@gkupke
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De repente fez sentido a arte de viver 🔱
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Por que essa mulher não está presa? A história inteira é um teatro mal ensaiado: gritos, drama barato e uma acusação de estu*** jogada no ar como se a vida de um homem fosse entretenimento. Ela apontou o dedo para um assessor, no meio da rua, sem prova nenhuma. E o que aconteceu? A internet acreditou. Influenciadores correram para cancelar. O cara foi afastado, humilhado, quase linchado. Mas ela não esperava que ele tivesse gravado tudo. Gravou ela surtando. Gravou ela se machucando sozinha. Gravou ela tirando a própria calça na rua pra montar a “cena”. E ainda tem mais: antes disso tudo, ela tentou extorquir ele. Pediu Pix. O exame não mostrou nada. Os ferimentos eram auto-infligidos. O laudo não confirmou agressão. Os prints mostram ela pedindo dinheiro. Uma farsa. Um ataque direto às verdadeiras vítimas de estu***, que agora correm risco de não serem acreditadas porque uma pessoa decidiu caçar fama e seguidores com uma acusação inventada. No fim, o que salvou ele? Um celular. Uma gravação. Uma bateria cheia. Se o telefone dele tivesse apagado, hoje ele estaria preso. Ou morto. Essa é a realidade. Ele mostrou tudo: ela batendo no próprio corpo, produzindo sangue, tirando a roupa. Ele nunca encostou nela. E é por isso que, hoje… A vítima não é Izabelly Vital. A vítima é ele: Matheus Ferreira. O mais triste dessa história é saber que 99% das pessoas que correrram para desejar a morte do Matheus não pediram desculpas depois da verdade vir a tona. Se você é homem, vocé já é culpado, ninguém vai vir te ajudar ou prestar apoio. Essa é a realidade nua e crua. Hoje foi o Matheus, amanhã pode ser você, pode ser eu.
♪
Porque as coisas do Brasil tem que ser tão ruins e tão caras? Um Yopro no brasil custa 8 reais e tem 15g de proteína. O salário mínimo no Brasil é de 1621 reais. Isso dá 10 reais a hora. Você gasta uma hora inteira da sua vida pra tomar 15g de proteína. Na itália temos uma versão de 42g de proteína por apenas 1,50 euros. O salário mínimo na itália é de 1440 euros. Isso dá 8,50 euros por hora. Com uma hora da sua vida você compra 6, somando vai dar mais de 252g proteína. No brasil 15 gramas, na itália 252 Mesmo trabalho Mesmo produto Resultados diferentes O mais bizarro é como a gente foi condicionado a achar isso normal. E todo mundo aceita. Como se reclamar fosse inútil. Como se não houvesse alternativa. O engraçado é que não é só caro. É caro e ruim, ou pelo menos poderia ser melhor. No fim, o que deveria ser simples, eficiente e justo, se torna luxo. E a gente aprende a chamar luxo de normalidade.
Catarina Kasten, 31 anos, saiu de casa cedo, por volta das 7h, para uma simples aula de natação. Um dia comum. Uma rotina normal. Era pra voltar pra casa. Não voltou. Horas depois, ela foi encontrada morta na trilha do Matadeiro, em Florianópolis — com sinais de estu*** e estrangulamento. O suspeito foi identificado pelas câmeras, preso e confessou o crime. E o detalhe mais nojento dessa história? Esse mesmo cara já teria abusado de uma idosa anos atrás. Mas como era “menor”, o Estado fez o que sempre faz: protegeu. Não deu em nada. Não ficou preso. Não teve consequência real. E aí a gente finge surpresa quando acontece o pior. O caso da Catarina mostra o óbvio: no Brasil, o sistema não protege quem sai de casa pra viver — protege quem sai de casa pra destruir vidas. No Brasil, virou moda tratar criminoso como se fosse vítima da sociedade. Aqui, quem destrói vidas ganha mais compreensão do que quem perde tudo. E o pior: até um certo presidente por aí já soltou a ideia de que o traficante é vítima do usuário. É o mundo ao avesso. O bandido vira coitadinho, e o cidadão vira culpado por “alimentar o sistema”. Essa lógica podre passa pano pra todo tipo de violência. O traficante vira “incompreendido”, o estu***dor vira “um jovem em conflito”, o assassino vira “fruto do meio”. Sempre uma desculpa. Sempre uma justificativa. Sempre alguém dizendo que “não é bem assim”. Enquanto isso, as vítimas reais — as Catarinas da vida, que só saem de casa pra viver — são esquecidas. Já o criminoso, esse sim, ganha atenção, direitos, afagos, proteção. No Brasil, parece que o recado é um só: o crime tem explicação, a vítima que tenha paciência.
