@nelsonmotta
940posts
230.6Kfollowers
1.1Kfollowing
Jornalista, escritor e compositor. Liberal radical do tipo independente. Felinista 🐅Feministo.
This account appears as recommended in the profiles of these creators:
Vocês pediram… VEM AÍ! TURNÊ TOM JOBIM MUSICAL Me conta aqui, você tá preparado?
[MÚSICA DE FUNDO]
Livro bom não foi feito pra ficar parado na estante. O importante é que sejam lidos, e por isso sempre estou repassando os meus 🙌
Eu decidi me desapegar geral. Eu tinha um quarto inteiro na minha casa com livros e discos do chão ao teto. Minha filha me falou "Pai, você guardando tudo esse livro, você nunca mais vai ler de novo". Então eu resolvi dar esses livros todos. Encontrei um cara espetacular.
Bom ( quase ) dia, Rio. Diante da beleza estonteante, agradeço o privilégio e, enquanto os primeiros pássaros madrugadores já caminham e correm pelo calçadão, sinto uma imensa preguiça e uma certa melancolia pela falta da pessoa amada. Novidade. Sempre gostei e fui muito feliz com relações amorosas à distancia, que desandaram e azedaram e acabaram quando fomos morar juntos, todas elas, as melhores e as piores. Mas agora está diferente, claro, a pessoa tambem é diferente: depois de um ano de várias luas de mel e algumas viagens mais longas, a distancia entre o Rio e Porto Alegre, e de nossas rotinas e dinâmicas de vida, começa a incomodar. Não ! Ninguém é louco nem burro de querer morar junto, mas se estivéssemos um pouco mais perto, digo fisicamente, como São Paulo-Rio, ia melhorar bastante, poderíamos nos ver todos os fins de semana e fazer nossas viagens de lua de mel. Não estou reclamando, estou muito feliz e grato com o que tenho, só estou repensando algumas idéias. Por mais que se fale e se ouça e se veja todos os dias por áudio ou vídeo, faz falta a proximidade e intimidade da pele, do toque, da vibração. Paciencia, não se pode ter tudo. A vantagem de namorar uma jornalista e influencer popular é que fico sabendo tudo que ela faz ao longo do dia pelos seus posts e stories...rsrs enquanto isso vamos ficar na rota Leme-Guaíba celebrando o amor e a sorte. Ou fazemos uma assinatura de um serviço “trago a pessoa amada de volta em sete dias”.
Tem várias músicas por aí que eu compus, ganharam o mundo na voz de grandes artistas e muita gente nem sabe que fui eu que fiz.
Duas ou três coisas sobre Walter Salles Como era previsivel, na tradição do resssentimento invejoso brasileiro, ganhar mais de 30 premios internacionais, ter tres indicações ao Oscar, ser um homem bonito e inteligente, fluente em várias línguas, atraiu para Walter Salles costumeiras ondas de rancor, agravadas pelo crime de ser um dos homens mais ricos do Brasil. É intolerável para os invejosos e ressentidos. Criado no luxo, na arte e na cultura em Paris e na California, conheci-o logo que voltou, bem jovem, para começar a vida no Brasil com um programa de entrevistas na TV. Gostei muito dele e nos tornamos amigos. Apesar de bilionário, Waltinho cultivava hábitos modestos. Vestia-se com simplicidade quase desleixo. Morava em um predinho de 3 andares, sem elevador, na Lagoa. Vi que ele tinha horror a qualquer forma de ostentação. Quase um trauma, eu diria. Junto com o irmão João fundou a produtora Videofilmes, onde ganhava a vida. Dirigiu mais de 200 comerciais, para aprender e para se sustentar, até fazer, com grandes dificuldades, seu primeiro filme “A grande arte”. Poderia ter dado um telefonema para o seu (literalmente) banco, mas preferiu enfrentar todos os perrengues que todo cineasta sofre para produzir um filme. Dirigimos juntos o DVD de estréia de Marisa Monte em 1987. E depois ele me convidou para outra parceria, no documentário “Chico Buarque no pais da delicadeza perdida” e no especial de TV de Tom Jobim e João Gilberto no Municipal, em 1993. Fui conhecendo-o melhor, admirando seu trabalho e sua personalidade numa convivencia adorável. Nunca perguntei e não tenho provas, mas quase certeza de que ele nunca usou um centavo de sua fortuna de 4,5 bilhões de dólares para seus projetos pessoais, suas ambições artísticas. Encarou todas as dificuldades de um cineasta em encontrar produtores e financiamento para seus filmes. A consagração internacional de “Ainda estou aqui” está só começando e no Brasil, sucesso é ofensa pessoal”, como dizia Tom Jobim
Vocês pediram… VEM AÍ! TURNÊ TOM JOBIM MUSICAL Me conta aqui, você tá preparado?
