@rod_valverde
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📍 M&A Advisor & Conselheiro 💼 500+ transações em M&A, crises societárias e oportunidades societárias ⬇️ Comunidade para quem valoriza profundidade
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“Por que tantos judeus são ricos?” Essa era a pergunta do jovem corretor. Em vez de resposta com cheiro de teoria da conspiração ou coach quântico, ele ouviu o óbvio: estudo, disciplina, poupança, longo prazo. Nada de “fórmula secreta” ou aprendizados passados em um final de semana - há mais de 2.000 anos eles sabem que isso é balela. Enquanto uns fazem piada com o esforço do outro, tem gente que lê três livros por mês, ensina os filhos a negociar desde cedo e trabalha pra que a terceira geração não comece do zero. Eles tem a cultura certa, focada no trabalho, na fé e na família. Acordar cedo, trabalhar muito, cuidar dos seus e não se distrair com bobagem. Você pode fazer o curso do barbado que nunca fez nada na vida que não fosse vender curso para desavisado ou copiar uma cultura milenar para resolver não só os seus problemas, mas os problemas de várias gerações. A fórmula é simples. Mas dá trabalho. Você quer? Oremos.
Eles nunca jogaram na NBA. Nunca venceram um campeonato. E, mesmo assim, ganharam mais de US$ 300 milhões com basquete. Ozzie e Daniel Silna eram donos do Spirits of St. Louis, um time da extinta ABA. Quando a NBA decidiu absorver alguns times da liga rival, os Silna ficaram de fora da fusão. Mas fizeram um acordo genial: abriram mão da vaga em troca de uma parte da receita de TV da NBA... Para sempre. A NBA topou, achando que era dinheiro de pinga. Décadas depois, com os direitos de transmissão explodindo, o acordo virou uma mina de ouro. Os Silna ganharam mais do que muito time da NBA — sem pagar jogador, sem montar elenco, sem entrar em quadra. A sacada? Eles não ficaram brigando para entrar no jogo. Negociaram para lucrar com o jogo dos outros. Às vezes, o melhor negócio não é ser o protagonista. É entender onde está o dinheiro — e posicionar bem o contrato. Oremos.
A mentalidade de "terceirizar o sucesso" e não assumir a responsabilidade é um dos pontos mais importantes para se refletir sobre o debate "1 Patrão vs 30 Demitidos". Se você tem valor, alguém vai reconhecer. E se não achou alguém que reconheceu e não quer esperar , a responsabilidade é sua de empreender. Esse e muitos outros conteúdos exclusivos e completos, vão estar disponíveis amanhã para os membros da minha comunidade!
Somos uma coisa só CPF e CNPJ são (quase) a mesma coisa. Você é alguém em casa e alguém completamente diferente no trabalho? Se sim, melhor parar, refletir e ajustar as velas. Não existe Superman e não se recomenda o uso de máscaras para parecer ser alguém que você não é, seja em casa, seja no trabalho. O colapso do CEO da BMW durante uma apresentação gerou muita conversa em redes sociais por “provar que todo mundo pode ter um burnout”. Nem eu, nem você, nem ninguém sabe dizer se o colapso dele tem a ver com trabalho ou algum outro fator (uma perda pessoal por exemplo). Independente da causa, vale muito a pena revistar nosso ambiente de trabalho, entender se ele pode nos dar suporte em momentos críticos de nossas vidas, seja pessoal ou profissional. É importante ter uma rede de apoio. Em especial para os homens, é importante CONVERSAR sobre seus problemas. Tentar ser o superprotetor, tentar guardar tudo para si, é uma receita fadada ao fracasso. Ano começando, cheio de desafios, vá e vença. Mas não seja o mais rico do cemitério. Se cuide. Oremos
No mercado, você não pode se dar ao luxo de não gostar de alguém. O sucesso perdoa tudo. Empresário grande não toma decisão baseado em ego. Resultados falam mais alto que preferências pessoais. Você pode não gostar do estilo, da postura, da abordagem… mas se a pessoa entrega, gera valor e movimenta o jogo, isso é o que importa. As maiores empresas do mundo foram construídas por alianças improváveis. Parceiros que discordavam, tinham visões diferentes, mas entenderam que o crescimento era maior que qualquer desavença pessoal. Se você escolhe fazer negócios apenas com quem agrada seu ego, está deixando dinheiro na mesa. Se você ainda toma decisões emocionais e não estratégicas, está operando abaixo do seu potencial. No final do dia, o que pesa não é simpatia. É quem construiu mais, quem cresceu mais, quem se manteve relevante. Porque no mercado, o sucesso sempre fala mais alto. Oremos.
