@olindascalabrin
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Professora de História da Educação e Alfabetização. Idealizadora do curso de alfabetização “Primeiras Letras” e da comunidade “Mãe-Raiz”.
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Faz parte do discurso taxar as mães-raiz, que tratam seus filhos com decência e tranquilidade, mas sem perder a sua autoridade e sem ficar negociando o tempo todo, como “autoritárias”, “agressivas” ou “desrespeitosas”. Se tratarem as mães que não são adeptas das suas invenções com o respeito que merecem, elas perdem território - porque sabem que precisam criar um inimigo a vencer. Não caiam nessa. Uma mãe-raiz não precisa se justificar, ela não precisa explicar o tempo inteiro porque preza pelas educação e respeito dos seus filhos assim como um comandante não precisa explicar porque preza pelo respeito dos seus soldados. Não se justifique. São elas que precisam explicar de onde vêm essas maluquices que não cansam de repetir e que são mais novas dos que os próprios filhos.
Faça sua matrícula na Videoteca e tenha acesso a essa e outras 250 aulas de história, política, filosofia, educação e religião. Siga também a @olindascalabrin, mãe de 5 filhos!
“Perguntar em vez de dizer é um dos métodos mais eficazes da Disciplina Positiva”. Afirma a teórica que tem formado uma geração inteira de mães que: não sabem mandar; não conseguem dar uma ordem simples e franca sem precisar mentir; não têm nenhuma autoridade sobre os filhos e, sabem por quê? Porque um dos mecanismos mentais que está por trás do “respeito e da autorresponsabilidade” que a Disciplina Positiva finge defender, é a aniquilação total da hierarquia entre pais e filhos - você deve seguir todos os passos de negociação com o seu filho porque, antes de qualquer coisa, você é igual, ou mesmo inferior, a ele. E para sustentar essa falácia elas estão dispostas a qualquer coisa - inclusive a ensinar os próprios filhos a dissimular.
Em “Disciplina Positiva” Jane Nelsen é incisiva: quando a criança se comporta de modo inapropriado, você precisa “sair” do lugar e dizer a ela que se respeita e, portanto, voltará depois. Não pode explicar o que é bom e mau. Não pode corrigir. Não pode dizer “veja lá como fala comigo, sou sua mãe”, não pode advertir. Só pode deixá-la para lá, afinal de contas, essa é a educação “respeitosa”. Respeito é lembrar-se de que esta criança de hoje, será um adulto amanhã. E se ela não aprender dos pais o que é certo e errado, bom e mau, verdadeiro e falso, não é do mundo que aprenderá - muito menos da própria cabeça. Teremos imitação da Indisciplina Permissiva, sim. Seremos resistência.
Faz parte do discurso taxar as mães-raiz, que tratam seus filhos com decência e tranquilidade, mas sem perder a sua autoridade e sem ficar negociando o tempo todo, como “autoritárias”, “agressivas” ou “desrespeitosas”. Se tratarem as mães que não são adeptas das suas invenções com o respeito que merecem, elas perdem território - porque sabem que precisam criar um inimigo a vencer. Não caiam nessa. Uma mãe-raiz não precisa se justificar, ela não precisa explicar o tempo inteiro porque preza pelas educação e respeito dos seus filhos assim como um comandante não precisa explicar porque preza pelo respeito dos seus soldados. Não se justifique. São elas que precisam explicar de onde vêm essas maluquices que não cansam de repetir e que são mais novas dos que os próprios filhos.
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“Perguntar em vez de dizer é um dos métodos mais eficazes da Disciplina Positiva”. Afirma a teórica que tem formado uma geração inteira de mães que: não sabem mandar; não conseguem dar uma ordem simples e franca sem precisar mentir; não têm nenhuma autoridade sobre os filhos e, sabem por quê? Porque um dos mecanismos mentais que está por trás do “respeito e da autorresponsabilidade” que a Disciplina Positiva finge defender, é a aniquilação total da hierarquia entre pais e filhos - você deve seguir todos os passos de negociação com o seu filho porque, antes de qualquer coisa, você é igual, ou mesmo inferior, a ele. E para sustentar essa falácia elas estão dispostas a qualquer coisa - inclusive a ensinar os próprios filhos a dissimular.
Em “Disciplina Positiva” Jane Nelsen é incisiva: quando a criança se comporta de modo inapropriado, você precisa “sair” do lugar e dizer a ela que se respeita e, portanto, voltará depois. Não pode explicar o que é bom e mau. Não pode corrigir. Não pode dizer “veja lá como fala comigo, sou sua mãe”, não pode advertir. Só pode deixá-la para lá, afinal de contas, essa é a educação “respeitosa”. Respeito é lembrar-se de que esta criança de hoje, será um adulto amanhã. E se ela não aprender dos pais o que é certo e errado, bom e mau, verdadeiro e falso, não é do mundo que aprenderá - muito menos da própria cabeça. Teremos imitação da Indisciplina Permissiva, sim. Seremos resistência.
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