@guiamiami
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✨ Curadoria de viagens by Sandra Prieto ✨ 🚤 Barco em Miami 🏢Reserva de Hotéis e Ingressos 🚗 Passeios,Compras e Roteiros 🏠 Casa em Orlando
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Spring Break começou em Miami Beach e este ano a cidade está com regras bem mais rígidas para controlar o movimento. Março foi oficialmente declarado como período de “high impact”, com medidas especiais principalmente nos fins de semana de 12–15 e 19–22 de março, quando a expectativa é de praias lotadas. Algumas coisas importantes para quem pretende ir para South Beach: • Entradas da praia na área da Ocean Drive terão checkpoints de segurança • Coolers, garrafas de vidro, barracas e caixas de som não serão permitidos • A Ocean Drive terá acesso limitado para carros • Estacionamentos na área podem chegar a até US$100 • Reboque para não moradores pode passar de US$548 • A polícia vai intensificar as operações contra álcool e direção Ou seja: dá para aproveitar, mas vale se planejar bem antes de ir para evitar trânsito, multas e restrições. Se você estiver vindo para Miami agora em março, salve este post para não ser pego de surpresa. E se quiser ajuda para planejar sua viagem, hotéis ou experiências na cidade, fale com a gente no Guia Miami.
ATENÇÃO!!! Vai estar na Flórida entre 29/jan e 7/fev? Então assista até o final: Miami e Orlando devem entrar num período de frio bem fora do padrão, com queda intensa e pico no fim de semana. Em Miami, a previsão chega a 0–2°C de madrugada e tarde perto de 12°C; em Orlando, pode bater -4°C e há chance de alertas de congelamento! Detalhes no vídeo! Envie para quem está com passagem marcada.
Feliz Ano Novo! 🥂✨ Brasileiro em Miami na virada é assim: a gente chega esperando “até amanhecer”… e descobre que muita festa acaba tipo 1–2am Aqui é mais “evento”, mais dress to impress (sim, vale até look preto!), e a regra do 21+ muda tudo pra quem vem com adolescentes. Que 2026 venha com muita saúde, paz, amor e viagens incríveis! Sua vibe de Réveillon é Brasil ou Miami?
Nos Estados Unidos, só é permitido entrar com medicamentos aprovados pelo órgão que regula remédios no país, equivalente à Anvisa no Brasil. Isso significa que, mesmo que um medicamento seja comum e liberado no Brasil, se ele não for aprovado nos EUA, será considerado não autorizado e a sua importação geralmente é ilegal, mesmo para uso pessoal. Há poucas exceções a essa regra. Em casos de condições graves que não tenham tratamento equivalente nos EUA, é possível levar o remédio, mas a quantidade deve ser suficiente para, no máximo, três meses de uso. Além disso, é necessário apresentar o contato de um médico nos Estados Unidos responsável pelo tratamento ou documentação que comprove que ele foi iniciado fora do país e está sendo continuado. A Alfândega americana pode confiscar medicamentos, negar a entrada ou aplicar penalidades quando se trata de substâncias não aprovadas ou controladas. Medicamentos controlados, como entorpecentes e sedativos, exigem permissão prévia; sem ela, podem ser confiscados e até gerar prisão. Alguns exemplos de remédios comuns no Brasil que não são permitidos nos EUA incluem a dipirona (conhecida por marcas como Novalgina e Dorflex), proibida desde 1977 por risco de agranulocitose; a nimesulida, que é um anti-inflamatório bastante usado no Brasil, mas banido nos EUA por risco de danos graves ao fígado; e o rimonabanto, medicamento contra obesidade aprovado no Brasil em 2007, mas nunca aprovado nos EUA por riscos psiquiátricos e outros problemas de segurança. Na prática, isso significa que você não deve levar para os Estados Unidos medicamentos como dipirona, nimesulida ou rimonabanto, mesmo com receita médica, a menos que se encaixe nas raras exceções, com documentação e quantidade limitada. Já se o medicamento for aprovado nos EUA, o risco é menor, mas ainda é importante seguir alguns cuidados: leve a receita ou atestado médico — de preferência em português e inglês —, traga apenas o necessário para até 90 dias, mantenha tudo na embalagem original e declare na alfândega ao chegar.
Você já conhece a mais nova Apple Store de Miami? Ela fica no Miami Worldcenter, uma das áreas que mais está crescendo no centro da cidade, bem entre Downtown, Brickell e o Kaseya Center. A loja segue o conceito mais novo da Apple: um espaço totalmente aberto, com muita luz natural, árvores dentro da loja e áreas pensadas não só para comprar, mas para experimentar os produtos com calma. É quase como uma praça tecnológica no meio da cidade. Se você estiver passeando por Downtown Miami, vale muito a pena entrar só para conhecer. Você já passou por lá ou ainda não conhecia essa nova Apple Store?
