@homempaterno
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Ed. Perinatal e Parental com foco nas paternidades Palestrante Idealizador do projeto @homempaterno Co-fundador do @projetodemanopramano Mais👇🏽
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Eu ia postar uma dica de passeio, mas esse relato do @marcos.frota.oficial me impactou tanto que precisava compartilhar e fazer chegar a mais famílias, principalmente a mais PAIS! Uma fatalidade aconteceu e ele se viu em uma situação totalmente diferente com seus três filho. Diante disso, precisou #aprender a ser mãe”, como ele mesmo conta. É lindo e emocionante ouvir como ele se refere à esposa e ao amor de mãe. E depois como ele compara o amor de um pai. “O amor de mãe é diferente”, ele diz. E essa é uma daquelas oportunidades de reflexão, principalmente para os pais ausentes ou aqueles que querem ser melhores e se sentem perdidos. Uma lembrança de que precisamos tentar nos preparar para as adversidades da vida, que devemos assumir a nossa posição e que um amigo pode fazer toda a diferença nas nossas vidas. Obrigada @marcos.frota.oficial, @joseaugustooficial e @fabioporchat por nos presentear com esse momento. Tenho certeza que vai marcar muitas pessoas que fazem parte da comunidade do @passeioskids. Assisti e escrevi esse texto aos prantos. 😭
E um dia eu recebo uma ligação dizendo que a minha esposa, Cibeli, mãe da Maralina, do Apoena e do Tainã, tinha batido o carro e subiu em um acidente fatal na frente da minha casa. Eu fui tomar conta de tudo, fui entender tudo.
Sabe qual é um dos principais problemas: o nosso silêncio! Nós, homens, quase nunca conversamos sobre violência , seja contra mulheres, meninas, meninos, adolescentes, pessoas LGBTQIA+ e até outros homens. Matamos e morremos mais, por nós mesmos. Fingimos que não é conosco. Achamos que é um problema de “monstros” ou de “casos isolados”. Mas os números contam outra história. Em 2024, o Brasil registrou 87.545 casos de estupro e estupro de vulnerável, o maior número da série histórica. Quase 70% aconteceram dentro de casa, e 77% das vítimas tinham menos de 14 anos. Quase 9 em cada 10 vítimas eram mulheres ou meninas. (19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 2025) E não estamos falando de monstros escondidos em becos, psicopatas... Estamos falando de homens comuns: pais, padrastos, primos, vizinhos, professores, líderes religiosos. Homens como eu. Homens como você. Em 2024, também tivemos 1.492 mulheres assassinadas vítimas de feminicídio — outro recorde. (19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 2025) E no ambiente digital, o problema cresce: só no primeiro semestre de 2025, foram 49.336 denúncias de abuso e exploração sexual infantil, 19% a mais que no mesmo período do ano passado.(SaferNet Brasil, 2025) Diante disso, não dá mais para ficar quieto. Rir da piada machista, fingir que não viu, se calar diante do amigo que passa do ponto. Tudo isso mantém o problema onde ele está. Nós batemos no peito sobre sermos corajosos, mas a real é que quando nos silenciamos , estamos comprovando a nossa covardia. O que podemos fazer? Cuidar mais, desde o início. Chamar os brothers na responsabilidade. Não passar pano! Falar sobre esses números nas nossas rodas de conversa. Escutar de verdade as mulheres ao nosso redor. E, quando houver risco real, denunciar — 190, Disque 100, Conselho Tutelar. A violência contra mulheres, adolescentes e crianças tem rosto de homem. E só vai acabar quando nós, homens, pararmos de nos calar e assumirmos que a mudança começa por nós. Bora?! Ah, deixa aqui nos comentários....Você confiaria em um homem para trocar as fraldas, dar banho na sua criança? Por Tiago Koch #HomemPaterno #Paternidades #Masculinidades #Pai
Todo homem é um possível estuprador. Difícil, né, brother? Me dá raiva, me dá ódio, vem vários sentimentos quando eu ouço essa frase. E aí eu fico pensando, será que é um complô das mulheres que estão querendo acabar com os homens? Ou será que tem algum
