@ledio.carmona
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Comentarista do SporTV
Internacional x Sport, no Beira-Rio. Acho que era 2022. Vai entrar André. @fernando_becker_oficial, reporter, um provocador, manda a informação, mas com o pavio aceso. “Ledio, vai entrar o André. A gente chama de André, André Felipe ou André Balada?”. E respondi, juro que inocentemente, até porque sou um anjo: “André Balada, lógico”. O resto tá no vídeo. 👀👀👀😂😂😂😂😂🕺🏽
o senhor led carmona um simples recado meu nome é andré e na sua ficha acredito que esteja andré também então não me chame de andré balada por fazer seus comentários porque você não é meu amigo e
Deixa eu te falar uma coisa. Sim, para você mesmo que, no fundo, não sabe o que é amar o seu próprio clube. Você gosta de ganhar. Eu também, por óbvio. Mas não tem coisa mais rica no universo do futebol do que ser apaixonado por um clube. De sorrir e chorar por ele. Seja qual for. Chorar na derrota. Viver um tormento de décadas e seguir amando. Não desistir. Sorrir, gritar de alegria e emoção numa vitória que só vale três pontos, mas que desantalou tantos sentimentos represados. Lembrar do pai. Do avô. Da avó. Do primo. Do padrinho. Da sua existência. O futebol é parte da história da vida de muita gente. Forma caráter. E ilumina a alma de muitos que estão tristes e deprimidos por ene motivos e que enxergam uma luz depois de 90 minutos. Se você não é capaz de entender ou respeitar isso, você não ama, reafirmo, nem o seu próprio clube. Perdão pela franqueza. Meu carinho eterno para a minha comadre Simone. Para o querido Eric. Para o sempre presente Eudes. Para a amiga gaúcha Michelle. Para o tricolor Sidney. Para o Gurjão. Paulinho, Joana… Não são vascaínos. Longe disso. Mas tiveram cuidado de mandar uma simples mensagem de carinho num domingo tão especial para os vascaínos. Por que eles sabem o quanto aquela épica vitória foi importante para quem sofre. Chora. Engole seco. Vive humilhações há décadas. Só espera por um dia de paz de vez em quando. Um domingo perfeito. Chegou o dia. 6 x 0 no Santos. E o vascaíno teve, enfim, um dia para chamar de seu. Foi lindo. Não será campeão. Não vai ganhar todas. Talvez perca no próximo. E a dor recomece. Quem é Vasco sabe muito bem disso. Mas quem é Vasco de verdade se entrega pelo clube e vai até o fim por essa paixão. Então, deixem o Vasco em paz. Larga de ser chato e permita que o vascaíno possa ser feliz e comemore uma vitória histórica. Tenha mais empatia e não encha o saco de alguém que só quer ser feliz um dia. Nunca vão entender.
Friêza, né? E o Vasco tá merecendo, né? E já vai novamente com o Rayan. Lá vem Rayan, cruzamento rasteiro, o David por ali, ela ficou pro brasão, a sobra, o gol tá aberto, Filipe com o Dinho! Goooooooooooool!
Ledio não tem acento. Desculpe por ser repetitivo. Ah, esqueci de citar o escândalo do Banco Master. Absurdo, desfaçatez e cadeia também não tem acento. Obrigado.
Antes de ver o vídeo, entenda meu ponto de vista. Depois, se preferir ficar de biquinho ou cara feia, sem problema algum. É só a minha opinião. 1. Adoraria que o Vasco enfrentasse o Flamengo no Maracanã, como sempre foi. Sim, faz parte da cultura do carioca. 2. Só que o Vasco não tem mais essa obrigação. Por que Flamengo e Fluminense se tornaram donos do estádio (esse papo de estádio público é mero sofisma) e desde então o Vasco e sua torcida não são mais bem vindos no Maracanã. Alguém tem coragem de discordar? 3. Acho um risco o Vasco mandar o clássico em São Januário, mesmo com torcida única. Há vários gravatinhas de plantão loucos por um escorregão qualquer para interditar o estádio na primeira canetada. Adoram fazer isso com a mesma devoção que odeiam São Januário e seus arredores. 4.Freud explica.
