@mauriciobacim
957posts
23.2Kfollowers
798following
💵 Redução de +R$68 milhões em dívidas ⚖️ Defendo negócios e pessoas dos abusos dos bancos 🆘 Quer ter saúde financeira e paz de novo? 📲 Clica no link👇
1. Você “ajuda” em casa: Errado. Você mora na casa. Não é ajuda. É obrigação. 2. Você só faz algo quando ela pede: E ainda reclama. Ela não é sua mãe. Ela é sua esposa. Tenha iniciativa. 3. Você acha que trabalhar fora te isenta das tarefas domésticas: Ela também trabalha. E chega em casa e faz tudo. Você chega e senta no sofá. 4. Você deixa tudo pra ela decidir: Escola dos filhos. Médico. Mercado. Você só assina embaixo. Isso é preguiça emocional. 5. Você fala “não sei fazer”: Aprende. Ela também não nasceu sabendo. Ela aprendeu porque PRECISOU. 6. Você só demonstra afeto quando quer algo: Principalmente sexo. Fora isso, você é indiferente. 7. Você acha que sustentar financeiramente é suficiente: Não é. Sua família precisa de VOCÊ. Não só do seu dinheiro. Segue o @mauriciobacim Manda esse post para quem precisa ver!
1. Ver sua esposa sangrar por semanas e ainda assim cuidar do bebê sozinha. Enquanto você reclamava de dor de cabeça. Aí você aprende o que é força de verdade. 2. Acordar de madrugada para trocar fralda enquanto ela amamentava. E perceber que puerpério não é “momento mágico”, é trabalho pesado em dobro. 3. Ouvir ela chorando no chuveiro achando que você não estava ouvindo. Depressão pós-parto é real. E você estava ocupado demais com trabalho para perceber. 4. Ver o corpo dela mudado e ela com vergonha de você. Enquanto você só sabia pensar na falta de sexo. 5. Perceber que ela não dormia há 3 dias seguidos. E você reclamando que não conseguiu dormir bem uma noite. Sua mesquinharia era assustadora. 6. Acompanhar ela na primeira consulta pós-parto. E descobrir o tanto de dor e desconforto que ela estava sentindo calada para não te “incomodar”. 7. Ver ela tendo crise de pânico achando que não estava sendo boa mãe. Enquanto você achava que o maior problema para ela seria a mudança de corpo. 8. Assumir a casa por uma semana inteira: e quase enlouquecer. Aí você entende que ela faz isso TODO DIA e você ainda tinha coragem de reclamar. 9. Segurar ela nos braços enquanto chorava de exaustão. Aí você prometeu que ia mudar. Agora deve cumprir essa promessa de verdade. 10. Perceber que puerpério não é fase “dela”, é fase “nossa”. E que se você não estivesse presente nesse momento, não mereceria estar presente em nenhum outro. Manda esse post para quem precisa ler! Segue o @mauriciobacim
Concorda? Segue o @mauriciobacim Manda esse vídeo para quem precisa ver!
Não é o marido que trai, não é o marido que bate, não é o marido que bebe. É pior! É o marido que destrói a esposa, pouco a pouco, todo dia. E ainda se acha um bom marido. Ele não xinga, ele invalida. Ele não agride, ele ignora. Ele não abandona.
