedade e traumas prévios também podem agravar a condição. Alguns estudos indicam que a misofonia pode estar associada a outros distúrbios, como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ou o transtorno de ansiedade, embora nem todas as pessoas com misofonia tenham essas condições. O tratamento da misofonia pode incluir terapia, como (trg) terapia de reprocessamento generativo, técnicas de relaxamento e, em alguns casos, o uso de aparelhos auditivos que produzem sons suaves para mascarar os sons gatilhos. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em ansiedade e transtornos graves.
Escolha suas companhias com sabedoria, pois elas moldarão seu caminho e influenciarão seu destino. Andar ao lado de pessoas que nos impulsionam é como ter um vento constante a favor. Elas nos desafiam a ir além, nos apoiam nos momentos difíceis e celebram nossas conquistas. Essas relações nos ajudam a crescer, a aprender e a nos tornar versões melhores de nós mesmos. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em ansiedade. @matusa_oliveiravr
Para quem vive ao lado de alguém com misofonia, a rotina pode se tornar um constante exercício de vigilância. É como se você estivesse sempre prestes a pisar em falso. O som de um talher batendo no prato ou o barulho do teclado ao digitar pode transformar momentos simples em fontes de tensão. Muitas vezes, o parceiro, o amigo ou o familiar não entende de imediato o motivo daquela reação aparentemente exagerada, e isso pode gerar frustração, ressentimento e até afastamento emocional. A dificuldade maior está em algo que parece banal: o som. E não há como viver em completo silêncio. Comer juntos pode ser desconfortável. Conversas em ambientes com ruído podem ser interrompidas por um olhar de irritação. Há um cansaço que se acumula — não apenas em quem sente a dor da misofonia, mas também em quem precisa adaptar-se a ela sem entender completamente o que está acontecendo. Ainda assim, é importante lembrar que a misofonia não é uma escolha. Não é frescura. É um transtorno emocional, e a pessoa que convive com isso sofre muito. Mas também é fundamental que haja espaço para o outro — aquele que convive com essa sensibilidade — expressar o quanto isso também o afeta. O caminho é o diálogo, o respeito mútuo e, quando possível, o acompanhamento profissional. A empatia precisa ir nas duas direções. Ninguém escolhe ter misofonia, mas também ninguém escolhe o fardo de tentar caminhar sobre o silêncio sem saber onde está o limite do barulho. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em misofonia e ansiedade. @osmarchells #misofonia
[MÚSICA DE FUNDO]
Os sintomas da misofonia variam de pessoa para pessoa, mas geralmente envolvem reações emocionais e físicas intensas a sons específicos. Alguns dos principais sintomas incluem: Reações emocionais e psicológicas Irritação extrema ou raiva repentina ao ouvir determinados sons Ansiedade ou estresse antecipatório ao esperar que o som ocorra Sensação de ódio ou repulsa direcionada a quem produz o som Frustração intensa ou sensação de desamparo Necessidade urgente de interromper ou escapar da situação Reações físicas e comportamentais Aumento da frequência cardíaca e tensão muscular Suor excessivo ou sensação de calor Contração involuntária do corpo ou dos músculos faciais Necessidade de tampar os ouvidos, sair do ambiente ou usar fones de ouvido Em casos mais graves, ataques de pânico ou reações agressivas Os gatilhos mais comuns incluem sons repetitivos como mastigação, respiração alta, estalos de caneta, digitação, entre outros. Além disso, algumas pessoas também desenvolvem aversão a estímulos visuais associados aos sons. Se os sintomas da misofonia estiverem afetando a qualidade de vida, buscar ajuda de um profissional especializado em transtornos sonoros é essencial para que você consiga lidar melhor com a misofonia é até mesmo se livrar dela. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em ansiedade e transtornos sonoros. @ogustavotubarao
Eu tenho misofonia. Para quem não sabe o que é isso, eu não posso ouvir barulho de gente mastigando do meu lado, porque eu sinto vontade de matar a pessoa, literalmente falando. Mastigação, gente tossindo, limpando a gaga, respiração. Não respira do meu lado, por favor. Eu tenho 25 anos de idade e até hoje eu não sei o que é sentar na mesa com meus pais
Nosso inconsciente, muitas vezes, tece uma teia de obstáculos invisíveis em nossas vidas, baseados em medos, traumas e crenças arraigadas. Esses obstáculos podem se manifestar como autossabotagem, ansiedade, procrastinação ou até mesmo como barreiras emocionais que nos impedem de avançar em direção aos nossos objetivos. Reconhecer e trabalhar esses padrões é essencial para desfazer essas amarras invisíveis e alcançar nosso potencial pleno. Na terapia você pode se livrar de todos estes obstáculos. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em ansiedade. @ahmedkarim.official #ansiedadegeneralizada
[Risos] [Risos] [Risos]
A misofonia é uma condição caracterizada por uma forte reação emocional negativa, como raiva, irritação ou ansiedade, desencadeada por sons específicos. Esses sons, chamados de "gatilhos", são geralmente comuns no ambiente cotidiano, como mastigar, respirar, digitar, ou até sons de canetas clicando. Para pessoas com misofonia, esses ruídos são extremamente incômodos, mesmo quando não são percebidos da mesma forma por outras pessoas. Fatores como estresse, ansiedade e traumas prévios também podem agravar a condição. Alguns estudos indicam que a misofonia pode estar associada a outros distúrbios, como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ou o transtorno de ansiedade, embora nem todas as pessoas com misofonia tenham essas condições. O tratamento da misofonia pode incluir terapia, como (trg) terapia de reprocessamento generativo, técnicas de relaxamento e, em alguns casos, o uso de aparelhos auditivos que produzem sons suaves para mascarar os sons gatilhos. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em ansiedade e transtornos graves.
