@lucasndesign
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Ensino sobre vídeos e qualquer um entende! 🎥 Editor de Vídeos e motion designer! Dê seus primeiros passos no Audiovisual - 45%OFF👇🏼
Qual bitrate usar? Depende muito, é HD, full HD, 4k? Tem HDR? Qual o framerate? Na dúvida, use 1080p, 30fps e bitrate de 18000kbps. Obs1. Estava mandando um link no privado de uma calculadora de bitrate que já usei algumas vezes, mas tá bem difícil responder todo mundo, estou tentando, mas qualquer coisa mais tarde eu lanço nos stories.
Olha esses dois vídeos aqui em cima, um está em 1080p com baixo bitrate e o outro está em 360p com alto bitrate. Quando se trata de vídeo, resolução não é tudo. Bem-vindo ao Tudo Sobre Edição de Vídeo, ensinado por um biruta qualquer. Episódio 1, bitrate. Para ensinar sobre bitrate eu preciso que você preste atenção nesses dois tubos da água aqui.
COMPLEMENTO NA LEGENDA! RAW e Log são perfis de gravação de vídeo com finalidades distintas. RAW não é um vídeo, mas sim um arquivo de dados brutos, não processados, direto do sensor da câmera. Ele oferece máxima flexibilidade na pós-produção para alterar ISO, balanço de branco e exposição, como se você ainda estivesse na cena. Por conter toda essa informação, geralmente sem compressão ou com compressão mínima sem perdas, seus arquivos são extremamente pesados. Log (Logarítmico) é um perfil de imagem aplicado a um vídeo já processado e comprimido (codec como ProRes, H.265). Ele preserva um alto alcance dinâmico, mantendo detalhes nas áreas de sombra e luz. A imagem fica “lavada”, exigindo correção de cor. Por ser um vídeo comprimido, seu peso é menor que o RAW e vai depender do seu codec de compressão. O vídeo do começo é meramente ilustrativo.
Porque o vídeo da esquerda é muito mais pesado que o da direita, sendo que os dois parecem vídeos brutos capturados de câmeras profissionais. A diferença está em saber diferenciar um arquivo em RAW de um vídeo em LOG. Bem-vindo ao Tudo Sobre Edição de Vídeo ensinado por um bruta qualquer. E o episódio de hoje é RAW versus LOG. Pra entender essa diferença a gente precisa primeiro entender como é o funcionamento de qualquer câmera. Toda câmera tem um sensor.
Gravar com celular é igual gravar com câmera? Sinto lhe informar que não! Poucos celular gravam em LOG hoje em dia e é sobre isso que vamos falar… Um adendo antes de começar a falar sobre LOG, o exemplo que dei foi de um arquivo cru em LOG retirado diretamente de uma câmera profissional, podemos ter arquivos em LOG mais leves, contudo com menos informação. Então onde escuta-se LOG pensem em um LOG 10bit e com baixa compressão (que eu acho que é o mínimo que esperamos quando gravamos em LOG) Obrigado @pedro_sanunes pelo toque, ter um fim de semana para buscar assuntos, montar roteiros, gravar e editar pode trazer a necessidade de alguns adendos na legenda! Continuando... O formato LOG, amplamente utilizado em cinema e fotografia profissional, oferece aos filmmakers um controle sem precedentes sobre a imagem final. Ele captura uma gama tonal e dinâmica muito maior do que os formatos tradicionais, como Rec. 709, preservando informações em áreas de alta e baixa luminosidade. Vantagens do LOG: Flexibilidade na edição: Permite ajustar cores, contraste, nitidez e saturação com maior precisão na pós-produção. Maior latitude de exposição: Minimiza a perda de detalhes em realces e sombras, ideal para cenas com alto contraste. Gradacao de cor precisa: Facilita a criação de estéticas cinematográficas e a harmonização de cores entre diferentes câmeras. Desafios do LOG: Aparência “lavada”: As imagens em LOG parecem desbotadas e com baixo contraste diretamente da câmera, exigindo correção de cor na edição. Necessidade de conhecimento técnico: A pós-produção em LOG requer domínio de softwares de edição e colorização, como DaVinci Resolve, Adobe Premiere Pro e Final Cut Pro. Risco de ruído: Gravar em LOG com pouca luz pode aumentar o ruído na imagem. Dominando o LOG: Exposição correta: É crucial expor corretamente ao gravar em LOG, utilizando ferramentas como histograma e waveform monitor. Correção de cor: Utilize LUTs como ponto de partida e ajuste as cores, contraste e saturação de acordo com a estética desejada. Workflow eficiente: Organize seus arquivos e utilize softwares de edição e colorização profissionais para otimizar seu workflow.
