@naymacedo
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💜🔥Aqui somos ATENTAS! ✨Proteger não é exagero 🌱 Co-fund @aldear.org.br 🎤Palestras/Consultoria 📚Mestranda 🇧🇷+8 países 🧠CRP172275 Proteja👇
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Essa realidade não é ficção! Ela JÁ ESTÁ presente entre nós!!! Sigam comigo, @naymacedo e vejam os vídeos nos meus destaques (Exagero e IA) para mais. Quer aprender a conversar sobre esse tema com os seus filhos, alunos ou aprender a refletir melhor sobre os riscos que já estão à nossa volta? Tem link na bio! Compartilhe e REFLITA!!! Atentas! 💜🔥 #ia #ai #maternidade #parentalidade #segurancadigital #childOnlineSafety #tempodetela #protecaoonline #protecaodigital #bloqueioparental
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Embora existam muitas notícias, reportagens, pesquisas publicadas, alertando que os gigantes do Vale do Silício (aquela região dos EUA onde ficam situadas várias empresas de alta tecnologia) não expõem seus filhos aos mecanismos e ferramentas que eles mesmos desenvolvem e promovem, que estão sempre às volta com os riscos delas, que fomentam negócios absolutamente lucrativos que dependem do comportamento humano em vulnerabilidade, dependência, consumo e até, adoecimento, muita gente segue defendendo que eles pensam ou agem de formas diferentes com seus familiares *apenas* porque seria muito ricos e famosos e não porque conhecem com propriedade, os potenciais riscos e danos. A cultura da naturalização da exposição das imagens de menores na internet, da presença deles cada vez mais precocemente, do uso cada vez mais frequente e desacompanhado, talvez esteja normalizando os filhos "anônimos" cada vez mais vulneráveis. Digo isso tanto pela quantidade de pesquisas internacionais que apresentam dados da exposição de crianças e adolescentes, dos impactos que recebem das viol3ncias invisíveis como as que estão presentes pela cultura, mídia, o crescente alici4mento, o contato cada vez mais cedo com a p0rnogr4fia... Quanto pela atitude reativa dos adultos, frequentemente relatada ou observada: acreditar que isso só acontece com quem é "relevante o suficiente", com quem tem amigos o bastante, com os filhos dos outros, na casa dos outros. É muito comum ler em relatos na própria internet, produzidos pelas próprias crianças e adolescentes, sobre o quanto os seus adultos responsáveis não fazem ideia do que vivem, de como vivem, do que consomem, do que já lhes aconteceu ou dos segredos que guardam. Contar com a responsabilidade de grandes corporações ou órgãos de Estado, para proteger a nossa casa, os nossos filhos, os nossos dados, é algo pelo qual se vale lutar... Mas vale esperar? O que, daquele pouco que está ao nosso alcance, sob a nossa decisão, sob a nossa permissão, o que conta com a nossa anuência, desconhecimento ou com o nosso hábito de não rever, repensar? Tem algo aí que poderia ser um pouquinho diferente e que poderia colaborar com alguma proteção?
🔴 Corra como uma garota! Durante o terremoto na Turquia, enquanto muitos fugiam, a enfermeira Şeyma Alakuş correu para dentro do hospital pediátrico para salvar crianças e recém-nascidos. Ela não procurou a saída. Procurou quem não podia sair sozinho. Este ato comoveu o mundo. Mas também expôs uma verdade: mulheres historicamente foram ensinadas a cuidar, mesmo com o custo da própria vida. 📍E não, a ideia de que “mulheres e crianças vêm primeiro” nunca foi regra. Foi mito. 🔹 Em 1854, no naufrágio do SS Arctic, todos os botes foram tomados por homens. Nenhuma mulher ou criança sobreviveu. 🔹 Em 1898, no SS La Bourgogne, apenas uma mulher saiu viva entre centenas. Os tripulantes homens lutaram a socos pelos botes. 📚 Fontes: The New York Times Archives, Hugh Brewster – “Disaster at Sea” O que as histórias contam é outra coisa: 🧷 Mulheres usavam roupas pesadas, tinham acesso limitado às saídas, pouca autoridade e eram ensinadas à passividade. 🚪 Homens tinham mais mobilidade, liberdade de ação e ocupavam cargos de decisão. 📚 Fontes: Enarson & Morrow (1998); Fothergill (1996); Tierney (2006) Ou seja: O mito da proteção feminina mascarava desigualdades reais. Enquanto isso, mulheres comuns, como Şeyma, seguem fazendo o que sempre fizeram: salvando quem está vulnerável. Mesmo quando ninguém está olhando. Até hoje meninas em geral seguem sendo treinadas para a passividade, docilidade, silenciamento. Exigidas às roupas desconfortáveis ou hipers3xualizadas, cheias de penduricalhos. Estimuladas à brincadeiras pouco criativas, desafiadoras ou passivas, sem agilidade e destreza. À estética e "beleza", em vez da mobilidade e resistência. Ao amor romântico antes do amor próprio. Ao cuidar e servir, antes da realização dos próprios sonhos. Mulheres autônomas, independentes, autoconfiantes e sagazes, são tratadas como arrogantes ou agredidas, diminuídas. Mas é como dizem: Se mulheres fossem o sexo frágil, ao menor sinal de risco, a palavra mais ouvida não seria: "MAMÃÃÃE!" 💪🏼💜 #Mulheres #ForçaFeminina #HeroínasReais #TerremotoNaTurquia #ProteçãoInfantil #MulheresQueInspiram #Aldear #História