Escolha suas companhias com sabedoria, pois elas moldarão seu caminho e influenciarão seu destino. Andar ao lado de pessoas que nos impulsionam é como ter um vento constante a favor. Elas nos desafiam a ir além, nos apoiam nos momentos difíceis e celebram nossas conquistas. Essas relações nos ajudam a crescer, a aprender e a nos tornar versões melhores de nós mesmos. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em ansiedade. @matusa_oliveiravr
Para quem vive ao lado de alguém com misofonia, a rotina pode se tornar um constante exercício de vigilância. É como se você estivesse sempre prestes a pisar em falso. O som de um talher batendo no prato ou o barulho do teclado ao digitar pode transformar momentos simples em fontes de tensão. Muitas vezes, o parceiro, o amigo ou o familiar não entende de imediato o motivo daquela reação aparentemente exagerada, e isso pode gerar frustração, ressentimento e até afastamento emocional. A dificuldade maior está em algo que parece banal: o som. E não há como viver em completo silêncio. Comer juntos pode ser desconfortável. Conversas em ambientes com ruído podem ser interrompidas por um olhar de irritação. Há um cansaço que se acumula — não apenas em quem sente a dor da misofonia, mas também em quem precisa adaptar-se a ela sem entender completamente o que está acontecendo. Ainda assim, é importante lembrar que a misofonia não é uma escolha. Não é frescura. É um transtorno emocional, e a pessoa que convive com isso sofre muito. Mas também é fundamental que haja espaço para o outro — aquele que convive com essa sensibilidade — expressar o quanto isso também o afeta. O caminho é o diálogo, o respeito mútuo e, quando possível, o acompanhamento profissional. A empatia precisa ir nas duas direções. Ninguém escolhe ter misofonia, mas também ninguém escolhe o fardo de tentar caminhar sobre o silêncio sem saber onde está o limite do barulho. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em misofonia e ansiedade. @osmarchells #misofonia
[MÚSICA DE FUNDO]
Os sintomas da misofonia variam de pessoa para pessoa, mas geralmente envolvem reações emocionais e físicas intensas a sons específicos. Alguns dos principais sintomas incluem: Reações emocionais e psicológicas Irritação extrema ou raiva repentina ao ouvir determinados sons Ansiedade ou estresse antecipatório ao esperar que o som ocorra Sensação de ódio ou repulsa direcionada a quem produz o som Frustração intensa ou sensação de desamparo Necessidade urgente de interromper ou escapar da situação Reações físicas e comportamentais Aumento da frequência cardíaca e tensão muscular Suor excessivo ou sensação de calor Contração involuntária do corpo ou dos músculos faciais Necessidade de tampar os ouvidos, sair do ambiente ou usar fones de ouvido Em casos mais graves, ataques de pânico ou reações agressivas Os gatilhos mais comuns incluem sons repetitivos como mastigação, respiração alta, estalos de caneta, digitação, entre outros. Além disso, algumas pessoas também desenvolvem aversão a estímulos visuais associados aos sons. Se os sintomas da misofonia estiverem afetando a qualidade de vida, buscar ajuda de um profissional especializado em transtornos sonoros é essencial para que você consiga lidar melhor com a misofonia é até mesmo se livrar dela. Rosana Petreca, Master terapeuta trg, especialista em ansiedade e transtornos sonoros. @ogustavotubarao
Eu tenho misofonia. Para quem não sabe o que é isso, eu não posso ouvir barulho de gente mastigando do meu lado, porque eu sinto vontade de matar a pessoa, literalmente falando. Mastigação, gente tossindo, limpando a gaga, respiração. Não respira do meu lado, por favor. Eu tenho 25 anos de idade e até hoje eu não sei o que é sentar na mesa com meus pais
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