@paliativas
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𝗜𝗡𝗦𝗧𝗜𝗧𝗨𝗧𝗢 𝗔𝗡𝗔 𝗠𝗜𝗖𝗛𝗘𝗟𝗟𝗘 𝗦𝗢𝗔𝗥𝗘𝗦 Educação por meio do acolhimento e informação sobre Cuidados Paliativos no Brasil.🍃 AQUI É A BIO! ⬇️
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Dançando com o vento. 14-12-82 21-01-23 *** O último desejo de Ana Mi foi que ao invés de enviar coroas de flores, quem desejar poderá fazer doações para o projeto @casapaliativa que foi co-fundado por ela e era uma das suas grandes paixões. A Casa Paliativa é um espaço de acolhimento, apoio e vida para pacientes que se beneficiam dos cuidados paliativos. Pix: ( Informações sobre as cerimônias de despedida serão divulgados em breve.)
O que sobra de você se não puder se apresentar pela sua profissão, pelo seu estado civil ou pela sua configuração familiar? O que sobra de você caso não tenha um crachá que te faça passar pelas catracas sociais por aí? O ator James Van Der Beek, conhecido especialmente pelo trabalho em Dawson’s Creek, nos presenteia com essa reflexão. Muito além de um discurso religioso, um discurso existencial: a vida não tem sentido utilitário. Nós somos porque nós somos, e não pelo que entregamos, performamos ou desempenhamos. Infelizmente, é comum que esse clique só venha pra gente diante do diagnóstico de uma doença grave ou da morte de alguém que amamos. Será que precisamos esperar que momentos tão agudos cheguem para conseguir olhar para o que realmente importa? A consciência real da finitude é uma bússola. O fim, ou mesmo as ameaças de fim, permitem que a gente recalibre a nossa rota, reoriente o nosso GPS e siga pela estrada que realmente nos faz sentido.
Today's my birthday and it has been the hardest year of my life and I wanted to share something that I learned with y'all. When I was younger, I used to define myself as an actor, right, which was never really all that fulfilling and then I became a husband and that was much
✔️Yes, I did it! Falar do tabu em torno de palavras como: câncer, finitude, cuidados paliativos, morte. Falar sobre a invisibilidade do paciente grave. Falar do quanto de vida escorre pelo ralo na busca por validação. Falar do poder de estar presente. De degustar a vida.🍃 Falar da cura do que não tem cura. Acredito realmente que essas são ideias que merecem ser espalhadas e eu desejo profundamente que algumas de minhas palavras encontrem espaço em muitos corações por aí. Vale a pena gente boa. Viver vale a pena. 🌻 Obrigada @tedxsaopaulo por abrir espaço para esses temas. ▶️Agora vai lá no stories/destaque e clica no link pra contemplar essa ex tímida que gaguejava horrores pra apresentar trabalho de escola e agora só capricha no óleo de peroba e manda ver 😂😂😂 a oratória é um oferecimento de: “É mais fácil falar sobre o que acredito e vivo… download direto da alma”. #EnquantoEuRespirar #VidaInteira #tedxtalks #tedxsaopaulo #cuidadospaliativos #cancerdemamametastatico
Quase 15 anos atrás, a atriz Márcia Cabrita já nos alertava sobre como a positividade tóxica tende a afetar pessoas com doenças graves. Temos que dar espaço para que pacientes possam ter medo, possam esmorecer, possam ter vontade de desistir, possam questionar sua fé ou mesmo não a tenham. Depois do diagnóstico de uma doença grave, o paciente tem que ter o direito de explorar todo o espectro de possibilidades, vislumbrar até o fundo do poço, ter alguma sensação de que mapeou tudo o que pode acontecer. Temos que parar de ter a ânsia de interromper os desabafos com palavras imperativas que acabam por encerrar conversas: “Você tem que ser forte!” “Deus sabe o que faz!” “Já deu tudo certo!” “Você é uma guerreira, não desista!” Frases assim não vão mudar os pensamentos nem as sensações de temor de pessoas que atravessam uma jornada de tratamento. Frases assim só fazem com que as pessoas parem de falar contigo a respeito, mas não de pensar. E quanto menos gente do entorno estiver disposta a ouvir, maior o isolamento do paciente, que não se sente compreendido e vai se fechando cada vez mais - justamente no momento em que precisaria de acolhimento. Pesquisas já mostram que o linguajar bélico é um desserviço no contexto de saúde, especialmente para quem tem câncer. Ninguém “perde a luta”, não se trata de uma “guerra”. Esse jeito de falar só aumenta o estigma e joga em cima do paciente uma obrigação de ocupar um lugar de força ainda maior do que a que já está sendo empregada no tratamento. Márcia Cabrita morreu em 2017, aos 53 anos, sete anos depois do diagnóstico. Assim como Preta Gil, Márcia Cabrita não foi uma perdedora. Pelo contrário. . . Sugestão do seguidor @useecoarte , a quem agradecemos!
“Você precisa ser corajoso o suficiente para se cuidar.” Ana Michelle Soares É preciso coragem, e a gente vai ainda além. Não é só coragem; é preciso saber sobre os seus direitos. Não é só coragem; é preciso saber como e para quem pedir ajuda. Não é só coragem; é preciso saber sobre limites e dignidade. Quer aprender sobre isso? Corre lá no link da bio do @paliativas que a gente te conta o caminho.