Por que essa mulher não está presa? A história inteira é um teatro mal ensaiado: gritos, drama barato e uma acusação de estu*** jogada no ar como se a vida de um homem fosse entretenimento. Ela apontou o dedo para um assessor, no meio da rua, sem prova nenhuma. E o que aconteceu? A internet acreditou. Influenciadores correram para cancelar. O cara foi afastado, humilhado, quase linchado. Mas ela não esperava que ele tivesse gravado tudo. Gravou ela surtando. Gravou ela se machucando sozinha. Gravou ela tirando a própria calça na rua pra montar a “cena”. E ainda tem mais: antes disso tudo, ela tentou extorquir ele. Pediu Pix. O exame não mostrou nada. Os ferimentos eram auto-infligidos. O laudo não confirmou agressão. Os prints mostram ela pedindo dinheiro. Uma farsa. Um ataque direto às verdadeiras vítimas de estu***, que agora correm risco de não serem acreditadas porque uma pessoa decidiu caçar fama e seguidores com uma acusação inventada. No fim, o que salvou ele? Um celular. Uma gravação. Uma bateria cheia. Se o telefone dele tivesse apagado, hoje ele estaria preso. Ou morto. Essa é a realidade. Ele mostrou tudo: ela batendo no próprio corpo, produzindo sangue, tirando a roupa. Ele nunca encostou nela. E é por isso que, hoje… A vítima não é Izabelly Vital. A vítima é ele: Matheus Ferreira. O mais triste dessa história é saber que 99% das pessoas que correrram para desejar a morte do Matheus não pediram desculpas depois da verdade vir a tona. Se você é homem, vocé já é culpado, ninguém vai vir te ajudar ou prestar apoio. Essa é a realidade nua e crua. Hoje foi o Matheus, amanhã pode ser você, pode ser eu.
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Porque as coisas do Brasil tem que ser tão ruins e tão caras? Um Yopro no brasil custa 8 reais e tem 15g de proteína. O salário mínimo no Brasil é de 1621 reais. Isso dá 10 reais a hora. Você gasta uma hora inteira da sua vida pra tomar 15g de proteína. Na itália temos uma versão de 42g de proteína por apenas 1,50 euros. O salário mínimo na itália é de 1440 euros. Isso dá 8,50 euros por hora. Com uma hora da sua vida você compra 6, somando vai dar mais de 252g proteína. No brasil 15 gramas, na itália 252 Mesmo trabalho Mesmo produto Resultados diferentes O mais bizarro é como a gente foi condicionado a achar isso normal. E todo mundo aceita. Como se reclamar fosse inútil. Como se não houvesse alternativa. O engraçado é que não é só caro. É caro e ruim, ou pelo menos poderia ser melhor. No fim, o que deveria ser simples, eficiente e justo, se torna luxo. E a gente aprende a chamar luxo de normalidade.
Catarina Kasten, 31 anos, saiu de casa cedo, por volta das 7h, para uma simples aula de natação. Um dia comum. Uma rotina normal. Era pra voltar pra casa. Não voltou. Horas depois, ela foi encontrada morta na trilha do Matadeiro, em Florianópolis — com sinais de estu*** e estrangulamento. O suspeito foi identificado pelas câmeras, preso e confessou o crime. E o detalhe mais nojento dessa história? Esse mesmo cara já teria abusado de uma idosa anos atrás. Mas como era “menor”, o Estado fez o que sempre faz: protegeu. Não deu em nada. Não ficou preso. Não teve consequência real. E aí a gente finge surpresa quando acontece o pior. O caso da Catarina mostra o óbvio: no Brasil, o sistema não protege quem sai de casa pra viver — protege quem sai de casa pra destruir vidas. No Brasil, virou moda tratar criminoso como se fosse vítima da sociedade. Aqui, quem destrói vidas ganha mais compreensão do que quem perde tudo. E o pior: até um certo presidente por aí já soltou a ideia de que o traficante é vítima do usuário. É o mundo ao avesso. O bandido vira coitadinho, e o cidadão vira culpado por “alimentar o sistema”. Essa lógica podre passa pano pra todo tipo de violência. O traficante vira “incompreendido”, o estu***dor vira “um jovem em conflito”, o assassino vira “fruto do meio”. Sempre uma desculpa. Sempre uma justificativa. Sempre alguém dizendo que “não é bem assim”. Enquanto isso, as vítimas reais — as Catarinas da vida, que só saem de casa pra viver — são esquecidas. Já o criminoso, esse sim, ganha atenção, direitos, afagos, proteção. No Brasil, parece que o recado é um só: o crime tem explicação, a vítima que tenha paciência.
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