“Por que tantos judeus são ricos?” Essa era a pergunta do jovem corretor. Em vez de resposta com cheiro de teoria da conspiração ou coach quântico, ele ouviu o óbvio: estudo, disciplina, poupança, longo prazo. Nada de “fórmula secreta” ou aprendizados passados em um final de semana - há mais de 2.000 anos eles sabem que isso é balela. Enquanto uns fazem piada com o esforço do outro, tem gente que lê três livros por mês, ensina os filhos a negociar desde cedo e trabalha pra que a terceira geração não comece do zero. Eles tem a cultura certa, focada no trabalho, na fé e na família. Acordar cedo, trabalhar muito, cuidar dos seus e não se distrair com bobagem. Você pode fazer o curso do barbado que nunca fez nada na vida que não fosse vender curso para desavisado ou copiar uma cultura milenar para resolver não só os seus problemas, mas os problemas de várias gerações. A fórmula é simples. Mas dá trabalho. Você quer? Oremos.
Eles nunca jogaram na NBA. Nunca venceram um campeonato. E, mesmo assim, ganharam mais de US$ 300 milhões com basquete. Ozzie e Daniel Silna eram donos do Spirits of St. Louis, um time da extinta ABA. Quando a NBA decidiu absorver alguns times da liga rival, os Silna ficaram de fora da fusão. Mas fizeram um acordo genial: abriram mão da vaga em troca de uma parte da receita de TV da NBA... Para sempre. A NBA topou, achando que era dinheiro de pinga. Décadas depois, com os direitos de transmissão explodindo, o acordo virou uma mina de ouro. Os Silna ganharam mais do que muito time da NBA — sem pagar jogador, sem montar elenco, sem entrar em quadra. A sacada? Eles não ficaram brigando para entrar no jogo. Negociaram para lucrar com o jogo dos outros. Às vezes, o melhor negócio não é ser o protagonista. É entender onde está o dinheiro — e posicionar bem o contrato. Oremos.
A mentalidade de "terceirizar o sucesso" e não assumir a responsabilidade é um dos pontos mais importantes para se refletir sobre o debate "1 Patrão vs 30 Demitidos". Se você tem valor, alguém vai reconhecer. E se não achou alguém que reconheceu e não quer esperar , a responsabilidade é sua de empreender. Esse e muitos outros conteúdos exclusivos e completos, vão estar disponíveis amanhã para os membros da minha comunidade!
Somos uma coisa só CPF e CNPJ são (quase) a mesma coisa. Você é alguém em casa e alguém completamente diferente no trabalho? Se sim, melhor parar, refletir e ajustar as velas. Não existe Superman e não se recomenda o uso de máscaras para parecer ser alguém que você não é, seja em casa, seja no trabalho. O colapso do CEO da BMW durante uma apresentação gerou muita conversa em redes sociais por “provar que todo mundo pode ter um burnout”. Nem eu, nem você, nem ninguém sabe dizer se o colapso dele tem a ver com trabalho ou algum outro fator (uma perda pessoal por exemplo). Independente da causa, vale muito a pena revistar nosso ambiente de trabalho, entender se ele pode nos dar suporte em momentos críticos de nossas vidas, seja pessoal ou profissional. É importante ter uma rede de apoio. Em especial para os homens, é importante CONVERSAR sobre seus problemas. Tentar ser o superprotetor, tentar guardar tudo para si, é uma receita fadada ao fracasso. Ano começando, cheio de desafios, vá e vença. Mas não seja o mais rico do cemitério. Se cuide. Oremos
No mercado, você não pode se dar ao luxo de não gostar de alguém. O sucesso perdoa tudo. Empresário grande não toma decisão baseado em ego. Resultados falam mais alto que preferências pessoais. Você pode não gostar do estilo, da postura, da abordagem… mas se a pessoa entrega, gera valor e movimenta o jogo, isso é o que importa. As maiores empresas do mundo foram construídas por alianças improváveis. Parceiros que discordavam, tinham visões diferentes, mas entenderam que o crescimento era maior que qualquer desavença pessoal. Se você escolhe fazer negócios apenas com quem agrada seu ego, está deixando dinheiro na mesa. Se você ainda toma decisões emocionais e não estratégicas, está operando abaixo do seu potencial. No final do dia, o que pesa não é simpatia. É quem construiu mais, quem cresceu mais, quem se manteve relevante. Porque no mercado, o sucesso sempre fala mais alto. Oremos.
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