@instituto.soudapaz
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Uma mulher que carrega no olhar e na voz o luto de inúmeras mães, filhas, irmãs e viúvas brasileiras. Ela é MarIA, criada com inteligência artificial a partir de milhares de imagens que representam o perfil das mulheres que perderam seus filhos, filhas, maridos e irmãos para a violência armada no Brasil. MarIA traz à tona uma dor coletiva que atravessa gerações e territórios, agora personificada em um rosto que amplifica a voz de todas. MarIA revela o quanto ter uma arma em casa, muitas vezes vista como proteção, pode, na verdade, ser o começo de uma tragédia. Em segundos, brigas familiares, acidentes com crianças, feminicídios e outras dores que poderiam ser evitadas ganham um desfecho irreversível quando uma arma está ao alcance das mãos. Essa dor que ela carrega não precisa ser a de mais ninguém. Acesse no link na bio a campanha e saiba como entregar uma arma voluntariamente, de forma segura e anônima. Compartilhe e siga os canais do Instituto Sou da Paz! - Direcionamos nossos agradecimentos especiais às parcerias que construíram MarIA: @alegria_r_criatividade ; @antfood.br; @lovepictures.company e @thefuture.studios
Onde Mora a Impunidade? Nos últimos anos, o Brasil avançou muito pouco na capacidade de esclarecer homicídios. A taxa nacional é de 39% de casos esclarecidos pelo sistema de justiça. Em alguns estados o índice é menor que 20%, enquanto outros sofrem um apagão completo e nem sequer são capazes de informar esse dado. Mas por que o crime contra a vida não recebe a prioridade e investimento necessários por parte do poder público e por que há tanta escassez de informações sobre assassinatos elucidados no Brasil? Confira no vídeo o panorama desse tema no nosso país e saiba como é possível qualificar a atuação das Polícias Civis para levar resposta e justiça a mais familiares de vítimas e reduzir a impunidade. #OndeMoraaImpunidade #PassaPraFrente
A grande maioria dos homicídios cometidos no Brasil ficam sem esclarecimento. Nesta semana, o Sou da Paz publicou a 7ª edição da pesquisa “Onde Mora a Impunidade”, que foi destaque em reportagem do jornalnacional, na edição da última segunda-feira. A reportagem ouviu nossa diretora-executiva, @carolricardo, e destacou os principais números do estudo, assim como alertou para a importância de um indicador nacional e de esforços das instituições de Justiça na priorização da investigação do crime mais grave, que é o crime contra a vida. Confira um trecho do vídeo. Para conferir o estudo com os dados de esclarecimento de homicídios nos estados e entender quais práticas devem ser adotadas para mudar esse cenário, acesse o link na bio. #OndeMoraaImpunidade 🎥 Jornal Nacional
Cada novo caso de violência de gênero que ganha destaque no noticiário tem despertado um sentimento de indignação em todas as pessoas, especialmente em nós, mulheres. Mas é preciso colocar foco e energia para cobrar soluções efetivas de quem de fato pode atuar por mais segurança e prevenção: o poder público. Nas polícias e no Judiciário é possível fazer muito pela prevenção e por medidas protetivas. E os governos municipais e estaduais têm papel importante nessa coordenação. O governo federal, por sua vez, pode contribuir significativamente para articular esforços e priorizar a proteção das mulheres. No vídeo, cuja versão completa você encontra no nosso canal do Youtube, especialistas e parceiras do Sou da Paz falam sobre o que pode agravar ou melhorar a segurança das mulheres brasileiras. Confira e compartilhe pela vida das mulheres e faça parte da #paznaprática junto conosco. #AgostoLilás
🏢👮🏽♀️ A segurança pública no Brasil depende de ações integradas e do comprometimento de todos os níveis de governo: federal, estadual e municipal. O Governo Federal exerce um papel essencial ao formular propostas, coordenar esforços e direcionar recursos para apoiar políticas públicas, que são implementadas principalmente pelos estados. Estes são responsáveis pela gestão das polícias civil e militar e por outras iniciativas voltadas à redução dos índices criminais e à prevenção da violência. Já os municípios contribuem com ações de prevenção, assistência direta às comunidades e melhorias no monitoramento da segurança pública. Quer entender melhor como essa dinâmica funciona e quais temas devem ser priorizados para reduzir a violência e prevenir crimes? Assista ao vídeo e compartilhe! #segurancapublica #dápraresolver #paznapratica