João Martins é um excelente profissional. Trabalha desde sempre com Abel Ferreira. Ótimo e ativo auxiliar, prateleira superior na hierarquia do futebol. Ontem, porém, pisou na bola. Ele poderia até criticar o gramado de São Januário, mas quando compara o piso a uma plantação de batata só joga mais querosene em forma de preconceito e má vontade contra o gramado e o estádio do Vasco. Eu ou qualquer um poderia responder dizendo que ele não tem que falar de gramado nenhum porque o do Palmeiras é sintético (ou de plástico, como alguns boçais se referem ao piso do Allianz Parque). Mas não farei isso. Por que respeito o Palmeiras, o potencial do seu estádio e sou daqueles que entendem que entre um gramado natural ruim e um sintético bom, melhor o artificial. Plantação de batata é só mais uma ofensa que São Januário, 99 anos de história, recebe e responde com espinha e alicerces erguidos, sua memória e sua gente. Apertado para 15 milhões de vascaínos, óbvio que precisa de reformas. Esperamos que logo esteja reconstruído, remodelado e vire uma batata de grife para os que sempre tiveram nojinho de pisar ali. Até porque fica ao lado de uma comunidade e nem todos entendem o que seja uma comunidade. Sempre foi assim. Desde 1927. Uma colina histórica com plantação de batata raiz, motivo de orgulho para os vascaínos. E do ódio visceral de uma elite a cada dia mais caricata. Renato Portaluppi estreou bem. O Vasco respira. O torcedor sorrri e volta a sonhar. Sempre apaixonado e abraçado a sua plantação de batatas. Que é dele, mas nunca irão entender esse sentimento. (*) vídeo de @amichelle_silva
Internacional x Sport, no Beira-Rio. Acho que era 2022. Vai entrar André. @fernando_becker_oficial, reporter, um provocador, manda a informação, mas com o pavio aceso. “Ledio, vai entrar o André. A gente chama de André, André Felipe ou André Balada?”. E respondi, juro que inocentemente, até porque sou um anjo: “André Balada, lógico”. O resto tá no vídeo. 👀👀👀😂😂😂😂😂🕺🏽
o senhor led carmona um simples recado meu nome é andré e na sua ficha acredito que esteja andré também então não me chame de andré balada por fazer seus comentários porque você não é meu amigo e
Deixa eu te falar uma coisa. Sim, para você mesmo que, no fundo, não sabe o que é amar o seu próprio clube. Você gosta de ganhar. Eu também, por óbvio. Mas não tem coisa mais rica no universo do futebol do que ser apaixonado por um clube. De sorrir e chorar por ele. Seja qual for. Chorar na derrota. Viver um tormento de décadas e seguir amando. Não desistir. Sorrir, gritar de alegria e emoção numa vitória que só vale três pontos, mas que desantalou tantos sentimentos represados. Lembrar do pai. Do avô. Da avó. Do primo. Do padrinho. Da sua existência. O futebol é parte da história da vida de muita gente. Forma caráter. E ilumina a alma de muitos que estão tristes e deprimidos por ene motivos e que enxergam uma luz depois de 90 minutos. Se você não é capaz de entender ou respeitar isso, você não ama, reafirmo, nem o seu próprio clube. Perdão pela franqueza. Meu carinho eterno para a minha comadre Simone. Para o querido Eric. Para o sempre presente Eudes. Para a amiga gaúcha Michelle. Para o tricolor Sidney. Para o Gurjão. Paulinho, Joana… Não são vascaínos. Longe disso. Mas tiveram cuidado de mandar uma simples mensagem de carinho num domingo tão especial para os vascaínos. Por que eles sabem o quanto aquela épica vitória foi importante para quem sofre. Chora. Engole seco. Vive humilhações há décadas. Só espera por um dia de paz de vez em quando. Um domingo perfeito. Chegou o dia. 6 x 0 no Santos. E o vascaíno teve, enfim, um dia para chamar de seu. Foi lindo. Não será campeão. Não vai ganhar todas. Talvez perca no próximo. E a dor recomece. Quem é Vasco sabe muito bem disso. Mas quem é Vasco de verdade se entrega pelo clube e vai até o fim por essa paixão. Então, deixem o Vasco em paz. Larga de ser chato e permita que o vascaíno possa ser feliz e comemore uma vitória histórica. Tenha mais empatia e não encha o saco de alguém que só quer ser feliz um dia. Nunca vão entender.
