@mariahelenapq
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Carioca/Founder/Creative Director at @mhstudios_ find us also at Moda Operandi
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É curioso como certas coisas, tão pequenas à primeira vista, conseguem atravessar o tempo. Meu pai fazia álbuns pra mim quando eu era criança. Na época, eu não tinha idade, nem repertório pra entender, mas hoje eu sei: ele me ensinava a guardar o tempo e tudo que minha alma ama. Sem saber, plantava ali a semente do que viria a ser a MHSTUDIOS e, de alguma forma, tudo o que eu faço até hoje. Outra paixão que herdei dele foi a direção. E muito por isso me emocionou ao ver a Porsche, marca que há anos mexe com o meu coração e desejo, interessada na minha história, na minha essência, e em contá-la. Que momento! Assista ao filme no canal da Porsche Brasil ou clique no link na minha Bio. #PorscheBrasil #keepyouressence
Eu aprendi em casa que o importante da vida são os momentos que construímos juntos de quem amamos. Teve um momento em que eu peguei minha carreira e mudei totalmente a vida.
“Mesmo quando o caminho parece incerto, a resposta pode estar dentro de você.” KEEP YOUR ESSENCE é uma produção original da Porsche Brasil que apresenta quatro histórias de brasileiros que transformaram desafios em recomeços inspirados em sua própria essência. Conheça: @dubdogz – Top 5 DJs do Brasil @luizfilipe – Chef do Evvai, restaurante duas estrelas Michelin @mariahelenapq – Fundadora e diretora criativa da MHSTUDIOS @adonisalcici – Artista plástico e designer Cada um deles encontrou na própria essência a chave para o sucesso. Assista agora no YouTube da Porsche Brasil. Link na bio. #PorscheBrasil #KeepYourEssence
Diário de Publicidade: Lembro da primeira vez que tive contato com o trabalho de um designer que adoro, já falecido. Eu fazia meu mestrado nos Estados Unidos e estava em Nova York para uma feira de entrevistas de trabalho quando a vitrine de uma lojinha de esquina em Nolita me chamou a atenção e despertou algo em mim, uma curiosidade que, com o tempo, virou identificação profunda. Não à toa, o designer, que ficou conhecido como “o poeta da luz”, disse certa vez: “Light can dance, seduce, heal, and express emotions. It’s never just illumination.” Essa frase ressoou em mim e explicou muita coisa, porque era exatamente assim que eu me sentia em relação à luz, mas nunca tinha parado para pensar conscientemente sobre isso. Ali conheci uma parte de mim. Sou obcecada por luz e pela possibilidade de climas que ela oferece. E dentro do universo “luz”, a natural é vital para mim. Não a claridade excessiva, mas a nuance, a sombra, aquele feixe específico que entra às 16h27 e dança pelas paredes. Aquela luz âmbar que invade o ambiente quando o sol começa a se pôr. Há dias em que quero ver a cidade inteira sem que ela entre demais no meu espaço. Outros em que quero ver a luz sem ver a cidade. Outros ainda em que quero ver quase nada, mas saber que a luz está ali, modulada, controlada, poetizada. Foi essa consciência que me guiou na busca de um espaço para ser meu refúgio na cidade, fora de casa, mas ainda assim profundamente íntimo. E, como amante da luz, eu queria luz natural em abundância, o dia todo, vinda de todos os lados, invadindo esse espaço muito privado onde leio, dou início a processos criativos, escrevo, trabalho com foco absoluto e, quando lá durmo, durmo como ursa. Um espaço deslocado no tempo, perfeito para minhas ideias e reflexões. Em bom português, um tempo para mim. Com vidros do chão ao teto, uma ‘vista de perder de vista’ e luz, muita luz, a minha Suíte 42 [ continua nos comentários ]
♫
Diário de Publicidade para @hunterdouglasbrasil parte 2: Nada de novo sob o sol, meu olhar para objetos mundanos sempre buscou elevá-los a algo maior. Acredito fielmente que os elementos que nos cercam no dia a dia — por mais sutil importância que pareçam ter — são os pequenos grandes maestros da nossa vida. Porque é com eles, e por meio deles, que as histórias acontecem. A luz sempre foi um personagem de extrema relevância nos meus dias, mas não qualquer luz. Me interessam as nuances, as sombras que dançam na parede às 16h27, a luz rosa que invade a sala quando o sol começa a se pôr. E, por isso, cortinas integram para a minha [longa] lista de obsessões nada comuns. Para mim, a cortina não é para esconder, mas para orquestrar a luz. Cada abertura ou fechamento é uma mudança de cena. Não à toa, dentro do meu reduto criativo (ou sala de ideias, ou escrita ou Suíte 42) as cortinas se tornaram agentes principais. Eu precisava de cortinas que criassem climas, atmosferas, compusessem cenas e fossem capazes de proporcionar ao mesmo cômodo diferentes momentos. Afinal, ninguém acorda e dorme igual todos os dias. Cheguei à Arthur Decor com um desejo difícil de traduzir. Queria uma solução que entendesse a luz como eu entendo, e foi exatamente isso que encontrei: escuta atenta, um cuidado elegante, delicadeza em cada sugestão e um processo absolutamente seamless. Antes de sugerirem qualquer solução, observaram minha rotina, minha luz real, meus rituais. Dias depois, me apresentaram a Silhouette®️ da Hunter Douglas, e eu soube na hora. Era ela. A cortina que não bloqueia, mas suaviza. Que transforma o mesmo cômodo em diferentes mundos: manhã suave, tarde reflexiva, noite de caverna. Quando voltei de viagem, ela já estava lá. Instalada com a mesma leveza com que foi pensada. E mesmo com tudo pronto, não se tratava do fim: Suíte 42 nunca foi o ponto final, mas o prólogo para a casa principal. Por ora, deixo a cortina entreaberta, e te convido a embarcar nessa história e assistir não só as próximas cenas que a contam, mas as cortinas que as descortinam. Que venham os próximos capítulos dessa publicidade!
É curioso como certas coisas, tão pequenas à primeira vista, conseguem atravessar o tempo. Meu pai fazia álbuns pra mim quando eu era criança. Na época, eu não tinha idade, nem repertório pra entender, mas hoje eu sei: ele me ensinava a guardar o tempo e tudo que minha alma ama. Sem saber, plantava ali a semente do que viria a ser a MHSTUDIOS e, de alguma forma, tudo o que eu faço até hoje. Outra paixão que herdei dele foi a direção. E muito por isso me emocionou ao ver a Porsche, marca que há anos mexe com o meu coração e desejo, interessada na minha história, na minha essência, e em contá-la. Que momento! Assista ao filme no canal da Porsche Brasil ou clique no link na minha Bio. #PorscheBrasil #keepyouressence
Eu aprendi em casa que o importante da vida são os momentos que construímos juntos de quem amamos. Teve um momento em que eu peguei minha carreira e mudei totalmente a vida.