Dançando com o vento. 14-12-82 21-01-23 *** O último desejo de Ana Mi foi que ao invés de enviar coroas de flores, quem desejar poderá fazer doações para o projeto @casapaliativa que foi co-fundado por ela e era uma das suas grandes paixões. A Casa Paliativa é um espaço de acolhimento, apoio e vida para pacientes que se beneficiam dos cuidados paliativos. Pix: ( Informações sobre as cerimônias de despedida serão divulgados em breve.)
O que sobra de você se não puder se apresentar pela sua profissão, pelo seu estado civil ou pela sua configuração familiar? O que sobra de você caso não tenha um crachá que te faça passar pelas catracas sociais por aí? O ator James Van Der Beek, conhecido especialmente pelo trabalho em Dawson’s Creek, nos presenteia com essa reflexão. Muito além de um discurso religioso, um discurso existencial: a vida não tem sentido utilitário. Nós somos porque nós somos, e não pelo que entregamos, performamos ou desempenhamos. Infelizmente, é comum que esse clique só venha pra gente diante do diagnóstico de uma doença grave ou da morte de alguém que amamos. Será que precisamos esperar que momentos tão agudos cheguem para conseguir olhar para o que realmente importa? A consciência real da finitude é uma bússola. O fim, ou mesmo as ameaças de fim, permitem que a gente recalibre a nossa rota, reoriente o nosso GPS e siga pela estrada que realmente nos faz sentido.
Today's my birthday and it has been the hardest year of my life and I wanted to share something that I learned with y'all. When I was younger, I used to define myself as an actor, right, which was never really all that fulfilling and then I became a husband and that was much
✔️Yes, I did it! Falar do tabu em torno de palavras como: câncer, finitude, cuidados paliativos, morte. Falar sobre a invisibilidade do paciente grave. Falar do quanto de vida escorre pelo ralo na busca por validação. Falar do poder de estar presente. De degustar a vida.🍃 Falar da cura do que não tem cura. Acredito realmente que essas são ideias que merecem ser espalhadas e eu desejo profundamente que algumas de minhas palavras encontrem espaço em muitos corações por aí. Vale a pena gente boa. Viver vale a pena. 🌻 Obrigada @tedxsaopaulo por abrir espaço para esses temas. ▶️Agora vai lá no stories/destaque e clica no link pra contemplar essa ex tímida que gaguejava horrores pra apresentar trabalho de escola e agora só capricha no óleo de peroba e manda ver 😂😂😂 a oratória é um oferecimento de: “É mais fácil falar sobre o que acredito e vivo… download direto da alma”. #EnquantoEuRespirar #VidaInteira #tedxtalks #tedxsaopaulo #cuidadospaliativos #cancerdemamametastatico
Quase 15 anos atrás, a atriz Márcia Cabrita já nos alertava sobre como a positividade tóxica tende a afetar pessoas com doenças graves. Temos que dar espaço para que pacientes possam ter medo, possam esmorecer, possam ter vontade de desistir, possam questionar sua fé ou mesmo não a tenham. Depois do diagnóstico de uma doença grave, o paciente tem que ter o direito de explorar todo o espectro de possibilidades, vislumbrar até o fundo do poço, ter alguma sensação de que mapeou tudo o que pode acontecer. Temos que parar de ter a ânsia de interromper os desabafos com palavras imperativas que acabam por encerrar conversas: “Você tem que ser forte!” “Deus sabe o que faz!” “Já deu tudo certo!” “Você é uma guerreira, não desista!” Frases assim não vão mudar os pensamentos nem as sensações de temor de pessoas que atravessam uma jornada de tratamento. Frases assim só fazem com que as pessoas parem de falar contigo a respeito, mas não de pensar. E quanto menos gente do entorno estiver disposta a ouvir, maior o isolamento do paciente, que não se sente compreendido e vai se fechando cada vez mais - justamente no momento em que precisaria de acolhimento. Pesquisas já mostram que o linguajar bélico é um desserviço no contexto de saúde, especialmente para quem tem câncer. Ninguém “perde a luta”, não se trata de uma “guerra”. Esse jeito de falar só aumenta o estigma e joga em cima do paciente uma obrigação de ocupar um lugar de força ainda maior do que a que já está sendo empregada no tratamento. Márcia Cabrita morreu em 2017, aos 53 anos, sete anos depois do diagnóstico. Assim como Preta Gil, Márcia Cabrita não foi uma perdedora. Pelo contrário. . . Sugestão do seguidor @useecoarte , a quem agradecemos!
“Você precisa ser corajoso o suficiente para se cuidar.” Ana Michelle Soares É preciso coragem, e a gente vai ainda além. Não é só coragem; é preciso saber sobre os seus direitos. Não é só coragem; é preciso saber como e para quem pedir ajuda. Não é só coragem; é preciso saber sobre limites e dignidade. Quer aprender sobre isso? Corre lá no link da bio do @paliativas que a gente te conta o caminho.
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