@keniabarbara
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Atriz•Cantora•Poeta Haydée - Êta Mundo Melhor @tvglobo Joana - Os Outros @globoplay Lucília - Amor Perfeito @tvglobo @fernandaribasmanagement
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Lucília não resistiu ao plano maléfico da Gilda e acabou perdendo a vida nas mãos do falso engenheiro. 😢 Ela não era fácil, mas não merecia esse fim, né? 😔 #AmorPerfeito
O FECHO que Haydée deu na meia-irmã. Que sabor! Gratidão, @lucio_tavares, pela escuta e pela direção atenta, cuidadosa e sensível 💛 @yasmingomlevsky, gratidão pela troca afetuosa e sincera 💛 @dadado77, meu amor, obrigada pela parceria 💛 Créditos: @tvglobo #ÊtaMundoMelhor
“A raiva não surge do nada, nem é um traço de personalidade, ela é efeito do acumulo de tantas violências, guarda histórias que não foram ouvidas, dores, experiências… Audre Lorde afirmou que a raiva das mulheres negras não é destrutiva em si, destrutivo é o sistema que a produz e depois a condena. A raiva é uma resposta lúcida à opressão, não um desvio moral. Há a ideia de que pessoas negras, especialmente mulheres negras, precisam ser didáticas, pacientes e emocionalmente controladas para serem escutadas. Mas nos pedir/exigir calma prolonga a injustiça ao nos negar o direito de reagir. Há também uma dimensão ética forte: a raiva não é celebrada como vingança, mas como defesa da vida, uma vida que não aceita ser reduzida à sobrevivência mínima. Para Lorde, a raiva pode ser libertadora e, enquanto não descobrirmos outra maneira de nos expressar, é um recurso necessário.” • Referências: “The Uses of Anger: Women Responding to Racism”. Audre Lorde “Ensaio sobre a raiva”. Fabiane Albuquerque Créditos: @tvglobo Direção: @lucio_tavares #ÊtaMundoMelhor #TvGlobo
às minhas iguais, que se sentem só, as preteridas, não vistas, não escolhidas, abandonadas, meus respeitos e meu afeto. nós sabemos. e os que não sabem, nunca vão entender. e não estou nem dizendo sobre os que não querem entender. por esses eu passo batido. os que cismam, no alto da sua arrogância, poder e r4cismo, em achar que sabem tudo sobre nós por apenas nos observarem, distantes, muuuuito distantes, e ainda ousam falar, darem a sua opinião sobre o que, escuramente, não sabem. sim, raça está em tudo se tratando do contexto social, histórico e político que estamos inseridas. nós merecemos ser amadas como cada uma deseja e entende o amor. alguns podem dizer que nada justifica as escolhas de Lucília, mas ela é apenas uma mulher, humanamente mulher e preta, imperfeita, linda, feroz, apaixonada, inteligente, corajosa, mau-caráter, real. eu acolho suas lágrimas. obrigada, Lucília 💛 que honra ter sido usada por você. obrigada, @ducarachid, @julio.fischer, @elisiolopesjr e @marianiferreira90 por colocarem essas palavras na boca de Lucília. obrigada, @andreluizcamara, @larisfernandess @joantonaccio, Oscar Francisco, @amacedo_miranda, @lucio_tavares, por me conduzirem. obrigada, @anakfouri, por tudo e mais. Di 💛🥹 deixo abaixo um trecho do discurso de Sojourner Truth: “Aqueles homens ali dizem que as mulheres precisam de ajuda para subir em carruagens, e devem ser carregadas para atravessar valas, e que merecem o melhor lugar onde quer que estejam. Ninguém jamais me ajudou a subir em carruagens, ou a saltar sobre poças de lama, e nunca me ofereceram melhor lugar algum! E não sou uma mulher? (…) Eu pari 13 filhos e vi a maioria deles ser vendida para a escravidão, e quando eu clamei com a minha dor de mãe, ninguém a não ser Jesus me ouviu! E não sou uma mulher?“ Sojourner Truth nasceu no cativeiro em Swartekill, Nova York, escravizada, sob o nome de Isabella Van Wagenen, em 1797. Fugiu pra liberdade em 1826, em função da Northwest Ordinance, que aboliu a escravidão nos Territórios do Norte dos Estados Unidos. Seu discurso mais conhecido, ”Não sou uma mulher?”, foi pronunciado em 1851, na Convenção dos Direitos da Mulher em Akron, Ohio. 🎥: @tvglobo | @globoplay
A conexão mãe e filha da @keniabarbara com a @gifernandes é de outro mundo! ❤️ Quinta-feira é dia dos últimos episódios da 2ª temporada de #OsOutros🎬, hein?