Quer saber mais sobre essa técnica de compressão? Leia mais abaixo! Chroma Sampling é uma técnica essencial de compressão de vídeo e imagem que visa reduzir o volume de dados armazenados ou transmitidos. O princípio fundamental reside na exploração da menor sensibilidade do olho humano a detalhes de cor (crominância) em comparação com o brilho (luminância). Ao diminuir a quantidade de informação de cor, é possível alcançar taxas de compressão significativas sem comprometer drasticamente a qualidade visual percebida. Essa redução é feita através da amostragem da informação de cor em uma resolução menor do que a da luminância. A notação J:a:b é utilizada para descrever o padrão de amostragem. ‘J’ representa a largura da unidade de amostragem (geralmente 4 pixels), ‘a’ indica o número de amostras de crominância (Cb e Cr) na primeira linha de ‘J’ pixels, e ‘b’ o número de amostras na segunda linha. Exemplos comuns incluem: 4:4:4 (nenhuma redução, cada pixel tem sua própria informação de cor, usado profissionalmente); 4:2:2 (metade da resolução horizontal de cor, comum em broadcast e edição); e 4:2:0 (metade da resolução horizontal e vertical de cor, amplamente utilizado em DVDs, Blu-ray e streaming web). Cada formato oferece um equilíbrio diferente entre tamanho do arquivo e fidelidade de cor. A escolha do formato de Chroma Sampling depende da aplicação. Formatos com maior subamostragem (como 4:2:0) resultam em arquivos menores, ideais para streaming e armazenamento com menor largura de banda. Formatos com menor ou nenhuma subamostragem (como 4:2:2 e 4:4:4) são preferíveis em contextos profissionais onde a precisão da cor é crucial, como produção de vídeo e gráficos. Em resumo, o Chroma Sampling oferece um trade-off crucial entre o tamanho do arquivo e a qualidade da representação das cores.
Por que seu vídeo parece ter pouca qualidade mesmo sendo Full HD? 🫠 Resolução não é tudo, Bitrate adequado vai ser o que vai manter as informações do seu vídeo. A dica é: 1) Grave no maior Bitrate possível e que você tenha estrutura para editar; 2) Não poste direto, faça a edição necessária e depois exporte em h264 (que é o formato mais compatível para a web hoje em dia) com Bitrate de 18-20mbps (mas vale testar). Obs.: hoje eu exporto CBR 18mbps porque é o que menos me gera problemas, mas vale você testar e ver o que funciona para o seu estilo de vídeo! “Ah mas não entendi bulhufas do que você disse!” Então deixe sua dúvida no comentário, sempre que posso tiro um tempo para responder todo mundo 😉
Qual bitrate usar? Depende muito, é HD, full HD, 4k? Tem HDR? Qual o framerate? Na dúvida, use 1080p, 30fps e bitrate de 18000kbps. Obs1. Estava mandando um link no privado de uma calculadora de bitrate que já usei algumas vezes, mas tá bem difícil responder todo mundo, estou tentando, mas qualquer coisa mais tarde eu lanço nos stories.
Olha esses dois vídeos aqui em cima, um está em 1080p com baixo bitrate e o outro está em 360p com alto bitrate. Quando se trata de vídeo, resolução não é tudo. Bem-vindo ao Tudo Sobre Edição de Vídeo, ensinado por um biruta qualquer. Episódio 1, bitrate. Para ensinar sobre bitrate eu preciso que você preste atenção nesses dois tubos da água aqui.
COMPLEMENTO NA LEGENDA! RAW e Log são perfis de gravação de vídeo com finalidades distintas. RAW não é um vídeo, mas sim um arquivo de dados brutos, não processados, direto do sensor da câmera. Ele oferece máxima flexibilidade na pós-produção para alterar ISO, balanço de branco e exposição, como se você ainda estivesse na cena. Por conter toda essa informação, geralmente sem compressão ou com compressão mínima sem perdas, seus arquivos são extremamente pesados. Log (Logarítmico) é um perfil de imagem aplicado a um vídeo já processado e comprimido (codec como ProRes, H.265). Ele preserva um alto alcance dinâmico, mantendo detalhes nas áreas de sombra e luz. A imagem fica “lavada”, exigindo correção de cor. Por ser um vídeo comprimido, seu peso é menor que o RAW e vai depender do seu codec de compressão. O vídeo do começo é meramente ilustrativo.
Porque o vídeo da esquerda é muito mais pesado que o da direita, sendo que os dois parecem vídeos brutos capturados de câmeras profissionais. A diferença está em saber diferenciar um arquivo em RAW de um vídeo em LOG. Bem-vindo ao Tudo Sobre Edição de Vídeo ensinado por um bruta qualquer. E o episódio de hoje é RAW versus LOG. Pra entender essa diferença a gente precisa primeiro entender como é o funcionamento de qualquer câmera. Toda câmera tem um sensor.