Uma mulher que carrega no olhar e na voz o luto de inúmeras mães, filhas, irmãs e viúvas brasileiras. Ela é MarIA, criada com inteligência artificial a partir de milhares de imagens que representam o perfil das mulheres que perderam seus filhos, filhas, maridos e irmãos para a violência armada no Brasil. MarIA traz à tona uma dor coletiva que atravessa gerações e territórios, agora personificada em um rosto que amplifica a voz de todas. MarIA revela o quanto ter uma arma em casa, muitas vezes vista como proteção, pode, na verdade, ser o começo de uma tragédia. Em segundos, brigas familiares, acidentes com crianças, feminicídios e outras dores que poderiam ser evitadas ganham um desfecho irreversível quando uma arma está ao alcance das mãos. Essa dor que ela carrega não precisa ser a de mais ninguém. Acesse no link na bio a campanha e saiba como entregar uma arma voluntariamente, de forma segura e anônima. Compartilhe e siga os canais do Instituto Sou da Paz! - Direcionamos nossos agradecimentos especiais às parcerias que construíram MarIA: @alegria_r_criatividade ; @antfood.br; @lovepictures.company e @thefuture.studios
Onde Mora a Impunidade? Nos últimos anos, o Brasil avançou muito pouco na capacidade de esclarecer homicídios. A taxa nacional é de 39% de casos esclarecidos pelo sistema de justiça. Em alguns estados o índice é menor que 20%, enquanto outros sofrem um apagão completo e nem sequer são capazes de informar esse dado. Mas por que o crime contra a vida não recebe a prioridade e investimento necessários por parte do poder público e por que há tanta escassez de informações sobre assassinatos elucidados no Brasil? Confira no vídeo o panorama desse tema no nosso país e saiba como é possível qualificar a atuação das Polícias Civis para levar resposta e justiça a mais familiares de vítimas e reduzir a impunidade. #OndeMoraaImpunidade #PassaPraFrente
A grande maioria dos homicídios cometidos no Brasil ficam sem esclarecimento. Nesta semana, o Sou da Paz publicou a 7ª edição da pesquisa “Onde Mora a Impunidade”, que foi destaque em reportagem do jornalnacional, na edição da última segunda-feira. A reportagem ouviu nossa diretora-executiva, @carolricardo, e destacou os principais números do estudo, assim como alertou para a importância de um indicador nacional e de esforços das instituições de Justiça na priorização da investigação do crime mais grave, que é o crime contra a vida. Confira um trecho do vídeo. Para conferir o estudo com os dados de esclarecimento de homicídios nos estados e entender quais práticas devem ser adotadas para mudar esse cenário, acesse o link na bio. #OndeMoraaImpunidade 🎥 Jornal Nacional
Cada novo caso de violência de gênero que ganha destaque no noticiário tem despertado um sentimento de indignação em todas as pessoas, especialmente em nós, mulheres. Mas é preciso colocar foco e energia para cobrar soluções efetivas de quem de fato pode atuar por mais segurança e prevenção: o poder público. Nas polícias e no Judiciário é possível fazer muito pela prevenção e por medidas protetivas. E os governos municipais e estaduais têm papel importante nessa coordenação. O governo federal, por sua vez, pode contribuir significativamente para articular esforços e priorizar a proteção das mulheres. No vídeo, cuja versão completa você encontra no nosso canal do Youtube, especialistas e parceiras do Sou da Paz falam sobre o que pode agravar ou melhorar a segurança das mulheres brasileiras. Confira e compartilhe pela vida das mulheres e faça parte da #paznaprática junto conosco. #AgostoLilás
🏢👮🏽♀️ A segurança pública no Brasil depende de ações integradas e do comprometimento de todos os níveis de governo: federal, estadual e municipal. O Governo Federal exerce um papel essencial ao formular propostas, coordenar esforços e direcionar recursos para apoiar políticas públicas, que são implementadas principalmente pelos estados. Estes são responsáveis pela gestão das polícias civil e militar e por outras iniciativas voltadas à redução dos índices criminais e à prevenção da violência. Já os municípios contribuem com ações de prevenção, assistência direta às comunidades e melhorias no monitoramento da segurança pública. Quer entender melhor como essa dinâmica funciona e quais temas devem ser priorizados para reduzir a violência e prevenir crimes? Assista ao vídeo e compartilhe! #segurancapublica #dápraresolver #paznapratica
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