@rebecca.athayde
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🎓 Doutora em Psicologia Social 👩👦👦 Mãe de nove (4 no céu) 📚 + de 4.000 alunos na Internet ✏️ Te ensino a se tornar uma mulher melhor e mais forte
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Fizemos um encontro das amigas e, no meio da conversa, surgiu uma pesquisa básica: Resultado: 20 mulheres 77 filhos 7 no bucho 12 no céu (que vieram a nascer ou morreram no ventre) 58 em casa dormindo (No vídeo a conta saiu errada. Matemática não é mais nosso forte depois do gerenciamento de tanto mininu 🤣) No fim das contas, o que esse vídeo mostra não é número. É um monte de “sim” ditos ao longo do caminho. Sim à cada vidinha e a tudo o que ela traz para as nossas vidas. Sim aos desafios (novos e velhos). Sim ao amor que estica, dói, amadurece e alegra. Ir na contramão do mundo não nos deixou amargas, chatas ou infelizes. As vezes, vejo que a maternidade tem sido associada a isso: uma anulação total de si (de uma forma negativa) e um distanciamento de quem se é. Não. Vejo que ela nos deixou mais humanas, mais reais, mais vivas. E, apesar do barulho, dos perrengues, da bagunça e das olheiras, às vezes, ainda tem beleza, tem muita leveza (e haja piada). Ainda tem riso, fé, alegria e muita amizade.
Meu nome é Rebeca e eu tenho nove filhos. Bruna, Priscila. Nós temos seis filhos. David, Ana e nós temos cinco filhos. E o Silvana? Nais, Eliana, Sherry, Rafaela, Caísa, Letícia e a gente tem quatro filhos.
Por um instante, imagine seu filho tendo chegado ao topo daquilo que hoje todos almejam: profissão de sucesso, muito dinheiro, status, fluente em, pelo menos, três línguas. Você sentiria muito orgulho, correto? . Agora imagine que o casamento dele, ao mesmo tempo, está destruído, os amigos só estão ao seu lado por interesse, ele e sua família vivem à base de muito remédio, nem sempre os métodos usados para crescer são “limpos” e já faz muito que ele diz que “a ideia de Deus não faz sentido”. Como você se sentiria? . Claro que queremos que nossos filhos sejam bons naquilo que se propuserem a fazer e isso é bom! O problema chega quando esquecemos do essencial. . Focamos na escolha da escola que mais prepara para passar nos grandes cursos, no reforço, nos cursos extra e em um monte de coisas, e vamos negligenciando a pedra fundamental que o fará se manter de pé, ainda que diante das tempestades da vida. . Que tipo de “alimento” temos dado à alma dos nossos filhos? O que ele tem visto ou ouvido? O que considera bom? . Assume tua posição na luta pelo bem! É no cotidiano que o amor se alimenta: na forma como conversamos à mesa, como instruímos nossos filhos, como os corrigimos, como falamos de Deus. . É no amor que eles testemunham entre os pais, na forma que nos vêem tratar os outros, nas histórias que contamos, nas orações que fazemos e nas brincadeiras que incentivamos. . Uma única velinha pode resplandecer no meio das trevas. A melhor resposta que podemos dar a maldade do mundo é afogar o mal com abundância de bem. . Precisamos decidir ser essa velinha e acender tantas velinhas quantas conseguirmos. . “Realmente, o mundo está cheio de perigos, mas ainda há muita coisa bonita, e embora atualmente o amor e a tristeza estejam misturados em todas as terras, talvez o primeiro ainda cresça com mais força.”
[Lirik]
Três histórias cujo desfecho poderia ter sido completamente diferente! . Três histórias em que o amor foi maior do que a dor e que uma aparente “desgraça” deu lugar a fontes de graça. . Três histórias em que um sim gerou muitas vidas, não só a dos bebezinhos que foram poupados de terem suas vidas precocemente ceifadas, mas a de tantos que foram alcançados por elas. . Sigamos lutando pela vida!
Quero contar para vocês três histórias em que o aborto bateu em nossa porta. A primeira delas eu cresci ouvindo porque aconteceu bem ali na minha casa. Minha tia havia sido violentada em uma festa e dessa violência ela engravidou. Ela decidiu prosseguir com a gestação porque em suas
Tínhamos acabado de receber uma notícia terrível sobre o nosso filho. . A doença de coração dele estava muito avançada e não havia nada mais a ser feito. . Não sabíamos se a gestação chegaria até o fim. . Saímos do consultório da médica, atravessamos a Avenida Paulista, meio desnorteados, e demos de cara com uma igreja. . Era meio dia e um pouco e estava tendo missa. Entramos, no automático, e sentamos no último banco. . Eu estava chorando, tentando processar tudo, e pedindo forças a Jesus. . Nessa hora, entrou um mendigo e sentou na segunda fileira a nossa frente. . Quando o vi, fiz uma pergunta ao Senhor dentro de mim: “Senhor, és Tu que nos visita, na figura desse mendigo?” . Na mesma hora em que fiz essa pergunta, esse homem, esse mendigo, se vira para trás, olha nos meus olhos e sorri. Olha para o meu esposo e sorri novamente. . Para que eu não tivesse dúvidas, ele repete o gesto. . Minhas lágrimas escorriam sem parar e eu me lembrava daquilo que ele havia me dito um dia antes da descoberta da doença: “eu estou aqui o tempo todo. Eu só quero te ver lutar!” . Carregarei pra sempre aquele olhar comigo e a certeza de que, seja nas grandes ou nas pequenas batalhas do dia a dia, Ele está conosco o tempo todo, só quer nos ver lutar! . Não desistamos das batalhas!
