@jenascimentopsi
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— acolhendo narrativas femininas & trilhando juntas uma jornada em direção ao amor próprio 💫❤️ 💻 terapia online | CRP 08/41447 💌 // agendamentos ⤵︎
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há alguns dias, um post meu foi tirado de contexto e compartilhado no twitter com o objetivo de deslegitimar meu trabalho. no conteúdo, que, se você me segue, talvez tenha visto passando pela sua timeline, eu utilizava músicas da one direction para refletir sobre como as tecnologias de gênero funcionam na prática. ou seja, como certos discursos e representações culturais, como as músicas que consumimos na adolescência, ajudam a construir o que significa “ser mulher” e moldam nossos afetos, nossa autoestima e a forma como nos relacionamos. sou fã da banda há 14 anos. cresci ouvindo essas músicas, que fizeram parte da minha história, assim como da de muitas mulheres. e justamente por isso posso (e devo) olhar com criticidade para o que elas comunicam. porque vejo, todos os dias na clínica, os impactos emocionais que conteúdos como esses deixaram nas minhas pacientes. o post não tinha como objetivo atacar a banda. isso ficou claro para quem tentou compreender ou, ao menos, leu a publicação na íntegra. mas, infelizmente, isso não impediu que ele fosse exposto com má-fé, gerando uma onda de ataques cruéis à minha vida, minha integridade, minha aparência e até mesmo à minha competência como psicóloga. todos esses ataques vieram de mulheres. e isso me fez lembrar simone de beauvoir, quando diz que o patriarcado se sustenta também porque há cúmplices entre os próprios oprimidos: mulheres que fortalecem o sistema mesmo sem perceber. estar por trás de um celular não me blinda de sentir, e a situação me abalou profundamente. primeiro porque nunca esperei passar por algo assim. não com essa publicação. não sendo atacada por outras mulheres. precisei me afastar, cuidar de mim e me lembrar do porquê estou aqui. são 4 anos compartilhando sobre saúde mental feminina e dedicando não só essa conta, mas grande parte da minha vida, às mulheres. sejam aquelas que confiam em mim e me escolheram como psicóloga, ou aquelas que acompanham e apoiam meu trabalho aqui nas redes. sei que faço isso com responsabilidade, ética e baseada em uma ciência psicológica que acolhe, questiona, empodera e transforma. (continua no primeiro comentário)
desculpa!!! sou apenas uma psi cronicamente online que achou essa trend engraçada 😩🫵🏻 (e às vezes tenho preguiça de fazer posts muito elaborados, mas o recado tá aí)
e, depois do medo, veio o lollapalooza 🤘🏻🎸💜 assim como qualquer outra emoção, o medo é inevitável. e, por mais incômodo que seja, ele tem um papel fundamental no nosso repertório comportamental, o de nos proteger – aff, infelizmente. sempre me considerei uma pessoa medrosa e, ao longo da vida, acabei adotando esse rótulo. por conta dele, me privei de muitas experiências, porque, ao virar da esquina, lá estava o medo, sussurrando que eu não conseguiria, que seria difícil demais, que o mais seguro era nem tentar. mas, como disse Clarice Lispector, "depois do medo vem o mundo". e existe tanto mundo lá fora, apesar do medo. lembro como se fosse ontem da jéssica adolescente, passando horas no Tumblr, reblogando vídeos de shows do Arctic Monkeys, Lana Del Rey, Cage The Elephant, The 1975 – a maioria no próprio lollapalooza. sempre foi um sonho ir ao festival, e quando surgiu a oportunidade, eu agarrei. mesmo sabendo que teria que ir sozinha. mesmo sabendo que sentiria medo e desconforto. apesar dos perrengues, eu iria de novo. quantas vezes fossem necessárias. fui com medo mesmo – e valeu cada segundo. vi shows incríveis, conheci pessoas maravilhosas (inclusive uma paciente!!!) e descobri uma coragem que nem sabia que tinha. no fim das contas, é sobre isso. não se assustar quando virar uma esquina e encontrar o medo. se você levar a coragem na outra mão, as coisas ficam mais toleráveis. não mais fáceis, mas mais significativas. porque viver de acordo com os nossos valores também envolve enfrentar desconfortos – mas sempre em nome de algo muito maior ❤️ ps: girl in red namora comigo!!! olivia rodrigo obrigada por ser minha mãe (mesmo sendo 6 anos mais nova que eu)!!!!
