@mintrabalhoeemprego
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Página oficial do Ministério do Trabalho e Emprego. Governo Federal - União e Reconstrução
GOVERNO DO BRASIL QUER FIM DA ESCALA 6X1 | Ministros do governo do Brasil deram coletiva de imprensa nesta terça-feira (2/12) reforçando o compromisso pelo fim da jornada de trabalho 6x1 sem redução de salário. O posicionamento vem após a apresentação do parecer do deputado federal Luiz Gastão, relator da Subcomissão da Escala 6x1, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, mas mantém a escala de seis dias de trabalho. “Depois da isenção de pagamento do Imposto de Renda para quem recebe salário até R$ 5 mil, o fim da escala 6x1 ajuda a garantir qualidade de vida à maioria dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil”, destacou a ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann. “O fim da escala 6x1 sem redução de salário é uma bandeira defendida pelo governo do presidente Lula. E nós vamos seguir defendendo no parlamento, na sociedade, nas ruas”, disse também o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
🐾💼 Trabalho igual, ração igual! No mundo dos gatinhos trabalhadores, todo mundo rala: organizam arquivos, fazem reuniões e até lidam com planilhas. Mas nem todos recebiam a mesma quantidade de petisco no fim do mês… até a chegada da Lei da Igualdade Salarial, política pública do Governo Federal! Se o trabalho é o mesmo, o salário também tem que ser. Isso vale pros gatinhos… e muito mais pra gente! 😉 📜 Lei nº 14.611/2023 -> mais justiça no mercado de trabalho.
JOVEM QUER CLT, MAS COM REMUNERAÇÃO ADEQUADA | O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ressaltou a participação dos jovens no mercado brasileiro, alertando os empregadores sobre a necessidade de uma remuneração adequada. Marinho discursou na inauguração da fábrica da chinesa GWM (Great Wall Motor) em Iracemápolis (SP). “A juventude quer trabalhar, sim. Os jovens topam trabalhar CLT, desejam trabalhar CLT. [...] O que o jovem não quer é uma remuneração inadequada para corresponder com a sua força de trabalho. Tendo boa remuneração, tendo um ambiente saudável, o jovem quer, sim, trabalhar”, afirmou.
ACESSO AO EMPREGO | Em 2024, 98,87% das vagas de emprego formais criadas foram ocupadas por pessoas cadastradas no Cadastro Único (CadÚnico), segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Do total de 1,69 milhão de empregos gerados, 1,27 milhão (75,5%) foram preenchidos por beneficiários do Programa Bolsa Família, enquanto 395 mil (23,4%) ficaram com cadastrados que não recebem o benefício. Em 2025, até abril, 75% dos novos empregos foram ocupados por beneficiários de programas sociais.
FIM DA ESCALA 6X1 | O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o país precisa avançar na revisão e na construção de um modelo de jornada que garanta mais saúde, equilíbrio e previsibilidade para trabalhadores e trabalhadoras. O ministro destacou que a escala é perversa e incompatível com a vida moderna. Sobre a escala 6x1, Marinho classificou o modelo como incompatível com a vida moderna. “Todos admitem que é uma jornada perversa. O ministro defendeu a necessidade de ampliar o descanso semanal.
GOVERNO DO BRASIL QUER FIM DA ESCALA 6X1 | Ministros do governo do Brasil deram coletiva de imprensa nesta terça-feira (2/12) reforçando o compromisso pelo fim da jornada de trabalho 6x1 sem redução de salário. O posicionamento vem após a apresentação do parecer do deputado federal Luiz Gastão, relator da Subcomissão da Escala 6x1, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, mas mantém a escala de seis dias de trabalho. “Depois da isenção de pagamento do Imposto de Renda para quem recebe salário até R$ 5 mil, o fim da escala 6x1 ajuda a garantir qualidade de vida à maioria dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil”, destacou a ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann. “O fim da escala 6x1 sem redução de salário é uma bandeira defendida pelo governo do presidente Lula. E nós vamos seguir defendendo no parlamento, na sociedade, nas ruas”, disse também o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
🐾💼 Trabalho igual, ração igual! No mundo dos gatinhos trabalhadores, todo mundo rala: organizam arquivos, fazem reuniões e até lidam com planilhas. Mas nem todos recebiam a mesma quantidade de petisco no fim do mês… até a chegada da Lei da Igualdade Salarial, política pública do Governo Federal! Se o trabalho é o mesmo, o salário também tem que ser. Isso vale pros gatinhos… e muito mais pra gente! 😉 📜 Lei nº 14.611/2023 -> mais justiça no mercado de trabalho.
JOVEM QUER CLT, MAS COM REMUNERAÇÃO ADEQUADA | O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ressaltou a participação dos jovens no mercado brasileiro, alertando os empregadores sobre a necessidade de uma remuneração adequada. Marinho discursou na inauguração da fábrica da chinesa GWM (Great Wall Motor) em Iracemápolis (SP). “A juventude quer trabalhar, sim. Os jovens topam trabalhar CLT, desejam trabalhar CLT. [...] O que o jovem não quer é uma remuneração inadequada para corresponder com a sua força de trabalho. Tendo boa remuneração, tendo um ambiente saudável, o jovem quer, sim, trabalhar”, afirmou.
ACESSO AO EMPREGO | Em 2024, 98,87% das vagas de emprego formais criadas foram ocupadas por pessoas cadastradas no Cadastro Único (CadÚnico), segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Do total de 1,69 milhão de empregos gerados, 1,27 milhão (75,5%) foram preenchidos por beneficiários do Programa Bolsa Família, enquanto 395 mil (23,4%) ficaram com cadastrados que não recebem o benefício. Em 2025, até abril, 75% dos novos empregos foram ocupados por beneficiários de programas sociais.
FIM DA ESCALA 6X1 | O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o país precisa avançar na revisão e na construção de um modelo de jornada que garanta mais saúde, equilíbrio e previsibilidade para trabalhadores e trabalhadoras. O ministro destacou que a escala é perversa e incompatível com a vida moderna. Sobre a escala 6x1, Marinho classificou o modelo como incompatível com a vida moderna. “Todos admitem que é uma jornada perversa. O ministro defendeu a necessidade de ampliar o descanso semanal.
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