@galodelutaoficial
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QUE NUNCA SEJAMOS SILENCIADOS! Vídeo: @lucius.artes
Poranga, pituna, não uso katana, terçota molado na cara do branco de terno em gravata, ministro do cão, tipo tipo cachorro de índio, justiça, cega pulado, mais fraco do canto, mais longe, tipo no meio do rio, ronça também bicho d'água, ronça também bicho d'água, na rede infartura de peixe divide
Se Liga na Menssagem que o Chavoso da Usp Mando pra voces, é muito importante!
Tão dizendo que hoje é dia dos Bandeirantes, então pode sopra a velinha que nois acendeu pra voces que lustra bota de colonizador, estrupador, torturador e genocida!
A liderança indígena Ngrenhkarati Xikrin, representante geral das mulheres Xicrin, denuncia publicamente o sucateamento da Fundação Nacional dos Povos Indígenas em Altamira. Em uma região marcada por fortes conflitos territoriais e grandes pressões sobre os territórios indígenas, o órgão que deveria garantir presença do Estado e proteção aos povos se encontra em situação de abandono. A sede da Fundação Nacional dos Povos Indígenas apresenta torneiras quebradas, banheiros completamente deteriorados, área externa tomada pelo mato, carros parados sem uso e voadeiras jogadas, retratando um cenário de descaso com a estrutura de um órgão fundamental para a defesa dos direitos indígenas. Para Ngrenhkarati Xikrin, essa realidade é inaceitável, especialmente em Altamira, uma região onde os povos indígenas enfrentam diariamente ameaças aos seus territórios e modos de vida. O abandono da estrutura da Fundação Nacional dos Povos Indígenas revela o quanto é urgente fortalecer o órgão para que ele cumpra de fato seu papel junto aos povos da região. A denúncia expõe não apenas a precariedade física do local, mas também o descaso com as pautas indígenas em um dos territórios mais tensionados da Amazônia. Para manter o acampamento, precisam de apoio urgente. Estão sendo arrecadados: • alimentos • lençóis • barracas • produtos de higiene • produtos de limpeza Também é possível contribuir financeiramente: Mutirão Pela Cidadania – MUCI Banco: Caixa Econômica Federal Agência: 00551 Conta: 000578453472-2 Chave Pix: 299f43f3-f9a1-42a1-bbd4-fe54cf811681 Ou nosso Pix [email protected] Siga e acompanhe: @mulheresindigenasdomedioxingu
Pobre de direita e a fuga do capitalismo 🤯 O motofretista, ativista e rapper Paulo Galo, conhecido como Galo de Luta, defendeu que a base trabalhadora não pode ser tratada como “de direita” quando se olha para a vida concreta. “Uma das críticas que foi mal absorvida nos últimos tempos é essa que eu fiz de que não existe pobre de direita. Materialmente, não tem. Na narrativa, beleza. Aí você está caindo no jogo do neoliberalismo”, afirmou ao #BdFEntrevista, da #RádioBrasildeFato. Para Galo, o que define o campo do trabalhador não é o discurso, mas a prática diante da exploração. “‘Bandido bom é bandido morto’. Isso é a narrativa. Se ele fizer greve, é materialidade suficiente pra você não considerá-lo de direita. Porque quem faz uma greve? É um cara de direita fazendo uma greve?”, questionou. Na visão do entregador, colar o rótulo de “pobre de direita” na periferia significa entregar de bandeja uma parte da classe trabalhadora ao campo conservador. “Chamar o pobre de pobre de direita é um presente pra direita. A direita não tem nem como agradecer isso”, criticou. Galo defende que o ponto de partida para entender e organizar a luta deve ser as contradições que o capitalismo produz na vida real, e não a “narrativa” que o trabalhador repete. “O capitalismo por si só gera contradições na vida da classe trabalhadora. Aí o que eu tenho para trabalhar contra o capitalismo? Essas contradições”, diz. Ele cita o fascínio por vias individuais de ascensão, como “jogo do Tigrinho”, “OnlyFans” e carreira de “influenciador”, como sinais de ódio contra um sistema que não oferece saídas dignas. “Tudo isso é fuga do capitalismo”, caracteriza. 📍 O BdF Entrevista vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre às 21h, na Rádio Brasil de Fato, 98.9 FM na Grande São Paulo. No YouTube do #BrasildeFato, o programa é veiculado às 19h. Confira 📲
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Poranga, pituna, não uso katana, terçota molado na cara do branco de terno em gravata, ministro do cão, tipo tipo cachorro de índio, justiça, cega pulado, mais fraco do canto, mais longe, tipo no meio do rio, ronça também bicho d'água, ronça também bicho d'água, na rede infartura de peixe divide
Se Liga na Menssagem que o Chavoso da Usp Mando pra voces, é muito importante!
