@larabrennerqueiroz
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A palavra ordena. A palavra extrai ordem do caos. ✍🏻Professora de língua portuguesa 🎧Embaixadora do @telleroficial Seja meu aluno.👇🏻
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Qual é a terceira pessoa do singular? É provável que menos de 1% da população brasileira saiba a resposta. Mas por que lamentar o fato, se ninguém precisa da definição de pronome para realizar tarefas básicas do dia a dia? Bem, porque todo conhecimento se constrói sobre uma base decorada. Permeia hoje o ensino certo pavor do conhecimento decorado, como se “decorar” se opusesse a “entender”. Isso não é verdade. Qualquer profissional bem-sucedido sabe um bocado de conceitos na ponta da língua; mais do que isso: esses conceitos são os tijolos que ele usa para a construção de compreensões mais complexas. Um oncologista não consegue nem pensar sua profissão sem antes saber de trás para frente o que é oncologia, câncer, tecido, neoplasia, tumor, quimioterapia etc. Não precisamos ir longe. Todos nós, antes de entendermos o que significam as palavras do dia a dia (mãe, parede, bicho, água...), precisamos decorá-las, afinal não há conhecimento que se construa sobre o nada. Não adianta: a memória é indispensável à articulação coerente das ideias. Estudar a norma-padrão de um idioma exige, como qualquer outro estudo, a memorização de conceitos, para só depois haver sua articulação. É por isso que as classes gramaticais nos são indispensáveis, é por isso que o conhecimento dos pronomes singulares de terceira pessoa (ele e ela) é fundamental. Não adianta buscar subterfúgios. Precisamos resgatar o valor da memória se quisermos ver nossa educação sair do buraco em que se meteu. 👉🏻Se gosta desse tipo de conteúdo, acompanhe meu perfil.
Se todos os homens soubessem a importância de seu papel de provedores e cuidadores… Homens, precisamos de vocês. Embora a cultura atual diminua sua masculinidade, seu valor, sua importância, a verdade é que vocês — quando encorajados e valorizados, quando ordenados e amados, quando com os olhos no Céu e os pés no chão — nos são absolutamente indispensáveis. Sem vocês, tudo é caos. Quando vocês se desordenam, tudo vai para o chão.
Pronúncias que comumente erramos. E você? Tem dúvida quanto à pronúncia de alguma palavra? 👉🏻Lembrando que nossa Black está acabando. 🔥
Orwell entendeu antes de muita gente que o verdadeiro campo de batalha não é linguístico antes de político. Antes do Big Brother, vem a palavra mal escolhida. Antes da opressão explícita, vem o eufemismo elegante. Antes do crime aceito, vem a linguagem que o torna “aceitável”. A Novilíngua de 1984 não começa num regime totalitário, mas, sim, a partir de quando abrimos mão de nomear as coisas com precisão. É por isso que Orwell continua atual. 👉 Hoje é o último dia de desconto para membros-fundadores da Casa da Palavra. Se você entende que linguagem molda pensamento — e pensamento molda vida — este espaço é para você. O link está na bio.
Como se chama uma palavra com três sílabas? É provável que menos de 1% da população brasileira saiba a resposta. Mas por que lamentar o fato, se ninguém precisa dessa nomenclatura técnica para realizar tarefas básicas do dia a dia? Bem, porque todo conhecimento se constrói sobre uma base decorada. Permeia hoje o ensino certo pavor do conhecimento decorado, como se “decorar” se opusesse a “entender”. Isso não é verdade. Qualquer profissional bem-sucedido sabe um bocado de conceitos na ponta da língua; mais do que isso: esses conceitos são os tijolos que ele usa para a construção de compreensões mais complexas. Um oncologista não consegue nem pensar sua profissão sem antes saber de trás para frente o que é oncologia, câncer, tecido, neoplasia, tumor, quimioterapia etc. Não precisamos ir longe. Todos nós, antes de entendermos o que significam as palavras do dia a dia (mãe, parede, bicho, água...), precisamos decorá-las, afinal não há conhecimento que se construa sobre o nada. Não adianta: a memória é indispensável à articulação coerente das ideias. Estudar a norma-padrão de um idioma exige, como qualquer outro estudo, a memorização de conceitos, para só depois haver sua articulação. É por isso que conhecer as classes gramaticais, as regras de acentuação, as orações ou a estrutura silábica das palavras é fundamental (a propósito, uma palavra com três sílabas se chama TRISSÍLABA). Não adianta buscar subterfúgios. Precisamos resgatar o valor da memória se quisermos ver nossa educação sair do buraco em que se meteu. 👉🏻Se gosta desse tipo de conteúdo, acompanhe meu perfil.
