@rafael_rozenszajn
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Porta-voz (res.) das IDF em português. Autor do livro “Guerra de Narrativas”. E-mail para contato - [email protected]
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Pela primeira vez na história de Israel, as Forças de Defesa têm um porta-voz oficial que fala português. Agora, a verdade pode ser dita diretamente — sem filtros, sem distorções. Em tempos de narrativas enganosas, informação clara é arma. Compartilhem. A verdade precisa de voz!
Essa é a primeira vez que o Exército de Israel tem um porta-voz que fala português e que possa se comunicar em português com o público brasileiro. As narrativas enganosas são enormes. A desinformação é tão grande no Brasil e o povo brasileiro tem a oportunidade de receber as informações oficiais em português. Então todos os brasileiros, a grande audiência que
Desde o início da guerra, temos monitorado de perto a situação humanitária na Faixa de Gaza. As IDF estão comprometidas com as necessidades humanitárias da população civil em Gaza, de acordo com o Direito Internacional. O Hamas é responsável pela atual situação humanitária em Gaza. O Hamas explora a população civil de Gaza para o terrorismo enquanto os terroristas do Hamas ativamente apreendem e desviam os suprimentos humanitários que entram na Faixa de Gaza. De acoordo com a orientação do governo israelense, esta semana (segunda-feira), foi retomada a transferência de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza. Assim, nos últimos dias, perto de 200 camiões de ajuda de vários países e organizações internacionais foram transferidas para a Faixa de Gaza através da passagem de Kerem Shalom. A ajuda humanitária inclui: farinha para padarias, roupas para bebês, alimentos, equipamentos médicos, medicamentos e outros produtos básicos destinados a cozinhas comunitárias operadas por organizações humanitárias internacionais. Toda a ajuda foi transferida após inspeções de segurança minuciosas do Ministério da Defesa de Israel. Os esforços de ajuda humanitária são parte integrante de nossas operações na Faixa de Gaza, mesmo quando o Hamas tenta minar esses esforços desviando suprimentos para fins terroristas. As IDF continuarão a facilitar a assistência humanitária na Faixa de Gaza, ao mesmo tempo em que farão todos os esforços para garantir que a ajuda não chegue à organização terrorista Hamas.
Não caiam na armadilha de terroristas, vejam esse vídeo até o final. Desde o começo da guerra foram eliminados cerca de 25 mil terroristas na faixa de Gaza. Quase toda a cadeia de comando do Hamas foi eliminada, inclusive os cinco maiores líderes do Hamas. Destruímos praticamente toda a capacidade de lançamento de foguetes do Hamas
Chocante e revoltante: um soldado sírio assassinou uma combatente curda e ainda levou o cabelo dela como ‘troféu’. Atrocidades assim quase não recebem atenção internacional, enquanto cada ação ou ataque de Israel vira manchete imediata e gera reações instantâneas do mundo. O silêncio seletivo é pura hipocrisia.
Good morning. Good morning. Where are you coming from? No, why are you here? Why are you here? I am going. I am going. God bless you.
O maior problema da guerra de narrativas é que muitos preferem acusar antes de escutar, e nada exemplifica isso melhor do que o conflito entre Israel e o Hamas. Enquanto o mundo se apressa em escolher lados, poucos param para entender a complexidade histórica, política e moral dessa guerra. De um lado, um Estado democrático tentando se defender de ataques terroristas; do outro, um grupo que usa civis como escudos e manipula imagens para vencer na opinião pública. Na guerra de narrativas, as palavras viram armas, e a verdade, a principal vítima. Antes de opinar, é preciso ouvir, estudar e buscar fatos, não slogans. Só assim é possível enxergar além da propaganda e compreender o que realmente está em jogo: vidas humanas e o direito à verdade.
E esse é exatamente o problema da guerra de narrativas. Porque é muito fácil gritar genocida, gritar assassino, gritar apartheid, mas é tão difícil escutar. Olha o que eu tenho a falar
Um artefato explosivo, que havia sido colocado há mais de um ano, foi localizado no campo de refugiados Nur a-Shams, na região de Tulkarm. O dispositivo foi detonado de forma controlada pelas IDF.
