@kattiiusciaribeiro
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📍Do Sul do Sul Professora• Filósofa • Apresentadora CEO @ajeumfilosofico [email protected] ❤️🖤💚
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Ontem, testemunhamos um momento emblemático na nossa história. A multidão que esperava pelo MC Poze do Rodo na porta do complexo prisional não era apenas um grupo de fãs; era a representação daqueles que, dia após dia, são violentados pelo Estado. Essas pessoas têm cor, endereço e um desejo latente: romper com a invisibilidade, enquanto enfrentam as violências raciais, o genocídio e a truculência que nos cercam. Para um estado programado p/ destruir corpos de pessoas pretas, é uma afronta ao projeto de genocidio perceber que um homem preto, q outrora cumpria a lista de “criminosos”, “fazer o jogo virar” e apresentar possibilidades de contrapor a lógica de violência estatal e ser recebido como herói - sim, é o que ele é! É legítimo matar, subjetivamente, a partir das imagens produzidas e divulgadas pela mídia sensacionalista (principalmente se tratando de homens pretos essa incidência aumenta). Mas, sabemos que na realidade do cotidiano a bala de fuzil chega antes da algema. Com papel, caneta e microfone na mão, os MCs, como Poze, Mc Cabelinho, Oruan, Slip Mami, Md Chefe, Duquesa, Major RD, Tasha e Trace, Hariel, Maneirinho, L7, Borges, Leall, TZ da Coronel entre outras mentes brilhantes se tornam cronistas do cotidiano das favelas, com letras poderosas q provocam uma reflexão sobre a realidade, funcionando como gatilhos poéticos que combatem a violência racial. Nossos Intelecrias. MC NÃO É BANDIDO! Antes de ser MC, ele é um homem preto em um Estado que mata pessoas como ele a cada 23 minutos. Abdias Nascimento demostra as diversas dimensões do genocídio, e a arte preta, se enquadra nessa análise. Na lógica racista q invalida sua profissão, mtos, ao serem abordados pela polícia, dizem: “sou trabalhador”. No entanto, essa realidade não diminui a importância e o valor de sua arte. “A cara do Crime “Nóis incomoda / Favelado chique empilhando as nota”. Com o Poze em liberdade, A voz das favelas ecoou mostrando que a verdadeira revolução não será televisionada, mas sim cantada, escrita e rimada pela juventude preta e favelada “É o Poze do Rodo a cara do crime” Frase que se aplica a qualquer pessoa preta. Te amo PZ! 📸@a.llencar 📹 @garciaprod
É tempo de desacelerar, de se recolher e de se reconectar… É hora de arar a terra, fertilizar, plantar e colher novos caminhos… Sua bênção, Ògún. Àṣẹ. 💚⚔️ 🎥 @andreoliveiradb ✨
Ontem, testemunhamos um momento emblemático na nossa história. A multidão que esperava pelo MC Poze do Rodo na porta do complexo prisional não era apenas um grupo de fãs; era a representação daqueles que, dia após dia, são violentados pelo Estado. Essas pessoas têm cor, endereço e um desejo latente: romper com a invisibilidade, enquanto enfrentam as violências raciais, o genocídio e a truculência que nos cercam. Para um estado programado p/ destruir corpos de pessoas pretas, é uma afronta ao projeto de genocidio perceber que um homem preto, q outrora cumpria a lista de “criminosos”, “fazer o jogo virar” e apresentar possibilidades de contrapor a lógica de violência estatal e ser recebido como herói - sim, é o que ele é! É legítimo matar, subjetivamente, a partir das imagens produzidas e divulgadas pela mídia sensacionalista (principalmente se tratando de homens pretos essa incidência aumenta). Mas, sabemos que na realidade do cotidiano a bala de fuzil chega antes da algema. Com papel, caneta e microfone na mão, os MCs, como Poze, Mc Cabelinho, Oruan, Slip Mami, Md Chefe, Duquesa, Major RD, Tasha e Trace, Hariel, Maneirinho, L7, Borges, Leall, TZ da Coronel entre outras mentes brilhantes se tornam cronistas do cotidiano das favelas, com letras poderosas q provocam uma reflexão sobre a realidade, funcionando como gatilhos poéticos que combatem a violência racial. Nossos Intelecrias. MC NÃO É BANDIDO! Antes de ser MC, ele é um homem preto em um Estado que mata pessoas como ele a cada 23 minutos. Abdias Nascimento demostra as diversas dimensões do genocídio, e a arte preta, se enquadra nessa análise. Na lógica racista q invalida sua profissão, mtos, ao serem abordados pela polícia, dizem: “sou trabalhador”. No entanto, essa realidade não diminui a importância e o valor de sua arte. “A cara do Crime “Nóis incomoda / Favelado chique empilhando as nota”. Com o Poze em liberdade, A voz das favelas ecoou mostrando que a verdadeira revolução não será televisionada, mas sim cantada, escrita e rimada pela juventude preta e favelada “É o Poze do Rodo a cara do crime” Frase que se aplica a qualquer pessoa preta. Te amo PZ! 📸@a.llencar 📹 @garciaprod
É tempo de desacelerar, de se recolher e de se reconectar… É hora de arar a terra, fertilizar, plantar e colher novos caminhos… Sua bênção, Ògún. Àṣẹ. 💚⚔️ 🎥 @andreoliveiradb ✨
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