Spring Break começou em Miami Beach e este ano a cidade está com regras bem mais rígidas para controlar o movimento. Março foi oficialmente declarado como período de “high impact”, com medidas especiais principalmente nos fins de semana de 12–15 e 19–22 de março, quando a expectativa é de praias lotadas. Algumas coisas importantes para quem pretende ir para South Beach: • Entradas da praia na área da Ocean Drive terão checkpoints de segurança • Coolers, garrafas de vidro, barracas e caixas de som não serão permitidos • A Ocean Drive terá acesso limitado para carros • Estacionamentos na área podem chegar a até US$100 • Reboque para não moradores pode passar de US$548 • A polícia vai intensificar as operações contra álcool e direção Ou seja: dá para aproveitar, mas vale se planejar bem antes de ir para evitar trânsito, multas e restrições. Se você estiver vindo para Miami agora em março, salve este post para não ser pego de surpresa. E se quiser ajuda para planejar sua viagem, hotéis ou experiências na cidade, fale com a gente no Guia Miami.
ATENÇÃO!!! Vai estar na Flórida entre 29/jan e 7/fev? Então assista até o final: Miami e Orlando devem entrar num período de frio bem fora do padrão, com queda intensa e pico no fim de semana. Em Miami, a previsão chega a 0–2°C de madrugada e tarde perto de 12°C; em Orlando, pode bater -4°C e há chance de alertas de congelamento! Detalhes no vídeo! Envie para quem está com passagem marcada.
Feliz Ano Novo! 🥂✨ Brasileiro em Miami na virada é assim: a gente chega esperando “até amanhecer”… e descobre que muita festa acaba tipo 1–2am Aqui é mais “evento”, mais dress to impress (sim, vale até look preto!), e a regra do 21+ muda tudo pra quem vem com adolescentes. Que 2026 venha com muita saúde, paz, amor e viagens incríveis! Sua vibe de Réveillon é Brasil ou Miami?
Nos Estados Unidos, só é permitido entrar com medicamentos aprovados pelo órgão que regula remédios no país, equivalente à Anvisa no Brasil. Isso significa que, mesmo que um medicamento seja comum e liberado no Brasil, se ele não for aprovado nos EUA, será considerado não autorizado e a sua importação geralmente é ilegal, mesmo para uso pessoal. Há poucas exceções a essa regra. Em casos de condições graves que não tenham tratamento equivalente nos EUA, é possível levar o remédio, mas a quantidade deve ser suficiente para, no máximo, três meses de uso. Além disso, é necessário apresentar o contato de um médico nos Estados Unidos responsável pelo tratamento ou documentação que comprove que ele foi iniciado fora do país e está sendo continuado. A Alfândega americana pode confiscar medicamentos, negar a entrada ou aplicar penalidades quando se trata de substâncias não aprovadas ou controladas. Medicamentos controlados, como entorpecentes e sedativos, exigem permissão prévia; sem ela, podem ser confiscados e até gerar prisão. Alguns exemplos de remédios comuns no Brasil que não são permitidos nos EUA incluem a dipirona (conhecida por marcas como Novalgina e Dorflex), proibida desde 1977 por risco de agranulocitose; a nimesulida, que é um anti-inflamatório bastante usado no Brasil, mas banido nos EUA por risco de danos graves ao fígado; e o rimonabanto, medicamento contra obesidade aprovado no Brasil em 2007, mas nunca aprovado nos EUA por riscos psiquiátricos e outros problemas de segurança. Na prática, isso significa que você não deve levar para os Estados Unidos medicamentos como dipirona, nimesulida ou rimonabanto, mesmo com receita médica, a menos que se encaixe nas raras exceções, com documentação e quantidade limitada. Já se o medicamento for aprovado nos EUA, o risco é menor, mas ainda é importante seguir alguns cuidados: leve a receita ou atestado médico — de preferência em português e inglês —, traga apenas o necessário para até 90 dias, mantenha tudo na embalagem original e declare na alfândega ao chegar.
Você já conhece a mais nova Apple Store de Miami? Ela fica no Miami Worldcenter, uma das áreas que mais está crescendo no centro da cidade, bem entre Downtown, Brickell e o Kaseya Center. A loja segue o conceito mais novo da Apple: um espaço totalmente aberto, com muita luz natural, árvores dentro da loja e áreas pensadas não só para comprar, mas para experimentar os produtos com calma. É quase como uma praça tecnológica no meio da cidade. Se você estiver passeando por Downtown Miami, vale muito a pena entrar só para conhecer. Você já passou por lá ou ainda não conhecia essa nova Apple Store?
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