1. Você acha que “ajudar” é o bastante. Mas ela não precisa de ajuda, precisa de parceria. 2. Você quer ser reconhecido por trocar uma fralda. Enquanto ela passa noites inteiras sem dormir e sem reclamar. 3. Quando ela desaba, você diz que ela tá “exagerando”. E é aí que ela para de te contar o que sente, porque aprendeu que contigo não adianta. 4. Você acha que o puerpério é sobre o bebê. Mas ele é sobre ela também, sobre o corpo que mudou, a mente que enlouquece e o peso que só ela carrega. 5. Você sente ciúmes da atenção que o bebê recebe. Mas não percebe que ela daria tudo para ter um minuto de silêncio e cuidado. 6. Você reclama que a vida mudou. Mas é ela que está vivendo o caos hormonal, físico e emocional, e mesmo assim, ainda cuida de você. 7. Você quer que ela te olhe como antes, mas você não é mais o mesmo homem. E talvez seja essa a hora de se tornar o que ela precisa agora, não o que você era antes. Manda esse post pro papai que precisa ler isso
1. Contratar alguém pra limpar a casa: “Ah, mas é caro”. É. Mas sabe o que é mais caro? O esgotamento dela. A depressão. O casamento acabar. Uma faxineira 2x por semana nas primeiras semanas salva casamento. Salva sanidade. Prioriza. 2. Comprar comida pronta/congelados de qualidade: Ela não precisa cozinhar do zero todo dia. Compra marmitas saudáveis. Congela comida. Facilita. “Ah, mas eu quero comida caseira”. Você quer? Então faz. Ou aceita o que tem e agradece. 3. Pagar uma doula pós-parto: “Pra quê? Minha mãe pode ajudar”. Doula é profissional. Conhece puerpério. Não dá palpite. Só apoia. Ensina. Acolhe. É diferente de família. E faz TODA diferença nos primeiros dias. 4. Investir em consulta com psicólogo perinatal: “Terapia é frescura”. Não. Terapia é cuidado. É prevenção. É saúde mental. Puerpério mexe com o psicológico. Ter acompanhamento evita problemas maiores. E salva vidas. 5. Comprar equipamentos que facilitam a rotina: Carrinho bom. Cadeirinha confortável. Bomba de leite elétrica. “É tudo muito caro”. É investimento. Facilita a vida. Diminui estresse. Melhora qualidade de vida de todo mundo. Vale cada centavo. 6. Pagar por delivery nos primeiros meses: “Mas delivery todo dia é desperdício”. Sabe o que é desperdício? Ela tendo que cozinhar exausta. Você reclamando que não tem comida. Brigas desnecessárias. Delivery é paz. É solução. É prioridade. 7. Contratar baba algumas horas por semana: “Mas eu tô em casa, pra quê baba?”. Pra ela descansar. Tomar banho demorado. Dormir. Ir no psicólogo. Fazer cabelo. Respirar. Ela precisa de pausas. Não é luxo. É necessidade básica. 8. Investir em curso/consultoria de sono do bebê: “Bebê não dorme mesmo, é assim”. Não precisa ser. Tem técnicas. Tem métodos. Bebê dormindo melhor = mãe dormindo melhor = todo mundo mais são. É investimento em saúde mental da família. 9. Comprar roupas confortáveis pra ela: Ela não cabe nas roupas antigas. Está desconfortável. Se sentindo mal. Compra roupas novas. Confortáveis. Bonitas. Pro tamanho atual dela. Mostra que você se importa. Que ela merece se sentir bem. Agora. Não “quando emagrecer”. Segue o @mauriciobacim Manda esse post para quem precisa ler!
1. Você “ajuda” em casa: Errado. Você mora na casa. Não é ajuda. É obrigação. 2. Você só faz algo quando ela pede: E ainda reclama. Ela não é sua mãe. Ela é sua esposa. Tenha iniciativa. 3. Você acha que trabalhar fora te isenta das tarefas domésticas: Ela também trabalha. E chega em casa e faz tudo. Você chega e senta no sofá. 4. Você deixa tudo pra ela decidir: Escola dos filhos. Médico. Mercado. Você só assina embaixo. Isso é preguiça emocional. 5. Você fala “não sei fazer”: Aprende. Ela também não nasceu sabendo. Ela aprendeu porque PRECISOU. 6. Você só demonstra afeto quando quer algo: Principalmente sexo. Fora isso, você é indiferente. 7. Você acha que sustentar financeiramente é suficiente: Não é. Sua família precisa de VOCÊ. Não só do seu dinheiro. Segue o @mauriciobacim Manda esse post para quem precisa ver!
1. Ver sua esposa sangrar por semanas e ainda assim cuidar do bebê sozinha. Enquanto você reclamava de dor de cabeça. Aí você aprende o que é força de verdade. 2. Acordar de madrugada para trocar fralda enquanto ela amamentava. E perceber que puerpério não é “momento mágico”, é trabalho pesado em dobro. 3. Ouvir ela chorando no chuveiro achando que você não estava ouvindo. Depressão pós-parto é real. E você estava ocupado demais com trabalho para perceber. 4. Ver o corpo dela mudado e ela com vergonha de você. Enquanto você só sabia pensar na falta de sexo. 5. Perceber que ela não dormia há 3 dias seguidos. E você reclamando que não conseguiu dormir bem uma noite. Sua mesquinharia era assustadora. 6. Acompanhar ela na primeira consulta pós-parto. E descobrir o tanto de dor e desconforto que ela estava sentindo calada para não te “incomodar”. 7. Ver ela tendo crise de pânico achando que não estava sendo boa mãe. Enquanto você achava que o maior problema para ela seria a mudança de corpo. 8. Assumir a casa por uma semana inteira: e quase enlouquecer. Aí você entende que ela faz isso TODO DIA e você ainda tinha coragem de reclamar. 9. Segurar ela nos braços enquanto chorava de exaustão. Aí você prometeu que ia mudar. Agora deve cumprir essa promessa de verdade. 10. Perceber que puerpério não é fase “dela”, é fase “nossa”. E que se você não estivesse presente nesse momento, não mereceria estar presente em nenhum outro. Manda esse post para quem precisa ler! Segue o @mauriciobacim
Concorda? Segue o @mauriciobacim Manda esse vídeo para quem precisa ver!