Fizemos um encontro das amigas e, no meio da conversa, surgiu uma pesquisa básica: Resultado: 20 mulheres 77 filhos 7 no bucho 12 no céu (que vieram a nascer ou morreram no ventre) 58 em casa dormindo (No vídeo a conta saiu errada. Matemática não é mais nosso forte depois do gerenciamento de tanto mininu 🤣) No fim das contas, o que esse vídeo mostra não é número. É um monte de “sim” ditos ao longo do caminho. Sim à cada vidinha e a tudo o que ela traz para as nossas vidas. Sim aos desafios (novos e velhos). Sim ao amor que estica, dói, amadurece e alegra. Ir na contramão do mundo não nos deixou amargas, chatas ou infelizes. As vezes, vejo que a maternidade tem sido associada a isso: uma anulação total de si (de uma forma negativa) e um distanciamento de quem se é. Não. Vejo que ela nos deixou mais humanas, mais reais, mais vivas. E, apesar do barulho, dos perrengues, da bagunça e das olheiras, às vezes, ainda tem beleza, tem muita leveza (e haja piada). Ainda tem riso, fé, alegria e muita amizade.
Meu nome é Rebeca e eu tenho nove filhos. Bruna, Priscila. Nós temos seis filhos. David, Ana e nós temos cinco filhos. E o Silvana? Nais, Eliana, Sherry, Rafaela, Caísa, Letícia e a gente tem quatro filhos.
Por um instante, imagine seu filho tendo chegado ao topo daquilo que hoje todos almejam: profissão de sucesso, muito dinheiro, status, fluente em, pelo menos, três línguas. Você sentiria muito orgulho, correto? . Agora imagine que o casamento dele, ao mesmo tempo, está destruído, os amigos só estão ao seu lado por interesse, ele e sua família vivem à base de muito remédio, nem sempre os métodos usados para crescer são “limpos” e já faz muito que ele diz que “a ideia de Deus não faz sentido”. Como você se sentiria? . Claro que queremos que nossos filhos sejam bons naquilo que se propuserem a fazer e isso é bom! O problema chega quando esquecemos do essencial. . Focamos na escolha da escola que mais prepara para passar nos grandes cursos, no reforço, nos cursos extra e em um monte de coisas, e vamos negligenciando a pedra fundamental que o fará se manter de pé, ainda que diante das tempestades da vida. . Que tipo de “alimento” temos dado à alma dos nossos filhos? O que ele tem visto ou ouvido? O que considera bom? . Assume tua posição na luta pelo bem! É no cotidiano que o amor se alimenta: na forma como conversamos à mesa, como instruímos nossos filhos, como os corrigimos, como falamos de Deus. . É no amor que eles testemunham entre os pais, na forma que nos vêem tratar os outros, nas histórias que contamos, nas orações que fazemos e nas brincadeiras que incentivamos. . Uma única velinha pode resplandecer no meio das trevas. A melhor resposta que podemos dar a maldade do mundo é afogar o mal com abundância de bem. . Precisamos decidir ser essa velinha e acender tantas velinhas quantas conseguirmos. . “Realmente, o mundo está cheio de perigos, mas ainda há muita coisa bonita, e embora atualmente o amor e a tristeza estejam misturados em todas as terras, talvez o primeiro ainda cresça com mais força.”
[Lirik]
Três histórias cujo desfecho poderia ter sido completamente diferente! . Três histórias em que o amor foi maior do que a dor e que uma aparente “desgraça” deu lugar a fontes de graça. . Três histórias em que um sim gerou muitas vidas, não só a dos bebezinhos que foram poupados de terem suas vidas precocemente ceifadas, mas a de tantos que foram alcançados por elas. . Sigamos lutando pela vida!
Quero contar para vocês três histórias em que o aborto bateu em nossa porta. A primeira delas eu cresci ouvindo porque aconteceu bem ali na minha casa. Minha tia havia sido violentada em uma festa e dessa violência ela engravidou. Ela decidiu prosseguir com a gestação porque em suas
Tínhamos acabado de receber uma notícia terrível sobre o nosso filho. . A doença de coração dele estava muito avançada e não havia nada mais a ser feito. . Não sabíamos se a gestação chegaria até o fim. . Saímos do consultório da médica, atravessamos a Avenida Paulista, meio desnorteados, e demos de cara com uma igreja. . Era meio dia e um pouco e estava tendo missa. Entramos, no automático, e sentamos no último banco. . Eu estava chorando, tentando processar tudo, e pedindo forças a Jesus. . Nessa hora, entrou um mendigo e sentou na segunda fileira a nossa frente. . Quando o vi, fiz uma pergunta ao Senhor dentro de mim: “Senhor, és Tu que nos visita, na figura desse mendigo?” . Na mesma hora em que fiz essa pergunta, esse homem, esse mendigo, se vira para trás, olha nos meus olhos e sorri. Olha para o meu esposo e sorri novamente. . Para que eu não tivesse dúvidas, ele repete o gesto. . Minhas lágrimas escorriam sem parar e eu me lembrava daquilo que ele havia me dito um dia antes da descoberta da doença: “eu estou aqui o tempo todo. Eu só quero te ver lutar!” . Carregarei pra sempre aquele olhar comigo e a certeza de que, seja nas grandes ou nas pequenas batalhas do dia a dia, Ele está conosco o tempo todo, só quer nos ver lutar! . Não desistamos das batalhas!
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