Tão dizendo que hoje é dia dos Bandeirantes, então pode sopra a velinha que nois acendeu pra voces que lustra bota de colonizador, estrupador, torturador e genocida!
A liderança indígena Ngrenhkarati Xikrin, representante geral das mulheres Xicrin, denuncia publicamente o sucateamento da Fundação Nacional dos Povos Indígenas em Altamira. Em uma região marcada por fortes conflitos territoriais e grandes pressões sobre os territórios indígenas, o órgão que deveria garantir presença do Estado e proteção aos povos se encontra em situação de abandono. A sede da Fundação Nacional dos Povos Indígenas apresenta torneiras quebradas, banheiros completamente deteriorados, área externa tomada pelo mato, carros parados sem uso e voadeiras jogadas, retratando um cenário de descaso com a estrutura de um órgão fundamental para a defesa dos direitos indígenas. Para Ngrenhkarati Xikrin, essa realidade é inaceitável, especialmente em Altamira, uma região onde os povos indígenas enfrentam diariamente ameaças aos seus territórios e modos de vida. O abandono da estrutura da Fundação Nacional dos Povos Indígenas revela o quanto é urgente fortalecer o órgão para que ele cumpra de fato seu papel junto aos povos da região. A denúncia expõe não apenas a precariedade física do local, mas também o descaso com as pautas indígenas em um dos territórios mais tensionados da Amazônia. Para manter o acampamento, precisam de apoio urgente. Estão sendo arrecadados: • alimentos • lençóis • barracas • produtos de higiene • produtos de limpeza Também é possível contribuir financeiramente: Mutirão Pela Cidadania – MUCI Banco: Caixa Econômica Federal Agência: 00551 Conta: 000578453472-2 Chave Pix: 299f43f3-f9a1-42a1-bbd4-fe54cf811681 Ou nosso Pix [email protected] Siga e acompanhe: @mulheresindigenasdomedioxingu
Pobre de direita e a fuga do capitalismo 🤯 O motofretista, ativista e rapper Paulo Galo, conhecido como Galo de Luta, defendeu que a base trabalhadora não pode ser tratada como “de direita” quando se olha para a vida concreta. “Uma das críticas que foi mal absorvida nos últimos tempos é essa que eu fiz de que não existe pobre de direita. Materialmente, não tem. Na narrativa, beleza. Aí você está caindo no jogo do neoliberalismo”, afirmou ao #BdFEntrevista, da #RádioBrasildeFato. Para Galo, o que define o campo do trabalhador não é o discurso, mas a prática diante da exploração. “‘Bandido bom é bandido morto’. Isso é a narrativa. Se ele fizer greve, é materialidade suficiente pra você não considerá-lo de direita. Porque quem faz uma greve? É um cara de direita fazendo uma greve?”, questionou. Na visão do entregador, colar o rótulo de “pobre de direita” na periferia significa entregar de bandeja uma parte da classe trabalhadora ao campo conservador. “Chamar o pobre de pobre de direita é um presente pra direita. A direita não tem nem como agradecer isso”, criticou. Galo defende que o ponto de partida para entender e organizar a luta deve ser as contradições que o capitalismo produz na vida real, e não a “narrativa” que o trabalhador repete. “O capitalismo por si só gera contradições na vida da classe trabalhadora. Aí o que eu tenho para trabalhar contra o capitalismo? Essas contradições”, diz. Ele cita o fascínio por vias individuais de ascensão, como “jogo do Tigrinho”, “OnlyFans” e carreira de “influenciador”, como sinais de ódio contra um sistema que não oferece saídas dignas. “Tudo isso é fuga do capitalismo”, caracteriza. 📍 O BdF Entrevista vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre às 21h, na Rádio Brasil de Fato, 98.9 FM na Grande São Paulo. No YouTube do #BrasildeFato, o programa é veiculado às 19h. Confira 📲
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