eu sei que você já se percebeu obcecada por alguma ex namorada do seu atual, ou talvez pela atual do seu ex namorado, e gostaria de saber porque isso acontece, e é justamente sobre isso que vamos conversar hoje! deixei uma reflexão no final do vídeo e gostaria de saber como ela chega até você: faz sentido? com muito carinho, jéssica nascimento. #reels #reelspsicologia #relacionamentos #oliviarodrigo
há alguns dias, um post meu foi tirado de contexto e compartilhado no twitter com o objetivo de deslegitimar meu trabalho. no conteúdo, que, se você me segue, talvez tenha visto passando pela sua timeline, eu utilizava músicas da one direction para refletir sobre como as tecnologias de gênero funcionam na prática. ou seja, como certos discursos e representações culturais, como as músicas que consumimos na adolescência, ajudam a construir o que significa “ser mulher” e moldam nossos afetos, nossa autoestima e a forma como nos relacionamos. sou fã da banda há 14 anos. cresci ouvindo essas músicas, que fizeram parte da minha história, assim como da de muitas mulheres. e justamente por isso posso (e devo) olhar com criticidade para o que elas comunicam. porque vejo, todos os dias na clínica, os impactos emocionais que conteúdos como esses deixaram nas minhas pacientes. o post não tinha como objetivo atacar a banda. isso ficou claro para quem tentou compreender ou, ao menos, leu a publicação na íntegra. mas, infelizmente, isso não impediu que ele fosse exposto com má-fé, gerando uma onda de ataques cruéis à minha vida, minha integridade, minha aparência e até mesmo à minha competência como psicóloga. todos esses ataques vieram de mulheres. e isso me fez lembrar simone de beauvoir, quando diz que o patriarcado se sustenta também porque há cúmplices entre os próprios oprimidos: mulheres que fortalecem o sistema mesmo sem perceber. estar por trás de um celular não me blinda de sentir, e a situação me abalou profundamente. primeiro porque nunca esperei passar por algo assim. não com essa publicação. não sendo atacada por outras mulheres. precisei me afastar, cuidar de mim e me lembrar do porquê estou aqui. são 4 anos compartilhando sobre saúde mental feminina e dedicando não só essa conta, mas grande parte da minha vida, às mulheres. sejam aquelas que confiam em mim e me escolheram como psicóloga, ou aquelas que acompanham e apoiam meu trabalho aqui nas redes. sei que faço isso com responsabilidade, ética e baseada em uma ciência psicológica que acolhe, questiona, empodera e transforma. (continua no primeiro comentário)
desculpa!!! sou apenas uma psi cronicamente online que achou essa trend engraçada 😩🫵🏻 (e às vezes tenho preguiça de fazer posts muito elaborados, mas o recado tá aí)
e, depois do medo, veio o lollapalooza 🤘🏻🎸💜 assim como qualquer outra emoção, o medo é inevitável. e, por mais incômodo que seja, ele tem um papel fundamental no nosso repertório comportamental, o de nos proteger – aff, infelizmente. sempre me considerei uma pessoa medrosa e, ao longo da vida, acabei adotando esse rótulo. por conta dele, me privei de muitas experiências, porque, ao virar da esquina, lá estava o medo, sussurrando que eu não conseguiria, que seria difícil demais, que o mais seguro era nem tentar. mas, como disse Clarice Lispector, "depois do medo vem o mundo". e existe tanto mundo lá fora, apesar do medo. lembro como se fosse ontem da jéssica adolescente, passando horas no Tumblr, reblogando vídeos de shows do Arctic Monkeys, Lana Del Rey, Cage The Elephant, The 1975 – a maioria no próprio lollapalooza. sempre foi um sonho ir ao festival, e quando surgiu a oportunidade, eu agarrei. mesmo sabendo que teria que ir sozinha. mesmo sabendo que sentiria medo e desconforto. apesar dos perrengues, eu iria de novo. quantas vezes fossem necessárias. fui com medo mesmo – e valeu cada segundo. vi shows incríveis, conheci pessoas maravilhosas (inclusive uma paciente!!!) e descobri uma coragem que nem sabia que tinha. no fim das contas, é sobre isso. não se assustar quando virar uma esquina e encontrar o medo. se você levar a coragem na outra mão, as coisas ficam mais toleráveis. não mais fáceis, mas mais significativas. porque viver de acordo com os nossos valores também envolve enfrentar desconfortos – mas sempre em nome de algo muito maior ❤️ ps: girl in red namora comigo!!! olivia rodrigo obrigada por ser minha mãe (mesmo sendo 6 anos mais nova que eu)!!!!
eu sei que você já se percebeu obcecada por alguma ex namorada do seu atual, ou talvez pela atual do seu ex namorado, e gostaria de saber porque isso acontece, e é justamente sobre isso que vamos conversar hoje! deixei uma reflexão no final do vídeo e gostaria de saber como ela chega até você: faz sentido? com muito carinho, jéssica nascimento. #reels #reelspsicologia #relacionamentos #oliviarodrigo
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