Não é o marido que trai, não é o marido que bate, não é o marido que bebe. É pior! É o marido que destrói a esposa, pouco a pouco, todo dia. E ainda se acha um bom marido. Ele não xinga, ele invalida. Ele não agride, ele ignora. Ele não abandona.
1. Você acha que “ajudar” é o bastante. Mas ela não precisa de ajuda, precisa de parceria. 2. Você quer ser reconhecido por trocar uma fralda. Enquanto ela passa noites inteiras sem dormir e sem reclamar. 3. Quando ela desaba, você diz que ela tá “exagerando”. E é aí que ela para de te contar o que sente, porque aprendeu que contigo não adianta. 4. Você acha que o puerpério é sobre o bebê. Mas ele é sobre ela também, sobre o corpo que mudou, a mente que enlouquece e o peso que só ela carrega. 5. Você sente ciúmes da atenção que o bebê recebe. Mas não percebe que ela daria tudo para ter um minuto de silêncio e cuidado. 6. Você reclama que a vida mudou. Mas é ela que está vivendo o caos hormonal, físico e emocional, e mesmo assim, ainda cuida de você. 7. Você quer que ela te olhe como antes, mas você não é mais o mesmo homem. E talvez seja essa a hora de se tornar o que ela precisa agora, não o que você era antes. Manda esse post pro papai que precisa ler isso
1. Contratar alguém pra limpar a casa: “Ah, mas é caro”. É. Mas sabe o que é mais caro? O esgotamento dela. A depressão. O casamento acabar. Uma faxineira 2x por semana nas primeiras semanas salva casamento. Salva sanidade. Prioriza. 2. Comprar comida pronta/congelados de qualidade: Ela não precisa cozinhar do zero todo dia. Compra marmitas saudáveis. Congela comida. Facilita. “Ah, mas eu quero comida caseira”. Você quer? Então faz. Ou aceita o que tem e agradece. 3. Pagar uma doula pós-parto: “Pra quê? Minha mãe pode ajudar”. Doula é profissional. Conhece puerpério. Não dá palpite. Só apoia. Ensina. Acolhe. É diferente de família. E faz TODA diferença nos primeiros dias. 4. Investir em consulta com psicólogo perinatal: “Terapia é frescura”. Não. Terapia é cuidado. É prevenção. É saúde mental. Puerpério mexe com o psicológico. Ter acompanhamento evita problemas maiores. E salva vidas. 5. Comprar equipamentos que facilitam a rotina: Carrinho bom. Cadeirinha confortável. Bomba de leite elétrica. “É tudo muito caro”. É investimento. Facilita a vida. Diminui estresse. Melhora qualidade de vida de todo mundo. Vale cada centavo. 6. Pagar por delivery nos primeiros meses: “Mas delivery todo dia é desperdício”. Sabe o que é desperdício? Ela tendo que cozinhar exausta. Você reclamando que não tem comida. Brigas desnecessárias. Delivery é paz. É solução. É prioridade. 7. Contratar baba algumas horas por semana: “Mas eu tô em casa, pra quê baba?”. Pra ela descansar. Tomar banho demorado. Dormir. Ir no psicólogo. Fazer cabelo. Respirar. Ela precisa de pausas. Não é luxo. É necessidade básica. 8. Investir em curso/consultoria de sono do bebê: “Bebê não dorme mesmo, é assim”. Não precisa ser. Tem técnicas. Tem métodos. Bebê dormindo melhor = mãe dormindo melhor = todo mundo mais são. É investimento em saúde mental da família. 9. Comprar roupas confortáveis pra ela: Ela não cabe nas roupas antigas. Está desconfortável. Se sentindo mal. Compra roupas novas. Confortáveis. Bonitas. Pro tamanho atual dela. Mostra que você se importa. Que ela merece se sentir bem. Agora. Não “quando emagrecer”. Segue o @mauriciobacim Manda esse post para quem precisa ler!
Unlock full access to all creators
You're viewing the first 5 creators. Subscribe to see all results and access advanced filters.
Upgrade to ProThis account appears as recommended in the profiles of these creators: