@luizcarlosfaria
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Cloud Native Solutions Architect .NET Software Architect 6x🏆 Microsoft MVP 🐳 Docker Captain 📺 Luiz Carlos Faria / Canal .NET 🎙 DevShow Podcast
Pontos cegos existem, e é por isso que Mentores existem. Para te ajudar encontrar esses pontos cegos! Você pode até aprender sozinho, mas para ir para o próximo nível todas as engrenagens do seu negócio precisam estar ajustadas. Assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify! VDCAST | Ep. 175 com Luiz Carlos (@luizcarlosfaria)
Algumas vezes você pode me ver irritado por aí, falando pelos cotovelos, pistola com alguém que está preocupado aspenas com "resolver o problema" ignorando absolutamente se está certo ou errado. Essa forma de enxergar a vida, começa na escola e se consolida na faculdade. E claro, estamos falando de um problema institucional causado pela perda da essência de sua função. A escola não ensina para passar no vestibular te ensina para a vida, assim como faculdade não ensina para conseguir um emprego, te ensina para ser funcional, uma vez empregado. Embora o viés utilitarista esteja em uma crescente nos últimos 40 anos ou mais, há quem tenha se dado conta, que os utilitaristas, são incapazes de construir algo que não seja fundamentalmente raso, frágil, não sustentável. Aqui no mercado de tecnologia também vemos isso. Profissionais que não conseguem conectar os pontos e conceber nada do zero sem que seja necessária a cópia, um modelo a ser seguido. Pessoas que precisam gastar 5 vezes mais tempo para resolver os mesmos problemas, causados por aquilo que levariam minutos se tivessem aprendido a aprender. Minha crítica à geração SO, se dá exatamente por conta disso. E minha crítica à comunidade é também essa, de que não cobramos visão analítica. Se respondermos apenas o que foi perguntado, provavelmente o ChatGPT fará melhor, com maior riqueza de detalhes, com mais exemplos e atenção integral. É nosso papel revalidar o pensamento que originou aquela solução cujo dev está demandando ajuda, e muitas vezes o direcionamento não deve ser a resposta para o problema, mas o conteúdo ensina sobre porque o problema existe. Ainda estamos aprendendo a filtrar utilitaristas no mercado, o rigor dos processos seletivos estão aí para nos mostrar que algo mudou. Seja lá o que for estudar, não estude para fazer, estude para aprender! Faz muita diferença.
Dogfooding é uma estratégia que dá ao desenvolvedor um maior senso de propriedade sobre aquilo que ele desenvolve. A redução na quantidade de bugs é imensa e permite que o dev veja todo o ciclo daquilo que ele mesmo construiu, permitindo que ele receba feedbacks impessoais direto do campo de batalha. Dogfooding consiste em trazer quem produz para "provar" daquilo que foi produzido. Em um software, se um dev coda, ele também dá suporte à aquilo que ele codou. Essa estratégia é ímpar em reduzir débitos técnicos, visto que o impacto de um código mal feito é percebido por quem criou o código. É uma mudança cultural, mas oferece capacidades ilimitadas de resultado.
Quando me perguntam porque eu resolvi fazer o que faço... Eu mostro essas conquistas! Eu encorajo todos os alunos a compartilharem suas conquistas! Aqui é um espaço para comemorarmos!
Pontos cegos existem, e é por isso que Mentores existem. Para te ajudar encontrar esses pontos cegos! Você pode até aprender sozinho, mas para ir para o próximo nível todas as engrenagens do seu negócio precisam estar ajustadas. Assista ao episódio completo no YouTube ou Spotify! VDCAST | Ep. 175 com Luiz Carlos (@luizcarlosfaria)
Algumas vezes você pode me ver irritado por aí, falando pelos cotovelos, pistola com alguém que está preocupado aspenas com "resolver o problema" ignorando absolutamente se está certo ou errado. Essa forma de enxergar a vida, começa na escola e se consolida na faculdade. E claro, estamos falando de um problema institucional causado pela perda da essência de sua função. A escola não ensina para passar no vestibular te ensina para a vida, assim como faculdade não ensina para conseguir um emprego, te ensina para ser funcional, uma vez empregado. Embora o viés utilitarista esteja em uma crescente nos últimos 40 anos ou mais, há quem tenha se dado conta, que os utilitaristas, são incapazes de construir algo que não seja fundamentalmente raso, frágil, não sustentável. Aqui no mercado de tecnologia também vemos isso. Profissionais que não conseguem conectar os pontos e conceber nada do zero sem que seja necessária a cópia, um modelo a ser seguido. Pessoas que precisam gastar 5 vezes mais tempo para resolver os mesmos problemas, causados por aquilo que levariam minutos se tivessem aprendido a aprender. Minha crítica à geração SO, se dá exatamente por conta disso. E minha crítica à comunidade é também essa, de que não cobramos visão analítica. Se respondermos apenas o que foi perguntado, provavelmente o ChatGPT fará melhor, com maior riqueza de detalhes, com mais exemplos e atenção integral. É nosso papel revalidar o pensamento que originou aquela solução cujo dev está demandando ajuda, e muitas vezes o direcionamento não deve ser a resposta para o problema, mas o conteúdo ensina sobre porque o problema existe. Ainda estamos aprendendo a filtrar utilitaristas no mercado, o rigor dos processos seletivos estão aí para nos mostrar que algo mudou. Seja lá o que for estudar, não estude para fazer, estude para aprender! Faz muita diferença.
Dogfooding é uma estratégia que dá ao desenvolvedor um maior senso de propriedade sobre aquilo que ele desenvolve. A redução na quantidade de bugs é imensa e permite que o dev veja todo o ciclo daquilo que ele mesmo construiu, permitindo que ele receba feedbacks impessoais direto do campo de batalha. Dogfooding consiste em trazer quem produz para "provar" daquilo que foi produzido. Em um software, se um dev coda, ele também dá suporte à aquilo que ele codou. Essa estratégia é ímpar em reduzir débitos técnicos, visto que o impacto de um código mal feito é percebido por quem criou o código. É uma mudança cultural, mas oferece capacidades ilimitadas de resultado.
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