Mais do que ensinar às meninas, é URGENTE abolir a violência de meninos e homens. Todos os dias, essa é a realidade do sexo feminino, no mundo inteiro, desde até mesmo antes de nascer. Quanto mais novas, mais assediadas, invadidas. Toda mulher carrega consigo a memória de ainda tão pequena, desviar nas calçadas, buscar lugar nos ônibus, sentir medo de ir à padaria. Homens adultos e até idosos que sentem desejo, satisfação em provocar pavor. Em ver os olhos vulneráveis cheios de angústia. Homens jovens, adolescentes e por vezes meninos ainda crianças, que vão aprendendo a reproduzir essa presença incômoda por diversão. Onde estão os homens para falar sobre isso? Pra tocar nessa ferida, expor essa cultura, pra falar para o seu próprio grupo? 🦗🦗🦗🦗🦗 (Estão muito ocupados falando sobre mulheres e para mulheres?) Tô preparando um post sobre as roupas das meninas e outro sobre desenvolver competências emocionais nos meninos, em breve trago pra vocês. Siga aqui comigo 💜 @naymacedo #DiadaMenina #DiadasCriancas #GirlsDay #DiadeLaNiña #meninas #filhas 📽️ @plan_uk via @ehuniverso
Durante toda história da humanidade, bebês foram carregados e viviam colados em suas mães e pais. A modernidade tenta transformar em problema algo que é natural e esperado. Separam bebês das mães, culpam pais e querem que bebês e crianças sejam independentes e autônomos cada vez mais cedo. Somos mamíferos e carregar no colo, amamentar em livre demanda e dormir junto fazem parte de um desenvolvimento infantil saudável. Bebês e crianças precisam de conexão, presença, colo, apego e segurança. A sociedade e os profissionais da saúde precisam parar de problematizar e patologizar comportamentos típicos da infância. Mudemos a cultura porque a biologia não muda! Se você é pediatra, psicóloga, professora, profissional da saúde, educadora parental e lida com crianças e adolescentes ou orienta famílias, conheça nossa certificação em neurodesenvolvimento infantil e educação respeitosa. É essencial que você esteja atualizada(o). Link na bio do @congressoeducacaorespeitosa Vídeo @jaquebarbosa
Essa realidade não é ficção! Ela JÁ ESTÁ presente entre nós!!! Sigam comigo, @naymacedo e vejam os vídeos nos meus destaques (Exagero e IA) para mais. Quer aprender a conversar sobre esse tema com os seus filhos, alunos ou aprender a refletir melhor sobre os riscos que já estão à nossa volta? Tem link na bio! Compartilhe e REFLITA!!! Atentas! 💜🔥 #ia #ai #maternidade #parentalidade #segurancadigital #childOnlineSafety #tempodetela #protecaoonline #protecaodigital #bloqueioparental
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Embora existam muitas notícias, reportagens, pesquisas publicadas, alertando que os gigantes do Vale do Silício (aquela região dos EUA onde ficam situadas várias empresas de alta tecnologia) não expõem seus filhos aos mecanismos e ferramentas que eles mesmos desenvolvem e promovem, que estão sempre às volta com os riscos delas, que fomentam negócios absolutamente lucrativos que dependem do comportamento humano em vulnerabilidade, dependência, consumo e até, adoecimento, muita gente segue defendendo que eles pensam ou agem de formas diferentes com seus familiares *apenas* porque seria muito ricos e famosos e não porque conhecem com propriedade, os potenciais riscos e danos. A cultura da naturalização da exposição das imagens de menores na internet, da presença deles cada vez mais precocemente, do uso cada vez mais frequente e desacompanhado, talvez esteja normalizando os filhos "anônimos" cada vez mais vulneráveis. Digo isso tanto pela quantidade de pesquisas internacionais que apresentam dados da exposição de crianças e adolescentes, dos impactos que recebem das viol3ncias invisíveis como as que estão presentes pela cultura, mídia, o crescente alici4mento, o contato cada vez mais cedo com a p0rnogr4fia... Quanto pela atitude reativa dos adultos, frequentemente relatada ou observada: acreditar que isso só acontece com quem é "relevante o suficiente", com quem tem amigos o bastante, com os filhos dos outros, na casa dos outros. É muito comum ler em relatos na própria internet, produzidos pelas próprias crianças e adolescentes, sobre o quanto os seus adultos responsáveis não fazem ideia do que vivem, de como vivem, do que consomem, do que já lhes aconteceu ou dos segredos que guardam. Contar com a responsabilidade de grandes corporações ou órgãos de Estado, para proteger a nossa casa, os nossos filhos, os nossos dados, é algo pelo qual se vale lutar... Mas vale esperar? O que, daquele pouco que está ao nosso alcance, sob a nossa decisão, sob a nossa permissão, o que conta com a nossa anuência, desconhecimento ou com o nosso hábito de não rever, repensar? Tem algo aí que poderia ser um pouquinho diferente e que poderia colaborar com alguma proteção?