Friêza, né? E o Vasco tá merecendo, né? E já vai novamente com o Rayan. Lá vem Rayan, cruzamento rasteiro, o David por ali, ela ficou pro brasão, a sobra, o gol tá aberto, Filipe com o Dinho! Goooooooooooool!
Ledio não tem acento. Desculpe por ser repetitivo. Ah, esqueci de citar o escândalo do Banco Master. Absurdo, desfaçatez e cadeia também não tem acento. Obrigado.
Antes de ver o vídeo, entenda meu ponto de vista. Depois, se preferir ficar de biquinho ou cara feia, sem problema algum. É só a minha opinião. 1. Adoraria que o Vasco enfrentasse o Flamengo no Maracanã, como sempre foi. Sim, faz parte da cultura do carioca. 2. Só que o Vasco não tem mais essa obrigação. Por que Flamengo e Fluminense se tornaram donos do estádio (esse papo de estádio público é mero sofisma) e desde então o Vasco e sua torcida não são mais bem vindos no Maracanã. Alguém tem coragem de discordar? 3. Acho um risco o Vasco mandar o clássico em São Januário, mesmo com torcida única. Há vários gravatinhas de plantão loucos por um escorregão qualquer para interditar o estádio na primeira canetada. Adoram fazer isso com a mesma devoção que odeiam São Januário e seus arredores. 4.Freud explica.
João Martins é um excelente profissional. Trabalha desde sempre com Abel Ferreira. Ótimo e ativo auxiliar, prateleira superior na hierarquia do futebol. Ontem, porém, pisou na bola. Ele poderia até criticar o gramado de São Januário, mas quando compara o piso a uma plantação de batata só joga mais querosene em forma de preconceito e má vontade contra o gramado e o estádio do Vasco. Eu ou qualquer um poderia responder dizendo que ele não tem que falar de gramado nenhum porque o do Palmeiras é sintético (ou de plástico, como alguns boçais se referem ao piso do Allianz Parque). Mas não farei isso. Por que respeito o Palmeiras, o potencial do seu estádio e sou daqueles que entendem que entre um gramado natural ruim e um sintético bom, melhor o artificial. Plantação de batata é só mais uma ofensa que São Januário, 99 anos de história, recebe e responde com espinha e alicerces erguidos, sua memória e sua gente. Apertado para 15 milhões de vascaínos, óbvio que precisa de reformas. Esperamos que logo esteja reconstruído, remodelado e vire uma batata de grife para os que sempre tiveram nojinho de pisar ali. Até porque fica ao lado de uma comunidade e nem todos entendem o que seja uma comunidade. Sempre foi assim. Desde 1927. Uma colina histórica com plantação de batata raiz, motivo de orgulho para os vascaínos. E do ódio visceral de uma elite a cada dia mais caricata. Renato Portaluppi estreou bem. O Vasco respira. O torcedor sorrri e volta a sonhar. Sempre apaixonado e abraçado a sua plantação de batatas. Que é dele, mas nunca irão entender esse sentimento. (*) vídeo de @amichelle_silva
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