Se não há uma emergência, tudo isso aqui pode esperar o final da primeira hora de vida para acontecer: - pesar, medir ou fazer testes no bebê - fazer vacinas, vitamina K ou colírio (quando indicado) - clampear o cordão (é, pois é, não precisa ser em 1 a 3 minutos, nem mesmo 5...) - interromper o contato pele a pele - retirar o bebê para o berço aquecido - fazer avaliações das mamas, do colostro ou da pega - checar o períneo em busca de lacerações - iniciar manipulações do útero ou da placenta se não há sinais de hemorragia ou outras complicações - ligar a luz, encher o quarto de pessoas, começar a fazer perguntas e preencher formulários Pode-se substituir tudo isso por: - avaliação não invasiva do bebê no colo em contato pele a pele - adiar procedimentos invasivos e dolorosos para após a primeira hora de vida - aguardar o cordão parar de pulsar e/ou a dequitação fisiológica - contato pele a pele contínuo, sem interrupções desnecessárias - disponibilizar fonte de calor que possa chegar até o bebê ao invés de leva-lo para longe - criar oportunidades para que a amamentação se estabeleça quando ambos estiverem prontos - vigiar sangramento e contração do útero de forma cuidadosa e discreta (porém próxima e atenta) - avaliar períneo e placenta após o fim da primeira hora - preservar o ambiente seguro que favorece a fisiologia do parto também no pós-parto Se ficou em dúvida, leia lá no começo de novo: isso se não houver emergências ou complicações que impeçam. O respeito à hora dourada protege a transição do bebê para a vida fora do útero e torna mais seguro o terceiro e quarto estágios para quem pariu, além de favorecer o estabelecimento da amamentação. E ainda favorece uma experiência subjetiva positiva sobre o parto, o pós-parto e este primeiro contato! ...... Esse conteúdo é um repost da incrível @maira_libertad_ , Enfermeira obstétrica, Mestre em Enfermagem, Doutora em Ciências Médicas, Pós-Doutoranda em Tocoginecologia . BUSCAR CONHECIMENTO É UMA RESPONSABILIDADE PATERNA. Bora juntos! Por Tiago Koch #HomemPaterno #Paternidades #Pai #Parto #masculinidade
"É só um pokerzinho, Neymar?" O que o Nattanzinho fez e você não deve repetir. Pô, Nattanzinho, meia-noite? Sei que o convite do "menino Ney" é irresistível para muitos caras, mas deixar a mulher com um bebê de 1 mês em casa pra jogar poker é o retrato de quem ainda não entendeu nada sobre seu papel. Você acha que ela te deu "uma hora" porque estava tudo bem? Não, irmão. Provavelmente ela só estava exausta demais para explicar o óbvio. O que você (e muitos pais) precisam entender sobre essa fase: - A ferida invisível: Como o vídeo bem pontuou, existe uma ferida interna de cerca de 15cm onde a placenta estava. Se fosse um corte externo desse tamanho, você estaria em alerta total. A recuperação física exige presença e suporte, mesmo que ela não peça. - A privação de sono: Não é apenas cansaço, é um esgotamento que afeta a saúde mental e o sistema nervoso. Quando o pai assume um turno na madrugada, ele está garantindo que a mãe tenha o mínimo de sanidade para cuidar de si e do bebê. - Os desafios da amamentação: É de madrugada que a prolactina (hormônio do leite) atinge seu pico. Se a mulher está sob estresse ou exaustão extrema, isso impacta diretamente a amamentação. Ter o parceiro ali para oferecer água, trocar uma fralda e dar suporte emocional é estratégico. - Solidão, medos e inseguranças: O puerpério é uma montanha-russa psicológica. A sensação de que a vida de todo mundo continua enquanto a dela parou gera uma solidão profunda. A presença do pai traz segurança e divide o peso invisível dessa nova rotina. E detalhe: isso aqui é só o básico do básico. O puerpério é um oceano de mudanças físicas e emocionais que vai muito além de uma lista de tópicos. Se você não está lá nem pro básico, está deixando sua parceira sozinha no momento em que ela mais precisa de um porto seguro. A melhor resposta para qualquer convite nesse primeiro mês é: "Cara, agora não dá. Minha família precisa de mim aqui. Preciso cuidar, preciso SER PAI!.". Por Tiago Koch Educador Perinatal com foco nas paternidades #homempaterno #Paternidades #Cuidado #Puerpério #Pai
Essa resposta me quebrou… 💔 Em resumo: o amor dos pais por um filho segue a lógica da dádiva e não da dívida. Ele não se baseia em trocas ou retribuições, mas na entrega e no amor incondicional. E você, sente o mesmo⁉️