“Mesmo quando o caminho parece incerto, a resposta pode estar dentro de você.” KEEP YOUR ESSENCE é uma produção original da Porsche Brasil que apresenta quatro histórias de brasileiros que transformaram desafios em recomeços inspirados em sua própria essência. Conheça: @dubdogz – Top 5 DJs do Brasil @luizfilipe – Chef do Evvai, restaurante duas estrelas Michelin @mariahelenapq – Fundadora e diretora criativa da MHSTUDIOS @adonisalcici – Artista plástico e designer Cada um deles encontrou na própria essência a chave para o sucesso. Assista agora no YouTube da Porsche Brasil. Link na bio. #PorscheBrasil #KeepYourEssence
Diário de Publicidade: Lembro da primeira vez que tive contato com o trabalho de um designer que adoro, já falecido. Eu fazia meu mestrado nos Estados Unidos e estava em Nova York para uma feira de entrevistas de trabalho quando a vitrine de uma lojinha de esquina em Nolita me chamou a atenção e despertou algo em mim, uma curiosidade que, com o tempo, virou identificação profunda. Não à toa, o designer, que ficou conhecido como “o poeta da luz”, disse certa vez: “Light can dance, seduce, heal, and express emotions. It’s never just illumination.” Essa frase ressoou em mim e explicou muita coisa, porque era exatamente assim que eu me sentia em relação à luz, mas nunca tinha parado para pensar conscientemente sobre isso. Ali conheci uma parte de mim. Sou obcecada por luz e pela possibilidade de climas que ela oferece. E dentro do universo “luz”, a natural é vital para mim. Não a claridade excessiva, mas a nuance, a sombra, aquele feixe específico que entra às 16h27 e dança pelas paredes. Aquela luz âmbar que invade o ambiente quando o sol começa a se pôr. Há dias em que quero ver a cidade inteira sem que ela entre demais no meu espaço. Outros em que quero ver a luz sem ver a cidade. Outros ainda em que quero ver quase nada, mas saber que a luz está ali, modulada, controlada, poetizada. Foi essa consciência que me guiou na busca de um espaço para ser meu refúgio na cidade, fora de casa, mas ainda assim profundamente íntimo. E, como amante da luz, eu queria luz natural em abundância, o dia todo, vinda de todos os lados, invadindo esse espaço muito privado onde leio, dou início a processos criativos, escrevo, trabalho com foco absoluto e, quando lá durmo, durmo como ursa. Um espaço deslocado no tempo, perfeito para minhas ideias e reflexões. Em bom português, um tempo para mim. Com vidros do chão ao teto, uma ‘vista de perder de vista’ e luz, muita luz, a minha Suíte 42 [ continua nos comentários ]
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Diário de Publicidade para @hunterdouglasbrasil parte 2: Nada de novo sob o sol, meu olhar para objetos mundanos sempre buscou elevá-los a algo maior. Acredito fielmente que os elementos que nos cercam no dia a dia — por mais sutil importância que pareçam ter — são os pequenos grandes maestros da nossa vida. Porque é com eles, e por meio deles, que as histórias acontecem. A luz sempre foi um personagem de extrema relevância nos meus dias, mas não qualquer luz. Me interessam as nuances, as sombras que dançam na parede às 16h27, a luz rosa que invade a sala quando o sol começa a se pôr. E, por isso, cortinas integram para a minha [longa] lista de obsessões nada comuns. Para mim, a cortina não é para esconder, mas para orquestrar a luz. Cada abertura ou fechamento é uma mudança de cena. Não à toa, dentro do meu reduto criativo (ou sala de ideias, ou escrita ou Suíte 42) as cortinas se tornaram agentes principais. Eu precisava de cortinas que criassem climas, atmosferas, compusessem cenas e fossem capazes de proporcionar ao mesmo cômodo diferentes momentos. Afinal, ninguém acorda e dorme igual todos os dias. Cheguei à Arthur Decor com um desejo difícil de traduzir. Queria uma solução que entendesse a luz como eu entendo, e foi exatamente isso que encontrei: escuta atenta, um cuidado elegante, delicadeza em cada sugestão e um processo absolutamente seamless. Antes de sugerirem qualquer solução, observaram minha rotina, minha luz real, meus rituais. Dias depois, me apresentaram a Silhouette®️ da Hunter Douglas, e eu soube na hora. Era ela. A cortina que não bloqueia, mas suaviza. Que transforma o mesmo cômodo em diferentes mundos: manhã suave, tarde reflexiva, noite de caverna. Quando voltei de viagem, ela já estava lá. Instalada com a mesma leveza com que foi pensada. E mesmo com tudo pronto, não se tratava do fim: Suíte 42 nunca foi o ponto final, mas o prólogo para a casa principal. Por ora, deixo a cortina entreaberta, e te convido a embarcar nessa história e assistir não só as próximas cenas que a contam, mas as cortinas que as descortinam. Que venham os próximos capítulos dessa publicidade!
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