@euniceconsteladora
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🌷 Pioneira Constelações Familiares no Brasil(2002) 👉Atend. On-line/Presencial 👉🏻Agende sua sessão! Dê o próximo passo!
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Poucos fazem bolo preferem comprar pronto! bateu doeu, leva que é seu! Está bateu? #paraqueoamordêcerto #relacionamento #amor
Pense numa crise. Fazia uns três anos que a gente estava na pior fase da nossa relação. Vou te falar, viu? Aí eu visitei a minha avó e a minha avó tinha um casamento super sólido, 60 anos de casada.
que lição! Leia a legenda ! #constelacaofamiliar #autoconhecimento #berthellinger #constelaçãofamiliar
Bora se cuidar, e cheios de alegria e saúde, concluir a jornada vitoriosa 🌻🌻🌻 #constelacaofamiliar #autoconhecimento #constelaçãofamiliar #de
Amei este texto da Bruna Estrela.... eu vivi isto com minha segunda filha e revivi isto com meu neto. E com outra a criança que chorou as dores da mãe, que foi abandonada pelo companheiro durante a gravidez, chorou permanentemente até os 5 anos, quando encontrou um padastro maravilhoso e se aquietou. Bebês que choram sem parar, tendo peito ilimitado, tendo sling, tendo mãe em tempo integral, tendo banho de ofurô, tendo música clássica e som do útero no YouTube tocando. Eles choram. Sem parar. Mas não são eles que choram, de verdade. Quem está chorando – por dentro – é a mãe, imersa no caos do puerpério, entre a privação intensa de sono e as dificuldades de amamentar. A mãe cala o choro, e carrega a angústia que dar à luz traz: a responsabilidade eterna de cuidar de outro ser. O fim da mulher que ela conhecia. O nascimento de uma nova mulher que é uma completa desconhecida. Todo o peso que pôr um filho no mundo significa, recai sobre seus ombros. E ela cala. A dor é silenciada, porque quase ninguém compreende verdadeiramente o peso do puerpério. O puerpério é uma água represada, que cedo ou tarde precisa ser liberada. O bebê são as comportas abertas. E essa água vem feito um dilúvio! E o bebê vai chorar. Vai chorar a falta de descanso da mãe. Vai chorar a falta de cumplicidade do marido. Vai chorar a avó que ou se ausenta demais ou se intromete demais. Vai chorar as dificuldades de amamentar. Vai chorar o parto que nem sempre sai como o sonhado. Vai chorar o medo de falhar que a mãe carrega. Vai chorar o corpo que se revela tão disforme. Nunca se diagnosticaram tantos bebês com cólica, com refluxo e com alergias como hoje. Doenças que justificam a mesma coisa: o choro que não cessa. Pode ser que hoje a medicina identifique mais os casos que antes passavam batidos? Pode. Mas eu vejo um outro lado também… Nunca a maternidade foi tão solitária como é hoje. Antes, quando uma mulher dava à luz, sua mãe, avó, tias, vizinhas, todas se encarregavam de cuidar da nova mãe. Cuidar da casa, cuidar da mulher, cuidar de ajudá-la. Hoje não. Parimos (e re-nascemos) e estamos sozinhas. Ninguém lida com nossa bagunça – da casa e da alma.
Poucos fazem bolo preferem comprar pronto! bateu doeu, leva que é seu! Está bateu? #paraqueoamordêcerto #relacionamento #amor
Pense numa crise. Fazia uns três anos que a gente estava na pior fase da nossa relação. Vou te falar, viu? Aí eu visitei a minha avó e a minha avó tinha um casamento super sólido, 60 anos de casada.
que lição! Leia a legenda ! #constelacaofamiliar #autoconhecimento #berthellinger #constelaçãofamiliar
Bora se cuidar, e cheios de alegria e saúde, concluir a jornada vitoriosa 🌻🌻🌻 #constelacaofamiliar #autoconhecimento #constelaçãofamiliar #de
Amei este texto da Bruna Estrela.... eu vivi isto com minha segunda filha e revivi isto com meu neto. E com outra a criança que chorou as dores da mãe, que foi abandonada pelo companheiro durante a gravidez, chorou permanentemente até os 5 anos, quando encontrou um padastro maravilhoso e se aquietou. Bebês que choram sem parar, tendo peito ilimitado, tendo sling, tendo mãe em tempo integral, tendo banho de ofurô, tendo música clássica e som do útero no YouTube tocando. Eles choram. Sem parar. Mas não são eles que choram, de verdade. Quem está chorando – por dentro – é a mãe, imersa no caos do puerpério, entre a privação intensa de sono e as dificuldades de amamentar. A mãe cala o choro, e carrega a angústia que dar à luz traz: a responsabilidade eterna de cuidar de outro ser. O fim da mulher que ela conhecia. O nascimento de uma nova mulher que é uma completa desconhecida. Todo o peso que pôr um filho no mundo significa, recai sobre seus ombros. E ela cala. A dor é silenciada, porque quase ninguém compreende verdadeiramente o peso do puerpério. O puerpério é uma água represada, que cedo ou tarde precisa ser liberada. O bebê são as comportas abertas. E essa água vem feito um dilúvio! E o bebê vai chorar. Vai chorar a falta de descanso da mãe. Vai chorar a falta de cumplicidade do marido. Vai chorar a avó que ou se ausenta demais ou se intromete demais. Vai chorar as dificuldades de amamentar. Vai chorar o parto que nem sempre sai como o sonhado. Vai chorar o medo de falhar que a mãe carrega. Vai chorar o corpo que se revela tão disforme. Nunca se diagnosticaram tantos bebês com cólica, com refluxo e com alergias como hoje. Doenças que justificam a mesma coisa: o choro que não cessa. Pode ser que hoje a medicina identifique mais os casos que antes passavam batidos? Pode. Mas eu vejo um outro lado também… Nunca a maternidade foi tão solitária como é hoje. Antes, quando uma mulher dava à luz, sua mãe, avó, tias, vizinhas, todas se encarregavam de cuidar da nova mãe. Cuidar da casa, cuidar da mulher, cuidar de ajudá-la. Hoje não. Parimos (e re-nascemos) e estamos sozinhas. Ninguém lida com nossa bagunça – da casa e da alma.
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