[MÚSICA DE FUNDO]
Livro bom não foi feito pra ficar parado na estante. O importante é que sejam lidos, e por isso sempre estou repassando os meus 🙌
Eu decidi me desapegar geral. Eu tinha um quarto inteiro na minha casa com livros e discos do chão ao teto. Minha filha me falou "Pai, você guardando tudo esse livro, você nunca mais vai ler de novo". Então eu resolvi dar esses livros todos. Encontrei um cara espetacular.
Bom ( quase ) dia, Rio. Diante da beleza estonteante, agradeço o privilégio e, enquanto os primeiros pássaros madrugadores já caminham e correm pelo calçadão, sinto uma imensa preguiça e uma certa melancolia pela falta da pessoa amada. Novidade. Sempre gostei e fui muito feliz com relações amorosas à distancia, que desandaram e azedaram e acabaram quando fomos morar juntos, todas elas, as melhores e as piores. Mas agora está diferente, claro, a pessoa tambem é diferente: depois de um ano de várias luas de mel e algumas viagens mais longas, a distancia entre o Rio e Porto Alegre, e de nossas rotinas e dinâmicas de vida, começa a incomodar. Não ! Ninguém é louco nem burro de querer morar junto, mas se estivéssemos um pouco mais perto, digo fisicamente, como São Paulo-Rio, ia melhorar bastante, poderíamos nos ver todos os fins de semana e fazer nossas viagens de lua de mel. Não estou reclamando, estou muito feliz e grato com o que tenho, só estou repensando algumas idéias. Por mais que se fale e se ouça e se veja todos os dias por áudio ou vídeo, faz falta a proximidade e intimidade da pele, do toque, da vibração. Paciencia, não se pode ter tudo. A vantagem de namorar uma jornalista e influencer popular é que fico sabendo tudo que ela faz ao longo do dia pelos seus posts e stories...rsrs enquanto isso vamos ficar na rota Leme-Guaíba celebrando o amor e a sorte. Ou fazemos uma assinatura de um serviço “trago a pessoa amada de volta em sete dias”.
Tem várias músicas por aí que eu compus, ganharam o mundo na voz de grandes artistas e muita gente nem sabe que fui eu que fiz.
Duas ou três coisas sobre Walter Salles Como era previsivel, na tradição do resssentimento invejoso brasileiro, ganhar mais de 30 premios internacionais, ter tres indicações ao Oscar, ser um homem bonito e inteligente, fluente em várias línguas, atraiu para Walter Salles costumeiras ondas de rancor, agravadas pelo crime de ser um dos homens mais ricos do Brasil. É intolerável para os invejosos e ressentidos. Criado no luxo, na arte e na cultura em Paris e na California, conheci-o logo que voltou, bem jovem, para começar a vida no Brasil com um programa de entrevistas na TV. Gostei muito dele e nos tornamos amigos. Apesar de bilionário, Waltinho cultivava hábitos modestos. Vestia-se com simplicidade quase desleixo. Morava em um predinho de 3 andares, sem elevador, na Lagoa. Vi que ele tinha horror a qualquer forma de ostentação. Quase um trauma, eu diria. Junto com o irmão João fundou a produtora Videofilmes, onde ganhava a vida. Dirigiu mais de 200 comerciais, para aprender e para se sustentar, até fazer, com grandes dificuldades, seu primeiro filme “A grande arte”. Poderia ter dado um telefonema para o seu (literalmente) banco, mas preferiu enfrentar todos os perrengues que todo cineasta sofre para produzir um filme. Dirigimos juntos o DVD de estréia de Marisa Monte em 1987. E depois ele me convidou para outra parceria, no documentário “Chico Buarque no pais da delicadeza perdida” e no especial de TV de Tom Jobim e João Gilberto no Municipal, em 1993. Fui conhecendo-o melhor, admirando seu trabalho e sua personalidade numa convivencia adorável. Nunca perguntei e não tenho provas, mas quase certeza de que ele nunca usou um centavo de sua fortuna de 4,5 bilhões de dólares para seus projetos pessoais, suas ambições artísticas. Encarou todas as dificuldades de um cineasta em encontrar produtores e financiamento para seus filmes. A consagração internacional de “Ainda estou aqui” está só começando e no Brasil, sucesso é ofensa pessoal”, como dizia Tom Jobim
Unlock full access to all creators
You're viewing the first 5 creators. Subscribe to see all results and access advanced filters.
Upgrade to Pro