Eu ia postar uma dica de passeio, mas esse relato do @marcos.frota.oficial me impactou tanto que precisava compartilhar e fazer chegar a mais famílias, principalmente a mais PAIS! Uma fatalidade aconteceu e ele se viu em uma situação totalmente diferente com seus três filho. Diante disso, precisou #aprender a ser mãe”, como ele mesmo conta. É lindo e emocionante ouvir como ele se refere à esposa e ao amor de mãe. E depois como ele compara o amor de um pai. “O amor de mãe é diferente”, ele diz. E essa é uma daquelas oportunidades de reflexão, principalmente para os pais ausentes ou aqueles que querem ser melhores e se sentem perdidos. Uma lembrança de que precisamos tentar nos preparar para as adversidades da vida, que devemos assumir a nossa posição e que um amigo pode fazer toda a diferença nas nossas vidas. Obrigada @marcos.frota.oficial, @joseaugustooficial e @fabioporchat por nos presentear com esse momento. Tenho certeza que vai marcar muitas pessoas que fazem parte da comunidade do @passeioskids. Assisti e escrevi esse texto aos prantos. 😭
E um dia eu recebo uma ligação dizendo que a minha esposa, Cibeli, mãe da Maralina, do Apoena e do Tainã, tinha batido o carro e subiu em um acidente fatal na frente da minha casa. Eu fui tomar conta de tudo, fui entender tudo.
Sabe qual é um dos principais problemas: o nosso silêncio! Nós, homens, quase nunca conversamos sobre violência , seja contra mulheres, meninas, meninos, adolescentes, pessoas LGBTQIA+ e até outros homens. Matamos e morremos mais, por nós mesmos. Fingimos que não é conosco. Achamos que é um problema de “monstros” ou de “casos isolados”. Mas os números contam outra história. Em 2024, o Brasil registrou 87.545 casos de estupro e estupro de vulnerável, o maior número da série histórica. Quase 70% aconteceram dentro de casa, e 77% das vítimas tinham menos de 14 anos. Quase 9 em cada 10 vítimas eram mulheres ou meninas. (19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 2025) E não estamos falando de monstros escondidos em becos, psicopatas... Estamos falando de homens comuns: pais, padrastos, primos, vizinhos, professores, líderes religiosos. Homens como eu. Homens como você. Em 2024, também tivemos 1.492 mulheres assassinadas vítimas de feminicídio — outro recorde. (19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 2025) E no ambiente digital, o problema cresce: só no primeiro semestre de 2025, foram 49.336 denúncias de abuso e exploração sexual infantil, 19% a mais que no mesmo período do ano passado.(SaferNet Brasil, 2025) Diante disso, não dá mais para ficar quieto. Rir da piada machista, fingir que não viu, se calar diante do amigo que passa do ponto. Tudo isso mantém o problema onde ele está. Nós batemos no peito sobre sermos corajosos, mas a real é que quando nos silenciamos , estamos comprovando a nossa covardia. O que podemos fazer? Cuidar mais, desde o início. Chamar os brothers na responsabilidade. Não passar pano! Falar sobre esses números nas nossas rodas de conversa. Escutar de verdade as mulheres ao nosso redor. E, quando houver risco real, denunciar — 190, Disque 100, Conselho Tutelar. A violência contra mulheres, adolescentes e crianças tem rosto de homem. E só vai acabar quando nós, homens, pararmos de nos calar e assumirmos que a mudança começa por nós. Bora?! Ah, deixa aqui nos comentários....Você confiaria em um homem para trocar as fraldas, dar banho na sua criança? Por Tiago Koch #HomemPaterno #Paternidades #Masculinidades #Pai
Todo homem é um possível estuprador. Difícil, né, brother? Me dá raiva, me dá ódio, vem vários sentimentos quando eu ouço essa frase. E aí eu fico pensando, será que é um complô das mulheres que estão querendo acabar com os homens? Ou será que tem algum