Gravar com celular é igual gravar com câmera? Sinto lhe informar que não! Poucos celular gravam em LOG hoje em dia e é sobre isso que vamos falar… Um adendo antes de começar a falar sobre LOG, o exemplo que dei foi de um arquivo cru em LOG retirado diretamente de uma câmera profissional, podemos ter arquivos em LOG mais leves, contudo com menos informação. Então onde escuta-se LOG pensem em um LOG 10bit e com baixa compressão (que eu acho que é o mínimo que esperamos quando gravamos em LOG) Obrigado @pedro_sanunes pelo toque, ter um fim de semana para buscar assuntos, montar roteiros, gravar e editar pode trazer a necessidade de alguns adendos na legenda! Continuando... O formato LOG, amplamente utilizado em cinema e fotografia profissional, oferece aos filmmakers um controle sem precedentes sobre a imagem final. Ele captura uma gama tonal e dinâmica muito maior do que os formatos tradicionais, como Rec. 709, preservando informações em áreas de alta e baixa luminosidade. Vantagens do LOG: Flexibilidade na edição: Permite ajustar cores, contraste, nitidez e saturação com maior precisão na pós-produção. Maior latitude de exposição: Minimiza a perda de detalhes em realces e sombras, ideal para cenas com alto contraste. Gradacao de cor precisa: Facilita a criação de estéticas cinematográficas e a harmonização de cores entre diferentes câmeras. Desafios do LOG: Aparência “lavada”: As imagens em LOG parecem desbotadas e com baixo contraste diretamente da câmera, exigindo correção de cor na edição. Necessidade de conhecimento técnico: A pós-produção em LOG requer domínio de softwares de edição e colorização, como DaVinci Resolve, Adobe Premiere Pro e Final Cut Pro. Risco de ruído: Gravar em LOG com pouca luz pode aumentar o ruído na imagem. Dominando o LOG: Exposição correta: É crucial expor corretamente ao gravar em LOG, utilizando ferramentas como histograma e waveform monitor. Correção de cor: Utilize LUTs como ponto de partida e ajuste as cores, contraste e saturação de acordo com a estética desejada. Workflow eficiente: Organize seus arquivos e utilize softwares de edição e colorização profissionais para otimizar seu workflow.
Quer saber mais sobre essa técnica de compressão? Leia mais abaixo! Chroma Sampling é uma técnica essencial de compressão de vídeo e imagem que visa reduzir o volume de dados armazenados ou transmitidos. O princípio fundamental reside na exploração da menor sensibilidade do olho humano a detalhes de cor (crominância) em comparação com o brilho (luminância). Ao diminuir a quantidade de informação de cor, é possível alcançar taxas de compressão significativas sem comprometer drasticamente a qualidade visual percebida. Essa redução é feita através da amostragem da informação de cor em uma resolução menor do que a da luminância. A notação J:a:b é utilizada para descrever o padrão de amostragem. ‘J’ representa a largura da unidade de amostragem (geralmente 4 pixels), ‘a’ indica o número de amostras de crominância (Cb e Cr) na primeira linha de ‘J’ pixels, e ‘b’ o número de amostras na segunda linha. Exemplos comuns incluem: 4:4:4 (nenhuma redução, cada pixel tem sua própria informação de cor, usado profissionalmente); 4:2:2 (metade da resolução horizontal de cor, comum em broadcast e edição); e 4:2:0 (metade da resolução horizontal e vertical de cor, amplamente utilizado em DVDs, Blu-ray e streaming web). Cada formato oferece um equilíbrio diferente entre tamanho do arquivo e fidelidade de cor. A escolha do formato de Chroma Sampling depende da aplicação. Formatos com maior subamostragem (como 4:2:0) resultam em arquivos menores, ideais para streaming e armazenamento com menor largura de banda. Formatos com menor ou nenhuma subamostragem (como 4:2:2 e 4:4:4) são preferíveis em contextos profissionais onde a precisão da cor é crucial, como produção de vídeo e gráficos. Em resumo, o Chroma Sampling oferece um trade-off crucial entre o tamanho do arquivo e a qualidade da representação das cores.
Por que seu vídeo parece ter pouca qualidade mesmo sendo Full HD? 🫠 Resolução não é tudo, Bitrate adequado vai ser o que vai manter as informações do seu vídeo. A dica é: 1) Grave no maior Bitrate possível e que você tenha estrutura para editar; 2) Não poste direto, faça a edição necessária e depois exporte em h264 (que é o formato mais compatível para a web hoje em dia) com Bitrate de 18-20mbps (mas vale testar). Obs.: hoje eu exporto CBR 18mbps porque é o que menos me gera problemas, mas vale você testar e ver o que funciona para o seu estilo de vídeo! “Ah mas não entendi bulhufas do que você disse!” Então deixe sua dúvida no comentário, sempre que posso tiro um tempo para responder todo mundo 😉
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