Lucília não resistiu ao plano maléfico da Gilda e acabou perdendo a vida nas mãos do falso engenheiro. 😢 Ela não era fácil, mas não merecia esse fim, né? 😔 #AmorPerfeito
O FECHO que Haydée deu na meia-irmã. Que sabor! Gratidão, @lucio_tavares, pela escuta e pela direção atenta, cuidadosa e sensível 💛 @yasmingomlevsky, gratidão pela troca afetuosa e sincera 💛 @dadado77, meu amor, obrigada pela parceria 💛 Créditos: @tvglobo #ÊtaMundoMelhor
“A raiva não surge do nada, nem é um traço de personalidade, ela é efeito do acumulo de tantas violências, guarda histórias que não foram ouvidas, dores, experiências… Audre Lorde afirmou que a raiva das mulheres negras não é destrutiva em si, destrutivo é o sistema que a produz e depois a condena. A raiva é uma resposta lúcida à opressão, não um desvio moral. Há a ideia de que pessoas negras, especialmente mulheres negras, precisam ser didáticas, pacientes e emocionalmente controladas para serem escutadas. Mas nos pedir/exigir calma prolonga a injustiça ao nos negar o direito de reagir. Há também uma dimensão ética forte: a raiva não é celebrada como vingança, mas como defesa da vida, uma vida que não aceita ser reduzida à sobrevivência mínima. Para Lorde, a raiva pode ser libertadora e, enquanto não descobrirmos outra maneira de nos expressar, é um recurso necessário.” • Referências: “The Uses of Anger: Women Responding to Racism”. Audre Lorde “Ensaio sobre a raiva”. Fabiane Albuquerque Créditos: @tvglobo Direção: @lucio_tavares #ÊtaMundoMelhor #TvGlobo
às minhas iguais, que se sentem só, as preteridas, não vistas, não escolhidas, abandonadas, meus respeitos e meu afeto. nós sabemos. e os que não sabem, nunca vão entender. e não estou nem dizendo sobre os que não querem entender. por esses eu passo batido. os que cismam, no alto da sua arrogância, poder e r4cismo, em achar que sabem tudo sobre nós por apenas nos observarem, distantes, muuuuito distantes, e ainda ousam falar, darem a sua opinião sobre o que, escuramente, não sabem. sim, raça está em tudo se tratando do contexto social, histórico e político que estamos inseridas. nós merecemos ser amadas como cada uma deseja e entende o amor. alguns podem dizer que nada justifica as escolhas de Lucília, mas ela é apenas uma mulher, humanamente mulher e preta, imperfeita, linda, feroz, apaixonada, inteligente, corajosa, mau-caráter, real. eu acolho suas lágrimas. obrigada, Lucília 💛 que honra ter sido usada por você. obrigada, @ducarachid, @julio.fischer, @elisiolopesjr e @marianiferreira90 por colocarem essas palavras na boca de Lucília. obrigada, @andreluizcamara, @larisfernandess @joantonaccio, Oscar Francisco, @amacedo_miranda, @lucio_tavares, por me conduzirem. obrigada, @anakfouri, por tudo e mais. Di 💛🥹 deixo abaixo um trecho do discurso de Sojourner Truth: “Aqueles homens ali dizem que as mulheres precisam de ajuda para subir em carruagens, e devem ser carregadas para atravessar valas, e que merecem o melhor lugar onde quer que estejam. Ninguém jamais me ajudou a subir em carruagens, ou a saltar sobre poças de lama, e nunca me ofereceram melhor lugar algum! E não sou uma mulher? (…) Eu pari 13 filhos e vi a maioria deles ser vendida para a escravidão, e quando eu clamei com a minha dor de mãe, ninguém a não ser Jesus me ouviu! E não sou uma mulher?“ Sojourner Truth nasceu no cativeiro em Swartekill, Nova York, escravizada, sob o nome de Isabella Van Wagenen, em 1797. Fugiu pra liberdade em 1826, em função da Northwest Ordinance, que aboliu a escravidão nos Territórios do Norte dos Estados Unidos. Seu discurso mais conhecido, ”Não sou uma mulher?”, foi pronunciado em 1851, na Convenção dos Direitos da Mulher em Akron, Ohio. 🎥: @tvglobo | @globoplay
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