Qual é a terceira pessoa do singular? É provável que menos de 1% da população brasileira saiba a resposta. Mas por que lamentar o fato, se ninguém precisa da definição de pronome para realizar tarefas básicas do dia a dia? Bem, porque todo conhecimento se constrói sobre uma base decorada. Permeia hoje o ensino certo pavor do conhecimento decorado, como se “decorar” se opusesse a “entender”. Isso não é verdade. Qualquer profissional bem-sucedido sabe um bocado de conceitos na ponta da língua; mais do que isso: esses conceitos são os tijolos que ele usa para a construção de compreensões mais complexas. Um oncologista não consegue nem pensar sua profissão sem antes saber de trás para frente o que é oncologia, câncer, tecido, neoplasia, tumor, quimioterapia etc. Não precisamos ir longe. Todos nós, antes de entendermos o que significam as palavras do dia a dia (mãe, parede, bicho, água...), precisamos decorá-las, afinal não há conhecimento que se construa sobre o nada. Não adianta: a memória é indispensável à articulação coerente das ideias. Estudar a norma-padrão de um idioma exige, como qualquer outro estudo, a memorização de conceitos, para só depois haver sua articulação. É por isso que as classes gramaticais nos são indispensáveis, é por isso que o conhecimento dos pronomes singulares de terceira pessoa (ele e ela) é fundamental. Não adianta buscar subterfúgios. Precisamos resgatar o valor da memória se quisermos ver nossa educação sair do buraco em que se meteu. 👉🏻Se gosta desse tipo de conteúdo, acompanhe meu perfil.
Se todos os homens soubessem a importância de seu papel de provedores e cuidadores… Homens, precisamos de vocês. Embora a cultura atual diminua sua masculinidade, seu valor, sua importância, a verdade é que vocês — quando encorajados e valorizados, quando ordenados e amados, quando com os olhos no Céu e os pés no chão — nos são absolutamente indispensáveis. Sem vocês, tudo é caos. Quando vocês se desordenam, tudo vai para o chão.
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Orwell entendeu antes de muita gente que o verdadeiro campo de batalha não é linguístico antes de político. Antes do Big Brother, vem a palavra mal escolhida. Antes da opressão explícita, vem o eufemismo elegante. Antes do crime aceito, vem a linguagem que o torna “aceitável”. A Novilíngua de 1984 não começa num regime totalitário, mas, sim, a partir de quando abrimos mão de nomear as coisas com precisão. É por isso que Orwell continua atual. 👉 Hoje é o último dia de desconto para membros-fundadores da Casa da Palavra. Se você entende que linguagem molda pensamento — e pensamento molda vida — este espaço é para você. O link está na bio.
Como se chama uma palavra com três sílabas? É provável que menos de 1% da população brasileira saiba a resposta. Mas por que lamentar o fato, se ninguém precisa dessa nomenclatura técnica para realizar tarefas básicas do dia a dia? Bem, porque todo conhecimento se constrói sobre uma base decorada. Permeia hoje o ensino certo pavor do conhecimento decorado, como se “decorar” se opusesse a “entender”. Isso não é verdade. Qualquer profissional bem-sucedido sabe um bocado de conceitos na ponta da língua; mais do que isso: esses conceitos são os tijolos que ele usa para a construção de compreensões mais complexas. Um oncologista não consegue nem pensar sua profissão sem antes saber de trás para frente o que é oncologia, câncer, tecido, neoplasia, tumor, quimioterapia etc. Não precisamos ir longe. Todos nós, antes de entendermos o que significam as palavras do dia a dia (mãe, parede, bicho, água...), precisamos decorá-las, afinal não há conhecimento que se construa sobre o nada. Não adianta: a memória é indispensável à articulação coerente das ideias. Estudar a norma-padrão de um idioma exige, como qualquer outro estudo, a memorização de conceitos, para só depois haver sua articulação. É por isso que conhecer as classes gramaticais, as regras de acentuação, as orações ou a estrutura silábica das palavras é fundamental (a propósito, uma palavra com três sílabas se chama TRISSÍLABA). Não adianta buscar subterfúgios. Precisamos resgatar o valor da memória se quisermos ver nossa educação sair do buraco em que se meteu. 👉🏻Se gosta desse tipo de conteúdo, acompanhe meu perfil.
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