Se não há uma emergência, tudo isso aqui pode esperar o final da primeira hora de vida para acontecer: - pesar, medir ou fazer testes no bebê - fazer vacinas, vitamina K ou colírio (quando indicado) - clampear o cordão (é, pois é, não precisa ser em 1 a 3 minutos, nem mesmo 5...) - interromper o contato pele a pele - retirar o bebê para o berço aquecido - fazer avaliações das mamas, do colostro ou da pega - checar o períneo em busca de lacerações - iniciar manipulações do útero ou da placenta se não há sinais de hemorragia ou outras complicações - ligar a luz, encher o quarto de pessoas, começar a fazer perguntas e preencher formulários Pode-se substituir tudo isso por: - avaliação não invasiva do bebê no colo em contato pele a pele - adiar procedimentos invasivos e dolorosos para após a primeira hora de vida - aguardar o cordão parar de pulsar e/ou a dequitação fisiológica - contato pele a pele contínuo, sem interrupções desnecessárias - disponibilizar fonte de calor que possa chegar até o bebê ao invés de leva-lo para longe - criar oportunidades para que a amamentação se estabeleça quando ambos estiverem prontos - vigiar sangramento e contração do útero de forma cuidadosa e discreta (porém próxima e atenta) - avaliar períneo e placenta após o fim da primeira hora - preservar o ambiente seguro que favorece a fisiologia do parto também no pós-parto Se ficou em dúvida, leia lá no começo de novo: isso se não houver emergências ou complicações que impeçam. O respeito à hora dourada protege a transição do bebê para a vida fora do útero e torna mais seguro o terceiro e quarto estágios para quem pariu, além de favorecer o estabelecimento da amamentação. E ainda favorece uma experiência subjetiva positiva sobre o parto, o pós-parto e este primeiro contato! ...... Esse conteúdo é um repost da incrível @maira_libertad_ , Enfermeira obstétrica, Mestre em Enfermagem, Doutora em Ciências Médicas, Pós-Doutoranda em Tocoginecologia . BUSCAR CONHECIMENTO É UMA RESPONSABILIDADE PATERNA. Bora juntos! Por Tiago Koch #HomemPaterno #Paternidades #Pai #Parto #masculinidade
"É só um pokerzinho, Neymar?" O que o Nattanzinho fez e você não deve repetir. Pô, Nattanzinho, meia-noite? Sei que o convite do "menino Ney" é irresistível para muitos caras, mas deixar a mulher com um bebê de 1 mês em casa pra jogar poker é o retrato de quem ainda não entendeu nada sobre seu papel. Você acha que ela te deu "uma hora" porque estava tudo bem? Não, irmão. Provavelmente ela só estava exausta demais para explicar o óbvio. O que você (e muitos pais) precisam entender sobre essa fase: - A ferida invisível: Como o vídeo bem pontuou, existe uma ferida interna de cerca de 15cm onde a placenta estava. Se fosse um corte externo desse tamanho, você estaria em alerta total. A recuperação física exige presença e suporte, mesmo que ela não peça. - A privação de sono: Não é apenas cansaço, é um esgotamento que afeta a saúde mental e o sistema nervoso. Quando o pai assume um turno na madrugada, ele está garantindo que a mãe tenha o mínimo de sanidade para cuidar de si e do bebê. - Os desafios da amamentação: É de madrugada que a prolactina (hormônio do leite) atinge seu pico. Se a mulher está sob estresse ou exaustão extrema, isso impacta diretamente a amamentação. Ter o parceiro ali para oferecer água, trocar uma fralda e dar suporte emocional é estratégico. - Solidão, medos e inseguranças: O puerpério é uma montanha-russa psicológica. A sensação de que a vida de todo mundo continua enquanto a dela parou gera uma solidão profunda. A presença do pai traz segurança e divide o peso invisível dessa nova rotina. E detalhe: isso aqui é só o básico do básico. O puerpério é um oceano de mudanças físicas e emocionais que vai muito além de uma lista de tópicos. Se você não está lá nem pro básico, está deixando sua parceira sozinha no momento em que ela mais precisa de um porto seguro. A melhor resposta para qualquer convite nesse primeiro mês é: "Cara, agora não dá. Minha família precisa de mim aqui. Preciso cuidar, preciso SER PAI!.". Por Tiago Koch Educador Perinatal com foco nas paternidades #homempaterno #Paternidades #Cuidado #Puerpério #Pai
Essa resposta me quebrou… 💔 Em resumo: o amor dos pais por um filho segue a lógica da dádiva e não da dívida. Ele não se baseia em trocas ou retribuições, mas na entrega e no amor incondicional. E você, sente o mesmo⁉️
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