🔴 Corra como uma garota! Durante o terremoto na Turquia, enquanto muitos fugiam, a enfermeira Şeyma Alakuş correu para dentro do hospital pediátrico para salvar crianças e recém-nascidos. Ela não procurou a saída. Procurou quem não podia sair sozinho. Este ato comoveu o mundo. Mas também expôs uma verdade: mulheres historicamente foram ensinadas a cuidar, mesmo com o custo da própria vida. 📍E não, a ideia de que “mulheres e crianças vêm primeiro” nunca foi regra. Foi mito. 🔹 Em 1854, no naufrágio do SS Arctic, todos os botes foram tomados por homens. Nenhuma mulher ou criança sobreviveu. 🔹 Em 1898, no SS La Bourgogne, apenas uma mulher saiu viva entre centenas. Os tripulantes homens lutaram a socos pelos botes. 📚 Fontes: The New York Times Archives, Hugh Brewster – “Disaster at Sea” O que as histórias contam é outra coisa: 🧷 Mulheres usavam roupas pesadas, tinham acesso limitado às saídas, pouca autoridade e eram ensinadas à passividade. 🚪 Homens tinham mais mobilidade, liberdade de ação e ocupavam cargos de decisão. 📚 Fontes: Enarson & Morrow (1998); Fothergill (1996); Tierney (2006) Ou seja: O mito da proteção feminina mascarava desigualdades reais. Enquanto isso, mulheres comuns, como Şeyma, seguem fazendo o que sempre fizeram: salvando quem está vulnerável. Mesmo quando ninguém está olhando. Até hoje meninas em geral seguem sendo treinadas para a passividade, docilidade, silenciamento. Exigidas às roupas desconfortáveis ou hipers3xualizadas, cheias de penduricalhos. Estimuladas à brincadeiras pouco criativas, desafiadoras ou passivas, sem agilidade e destreza. À estética e "beleza", em vez da mobilidade e resistência. Ao amor romântico antes do amor próprio. Ao cuidar e servir, antes da realização dos próprios sonhos. Mulheres autônomas, independentes, autoconfiantes e sagazes, são tratadas como arrogantes ou agredidas, diminuídas. Mas é como dizem: Se mulheres fossem o sexo frágil, ao menor sinal de risco, a palavra mais ouvida não seria: "MAMÃÃÃE!" 💪🏼💜 #Mulheres #ForçaFeminina #HeroínasReais #TerremotoNaTurquia #ProteçãoInfantil #MulheresQueInspiram #Aldear #História
Mais do que ensinar às meninas, é URGENTE abolir a violência de meninos e homens. Todos os dias, essa é a realidade do sexo feminino, no mundo inteiro, desde até mesmo antes de nascer. Quanto mais novas, mais assediadas, invadidas. Toda mulher carrega consigo a memória de ainda tão pequena, desviar nas calçadas, buscar lugar nos ônibus, sentir medo de ir à padaria. Homens adultos e até idosos que sentem desejo, satisfação em provocar pavor. Em ver os olhos vulneráveis cheios de angústia. Homens jovens, adolescentes e por vezes meninos ainda crianças, que vão aprendendo a reproduzir essa presença incômoda por diversão. Onde estão os homens para falar sobre isso? Pra tocar nessa ferida, expor essa cultura, pra falar para o seu próprio grupo? 🦗🦗🦗🦗🦗 (Estão muito ocupados falando sobre mulheres e para mulheres?) Tô preparando um post sobre as roupas das meninas e outro sobre desenvolver competências emocionais nos meninos, em breve trago pra vocês. Siga aqui comigo 💜 @naymacedo #DiadaMenina #DiadasCriancas #GirlsDay #DiadeLaNiña #meninas #filhas 📽️ @plan_uk via @ehuniverso
Durante toda história da humanidade, bebês foram carregados e viviam colados em suas mães e pais. A modernidade tenta transformar em problema algo que é natural e esperado. Separam bebês das mães, culpam pais e querem que bebês e crianças sejam independentes e autônomos cada vez mais cedo. Somos mamíferos e carregar no colo, amamentar em livre demanda e dormir junto fazem parte de um desenvolvimento infantil saudável. Bebês e crianças precisam de conexão, presença, colo, apego e segurança. A sociedade e os profissionais da saúde precisam parar de problematizar e patologizar comportamentos típicos da infância. Mudemos a cultura porque a biologia não muda! Se você é pediatra, psicóloga, professora, profissional da saúde, educadora parental e lida com crianças e adolescentes ou orienta famílias, conheça nossa certificação em neurodesenvolvimento infantil e educação respeitosa. É essencial que você esteja atualizada(o). Link na bio do @congressoeducacaorespeitosa Vídeo @jaquebarbosa
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