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Pela primeira vez na história de Israel, as Forças de Defesa têm um porta-voz oficial que fala português. Agora, a verdade pode ser dita diretamente — sem filtros, sem distorções. Em tempos de narrativas enganosas, informação clara é arma. Compartilhem. A verdade precisa de voz!
Essa é a primeira vez que o Exército de Israel tem um porta-voz que fala português e que possa se comunicar em português com o público brasileiro. As narrativas enganosas são enormes. A desinformação é tão grande no Brasil e o povo brasileiro tem a oportunidade de receber as informações oficiais em português. Então todos os brasileiros, a grande audiência que
Desde o início da guerra, temos monitorado de perto a situação humanitária na Faixa de Gaza. As IDF estão comprometidas com as necessidades humanitárias da população civil em Gaza, de acordo com o Direito Internacional. O Hamas é responsável pela atual situação humanitária em Gaza. O Hamas explora a população civil de Gaza para o terrorismo enquanto os terroristas do Hamas ativamente apreendem e desviam os suprimentos humanitários que entram na Faixa de Gaza. De acoordo com a orientação do governo israelense, esta semana (segunda-feira), foi retomada a transferência de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza. Assim, nos últimos dias, perto de 200 camiões de ajuda de vários países e organizações internacionais foram transferidas para a Faixa de Gaza através da passagem de Kerem Shalom. A ajuda humanitária inclui: farinha para padarias, roupas para bebês, alimentos, equipamentos médicos, medicamentos e outros produtos básicos destinados a cozinhas comunitárias operadas por organizações humanitárias internacionais. Toda a ajuda foi transferida após inspeções de segurança minuciosas do Ministério da Defesa de Israel. Os esforços de ajuda humanitária são parte integrante de nossas operações na Faixa de Gaza, mesmo quando o Hamas tenta minar esses esforços desviando suprimentos para fins terroristas. As IDF continuarão a facilitar a assistência humanitária na Faixa de Gaza, ao mesmo tempo em que farão todos os esforços para garantir que a ajuda não chegue à organização terrorista Hamas.
Não caiam na armadilha de terroristas, vejam esse vídeo até o final. Desde o começo da guerra foram eliminados cerca de 25 mil terroristas na faixa de Gaza. Quase toda a cadeia de comando do Hamas foi eliminada, inclusive os cinco maiores líderes do Hamas. Destruímos praticamente toda a capacidade de lançamento de foguetes do Hamas
Chocante e revoltante: um soldado sírio assassinou uma combatente curda e ainda levou o cabelo dela como ‘troféu’. Atrocidades assim quase não recebem atenção internacional, enquanto cada ação ou ataque de Israel vira manchete imediata e gera reações instantâneas do mundo. O silêncio seletivo é pura hipocrisia.
Good morning. Good morning. Where are you coming from? No, why are you here? Why are you here? I am going. I am going. God bless you.
O maior problema da guerra de narrativas é que muitos preferem acusar antes de escutar, e nada exemplifica isso melhor do que o conflito entre Israel e o Hamas. Enquanto o mundo se apressa em escolher lados, poucos param para entender a complexidade histórica, política e moral dessa guerra. De um lado, um Estado democrático tentando se defender de ataques terroristas; do outro, um grupo que usa civis como escudos e manipula imagens para vencer na opinião pública. Na guerra de narrativas, as palavras viram armas, e a verdade, a principal vítima. Antes de opinar, é preciso ouvir, estudar e buscar fatos, não slogans. Só assim é possível enxergar além da propaganda e compreender o que realmente está em jogo: vidas humanas e o direito à verdade.
E esse é exatamente o problema da guerra de narrativas. Porque é muito fácil gritar genocida, gritar assassino, gritar apartheid, mas é tão difícil escutar. Olha o que eu tenho a falar
Um artefato explosivo, que havia sido colocado há mais de um ano, foi localizado no campo de refugiados Nur a-Shams, na região de Tulkarm. O dispositivo foi detonado de forma controlada pelas IDF.
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